Ciências sociais

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    • Pensamento crítico e movimentos sociais: diálogo para uma nova práxis. Roberto Leher e Mariana Setúb

      Neste momento histórico, em que os paradigmas teóricos que criticam a ordem do capital e as políticas neoliberais são revisitados, este livro representa o despertar de novos olhares e o florescer de novas perspectivas de luta para os que vivem e teorizam os movimentos sociais. Pensamento crítico e movimentos sociais: diálogo para uma nova práxis, pode ser visto como uma luz na escuridão, pois possibilita uma viagem no tempo histórico das lutas vivenciadas pelo povo latino-americano na conquista da liberdade e autonomia, em que a força expressiva encontra-se centrada na cultura dos povos indígenas e negros, que não permitiram o domínio da alma. Ao contrário, fizeram pulsar neste continente o sangue da liberdade e da emancipação contra o colonizador e o imperialismo, que teimam, sob diversas formas, aterrorizar a fim de homogeneizar e dominar uma população que já nasceu livre.

      (Adicionado: 4ªf Set 10 2008 | Visitas: 61 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Reprodução e ontologia em Lukács

      RESUMO: O artigo tem por objetivo expor os nódulos ontológicos essenciais da categoria social da reprodução, como delineados na obra póstuma de Gyorgy Lukács Per una Ontolologia dell' Essere Sociale. No momento em que a maior parte dos pensadores descarta a ontologia como ultrapassada metafísica, em que a quase unanimidade dos especialistas eleva a epistemologia e o positivismo a "doutrinas quase oficiais", Lukács ocupa os últimos anos de sua vida escrevendo Para uma Ontologia do Ser Social. Quais as razões que levaram Lukács, em um período em que a ontologia passa a ser tão desconsiderada, a pesquisar a reprodução social enquanto categoria ontológica?

      (Adicionado: 4ªf Set 10 2008 | Visitas: 65 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • "Este corpo não te pertence!"

      Algumas reflexões sobre saúde e doença na modernidade - O caso do "Homossexualismo". Este artigo parte da premissa de que o indivíduo da modernidade, construído a partir da filosofia política do século XVIII, senhor absoluto dos direitos de igualdade e liberdade, não dispõe de tamanho poder no que concerne ao seu corpo físico. Considerar as possíveis relações entre o individualismo e a biomedicina, nos permite observar com outros olhos as questões mais contemporâneas que envolvem os debates sobre sexualidade e direitos reprodutivos, principalmente no que se refere à homossexualidade e ao aborto. O presente trabalho tem por objetivo abordar a construção da homossexualidade no Ocidente e as implicações dos conceitos de saúde e doença nessa história que se fortalece no século XIX, mas que começa a ser cunhada a partir da Revolução Industrial do século XVIII. Se o desenvolvimento da biomedicina na era moderna se dá por um controle cada vez mais preciso dos corpos, potencialmente perigosos à ideologia liberal-capitalista, é através de movimentos em torno da corporalidade que essa ideologia tem sido questionada, invertida ou renovada, no sentido de subverter ou construir novas formas de controle.

      (Adicionado: 2ªf Set 01 2008 | Visitas: 71 | Colocação: 10.00 | Votos: 1) Avaliar
    • Contra-revolução, trabalho e classes sociais

      A crise em que estamos mergulhados é tão profunda nas conseqüências e tão extensa no tempo, que se converteu em uma crise sui generis: ao invés dos pulsos destrutivos como na crise de 1929, temos o que Mészáros denomina de um continnum. Passou a ser a forma de reprodução do sistema do capital na época da "produção destrutiva"(Mészáros:1995). O nosso modo de vida, e a reprodução de nossa sociedade, incorporou a crise como se ela fosse um dado natural. O resultado dificilmente poderia ser outro: aos poucos nos tornamos insensíveis às suas conseqüências mais cruéis, à crescente perdularidade do sistema, à destruição voraz do planeta e ao embotamento da vida cotidiana de todos e de cada um de nós. Um quadro como este apenas é possível porque vivemos no período contrarevolucionário mais longo desde que as revoluções surgiram como fenômeno social – eisto não se deu há muito tempo. A primeira revolução foi a Inglesa do Século XVII, mas a primeira que mostrou ao mundo do que exatamente se tratava foi a Grande Revolução Francesa, que se estendeu de 1789 a 1815. Foi apenas a partir dela que os homens reconheceram, em escala social, a história como o resultado de suas ações. E foi este fato, ao fim e ao cabo, lembremos, que possibilitou a Hegel a descoberta da história enquanto processo e, a Marx, a descoberta do homem enquanto o demiurgo de sua própria história. Desde a Revolução Francesa, não houve nenhum outro período no qual o capital se tornou tão hegemônico e tão plasmado à vida cotidiana como nos últimos trinta anos. Nunca antes a humanidade se comportou tão homogeneamente como se "não houvesse alternativa" ao capital.

