Ciências sociais

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    • O movimento antimanicomial no Brasil

      Conceituando movimentos sociais. Contexto e trajetória do movimento antimanicomial no Brasil. Breve trajetória do movimento antimanicomial. As investidas e conquistas do movimento. Atores, dificuldades e limites do movimento da luta antimanicomial. Alguns impasses e desafios. O presente trabalho visa resgatar a trajetória histórica do movimento nacional da luta antimanicomial no Brasil, bem como analisar algumas de suas dificuldades, realizações e desafios. A teoria dos movimentos sociais é aqui considerada como importante chave analítica para se compreender esta ação coletiva, na medida em que possibilita a avaliação deste tipo de ação social a partir de suas múltiplas configurações, atestando o grau de complexidade do mundo contemporâneo. O movimento antimanicomial constitui-se como um conjunto (plural) de atores, cujas lutas e conflitos vêm sendo travadas a partir de diferentes dimensões sócio-político-institucionais. Trata-se de um movimento que articula, em diferentes momentos e graus, relações de solidariedade, conflito e de denúncias sociais tendo em vista as transformações das relações e concepções pautadas na discriminação e no controle do "louco" e da "loucura" em nosso país.

      (Adicionado: 4ªf Nov 07 2007 | Visitas: 170 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Gênero e Imaginário

      Esta pesquisa é parte do projeto "Gênero, Família e Violência (rede social e imaginário em contexto urbano)". O projeto foi subdividido em três subprojetos: "Gênero e rede social", "Fundamentos da união, da violência e da ruptura" e "Gênero e Imaginário". Este último subprojeto parte é o objeto específico deste artigo. O subprojeto referido teve como objetivo perceber a estrutura, o conteúdo e a dinâmica de imaginários específicos a homens e mulheres. Tínhamos por hipótese (estabelecida em dados de pesquisa anterior) que homens e mulheres apresentariam formas diversas de resolução de ansiedade. A mulher apresentaria um imaginário marcado por imagens religiosas e os homens, imagens relativas ao mundo do trabalho.

      (Adicionado: 3ªf Nov 06 2007 | Visitas: 155 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Gênero e violência

      Este artigo apresenta resultados de pesquisa e extensão acadêmica sobre violência contra a mulher em Porto Velho\RO. Identifica como fatores de violência contra a mulher à dependência econômica feminina em contexto de pobreza e os imaginários que instituem a inferioridade feminina. Fornece subsídios para Políticas Publicas de gênero. Argumenta que o modelo proposto socialmente para o exercício da sexualidade masculina é informado por dispositivo produtor de subjetividade sexual, que se fundamenta em imaginário social que é também indicador do valor negativo que a sociedade brasileira atribui a mulher. Considera a condição de área de colonização do estado, verificando dados de migração e o modo como ela incide sobre a "circulação de mulheres". Expõe dados de mobilidade social e rede social e estabelece relação entre as praticas de violência, a pobreza e o imaginário social. Conclui que a violência é social e generalizada, embora afete com maior gravidade a parcela pobre da população. Gênero, Violência, Imaginário, Políticas Públicas.

      (Adicionado: 3ªf Nov 06 2007 | Visitas: 160 | Colocação: 5.00 | Votos: 2) Avaliar
    • Gênero, Família e Sexualidade: Imaginário e Violência

      A Noção de Gênero. Família e violência. Processos societários e conflitualidade. Os objetivos da pesquisa visam identificar os motivos para o casamento e a separação e o modo pelo qual a violência se atualiza no decorrer desses processos; analisar a mobilidade social e a rede social dos sujeitos (Bott, 1976; Sluzki,1997); caracterizar imaginários específicos a homens e mulheres quanto à noção de trabalho e divisão doméstica e social do mesmo; fazer etnografia da Delegacia da Mulher, das residências e dos contextos urbano das famílias. As interpretações dos dados não se apóiam em validade estatística. A pesquisa estabelece a hipótese de que a violência é social e generalizada, embora afete particularmente os mais pobres. A perspectiva teórica com a qual trabalhamos, toma por base o programa e os procedimentos da Escola Sociológica Francesa (Cemin, 2001), focalizando as "categorias do entendimento" enquanto representação e prática. Analisa o imaginário através do Teste Arquétipo de Nove Elementos (AT9) criado por Yves Durand (1988), com o objetivo de testar a teoria das estruturas antropológicas do imaginário de Gilbert Durand. (1997). Em três ciclos do PIBIC, foram preenchidas 93 fichas de dados sociológicos, realizadas 30 entrevistas, 30 levantamentos de rede social e 26 testes. Gênero, Sexualidade, Violência.

