Agricultura e Pecuária

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    • O pessegueiro em pomar compacto: X. comportamento de cultivares e seleções sob poda de encurtamento

      Pesquisou-se o comportamento vegetativo e reprodutivo de 14 cultivares e seleções de pêssego e nectarina, cultivados no sistema de pomar compacto, em espaçamento de 4 m x 1,5 m (1.667 plantas.ha-1), sob poda de encurtamento dos ramos, em pós-colheita. Essa poda, caracterizada pelo corte dos ramos produtivos a 20-30 cm de sua inserção, foi realizada no final de novembro, logo após a colheita de frutos do ciclo anterior. A partir dos resultados obtidos no biênio 1997-98, verificou-se que os cultivares e seleções mais produtivos foram (média bienal do número e kg de frutos por planta respectivamente): Aurora-1 (161, 13,9); IAC 680-13 (142, 12,4); Régis (156, 12,2); Talismã (128, 11,9) e IAC 680-178 (130, 10,1). Os cultivares Delicioso Precoce, Jóia-1, Tropical, Flordaprince e IAC 2380-55, com produção intermediária, obtiveram índices entre 6,0 e 8,8 kg de frutos por planta. Durante os dois anos do experimento, as váriáveis fisiológicas analisadas - área de secção transversal do tronco, volume da copa, número e massa dos frutos por cm2 de tronco - apresentaram diferenciação estatística entre cultivares e seleções. A poda de encurtamento dos ramos, em pós-colheita, evitou a alternância de produção dos cultivares e seleções pesquisados.

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    • O pessegueiro no sistema de pomar compacto: I. Conjeturas, experimentação e prática

      O sistema de formação de pomares em alta densidade de plantio vem aos poucos obtendo maior reconhecimento dos fruticultores mais evoluídos. Com a adoção desse modelo especializado de cultivo, espera-se um aproveitamento mais racional da terra, por meio do aumento da produção de frutos por área, além da redução da mão-de-obra e de outras práticas culturais. Dessa forma, torna-se possível um maior e mais rápido retorno do capital empregado, fator fundamental ao progresso de qualquer empreendimento agrícola. A técnica revolucionária de ultra-alta densidade de plantio está sendo pesquisada em fruticultura desde o início dos anos setentas. Tal sistema foi desenvolvido inicialmente na Inglaterra para a cultura da macieira e, posteriormente, transportado com sucesso para o pessegueiro em várias regiões do mundo. Constitui hoje uma das práticas culturais de maior repercussão e importância na persicultura mundial e, em especial, nas regiões de clima subtropical. No presente trabalho, procurou-se enfocar os fatores ecofisiológicos e fitotécnicos relacionados com o sistema de alta densidade de plantio do pessegueiro e da nectarineira, bem como o direcionamento das pesquisas básicas, aplicada e de desenvolvimento na área.

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    • O pessegueiro no sistema de pomar compacto: VI: Frutificação efetiva e raleio químico em seleções IA

      Verificou-se o potencial de frutificação e o efeito da pulverização de uréia a 12%, no raleio de frutos, em cinco pessegueiros e duas nectarineiras, cultivados em pomar compacto, na Estação Experimental de Monte Alegre do Sul (22º41’S. e 46º 43’W.), do Instituto Agronômico de Campinas (IAC).  Dos cultivares e seleções pesquisados, ‘Talismã’, IAC 6782-83, IAC N 2680-91, ‘Aurora-2’ e IAC 282-24 apresentaram as maiores taxas de frutificação natural, a saber: 60,9;  54,2;   44,6;  41,4  e  40,0% respectivamente. A uréia a 12%, pulverizada na plena floração, mostrou-se efetiva no raleio dos frutos, reduzindo as frutificações para a faixa de 12-17%, considerada adequada para pessegueiros e nectarineiras sob altas densidades de plantio. O número médio de pêssegos e nectarinas remanescentes por ramo foi, respectivamente, de 1,1;  1,6;  1,8;  1,9; 2,0;  2,6 e 3,2 para IAC 280-28; IAC 6782-83; ‘Aurora-2’; IAC 282-24; IAC N 1880-76; IAC N 2680-91 e ‘Talismã’. A produtividade não foi prejudicada pelo ação raleadora da uréia a 12%. As plantas em que permaneceram  até dois frutos em média, por ramo, apresentaram produtos de melhor padrão.

