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    • Marx, Lukács, trabalhadores e proletariado (novo)  - Trabalho e trabalho abstrato. Trabalho abstrato e capital. Trabalho, trabalho abstrato, trabalhadores e operários. Em vastas áreas da intelectualidade acadêmica, das organizações sindicais e mesmo das organizações políticas de esquerda, a vitória do capital sobre o trabalho que é o fundamento histórico do atual período contra-revolucionário é tomada como a demonstração empírica definitiva da falsidade da "centralidade do trabalho" para o mundo dos homens. Uma situação política conjuntural (mesmo que seja uma conjuntura de décadas) é assumida, sem questionamentos, como a comprovação cabal da falsidade da tese marxiana da centralidade ontológica do trabalho.
      (Adicionado: Vie Jun 05 2009 | Visitas: 9 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • O marxismo e a questão cultural (novo)  - Que atitude deve adotar a revolução diante da literatura e a arte? Poderá o proletariado, assumindo a posição de classe dominante na sociedade, criar a sua própria cultura, como o fez a burguesia?. Estes problemas, a que os fundadores do socialismo científico não dedicaram especial atenção, os bolcheviques tiveram de enfrentar, após a tomada do poder, em 7 de novembro de 1917[1]. O torvelinho da revolução envolveu, de uma forma ou de outra, os escritores, poetas e artistas. A torre de marfim desmoronou. A indiferença da arte pura pela participação política manifestou seu verdadeiro sentido de classe. Uma grande parte da intelligentsia não escondia o desprezo e extravasava seu ódio contra os vândalos, os usurpadores, o populacho, em suma, contra os bolcheviques, principalmente contra Lênin e Trotsky. As musas da burguesia e da nobreza, quando não se engajavam na guerra civil, ao lado dos brancos e da Entente, silenciavam, emudeciam, não suportavam as privações, a fome e o frio, a promiscuidade com a plebe. Escritores e poeta ou fugiam para o exterior ou se isolavam, com horror e alheios ao mundo que emergia, como estrangeiros dentro do seu país, os emigrados internos, segundo a expressão com que Trotsky os batizou.
      (Adicionado: Vie Jun 05 2009 | Visitas: 8 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • O Marxismo Libertário de Anton Pannekoek (novo)  - A história do marxismo, no período posterior a Marx e Engels, foi obscurecida, por um lado, pela historiografia oficial, e, por outro, pelo "marxismo" oficial. Este último reduz a história do marxismo à história da social-democracia e do bolchevismo. No entanto, "tanto a social-democracia quanto o bolchevismo nada tem a ver com o movimento operário" (Rosenberg, 1986). Este é motivo pelo qual vários teóricos que desenvolveram a teoria marxista foram marginalizados e esquecidos na história do marxismo, tal como é o caso de Anton Pannekoek. Anton Pannekoek foi um dos principais representantes do comunismo conselhista. Ele nasceu 1873 na Holanda e morreu em 1960. Escreveu obras fundamentais para o movimento comunista revolucionário, tais como: Os Conselhos Operários; Lênin, Filósofo; Revolução Mundial e Tática Comunista; e uma diversidade de artigos e outras obras.
      (Adicionado: Vie Jun 05 2009 | Visitas: 8 | Colocação: 10.00 | Votos: 1) Avaliar
    • A influência das idéias do Padre Louis-Joseph Lebret nas Ciências Sociais do Brasil (novo)  - A biobrafia de louis-joseph lebret. A origem do solidarismo. A influência da teoria de lebret no brasil. A influência das idéias de lebret na fafi/fidene e no movimento comunitário de base de ijuí. Cabe-nos analisar, neste trabalho, as principais idéias do padre Louis-Joseph Lebret expostas na obra Economia e Humanismo, bem como tratar da influência das suas teorias nas Ciências Sociais do Brasil. Lideranças sociais e políticas, como Plínio de Arruda Sampaio, Marco Maciel, Betinho, Franco Montoro, Francisco Whitaker, Darcy Passos, entre outros, tiveram, na sua formação, a influência das idéias de Lebret, a qual permanecera durante a militância social e política até o fim de suas vidas (para os que partiram) e até nossos dias para os que ainda estão entre nós...
