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Ao mesmo tempo em que a música eletrônica se expande cada vez mais, sai da sua esfera original para atingir outros públicos e ganha uma maior visibilidade, há quem nunca tenha ido a uma festa rave, não saiba seu significado, nem conheça a história, a diferença entre os estilos, tanto de vestir, como musical, nem saiba como é a vida de quem trabalha e respira esse "outro mundo". Há quem esteja ali, não só por diversão, mas por paixão, por vontade de mostrar a todos o que se pode fazer em termos de técnica e variedade musical. Pessoas que fazem o que gostam e dão o seu melhor para que os outros usufruam e sintam-se à vontade, num ambiente aconchegante e livre para a descontração.
(Adicionado: 5ªf Ago 20 2009 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarCom vistas nas peculiaridades que os diferentes povos buscam manter em seu lugar, percebe-se que os sistemas de comunicação globalmente interligados, as imagens e influências da mídia, a busca pela inserção no mercado mundial de estilos e a velocidade das informações contribuem para desvincular, descaracterizar e até desalojar as identidades culturais no tempo e nos lugares. Esta compressão de distâncias e das escalas temporais possibilita a exposição das culturas locais a influências externas, tornando difícil conservar as identidades culturais intactas ou impedir seu enfraquecimento em virtude do bombardeamento e infiltração de outras culturas. Frente a estas considerações, torna-se difícil conceber a existência de sociedades auto-suficientes, ou seja, fechadas ao mundo exterior. No entanto, percebe-se que algumas comunidades tendem a se retrair até o instante em que se torne impossível o afastamento das outras sociedades. Isso porque o capitalismo e a globalização contribuem para a mitigação das fronteiras culturais e a homogenização das relações sociais, fazendo com que as crenças e hábitos, ou seja, o professar de simbolismos seja descaracterizado no tempo e no espaço por algumas comunidades, ao passo que, outras, podem vir a retomar tais características, seus símbolos – sua identidade.
(Adicionado: 6ªf Maio 29 2009 | Visitas: 42 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarÉ, sem dúvida, um grande desafio inserir um museu num espaço urbano – paradoxalmente - decadente e de extrema vitalidade, como é o centro da cidade de São Paulo. No limite dessa inserção em um local bastante adensado, a tarefa torna-se ainda mais árdua, quando se deve adequar uma nova construção a um local cujas bases urbanísticas já estejam tradicionalmente sedimentadas. A proposta do estudo preliminar a ser realizado pelos alunos do curso de pós-graduação da FAU/USP visa a contribuir para formação de profissionais que, ao projetarem um museu, tenham critérios e cuidados específicos para esse tipo de edificação, que não é um mero depósito de objetos de arte, mas, acima de tudo, um espaço de cultura, convívio e lazer. O que segue abaixo é a síntese de um dos muitos estudos realizados. A presença de um museu nas imediações da Praça da República constituiria um marco na história cultural da cidade (especialmente do Centro), proporcionando-lhe um novo dinamismo, ou seja, "mais vida", daí o conceito de "revitalização". Nesse sentido, há que se observar a diversidade das construções ali existentes, sua importância e seu uso, antes da tomada das primeiras decisões para elaboração do projeto.
(Adicionado: 4ªf Maio 27 2009 | Visitas: 39 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarMúsica e razão no Ocidente: alguns comentários sobre Os fundamentos racionais e sociológicos da música, de Max Weber. Weber e as ciências humanas. O universo dos estudos sobre música. Principais conceitos. Principais idéias. A escala de solmização, o canto polifônico, o temperamento, etc. Podemos articular esses fenômenos singulares dentro de um panorama compreensivo? O que a história da música ocidental é capaz de contar sobre a nossa própria visão de mundo? O sociólogo Max Weber deixou uma série de "anotações organizadas", intituladas postumamente Os fundamentos racionais e sociológicos da música que nos apresentam algumas reflexões sobre estas questões. Este artigo se dedica a esclarecer alguns de seus aspectos.