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    • O pessegueiro no sistema de pomar compacto: VII. comportamento de novas seleções IAC sob poda drásti

      Pesquisou-se durante seis anos o comportamento reprodutivo de cinco novas seleções de pêssego e nectarina em Monte Alegre do Sul (22°41'S; 46°43'W e 40 HF-7). Os pessegueiros e nectarineiras cultivados nos espaçamentos de 4 x 0,5m e 4 x Im, equivalentes a 5000 e 2500 plantas/ha, respectivamente, foram podados drasticamente, a cada dois anos, após a colheita. Em ambos espaçamentos,'Aurora-2* e IAC 282-24 apresentaram as melhores produções acima de 19 toneladas/ha. Verificou-se nos ciclos subseqüentes a cada poda da copa, tendência de menor produção das plantas, principalmente em material de ciclo mediano. No segundo ano após a poda drástica, os pessegueiros e nectarineiras produziram normalmente. No espaçamento de 4 x 0,5m, as plantas apresentaram acréscimo médio de 12% na produção, em relação a 4 x lm, diminuindo porém, o peso do produto final. Os maiores frutos com peso médio acima de l00g foram produzidos pelas seleções IAC 6782-83 e IAC 282-24.

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    • O pessegueiro no sistema de pomar compacto: VIII. Caracterização de cultivares e seleções para difer

      Caracterizou-se no período de 1991-94, na Estação Experimental de Monte Alegre do Sul (22o41'S; 46o43'W e 40 HF-7), IAC, o desenvolvimeento de treze pessegueiros e cinco nectarineiras, cultivados em três lotes contíguos, nos espaçamentos adensados de 4m x 0,5m; 4m x 1m; e 4m x 1,5m, correspondendo a 5000, 2500 e 1667 indivíduos por hectare respectivamente. As copas das plantas foram podadas drasticamente, a cada dois anos, após a colheita. Registrou-se o número de nós de gemas por metro de ramo e de gemas vegetativas e floríferas por nó e a porcentagem de pegamento, o ciclo de crescimento, a massa e a época de colheita dos frutos. Os maiores índices de desenvolvimento foram verificados em Talismã, Aurora-1, Aurora-2, Jóia-1, Tropical e Flordaprince, registrando-se acima de 40 nós de gemas por metro de ramo, 2,50 gemas vegetativas e floríferas por nó e 40% de frutificação efetiva. Os dois últimos cultivares, além de IAC 282-24, se apresentaram como os mais precoces, amadurecendo os frutos com 80 - 85 dias após a floração, com colheitas entre fins de setembro e início de outubro. Os frutos com maior massa foram encontrados em Douradão, ultrapassando a média de 120 gramas nas três densidades populacionais. O sistema de pomar compacto, com poda drástica bienal das copas, não alterou as características principais dos cultivares e seleções, notando-se, apenas, tendência de redução de alguns parâmetros fisiológicos nos espaçamentos mais adensados.

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    • Ocorrência de inflorescências anormais em videira 'Italia'

      Em cultura de videira (Vitis vinifera L. 'Italia') foram observadas em Jales, SP, no ano agrícola de 1993, plantas que apresentavam características morfológicas diferentes desse cultivar e de outras espécies deste gênero. Num mesmo ramo da planta, a ântese ocorria do ápice para a base, sentido oposto ao normalmente encontrado. As flores apresentavam pedicelo curto (quase séssil); a corola, no período da ântese não formava uma caliptra (deiscência apical), os filetes eram curtos, o estigma séssil, o ovário globoso e os nectários pouco desenvolvidos. Sugere-se que tenham ocorrido alterações genéticas, promovendo essas características anormais, que não pertencem a gênero Vitis, porém estão presentes em gêneros correlatos como Cissus, Parthenocissus e Ampelopsis (Vitaceae).