      (Adicionado: 2ªf Set 01 2008 | Visitas: 75 | Colocação: 9.00 | Votos: 1) Avaliar
    • Currículo e movimentos sociais

      Novas perspectivas a velhos desafios. A educação ao longo da história da humanidade tem tido várias acepções, variando em suas concepções filosóficas e ideológicas, adquirindo ressonância diferenciada nos diversos contextos políticos, sociais, econômicos e culturais, daí decorre duas visões a cerca da educação, a funcional e a crítica. Tais perspectivas apresentam tendências pedagógicas, corporificando o fazer didático e sua expressão no currículo escolar, indicando as concepções político-ideológicas de quem às planeja e executa. De modo que para a efetivação de uma pedagogia crítica da educação se assinala a necessidade de envolvimentos dos atores educativos com os movimentos da sociedade, sejam sociais, políticos e culturais. Numa visão funcional, a educação é vista como “a ação exercida pelas gerações mais antigas sobre os que ainda não estão prontos para a vida social”. (DURKHEIM, 1967, p. 41). Nessa perspectiva a educação é denominada de formal e se insere em um contexto de uma prática institucionalizada, planejada, sistemática, objetivada a dar respostas científicas a determinados fenômenos sociais.Comenius (1592-1670) na obra “Didactica Magna” (1657), indica as bases para uma educação universal, a partir da didática vista como a “arte de ensinar tudo a todos. Atribui à educação um caráter de disciplina autônoma, cabendo-lhe a unidade entre engajamento social e consciência científica. Contudo, sua pedagogia é impregnada de uma forte conotação ético-religiosa para a formação do “homem virtuoso”, indicando para isso a necessidade de professores dotados de um bom método de ensino. Assim, o sucesso escolar para Comenius, reside no “método único”, chave metodológica da repetição. “Embora as escolas sejam diferentes, não se ensinam porém matérias diferentes, mas sempre as mesmas de maneira diversa, ou seja, todas aquelas coisas que podem tornar os homens realmente homens”.

      (Adicionado: 2ªf Set 01 2008 | Visitas: 74 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Desigualdade

      Todo professor de ética, ou de filosofia jurídica, moral e política seguramente já se encontrou em alguma ocasião assediado e angustiado pelas inquietudes de estar ensinando algo que tem pouco a ver com o “mundo real”. A oportuna , cuidadosa e por vezes necessária distinção entre ser e dever-ser leva, com frequência , a este particular tipo de esquizofrenia. Por exemplo, um assunto em especial faz com que isso suceda com certa e virtuosa reiteração: o problema da desigualdade social. De fato, a constância com que se fala da desigualdade social faz com que nos olvidemos de acentuar o fato empírico de seu acelerado crescimento, de expor suas causas e origens, de ponderar suas consequências e, mais ainda, de refutar as falsas e falaciosas justificações ideológicas oferecidas pelos habituais peritos em legitimação. Na mesma medida, também nos esforçamos em esquecer e/ou dissimular o fato de que a desigualdade - seja lá de que forma seja medida – parece galopar de maneira desregrada e sem rendas tanto a escala planetária como local, tanto em países pobres como nos ricos. Com efeito, já faz algum tempo que, sobre essa questão, se rebaixou o nível do social, do ético e do esteticamente tolerável. A extrema desigualdade está fazendo desse nosso mundo um lugar instável, reprovável e feio: nunca na história da humanidade houve tão poucos ricos e nem tantos pobres tão pobres.