      (Adicionado: Vie May 29 2009 | Visitas: 14 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • A metodologia de redes como instrumento de compreensão do capital social (novo)  - Este artigo destaca a importância do estudo das redes sociais para o desenvolvimento do capital social. A seção inicial apresenta os fundamentos de ambos os conceitos, relevando a forma pela qual a metodologia de redes contempla os dois pólos teóricos do capital social: o primeiro, que enfatiza o benefício das redes sociais para o indivíduo; e o segundo, que aborda o benefício para o grupo. Desenvolvida para permitir a geração de indicadores capazes de explicar a estrutura de rede tanto em seu conjunto como individualmente, a metodologia de redes produz conhecimento a respeito da qualidade do capital social, possibilitando a construção de estratégias para reforçá-lo. As últimas seções procuram demonstrar a maneira pela qual a Teoria da informação fornece argumentos matemáticos para a comprovação da eficiência das redes, afirmando o potencial destas enquanto instrumento de reforço ao capital social, na construção do desenvolvimento regional.
      (Adicionado: Vie May 29 2009 | Visitas: 14 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • O liberalismo de Locke: o cidadão com direitos naturais (novo)  - John Locke nasceu na Inglaterra no ano de 1632. A Inglaterra a partir da segunda metade do século XVI transformou-se num império mercantil promissor. Nesse período a burguesia como classe social começa a ascender economicamente e buscam os direitos individuais, os direitos de cidadãos. Nasce, neste sentido o cidadão, justamente com a Inglaterra, e Locke é o seu teórico. Em 1689, Locke publicou pela 1ª vez três grandes obras: Dois Tratados sobre o Governo Civil, Ensaio Filosófico sobre o Entendimento Humano e a Carta sobre a Tolerância. O Ensaio Filosófico sobre o Entendimento Humano é a principal obra de Locke e percebe-se a sua compreensão sobre a política moderna. Essa obra foi considerada a Bíblia do Iluminismo.
      (Adicionado: Vie May 29 2009 | Visitas: 12 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Entre a repressão e a sublimação: a experiência da música na modernidade (novo)  - O objetivo deste texto é, a partir de uma breve análise do processo de racionalização da música e de suas consequências sobre as formas de experiência musical, apresentar alguns aspectos do pensamento de Theodor W. Adorno sobre as formas de inserção da música no mundo administrado, e, em seguida, realizar um breve contraponto entre as idéias adornianas e a perspectiva de Walter Benjamin sobre as possibilidades abertas pelas novas técnicas de produção e de reprodução no domínio da arte.
      (Adicionado: Jue May 28 2009 | Visitas: 17 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Sociedade brasileira nos anos 1950: heterogeneidade e heteronomia (novo)  - Em artigo sobre os estudos sobre folclore no Brasil, Mário de Andrade – em 1939 – alertava sobre certa “ingenuidade” da sociologia, tomada como exemplo de um amálgama de missionarismo e salvação, curioso sebastianismo engajado que grassava naqueles anos de 1930 e arrefeceria um tanto a partir dos nos 1940. Já Guerreiro Ramos, em 1953, exercia certo papel que sugere desconfortável, mas ao qual se adaptaria tão bem ao ponto de sentir algum prazer sádico no cumprimento da missão, a saber, de encarnar a consciência incômoda da sociologia brasileira. Sociologia brasileira ou sociologia no Brasil? Ainda não se sabia (e talvez ainda não o saibamos), o fato é que tal questão só faria sentido com o transcorrer dos anos 1950, período no qual a sociologia brasileira perdeu aquela sua “ingenuidade” apontada por Mário de Andrade.