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    • Patogenicidade de Beauveria Bassiana Vuill. ao Ácaro Tetranychus urticae Koch

      O estudo da patogenicidade de Beauveria bassiana (Bals.) Vuill. ao ácaro Tetranychus urticae Koch foi desenvolvido a 25 ± 2°C, 70 ± 5% UR e 12 horas de fotofase, utilizando-se fêmeas recém-emergidas. Os ácaros foram mantidos durante seis dias em discos de folha de Canavalia ensiformis (L.) DC. inoculadas com B. bassiana, isolado 447, nas concentrações: 5x106, 1x107, 5x107, 1x108, 5x108 e 1x109 conídios/ml. Este isolado mostrou-se patogênico a T. urticae, apresentando aumento nos valores das mortalidades acumuladas (total, corrigida e confirmada) à medida que a suspensão de conídios se tornou mais concentrada. Nas seis concentrações testadas, os valores de mortalidade corrigida ao sexto dia, foram inferiores a 50%, sendo observada apenas na concentração de 1x109 conídios/ml, mortalidade total superior a 50%.

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    • Patogenicidade de Beauveria bassiana Vuill. sobreTuta absoluta Criada em Dois Genótipos de Tomateiro

      Lagartas de Tuta absoluta (Meyrick) foram criadas em folhas de tomateiro Lycopersicon hirsutum f. glabratum (PI 134417, resistente) e L. esculentum (cv. Santa Clara, suscetível) até atingirem diferentes ínstares. Para cada um dos ínstares, foi desenvolvido um experimento no qual as lagartas foram alimentadas com folhas dos dois genótipos tratadas com suspensão de conídios de Beauveria bassiana (Bb). A mortalidade foi avaliada diariamente até o final da fase larval. A alimentação de T. absoluta sobre o genótipo PI 134417 reduziu a sobrevivência larval. A aplicação de Bb nos dois genótipos de Lycopersicon provocou mortalidade em todos os ínstares. Entretanto, Bb inoculado no genótipo resistente provocou efeito sinérgico ou aditivo na sobrevivência larval. Este efeito foi dependente do ínstar em que as lagartas foram alimentadas com folhas tratadas com o fungo.

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    • Perdas de nutrientes por erosão e sua distribuição espacial em área sob cana-de-açúcar

      O presente trabalho teve como objetivo principal determinar as perdas de nutrientes por erosão em entressulcos, sulcos e global (entressulcos + sulcos, A), em área cultivada com cana-de-açúcar submetida à queima da palhada na sua pré-colheita, na Fazenda Santa Bárbara, localizada em Guariba - SP, sob um Latossolo Vermelho eutroférrico (LVef). Parcelas experimentais foram submetidas à chuva simulada com intensidade de 80 mm h-1, durante 65 minutos. Análises do sedimento erodido indicaram altas taxas de enriquecimento: 1,62 (matéria orgânica, MO); 4,30 (P); 1,17 (K); 1,33 (Ca) e 1,24 (Mg) vezes em relação ao solo original. As perdas de solo e nutrientes, em função do tipo de erosão, obedeceram à seguinte ordem: sulcos > global > entressulcos. Análises geoestatísticas indicaram que as perdas de solo (A), MO, P, K e Ca por erosão apresentaram forte grau de dependência espacial, enquanto as perdas de Mg tiveram moderado grau de dependência espacial. Mapas da distribuição dos padrões de variabilidade espacial das perdas por erosão indicaram que o cultivo de cana-de-açúcar conserva as propriedades químicas e físicas do solo na maior parte da área.