      (Adicionado: 3ªf Nov 06 2007 | Visitas: 166 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Gênero, Violência e Rede Social

      Este artigo aborda o cotidiano da vida familiar e em especial a vida conjugal e suas implicações. O instrumento metodológico operacionalizado foi o mapa de rede social, formalizado e proposto por Sluzki (1997) no âmbito da teoria sistêmica, permitindo identificar, classificar e analisar conjuntamente a rede de narrativas no interior da rede social, possibilitando construir um mapa mínimo dos vínculos significativos dos sujeitos da pesquisa contatados na Delegacia da Mulher. A pesquisa etnográfica favoreceu uma aproximação da diversidade de relacionamentos matrimoniais propiciando ver além dos padrões comportamentais estereotipados e levando-nos a perceber as marcas deixadas nos momentos de conflito, e ora superadas numa atitude persistente de "esperanças". Confirmamos a hipótese da pesquisa quanto ao fato de que a violência é social e generalizada, embora atinja com mais violência as classes sociais menos favorecidas economicamente. Gênero; cotidiano; rede social; violência.

      (Adicionado: 3ªf Nov 06 2007 | Visitas: 149 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Gestão social e transformação da sociedade

      A articulação do social e do produtivo. Social: meio ou fim?. Social: um setor ou uma dimensão?. Soluções individuais e soluções sociais. Uma área à procura do seu paradigma organizacional. Social: um poderoso articulador social. A universidade frente ao novo continente: primeiros passos. Um sistema que sabe produzir, mas não sabe distribuir, simplesmente não é suficiente. Sobretudo se, ainda por cima, joga milhões no desemprego, dilapida o meio-ambiente e remunera mais os especuladores do que os produtores. E a construção de alternativas envolve um leque de alianças sociais evidentemente mais amplo do que o conceito de classes redentoras, burguesa para uns, proletária para outros, que dominou o século XX. O debate sobre quem tinha razão continuará sem dúvida a alimentar as nossas discussões, mas a realidade é que a própria realidade mudou.

      (Adicionado: 3ªf Nov 06 2007 | Visitas: 139 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Desenvolvimento do SUS

      Contextualização: êxitos e problemas. Reafirmando "os rumos maiores" e repensando "os rumos adicionais". Algumas constatações e hipóteses sobre as bases do financiamento. As armadilhas da prática e as chamas da utopia. Dificuldades e distorções internas na implantação do modelo de gestão. Rumos estratégicos e estratégias para visualização dos rumos. Este trabalho propõe ao movimento da Reforma Sanitária Brasileira, incluindo os gestores do SUS, uma reflexão e posicionamento sobre os rumos da implementação desse sistema. Aponta sinalizações para a identificação dos rumos "maiores" gerados no pacto social de 1988, e os rumos "adicionais" gerados a partir de 1990. Refere o conflito entre as duas reformas do Estado iniciadas em 1990: a atrelada aos princípios e diretrizes constitucionais, onde o SUS é a maior realização, e a comandada pela área econômica. Esta incorpora a marcante inclusão social promovida pelo SUS, mas impedaúde, Implementação de política pública.

      (Adicionado: 2ªf Out 29 2007 | Visitas: 132 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Entre o cristal e a fumaça: afinal o que é o imaginário

      A sociologia francesa, inclusa a antropologia, esteve a partir de Durkheim e Mauss, envolvida com a formulação de teorias que dessem conta dos fundamentos da vida social, compreendendo-a como essencialmente simbólica. Da noção de "consciência coletiva", Durkheim chegou a noção de "representações sociais" – definidas como "elementos reais e atuantes" que, entretanto, "não são fatos puramente físicos (1994:38). As representações são consideradas por ele como a "trama" que tece o social e que se origina da associação entre os homens, sem dela ser uma decorrência direta, instantânea ou mecânica. Esse processo de surgimento das representações pela associação humana fica tão mais invisível quanto maior for a complexidade social que, para Durkheim, liga-se aos elementos morfológicos, tais como, as relações entre território, densidade populacional e comunicação.

