Ciências sociais

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    • É ‘barbárie’, ‘genocídio’, ‘holocausto’, ou “massacre”?

      No Iraque, insurgentes degolam civis e soldados norte-americanos humilham prisioneiros iraquianos em fotos divulgadas pela Internet. Em Madri, terroristas explodiram trens que transportavam trabalhadores numa manhã ao se dirigirem para o trabalho. Em Israel, ônibus lotados de civis são explodidos por homens-bomba. Na Rússia, uma escola é transformada em campo de concentração e matadouro de crianças nos moldes nazistas. Em vários lugares da África, a população é obrigada a morrer de fome, ou pelo facão do grupo rival. No Brasil, moradores de rua, indefesos, são covardemente mortos a pauladas.

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    • Iluminismo e marxismo: a questao ontológica

      A relação entre Iluminismo e Marxismo não é um tema inexplorado. As mais diversas correntes teóricas já se debruçaram sobre ele. Os clássicos do marxismo, incluindo aí seus fundadores, sempre reivindicaram a herança revolucionária iluminista – ao mesmo tempo em que assinalavam as diferenças que consideravam essenciais entre marxismo e Iluminismo. A Escola de Frankfurt, a seu modo e com a enorme variedade de posições no seu interior, propôs com freqüência um resgate do racionalismo iluminista. Mais recentemente, o autodenominado «marxismo analítico», através de Roemer e Elster, sugeriram um retorno a um certo individualismo mecanicista semelhante ao que pode ser encontrado em alguns pensadores modernos, o chamado «individualismo metodológico».

      (Adicionado: 6ªf Set 19 2008 | Visitas: 76 | Colocação: 10.00 | Votos: 1) Avaliar
    • Individualismo, familia e projeto: negociando identidades em casais formados por judeus e nao judeus

      Esta tese de doutorado lida com o processo de negociação de identidades em sociedades complexas e a possibilidade de desafiar projetos coletivos em nome da liberdade de circular por diversos domínios simbólicos. Trato especificamente de casais formados por judeus e não judeus oriundos das camadas médias da cidade do Rio de Janeiro. Tais casamentos, tomados como um ponto de intercessão entre biografias individuais e trajetórias sociais, são bons para pensar sobre a construção de identidades sociais na metrópole, a relação indivíduo/sociedade, a preservação/manutenção de memórias coletivas, as relações entre Modernidade e Tradição e a transmissão de tais memórias através das gerações.

      (Adicionado: 6ªf Set 19 2008 | Visitas: 73 | Colocação: 10.00 | Votos: 1) Avaliar
    • “Adesão ao A.A.” uma alternativa do jecrim

      Aproximações com o campo de estágio: construindo uma identidade profissional. Beber e bater - Existe relação entre alcoolismo e violência?. Através dos dados... novas descobertas... novas realidades: ser ou não ser. Na superação da violência contra a mulher: A Experiência de Cuiabá. A realidade sobre a qual me propus analisar revelou-se a partir de minha aproximação com o campo de estágio, onde me vinculei a partir do 6° semestre do Curso de Serviço Social da UFMT - o Núcleo Psicossocial Forense/NUPS - que embora, oficialmente, não faça parte do organograma do Juizado Especial Criminal Unificado de Cuiabá – JECrim, foi concebido para subsidiar esta instituição. Por meio da observação constatei que os homens envolvidos em situação de violência contra a mulher e que consumiam bebida alcoólica rotineiramente, ou que estavam embriagados no momento do ato violento eram sistematicamente encaminhados pelo NUPS para às reuniões de Alcoólicos Anônimos – AA.

      (Adicionado: 2ªf Set 15 2008 | Visitas: 107 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Lukács: historicidade e revolução

      Um dos artifícios ideológicos mais em voga, nos dias de crise em que vivemos, tem sido aquele de ajustar a essência humana aos parâmetros burgueses. Ser burguês e civilização apresentam-se como sinônimos: não há história para além do mercado e da democracia modernos. Com isso, a mentalidade predominante tornou-se impermeável às concepções de mundo que, afirmando a absoluta historicidade do ser e de suas categorias, postulam a superação da sociabilidade regida pelo capital. Também por isso, Marx e Lukács foram excluídos da agenda «modernizadora».