      (Adicionado: Jue May 28 2009 | Visitas: 15 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Teoria da estruturação e ação coletiva: uma exegese sobre a obra de Anthony Giddens (novo)  - Ao enunciar a teoria da estruturação, Anthony Giddens remete freqüentemente a exemplos de como ocorre a interação entre individuo e estrutura; entretanto, este autor não confere a mesma atenção a como os indivíduos, enquanto coletividade, agem em seu cotidiano. Neste artigo é promovida uma reflexão acerca das possibilidades de ação coletiva na teoria da estruturação, introduzindo o conceito de força ontológica como categoria implícita desta teoria. Umas das questões mais instigantes na história da sociologia remonta à sua própria origem. Indagações que buscam os motivos pelos quais vivemos em sociedade, ou que procuram desvendar se há prevalência do individuo sobre o meio social, conferem dinamicidade aos debates em ciências sociais, tendo em vista o seu caráter histórico de conflito de idéias. Contemporaneamente, as concepções que predominam a respeito, por exemplo, das relações entre indivíduo e sociedade são interessantes, pois é a diferenciação das partes que gera a unidade do conjunto; porém, o contrário também é verdadeiro. Os indivíduos pactuam a vida em sociedade, mas esta não é apenas um somatório daqueles que a integram; mais que isso, é ela, em múltiplos sentidos, que dá origem ao indivíduo. Somos nós que fazemos a sociedade ao mesmo tempo em que somos humanos porque a sociedade assim nos faz.
      (Adicionado: Jue May 28 2009 | Visitas: 13 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Alguns elementos sobre novas relações de gênero – MMC RS (novo)  - Este texto trás alguns elementos sobre o entendimento do que são as Novas Relações de Gênero. Quando se fala em "novas", obviamente, entendo que há "velhas", ou seja: aquelas que precisam ser superadas. Sabe-se, também, que o novo nasce a partir do velho[1]das estruturas cariadas de uma sociedade discriminatória, separatista e negadora de poder para uma parte dela. É preciso considerar, por conseguinte, que para nascer o novo, a partir da sociedade velha que vai sendo negada, é necessário o esforço de viver e constituir novas experiências. Sendo assim, o novo vai se colocando, de forma não tão tranqüila, se sobrepondo ao velho, porque nenhuma mudança/alteração de estrutura é tão pacífica, tampouco se dá de forma espontânea. Logo, quando se começa a romper com paradigmas sacramentados em boa parte da história humana, temos que olhar para o próprio curso da história[2]para percebermos como é que tal paradigma se constituiu e como podemos fazer para rompê-lo.
      (Adicionado: Mie May 27 2009 | Visitas: 12 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Mulheres camponesas, e, feministas? (novo)  - E, agora, o que querem estas mulheres? São tão ousadas que, desavergonhadamente, se assumem feministas, e, se não bastasse isto, afirmam suas convicções sobre o campesinato. Não seria no mínimo, contraditório?. Feminismo e campesinato são temas carregados de contradições em si e entre si. Para GEBARA (2001), o patriarcado1 se encarregou de construir uma identidade subalterna nas mulheres e por isso o desafio do feminismo é de colocá-las em equiparidade com os homens. Já MÉSZÁROS (2002), afirma que a igualdade entre homens e mulheres não é possível pelo fato de que se vive numa sociedade capitalista, então, como afirmá-la sobre a base do campesinato brasileiro, que, segundo RIBEIRO (1995), violentou as mulheres?.
      (Adicionado: Mie May 27 2009 | Visitas: 12 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Mulheres, auto-estima e feminismo (novo)  - Este artigo tem a pretensão de trabalhar alguns elementos envolvendo Mulheres e a Auto-estima, vinculado à luta Feminista, ou seja: como elas estão conquistando espaços na perspectiva de serem reconhecidas. Considero o objetivo de trabalhar tais elementos uma necessidade, em vista de colocar questões de fundo, devido a tantas formas paliativas de tratar o tema. Compreendo que o debate da auto-estima das mulheres vinculado á luta de classes, e a situação em que acontecem as relações de gênero na sociedade classista, não deve permitir distorções acerca do título deste artigo. O tema Mulheres ligado a auto-estima está na “moda” nos últimos tempos, basta analisar o caráter dos encontros promovidos, especialmente, em vista da data do oito de março a cada ano. Tratar do tema Feminismo entre mulheres e homens não é aceito com naturalidade, ainda.