(Adicionado: 4ªf Maio 27 2009 | Visitas: 41 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarÀ luz dos conceitos de modernidade, pré-modernidade, cultura híbrida, arte culta e arte popular, esse trabalho analisa as relações entre Nacib e Gabriela, no romance de Jorge Amado, como um processo de hibridização cultural. As relações entre esses dois personagens se modificam de trabalhistas para matrimoniais e evoluem para uma forma híbrida, complexa e contraditória. Manifestações folclóricas e de arte popular, ligadas aos grupos subalternos, se opõem, inicilamente, à arte culta e aos eventos sociais da classes hegemônicas, para depois se misturarem, no meio da rua, num processo de hibridização cultural.
(Adicionado: 4ªf Maio 27 2009 | Visitas: 39 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarNeste texto, analisa-se o discurso publicitário vinculado à imagem urbana de Maringá, PR. A cidade, juntamente com outras, formou-se e desenvolveu-se sujeita ao processo de estruturação de uma rede urbana hierarquizada no intuito de desbravar o Noroeste do Paraná. A concepção da cidade, cujo plano inicial foi elaborado em meados da década de 1940, está relacionada aos interesses da Companhia de Terras Norte do Paraná – CTNP (posteriormente denominada Companhia Melhoramentos Norte do Paraná – CMNP) que, contando com uma intensa propaganda auto-glorificadora, visou atrair colonizadores para a aquisição de áreas agrícolas e urbanas planificadas (GONÇALVES, 1999). O discurso inicial da CTNP/CMNP vem sendo consolidado nas diversas transformações realizadas no espaço urbano de Maringá. Os temas recorrentes são cristalizados, tanto através de propagandas, que alardeiam o caráter de cidade agradável e segura, como espacialmente, em decisões para a expansão da cidade e em projetos urbanos. Em vista disso, a população é levada a aceitar o que se difunde como solução mais concertada.
(Adicionado: 3ªf Maio 26 2009 | Visitas: 37 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarO artigo investiga o porquê de o escritor e crítico Monteiro Lobato ter atacado violentamente a pintora expressionista Anita Malfatti em seu artigo "Paranóia ou mistificação?", por ocasião da exposição individual da artista em 1917. O fato teve grande repercussão e serviu como um dos motivos que levaram os jovens modernistas a organizarem a Semana de Arte Moderna no teatro Municipal de São Paulo, em 1922. Parece que o motivo foi pessoal, afinal, Lobato também queria ser um grande pintor.
(Adicionado: 4ªf Maio 06 2009 | Visitas: 56 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarA cidade de Maringá, PR. O plano inicial e as "requalificações urbanas" (Resumo). A CMNP e a fundação de Maringá. Um plano moderno para Maringá. A construção do espetáculo no quinto e décimo aniversário da cidade. As primeiras expansões urbanas e a legislação urbanística. O Projeto Ágora e o Novo Centro. Projetos recentes e as ações públicas. A cidade de Maringá, localizada no Noroeste do Paraná, Brasil, faz parte de uma extensa área colonizada pela Companhia de Terras Norte do Paraná que foi sucedida pela Companhia Melhoramentos Norte do Paraná. Construída a partir de um plano urbanístico moderno, elaborado em meados da década de 1940, Maringá emergiu rapidamente em meio à mata.
(Adicionado: 6ªf Mar 27 2009 | Visitas: 78 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarO método da pesquisa. A abordagem histórico-cultural á formação de conceitos. O aprendizado de conceitos teatrais no sistema de jogos de Spolin. Algumas implicações pedagógicas da abordagem escolar ao conceito teatral de fisicalização. O artigo discute fenômenos pedagógicos emergentes no processo de ensino-aprendizado do Teatro nas séries inciais da educação básica. A formação do conceito teatral de fisicalização é examinada tendo por base uma articulação entre o sistema de jogos teatrais de Viola Spolin e a teoria histórico-cultural do desenvolvimento de Vygotsky. Palavras-Chave: Educação Escolar - Metodologia do Ensino - Pedagogia Teatral - Psicologia Cultural. Este artigo foi elaborado a partir da dissertação de mestrado do autor, defendida junto á Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, em fevereiro de 2000, intitulada Ensino do Teatro nas Séries Iniciais da Educação Básica: A formação de conceitos sociais no jogo teatral. A pesquisa original contou com recursos financeiros, materiais e humanos das seguintes instituições: Comissão de Aperfeiçoamento de Pessoal do Ensino Supeiror/CAPES (Programa Institucional de Capacitação de Docentes e Técnicos/PICDT); Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (20ª Delegacia de Ensino da Capital/ Escola Estadual de Primeiro Grau-EEPG Regina Mirand Brant de Carvalho); Universidade do Estado da Bahia-Uneb (Pró-Reitoria de Pesquisa e Ensino de Pós Graduação-PPG/ Departamento de Educação, Letras e Artes de Tx. de Freitas) e Universidade de São Paulo (Escola de Comunicações e Artes/Departamento de Artes Cênicas).