      (Adicionado: 2ªf Out 29 2007 | Visitas: 140 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • No entre guerra, a situação dos integralistas

      O período entre guerras constitui um contexto permeado por ideologias nacionalistas, assentadas na idéia de um Estado forte organizado sob uma perspectiva políticodoutrinária, na qual se misturava política e religião. Essa perspectiva foi defendida por vários grupos, entre eles os integralistas no Brasil. Alguns projetos totalitários que se expandiam na Europa, através dos casos de Mussolini (1923) e Hitler (1933), eram considerados exemplos de projetos políticos destacados como modelos de Estado forte, todavia personificados por líderes militares e mais agressivos do que Plínio Salgado, que, ao contrário desses, investiu numa revolução pacífica e espiritual. Segundo alguns historiadores, esses dados são relevantes para se compreender a implantação do Estado Novo, sob o comando de Getúlio Vargas, e a conseqüente retirada do integralismo do campo político; entre guerras; Estado Novo.

      (Adicionado: 2ªf Out 29 2007 | Visitas: 131 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Os limites da teoria, e a plasticidade do trabalho (Repensar auto-critico sobre a classe trabalhador

      As eventuais fronteiras e as pre-definicoes do que e esta ou aquela classe social, nao mais nos permitem compreender as complexas tramas sociais do universo do trabalho e seus mundos, fragmentados nas diferentes situacoes laborais e contextos de dominacao, subordinacao, sujeicao, e identificados tambem enquanto fragmentos no ambito da praxis teorico-politica. Isso demanda urgente reconceitualizacao, com o proposito de refletirmos as limitacoes presentes na identificacao do que e ser campones, ser operario, ser trabalhador autonomo, domiciliar, etc., no ambito da realidade social do trabalho, do desemprego, da luta pela Reforma Agraria, e do conflito de classes. Isso se passa sem que se de conta que o edificio social sob o referencial da centralidade do trabalho, continua sendo a fonte de valor da sociedade capitalista, todavia a base de crescente precarizacao/desqualificacao/frag ilizacao de contingentes expressivos de mulheres e homens trabalhadores. Esta em questao entendermos a dialetica existente entre as dimensoes material e subjetiva do trabalho, e a aposta em um novo internacionalismo do trabalho anticapital, em suas diferentes expressoes, seja nos campos seja nas cidades. Campones; operario; trabalho; emancipacao social; classe trabalhadora.

      (Adicionado: 5ªf Set 27 2007 | Visitas: 157 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • (Des)Realizacao do Trabalho: Se Campones, se Operario! (Repensar Critico sobre a Classe Trabalhador

      As pre-definicoes, e avaliacoes do que e esta ou aquela classe social, e as eventuais fronteiras definidas entre elas, nao mais nos permitem compreender as complexas tramas sociais do universo do trabalho e seus mundos, fragmentados nas diferentes situacoes laborais e contextos de dominacao, subordinacao, sujeicao, e identificados tambem enquanto fragmentos no ambito da praxis teorico-politica. Isso demanda urgente reconceitualizacao, com o proposito de refletirmos as limitacoes presentes na identificacao do que e ser campones, ser operario, ser trabalhador autonomo, domiciliar, etc., no ambito da realidade social do trabalho, do desemprego, da luta pela Reforma Agraria, e do conflito de classes. Isso se passa sem que se de conta que o edificio social sob o referencial da centralidade do trabalho, continua sendo a fonte de valor da sociedade capitalista, todavia a base de crescente precarizacao/desqualificacao/fragilizacao de contingentes expressivos de mulheres e homens trabalhadores. Campones; operario; trabalho; emancipacao social; classe trabalhadora. (PDF).

      (Adicionado: 3ªf Set 25 2007 | Visitas: 130 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Trabalhadoras rurais e luta pela terra: interlocução entre gênero, trabalho e território

      Gênero, Classe Social e Luta pela Terra: apontamentos para o debate. Processo de territorialização da Luta pela Terra em feminino: do acampamento ao assentamento. Cotidiano da labuta: a divisão sexual do trabalho e a construção de relações de gênero. Formas de inserção e construção de espaços de poder das trabalhadoras rurais: O Setor de Gênero e as Comissões de Mulheres. As clivagens de gênero. "El reverso del destino es la conciencia de libertad". Octavio Paz. A construção de relações de gênero nos territórios de luta pela terra (assentamentos e acampamentos), dos trabalhadores e trabalhadoras rurais no Brasil, só pode ser compreendida a partir da processualidade social que os define. As funções sociais das trabalhadoras acampadas mudam uma vez que se transformam em assentadas, o que repercute diretamente na redução do seu espaço político e social. A preocupação que permeia esta interlocução radica na necessidade de desvendar processos estruturais e locais da divisão social e sexual do trabalho, que criam e reproduzem a ideologia hegemônica que por sua vez, direcionam as relações de gênero, com o objetivo de manter o status quo do controle social. Trabalhadora Rural, Relação de Gênero, Território, Luta pela Terra.