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    • Resposta de Crescimento de Quatro Cultivares de Pereira, em Viveiro, Enxertadas sobre Diferentes Cul

      No Brasil, embora exista grande potencial para o aumento da produção e ampliação das áreas de cultivo da pereira, a cultura não alcançou um desenvolvimento desejável. Entre os fatores considerados limitantes a cultura estão: a falta de conhecimento sobre práticas de manejo, a dificuldade de obtenção de mudas de alta qualidade e a falta de conhecimento sobre a melhor combinação entre cultivares copa e porta-enxertos. Nos últimos anos, o uso de porta-enxertos ananizantes permitiram aumentos significativos na densidade dos plantios, reduzindo os custos de produção e incrementando os resultados econômico-produtivos dos pomares. Os porta-enxertos de uso comum no Brasil são o Pyrus calleryana e Pyrus betulaefolia, porém induzem vigor excessivo na cultivar copa, tornando difícil o manejo das plantas e retardam a entrada em produção, estando na contra-mão dos princípios da fruticultura moderna. O marmeleiro (Cydonia oblonga Mill.) tem merecido atenção especial devido ao interesse em obter plantas de pereira com dimensões reduzidas (Loreti & Massai, 1998). Sua adoção foi determinante para a expansão da cultura da pereira na Europa (Sansavini et al. 1997), pois os porta-enxertos francos induzem um elevado vigor e retardam da entrada em produção.

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    • Avaliação do estado nutricional da videira 'Itália' na região de Jales, SP, usando o sistema integra

      O objetivo deste trabalho foi a avaliação do estado nutricional da videira 'Itália' na região de Jales, SP, Brasil, utilizando o DRIS. O levantamento nutricional foi realizado em 20 vinhedos em produção, submetidos a práticas culturais semelhantes. A coleta de amostras de folhas foi feita em três estágios de desenvolvimento da planta a saber: no florescimento, com frutos entre ervilha e meia baga e no início da maturação dos frutos. Nessa avaliação concluiu-se que o método DRIS é adequado para a videira 'Itália', pois permitiu obter informações a respeito do melhor órgão e épocas de amostragem, desordens nutricionais e índices referenciais para balanço nutricional. O limbo foi considerado o melhor órgão para amostragem, pois seus índices de balanço nutricional estavam mais ajustados. Os estágios de florescimento e de início da maturação dos frutos foram considerados adequados para amostragem de folhas. Seis vinhedos foram considerados em equilíbrio nutricional, pois apresentaram produção superior à média de 27,3 t/ha e Índice de Balanço Nutricional (IBN) igual a 11. Os 20 vinhedos amostrados foram considerados adequados para o cálculo das normas. Finalmente, o DRIS permitiu determinar os vinhedos que, em geral, apresentavam deficiência de potássio, magnésio, fósforo e enxofre, e excesso de cobre.

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    • Comparação de métodos de laboratório e de campo para a estimativa da área foliar em fruteiras silves

      Foi realizado um trabalho com o objetivo de estudar diferentes métodos de laboratório e de campo para a estimativa da área foliar de fruteiras silvestres, pertencentes à família Myrtaceae, a saber: uvalheira (Eugenia uvalha Camb.), aracazeiro (Psidium cattleyanum Sabine), goiabeira serrana (Feijoa sellowiana Berg.) e pitangueira (Eugenia uniflora DC). Entre os métodos de laboratório, também utilizados como "padrão", bons resultados foram obtidos utilizando-se um medidor automático de área foliar, planímetro ou através do método gravimétrico (fotocópia ou papel filtro). Dentre os métodos de campo, os melhores resultados foram obtidos por regressão linear. As estimativas das áreas foliares (y) para as quatro espécies estudadas podem ser tomadas a partir das equações: y = 2,658 + 0,554X, para o araçazeiro; y = 0.75X ou y = 0,856X - 2,115, para a goiabeira serrana; y = 0.68X, para a uvalheira e y = 0,69X ou y = 0,503 + 0,643X, para a pitangueira, sendo X = comprimento x largura da folha.