      (Adicionado: 2ªf Set 01 2008 | Visitas: 69 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Documentário brasileiro: entre o modelo sociológico e o etnográfico

      O artigo analisa alguns documentários produzidos no Brasil, dos anos 60 aos 90, mostrando a utilização de um modelo de edição conhecido por “modelo sociológico” que do cinema foi adotado pela mídia televisiva como padrão de reportagem. O trabalho sugere, por outro lado, a existência de um modelo, que se mantém paralelamente em documentários reconhecidos como alternativos ou inovadores, não marcado pela voz off, que pode ser denominado de “modelo etnográfico”, comum em documentários como os do cineasta Eduardo Coutinho, que ao não apostar em personagens pré-determinados mostra-se perturbador e reflexivo.

      (Adicionado: 2ªf Set 01 2008 | Visitas: 64 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Identidade e Individuação

      Uma humanidade articulada em um processo histórico que abarca a vida de todos os homens resultou, não em existências genéricas ricas e multifacetadas, mas sim em individualidades solitárias e amedrontadas. O fundamento deste paradoxo está na mercadoria plenamente explicitada: o fetichismo e a reificação fazem com que as pessoas deixem de encontrar nas outras pessoas a substância autenticamente humana de que carecem. Perdem, então, as suas raízes genéricas e só lhes resta constituir suas identidades a partir delas próprias. A pobreza deste patamar de individuação é um fator importante para que a luta de classes explicite a sua forma mais bárbara: o conflito armado "despolitizado" da propriedade privada dos marginais contra a propriedade privada do status quo. Os centros urbanos, criações do mundo burguês, vão se dissolvendo em um mar de indivíduos solitários, amedrontados e violentos: é a etapa superior do individualismo burguês correspondente à crise estrutural do capital.

      (Adicionado: 2ªf Set 01 2008 | Visitas: 67 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Beyond Capital: Estado e Capital

      Para um amplo setor do Serviço Social, aquele tem por referência as chamadas obras com «intenção de ruptura», o debate acerca das políticas públicas tem, de algum modo, como pano de fundo uma perspectiva revolucionária. Na maior parte das vezes ela é indicada por eufemismos, tipo «transformação radical da sociedade», outras vezes é citada explicitamente como busca por uma «sociedade emancipada» ou «socialista». O Código de Ética da profissão, como demonstrou Lúcia Barroco em sua tese de doutoramento(Barroco,1997), tem na superação do capitalismo um dos seus referenciais mais importantes. Nenhuma profissão é um todo homogêneo e, entre os assistentes sociais, há disparidades entre a sua liderança intelectual e os setores mais diretamente envolvidos com o ensino ou com a atuação no interior dos órgãos estatais. Há, ainda, a presença de uma vertente mais conservadora, que adota os limites do capital por horizonte histórico — contudo, apesar de todos esses problemas, além do Serviço Social, qual outra profissão traçou como finalidade, expressa no seu Código de Ética, a superação do capitalismo?

      (Adicionado: 6ªf Ago 29 2008 | Visitas: 79 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • A Prostituição Judaica no Início do Século XX

      Desafio à construção de uma identidade étnica positiva no Brasil. No início do século XX, as comunidades judaicas que começavam a se organizar nas principais cidades do país, como Rio de Janeiro e São Paulo, tiveram que lidar com a presença de prostitutas judias. O convívio da população local com as “indesejáveis” desafiava a imagem que os judeus gostariam de passar (povo pacato, ordeiro, moralmente íntegro), de modo a facilitar sua integração à sociedade nacional. O artigo trata das motivações que levaram jovens judias sobretudo do leste europeu ao mercado do prazer, sua presença no Brasil e as estratégias usadas pelas comunidades judaicas na criação de fronteiras simbólicas entre “puros” e “impuros”, evitando, desta forma, más interpretações e confusões por parte dos gentios.