      (Adicionado: Mie May 27 2009 | Visitas: 13 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Música, experiência e memória (Max Weber e Walter Benjamin) (novo)  - Música, experiência e memória: algumas considerações sobre o desenvolvimento da partitura a partir das obras de Max Weber e Walter Benjamin. A cultura musical ocidental se diferencia das demais, entre outros fatores, porque o desenvolvimento de nossa música está marcado por um tipo de racionalismo que é específico do Ocidente. Sob o jugo da Igreja, os mais distintos parâmetros sonoros e as mais diversas práticas musicais foram sistematicamente organizados e regulamentados desde o século XII. Este primeiro impulso à racionalização do material sonoro-musical foi seguido por uma etapa de "modernização secular" da vida musical, impulsionada, a partir do Renascimento, pelas atividades especulativas e práticas dos "reformadores" da música[2]. Alguns séculos mais tarde, os intelectuais ilustrados assumiram o ideal renascentista de que a música deveria ser "elevada" ao nível de uma ciência. Estes intelectuais obraram intensamente em direção à racionalização da prática musical, até o ponto que seria possível compor com um dicionário de figuras musicais.
      (Adicionado: Mie May 27 2009 | Visitas: 14 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • As origens da sociologia e do romance: paralelos (novo)  - A sociologia, assim como o romance, têm origens na ascensão do capitalismo, na dissolução dos laços comunitários e tradicionais do antigo regime e na criação da sociedade civil burguesa, quando o indivíduo, solitário, busca reconfigurar as conexões sociais e de sentido, na tentativa de encontrar valores autênticos que restituam o significado da vida numa sociedade já dominada pela corrosiva sociabilidade capitalista. Nesse sentido, ambos, sociologia e romance, marcados por tais origens, expressam a contradição entre as possibilidades de comunicação/narração da experiência existencial num mundo marcado pelo individualismo e pela fragmentação social. A literatura, mormente por meio de sua forma narrativa moderna de maior expressão, o romance, acusa impreteríveis relações com a sociologia e sua gênese. Segundo Mazlich (1993, p. 24), a sociologia não é simplesmente um moderno substituto intelectual do romance – talvez nunca o tenha sido, diríamos nós – e sim uma forma distinta de expressão: "While many of its roots are in the novel, [...] sociology still aspires, and should, to be a new form of science". Entretanto, no limite, ambos têm raízes na modernidade e nas formas de existência social daí decorrentes.
      (Adicionado: Mar May 26 2009 | Visitas: 12 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Guerreiro Ramos e a redenção sociológica: capitalismo e sociologia no Brasil (novo)  - Trincheiras. DASP, administração, política e modernização. O arsenal em construção. Grupo de ITATIAIA, IBESP e os cadernos de nosso tempo. Iseb: fábrica de controvérsias. Às armas: a crítica conflagrada. O "problema" do negro e a sociologia do preconceito. A sociologia crítica e a crítica da sociologia. A redução sociológica. Uma batalha: guerreiro ramos versus florestan fernandes. A arte da guerra. Povo, desenvolvimento e industrialização. A revolução brasileira. Nacionalismo: ideologia revolucionária e ciência. Crise do poder, instituições e representação. A crítica em combate. Programa, estratégia e tática na revolução brasileira. A utopia desarmada. Referências bibliográficas. Bibliografia consultada. Anexo a – cronologia. Anexo b – relação de obras consultadas de Guerreiro Ramos. Anexo c – legislação e atribuições do dasp.
      (Adicionado: Mar May 26 2009 | Visitas: 12 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar

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