(Adicionado: 3ªf Dez 30 2008 | Visitas: 142 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarA partir da experiência do conferencista enquanto músico, investigador e director do grupo Vozes Alfonsinas, traça-se aqui uma panorâmica das modalidades interpretativas supostas na abordagem contemporânea de diversas tradições musicais, evidenciando o papel mediador desempenhado pela experimentação, assim como a existência de um continuum intelectual entre a tarefa do musicólogo e aquela do "intérprete". Começarei, se não se importam, por uma recordação pessoal. Quando era criança não havia piano em minha casa, nem em casa de parentes próximos, nem de vizinhos. Havia um no Jardim-Escola que frequentava, á Estrela, e também no Lar Educativo João de Deus, onde passei os anos finais da escola primária; mas esses pianos " o primeiro, de cauda, que só se ouvia em dias de festa; o outro, vertical, para acompanhar o canto coral " eram instrumentos de professor, não se lhes podia tocar. Havia um colega, o Emiliano, que tinha piano em casa, e o tocava. Que admiração nisso ele me causava! Mas sendo naturalmente tímido, o respeito que devia ao teclado sobrepôs-se á minha curiosidade de o experimentar. Aliás, sendo manualmente desajeitado, ou assim me sentindo, não tinha ensejo de o tornar óbvio aos ouvidos de toda a gente.
(Adicionado: 3ªf Dez 30 2008 | Visitas: 147 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarSão Paulo, hoje capital gastronômica, exibe essa imagem moldada a partir da diversidade de sabores dispostos em restaurantes das mais variadas cozinhas proveniente da extensa diversidade de grupos étnicos que a cidade abriga. Contudo, é curioso notar que nem toda a cozinha, tomada no senso comum como a cultura do outro, é consumida de maneira equivalente pelo onívoro cosmopolita. Dessa forma, tento explorar neste texto alguns elementos de minha pesquisa de doutorado, levantados com relação á forma como a diversidade foi manipulada no decorrer da presença de um grupo de imigrantes em particular, os italianos. A relação entre esse grupo, comida e espaço urbano acessada em parte pela memória de proprietários de restaurantes presentes na cidade há mais de cinqüenta anos, mostrou algumas pontos instigantes da forma pela qual negociam sua posição no interior do grupo, frente á cidade e com a diversidade presente no espaço urbano. Assim, a partir das narrativas desses interlocutores tentou-se analisar o papel da comida como instrumento de diálogo em um ambiente extremamente fértil e no qual a questão da diversidade assumiu diferentes posições. Assim, este texto pretende discutir alguns aspectos dessa relação entre memória e comida, ainda pouco explorada em nossa disciplina, na tentativa de ampliar os estudos levados nessa direção, e proporcionando a abertura ao diálogo na tentativa de enriquecer a discussão em torno das interlocuções com a diversidade.
(Adicionado: 3ªf Dez 30 2008 | Visitas: 146 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarSe há afirmação que parece trivial é dizer que equacionar o valor de uma paisagem é questão complexa. Que dizer da natureza do próprio objecto? Uma paisagem estende-se até onde os olhos alcançam, pode ser rural ou urbana, matriz homogénea ou mosaico variado, plana ou ondulada, de matos ou deserto, eucaliptal ou betão... Segundo Peirce, quando falamos de objectum somos interpretantes da coisa: a paisagem não é perceptível senão pelos olhos humanos, investida como signo, ou seja como algo que significa. A metamorfose da paisagem pode ser muito rápida, ou pelo contrário resistir muito tempo na sua forma matricial resiliente. Por exemplo, como entender a eucaliptização massiva das serras de Portugal, iniciada em força na década de 80, senão como a afirmação de um valor? O valor de que a realização do máximo lucro no curto prazo, ligado á cadeia de transformação biomassa->fogos->pasta e papel, sobrepôs-se a qualquer outro, seja a preservação da biodiversidade e da memória dos sítios. Já Orlando Ribeiro definia a oliveira como o signo do Mediterrâneo -a sua forma silvestre, designada por zambujeiro, depois domesticada pelo homem para obter fruto, era o símbolo de abundância e de paz para os romanos.