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    • Efeito antagônico de Trichoderma sp. No desenvolvimento de Beauveria bassiana (Bals.) Vuill. e Metar

      Este trabalho teve por objetivo avaliar o efeito de Trichoderma sp. no desenvolvimento de Beauveria bassiana e Metarhizium anisopliae. Trichoderma sp., B. bassiana (isolado 634) e M. anisopliae (isolado E-9) foram inoculados em meio BDA, com intervalos de 0, 48, 120 e 168 horas entre a inoculação de Trichoderma sp. e dos entomopatógenos. Avaliou-se o crescimento radial das colônias nos períodos de 48 e 120 horas após a inoculação de Trichoderma sp., sendo que este afetou o desenvolvimento dos entomopatógenos quando inoculado simultaneamente ou após 48 horas. B. bassiana e M. anisopliae desenvolveram-se normalmente quando inoculados 168 horas antes de Trichoderma sp.. Também foi avaliado o efeito de um extrato de Trichoderma sp. sobre os entomopatógenos, com a adição de 0,1; 0,5; 1,0 e 5,0 ml de extrato/100,0 ml de meio, onde foram inoculados os entomopatógenos.

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    • Efeito Associado de Genótipo de Tomateiro Resistente e Bacillus thuringiensis var. kurstaki Sobre o

      O objetivo do trabalho foi avaliar as possíveis alterações no desenvolvimento de Tuta absoluta (Meyrick) alimentada com folhas de Lycopersicon hirsutum f. glabratum, PI 134417 – resistente ao inseto e L. esculentum, 'Santa Clara' – suscetível, tratadas com formulação de Bacillus thuringiensis var. kurstaki (Btk). Para se obter insetos nos diferentes ínstares testados, lagartas recém-eclodidas foram criadas nas plantas de Lycopersicon testadas até o ínstar desejado. Para cada uma das idades larvais (lagartas recém-eclodidas (não alimentadas), 1o, 2o, 3o e 4o ínstares) foram realizados experimentos nos quais as lagartas foram alimentadas com folhas dos dois genótipos + Btk. A duração da fase larval foi alongada e a sobrevivência reduzida, tanto pelo genótipo resistente como pelo patógeno.

      (Adicionado: 3ªf Set 05 2006 | Visitas: 57 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Efeito da temperatura e cama do aviário na virulência de Beauveria bassiana (Bals.) Vuill. e Metarhi

      O estudo avaliou a influência da temperatura e de cama nova e usada na germinação, crescimento vegetativo, virulência e produção de conídios de isolados de Beauveria bassiana (Bals.) Vuill. e Metarhizium anisopliae (Metsch.) sobre larvas e adultos do cascudinho Alphitobius diaperinus (Panzer). O crescimento vegetativo e a produção de conídios foram avaliados em meio de cultura. Para a avaliação da virulência os insetos foram tratados com suspensões contendo 1 x 108 conídios/ml. Os experimentos foram realizados em câmara B.O.D. (26ºC e 32ºC e 14h de fotofase). Diariamente os insetos mortos foram coletados para quantificação da produção de conídios. Para avaliação das camas, após a inoculação, insetos foram transferidos para recipientes contendo cama de aviário (nova e usada). Os isolados de B. bassiana foram mais sensíveis à temperatura elevada em relação aos isolados de M. anisopliae no que se refere à viabilidade, crescimento vegetativo e virulência (P < 0,05). A conidiogênese também foi maior para B. bassiana a 26ºC (7 a 11 x 108 conídios/cadáver larval e 8 x 108 conídios/cadáver adulto) (P < 0,05). O estágio larval foi, em média, cerca de 10 vezes mais suscetível aos isolados de M.

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