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    • Lukács: método e ontologia

      Um dos aspectos mais originais da Ontologia de Lukács está na peculiar relação que estabelece entre método e ontologia. Todavia, este é, também, um dos seus aspectos menos explorados. Normalmente, ao se discutir o método em Lukács, se recorre à História e Consciência de Classe muito mais que aos seus últimos escritos. As dificuldades do tema, contudo, são proporcionais à sua importância. Ainda que inúmeras referências sejam feitas ao longo de Per una Ontologia dell' Essere Sociale, na enorme maioria das vezes explicitando aspectos do procedimento metodológico de Marx ou então criticando a postura hegeliana, Lukács não nos deixou nenhuma discussão exaustiva sobre o tema. Este fato nos obriga, preliminarmente, a um esforço de sistematização das diferentes passagens nas quais o filósofo húngaro aborda a problemática do método. Sendo assim, longe de solucionar as dificuldades, pretendemos, neste artigo, organizar coerentemente as passagens acerca da relação entre método e ontologia que encontramos fundamentalmente (ainda que de modo não exclusivo) no capítulo central de sua Ontologia, «O Trabalho».

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    • Lukács: ontologia e historicidade

      Resumo: o artigo argumenta que um dos principais momentos de ruptura de Lukács com as ontologias anteriores reside na sua inovadora distinção entre essência e fenômeno a partir da peculiar relação de cada um com a categoria da continuidade. Assim procedendo, Lukács pôde resgatar a radical historicidade do mundo dos homens. Palavras chaves: Ontologia, Marxismo, Lukács. Em 1996 completar-se-á 25 anos do falecimento de G. Lukács. Contudo, seus escritos póstumos, em especial o conjunto que veio a ser conhecido como sua Ontologia, se revestem de uma impressionante atualidade. Como em nenhum outro pensador do século XX, em Lukács a historicidade é elevada à categoria ontológica universal.

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    • Movimento Negro e a relação Classe/Raça

      Neste início de século, parece não haver dúvidas sobre a consolidação do movimento negro no cenário das lutas sociais do Brasil. Seu combate contra o racismo, chega ao século XXI de modo bastante forte e atuante. Numa demonstração de importância em relação ao conjunto dos movimentos sociais. Graças a isso, a discriminação racial, que é um dos principais problemas estruturais da nação brasileira, ganhou uma ampla visibilidade social. O que, de certa forma, forçou mais uma vez o debate sobre a questão racial no Brasil e a situação subalterna dos negros.

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    • Não conte a ninguém! Gênero e homofobia na América Latina

      A partir da descrição do filme peruano Não conte a ninguém, dirigido por Francisco Lombardi em 1988, este artigo pretende uma discussão acerca de algumas representações da homossexualidade presentes nas culturas latino-americanas. Recorre-se a uma revisão dos estudos de sexualidade e gênero até a constituição de um corpo teórico que permite menos a explicação das diferenças do que o questionamento dos discursos hegemônicos, a queer theory, bem como esboça-se algumas representações da homossexualidade recorrentes nas culturas latino-americanas. Dessa forma, há um questionamento acerca das idéias que circundam os discursos sobre a homossexualidade que acabam por legitimar a heteronormatividade, ainda que carreguem propostas de emancipação dos sujeitos.

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    • Trabalho, sociabilidade e individuação

      A Irlanda sempre foi um lugar de vida dura, de muito trabalho e esforço para se tirar do solo pedregoso o imprescindível à sobrevivência. E, além disso, ó raramente gozou de autonomia. É um católico, São Patrício, e não um herói celta, seu patrono. Tal vez por causa disto, todo setembro, em Rathcroghan, eram realizadas festividades que se estendiam da segunda quinta-feira do mês até a terça-feira seguinte. O costume, neste dias, era que ninguém poderia ir para a cama com fome. Os ricos eram obrigados a colocar algumas de suas reservas de alimento à disposição dos remediados, estes deveriam servir ao populacho que, então, fartava-se como sabia que apenas o faria no ano seguinte. Na terça-feira, ao pôr do sol, anunciava-se: "A alegria terminou!" (The feast is over!). Na quarta-feira tudo voltava ao normal: os miseráveis voltam a utilizar cinzas para condimento, pois não podiam pagar o preço do sal. Esta frase, "A alegria (a festa, a farra) terminou" levou-me a considerar que, ainda que miseráveis, os irlandeses sabiam que a alegria coletiva voltaria no ano seguinte.

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    • Notas sobre a historicidade da essência em Lukács

      Em que pese o fato de séculos terem se passado desde a derrocada do mundo antigo e a crítica do teocentrismo medieval pelo pensamento moderno, a completa superação de algumas dascategorias centrais da ontologia tradicional, apesar de já efetivada no plano da teoria, ainda não foi absorvida e conscientemente integrada ao processo de reprodução da sociabilidade contemporânea. Pensamos, em especial, na relação entre historicidade e as categorias de essência e fenômeno. Eventos desse tipo -- a incapacidade de a humanidade assimilar genericamente avanços já efetivados por indivíduos -- são freqüentes na história. Neste caso específico, as processualidades alienantes2 da vida cotidiana sob a regência do capital jogam papel decisivo. Ao fim e ao cabo, tais alienações são as mediações que articulam, por um lado, a produção incessante do novo (em escala e intensidade crescentes) que caracteriza a reprodução da sociabilidade contemporânea com, por outro lado, a necessidade desta mesma sociabilidade restringir aos parâmetros do capital as novas potencialidades, que ela mesmo faz surgir, para o desenvolvimento do para-si do gênero humano.