(Adicionado: 3ªf Dez 30 2008 | Visitas: 134 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarOs conceitos de arte e educação. O pensament(o)ação artístico. Implicações pedagógicas do pensament(o)ação artístico. A alocução busca problematizar os conceitos de Arte e Educação discutindo a dimensão cognitiva da atividade criadora artístico-estética; expõe a especificidade do modo de pensamento não-verbal característico do conhecimento artístico na perspectiva da Psicologia Sócio-Histórica e sinaliza as possibilidades de intervenções pedagógicas com Arte mediadas pelas novas tecnologias da informação e da comunicação-TIC. Arte - Art(edu)comunicação - Educação - Psicologia Sócio-Histórica - Formação continuada de professores. Pensar a Arte na Educação de crianças, jovens e adultos requer efetuar alguns recortes conceituais nas representações que se possui para "Arte" e "Educação". Tomando-se por Educação "o conjunto das influências do ambiente social e cultural sobre o sujeito" é possível compreendê-la muito além de sua abrangência pedagógica ou educacional. Neste sentido, pensar a Educação de crianças, jovens e adultos com Arte não deve restringir-se a entendê-la como estando circunscrita apenas ao âmbito da escolarização.
(Adicionado: 2ªf Dez 29 2008 | Visitas: 145 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarO método da pesquisa. O aprendizado de conceitos teatrais no sistema de jogos de spolin. # O método da pesquisa # O aprendizado de conceitos teatrais no sistema de jogos de spolin. Palavras-Chave: Educação Escolar - Metodologia do Ensino - Pedagogia Teatral - Psicologia Cultural. Este artigo foi elaborado a partir da dissertação de mestrado do autor, defendida junto á Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, em fevereiro de 2000, intitulada Ensino do Teatro nas Séries Iniciais da Educação Básica: A formação de conceitos sociais no jogo teatral. A pesquisa original contou com recursos financeiros, materiais e humanos das seguintes instituições: Comissão de Aperfeiçoamento de Pessoal do Ensino Superior/CAPES (Programa Institucional de Capacitação de Docentes e Técnicos/PICDT); Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (20ª Delegacia de Ensino da Capital/ Escola Estadual de Primeiro Grau-EEPG Regina Miranda Brant de Carvalho); Universidade do Estado da Bahia-UNEB (Pró-Reitoria de Pesquisa e Ensino de Pós Graduação-PPG/ Departamento de Educação, Letras e Artes de Teixeira de Freitas) e Universidade de São Paulo (Escola de Comunicações e Artes/Departamento de Artes Cênicas).
(Adicionado: 2ªf Dez 29 2008 | Visitas: 141 | Colocação: 10.00 | Votos: 1) AvaliarJornalista e professor universitário. Além de ser especialista em Teorias e Técnicas da Comunicação e mestre em Comunicação e Mercado, ele também é colecionador de revistas, "gibis" e de outros produtos oriundos da Indústria Cultural, por isso um entusiasta das discussões sobre essa área. "A imagem elevada no seu mais alto grau de expressão, não mais a representação do objeto, mas de sua própria alma". Com essa definição, a crítica Lotte Eisner tentaria decifrar o movimento expressionista alemão, que vigorou em quase toda a produção cinematográfica das décadas de 20 e 30 na Alemanha pré-nazista do século passado. Momentos de inquietude, que gerou mitos, fantasmas e monstros na inconsciência social daquele povo acostumado á grandiosidade de sua lógica filosófica e histórica. Os artistas alemães, principalmente os escritores e cineastas da época, assumiram uma postura um tanto quanto sombria daquela vida incógnita durante a, então recém imposta, República de Weimar. As emoções desses artistas, agora extrapoladas num ponto alto de sua expressão, eram quase sempre acompanhadas por figuras deformadas, que procuravam demonstrar exatamente como era compreendida a realidade. Para esses artistas, a Luz, natural ou artificial, ao ser refletida numa determinada imagem, escondia seu real significado.
(Adicionado: 2ªf Dez 29 2008 | Visitas: 137 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
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