      (Adicionado: 3ªf Set 25 2007 | Visitas: 147 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • O mst e a mídia: o fato e a notícia

      MST e a mídia: o fato e a notícia (Resumo). MST: cenário dos acontecimentos. Situando a discussão: ideologia, discurso e geografia. MST no jornal O Imparcial: uma leitura das contradições. Toda Linguagem é politicamente contaminada. Haiden White. O MST e a mídia: o fato e a notícia (Resumo). Nosso texto se detém na análise das reportagens do Jornal O Imparcial, de Presidente Prudente, sobre as ações do MST. O discurso veiculado pelo jornal nos revela a tendência da imprensa em noticiar os fatos a partir de construções semanticamente negativas ao Movimento, o que por sua vez nos leva a indagar sobre as relações de poder estabelecidas pela imprensa. Na mesma medida em que noticia os fatos, a imprensa o faz a partir de "modalidades do dizer" que não permitem ao leitor uma interpretação favorável ao MST, ao mesmo tempo em que expressa formas de violência contra os trabalhadores rurais sem-terra. Nesse sentido, o discurso jornalístico revela, em seus componentes lingüísticos, um tratamento discriminatório das ações de reivindicações do MST, que muitas vezes são abordadas como caso de polícia e não questões sociais. É partir dessa discussão que buscamos analisar as formações discursivas do jornal, tendo em vista as determinações e práticas sociais manifestas na produção e reprodução do espaço. Imprensa, ideologia, discurso, MST.

      (Adicionado: 2ªf Set 24 2007 | Visitas: 145 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Trabalho, Reforma Agrária e Soberania Alimentar: Elementos para Recolocar o Debate da Luta de Classe

      Processo Social e Formas de Resistência do Trabalho e dos Movimentos Sociais. Centralidade do Trabalho, Reforma Agrária e Soberania Alimentar: Repensar a malha territorial da classe trabalhadora. Um Caminho a ser Construído!. Esse texto contém reflexões iniciais sobre nossa compreensão da dinâmica geográfica do trabalho no âmbito da Reforma Agrária e da Soberania Alimentar, sendo, pois, essas formulações entendidas como produto da construção da autonomia da classe trabalhadora para decidir o que produzir de alimento, como, quantidade, qualidade, onde, sob quais condições, etc. Essa construção pode sim catalisar as ações dos movimentos sociais e demais setores organizados em direção à edificação de novos referenciais de sociedade, produto do embate de classe, das disputas ideológicas, partidárias e acadêmicas. Somente como questões dos movimentos sociais e da classe trabalhadora, a Reforma Agrária e a Soberania Alimentar poderão efetivamente anunciar significados emancipatórios.Palavras-chave: trabalho, movimentos sociais, reforma agrária, soberania alimentar, luta de classes, emancipação social.

      (Adicionado: 2ªf Set 24 2007 | Visitas: 152 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Hábitos de sono relacionados à síndrome da morte súbita do lactente: estudo populacional

      O estudo transversal, que descreve os hábitos de sono com risco potencial para a síndrome da morte súbita do lactente, incluiu todas as crianças nascidas vivas em 2003, em Passo Fundo, Rio Grande do Sul, Brasil, com coleta de dados nas Declarações de Nascidos Vivos e em entrevistas, analisados com estatística descritiva e teste de qui-quadrado. Dos 2.634 nascidos vivos, selecionaram-se 2.285 (86,75%), com exclusão de 8,4% e perda de 5,2%. Dentre os hábitos protetores, constatou-se, em 77% dos lactentes, uso de vestuário adequado, 90% envolvidos frouxamente, 69% com cobertas de espessura fina, 98% dormindo no quarto dos pais e 56%, no berço. Dos hábitos com potencial risco, observaram-se decúbito lateral (92%), uso de travesseiro (88%) e os pés distanciados da borda inferior do berço (96%). Nas classes econômicas pobres, o hábito da criança de compartilhar a cama foi significativo (p = 0,00). Assim, num município com baixa prevalência de síndrome da morte súbita, os lactentes são expostos tanto a hábitos de sono protetores como de risco, sugerindo que, em populações desfavorecidas de países em desenvolvimento, outros fatores de risco dessa síndrome devam ser considerados. Lactente; Sono; Morte Infantil Súbita.

      (Adicionado: 3ªf Set 11 2007 | Visitas: 156 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
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