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    • O Carnaval das identidades: homossexualidade e liminaridade na Ilha de Santa Catarina

      O artigo aborda o carnaval gay realizado em determinados territórios de Florianópolis, como praias, bares, boates e também numa rua do centro da capital, tendo como base central a ocupação destes espaços e a sociabilidade que neles tem lugar. Realiza-se desta maneira um estudo da homossexualidade brasileira, mas por via de uma territorialidade, em vez de se centrar a análise numa suposta identidade homossexual comum a homens e mulheres que se relacionam afetiva e sexualmente com pessoas de seu próprio sexo. Através de um levantamento histórico e bibliográfico, de conversas informais e da observação participante, compreende-se este carnaval gay como a dramatização de uma vivência homossexual no Brasil, particularmente na capital catarinense, e suas possibilidades de reterritorialização para sujeitos que possuem um histórico de vidas desterritorializadas por conta de sua orientação sexual.

      (Adicionado: 4ªf Set 10 2008 | Visitas: 72 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • O cérebro ético

      Podemos educar para ser solidários? É ético nosso cérebro? Somos egoístas ou cooperadores? Responder a estas três perguntas implica , sobretudo, proceder uma análise - ainda que com caráter de generalidade - sobre as bases neuronais do comportamento social, moral e ético-jurídico. É o que trataremos de fazer ao longo deste artigo. E começaremos recordando que o peso das adaptações filogenéticas no desenvolvimento da conduta moral do ser humano parece estar fora de qualquer discussão em toda teoria social normativa com traços de seriedade, coerência e consistência. A evolução da conduta moral não é apenas o resultado da adaptação ao meio ambiente material, tal como pressupôs Engels em ensaio publicado em 1876. Também implicou a seleção de atributos que determinaram o sucesso nas interações entre os membros da mesma espécie.

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    • O princípio da dúvida como legado de Antonio Gramsci – 70 anos de sua morte

      Na manhã de 27 de abril de 1937, morre na Itália Antonio Gramsci. Até aquele momento, um indivíduo sinônimo de militância política claramente contrária ao regime fascista. No período que ficou preso, sob ordens diretas de Benito Mussolini, Gramsci se tornou símbolo da luta contra a opressão em várias partes do mundo. Diversos movimentos político-culturais saíram numa ampla campanha pela sua libertação. Até o momento de sua morte, pouco se sabia da sua extensa produção teórica efetivada nos quase 11 anos de reclusão. Somente a partir de 1948, com a primeira edição italiana dos Quaderni del Carcere, o mundo começa a conhecer de fato o trabalho intelectual do, agora sim, importante teórico das Ciências Humanas. Ainda que Gramsci tenha produzido exaustivamente no período pré-carcerário, em diversos jornais e revistas, será somente com a publicização de suas reflexões desenvolvidas na prisão que seu nome passará a ser sinônimo de um respeitável autor das diversas áreas do conhecimento.

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    • O princípio da proporcionalidade e a validade das provas ilícitas colhidas no Inquérito Policial

      No fatídico dia 11 de setembro, Osama Bin Laden, a mais significativa figura do terrorismo mundial, foi responsável pela morte de mais de quatro mil e seiscentas pessoas, com a destruição do World Trade Center, em Nova York. Na Europa, nos últimos trinta anos, ocorreram onze atentados contra aviões e aeroportos. No último, explodiram, no ar, dois aviões Tupolev, ambos haviam decolado de Moscou, oitenta e nove pessoas morreram. No Brasil, as coisas não são muito diferentes, em São Paulo, trinta policiais civis e militares foram mortos pela facção criminosa denominada de Primeiro Comando da Capital, o maior chefe da organização, Marcos Willians Herbas Camacho, conhecido como “Marcola”, ao ser chamado pelo Delegado Godofredo Bittencourt e instado a interromper a matança, respondeu: “Não, eu não posso fazer parar isso . . ., a ordem já foi dada . . ., eu posso entrar numa delegacia e matar um policial, mas um policial não pode entrar na cadeia e me matar, pois é obrigação do estado me proteger”.

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