      (Adicionado: 5ªf Ago 28 2008 | Visitas: 77 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • A situação do marxismo no Brasil

      O desenvolvimento histórico brasileiro se diferencia tanto do padrão de evolução do capitalismo europeu, norte-americano ou japonês, como também do modelo típico de desenvolvimento dos países do Terceiro Mundo. Até a década de 1930, o Brasil ainda mantinha uma economia agrário-exportadora, com forte herança colonial. A estrutura social, basicamente oligárquica, era marcada pela ausência da classe operária e pela presença muito reduzida das camadas médias urbanas, que se restringiam quase exclusivamente ao funcionalismo público (meros serviçais, assalariados pelo Estado, dos poderes oligárquicos locais). Este quadro se alterou profundamente em poucas décadas. Entre 1940 e 1980 o Brasil se industrializou, recebeu um enorme aporte de recursos externos, expropriou pequenos e médios proprietários rurais e os expulsou para os centros urbanos (notadamente São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte), promoveu a eletrificação generalizada e a construção de uma malha de transportes e comunicação que abarca todo o país.

      (Adicionado: 5ªf Ago 28 2008 | Visitas: 74 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Alfabetização, necessidades e inclusão social

      No contexto da sociedade da comunicação, da reestruturação produtiva e dos riscos generalizados, como a alfabetização de pessoas jovens e adultas possibilita a satisfação de necessidades e a inclusão social? Como pessoas de pouca ou nenhuma escolaridade aplicam os conhecimentos adquiridos com a alfabetização para satisfazer os seus desejos e suas necessidades cotidianas? Este artigo discute o que motiva pessoas jovens e adultas de baixa ou nenhuma escolaridade a buscarem aprendizagem escolar (alfabetização); se elas estão conseguindo aprender a ler e escrever; e se aplicam essa aprendizagem nas suas necessidades cotidianas. Questiona se é possível estabelecer uma relação alfabetização, satisfação das necessidades cotidianas (alargamento de espaços de cidadania). Aproveita depoimentos de pessoas de pouca ou nenhuma escolaridade sobre os seus processos de vida e de trabalho e sobre os possíveis benefícios da alfabetização na sua vida cotidiana e conclui que a alfabetização é uma ação social inclusiva, quando capaz de satisfazer as necessidades objetivas e subjetivas dos indivíduos, alargando seus espaços de cidadania – inclusão social.

      (Adicionado: 5ªf Ago 28 2008 | Visitas: 87 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Análise da participação da iniciativa privada na potencial solução do déficit habitacional

      O déficit habitacional brasileiro. O direito à moradia e a insuficiente ação do estado brasileiro. A iniciativa privada na habitação popular. As propostas para o envolvimento do mercado imobiliário no déficit habitacional. Na tentativa de apresentar a necessidade de inserção da iniciativa privada na pauta do déficit habitacional brasileiro, este trabalho discorre sobre assuntos que incorrem desta tratativa. As características da carência de moradias no Brasil são apresentadas, seguidas de explanações sobre a necessidade de solvência desta mazela social e as obrigações legais do Estado. São revisadas as frustradas iniciativas ao do governo no sentido do atendimento, ao longo da história recente da república, com a seguida constatação da necessidade de inserção da iniciativa privada, na figura do mercado imobiliário. Análises de valores sobre o poder de compra da população de baixa renda, principal afetada pelo problema, delimitam as ações possíveis ao mercado privado e incitam participação objetiva do poder público em iniciativas ainda pouco usuais no país.

      (Adicionado: 3ªf Ago 26 2008 | Visitas: 82 | Colocação: 9.50 | Votos: 2) Avaliar
    • O estado novo nos jornais de São Luís: 05 a 15 de novembro de 1937

      O Estado Novo no período de 5 a 15 de novembro de 1937. Apresentam-se fatos que culminaram com o golpe que deu início ao Estado Novo. Ressalta-se a forma como três jornais de São Luís se posicionaram antes e depois do anúncio do Estado Novo. Analisa-se o aspecto da linguagem utilizada por essas publicações, considerando os elementos textuais e gráficos. No presente trabalho, pretende-se mostrar como os jornais impressos de São Luís se posicionaram diante da notícia do Estado Novo. Para isso, fez-se uma pesquisa documental em três jornais diários da época: Diário do Norte, O Imparcial e Pacotilha. Como corpus da pesquisa foi escolhido o período de 05 a 15 de novembro. Ou seja: 05 dias antes do golpe e 05 dias depois. A intenção era exatamente constatar como os jornais abordavam o assunto: governo Vargas. No qual foi instituído o Estado Novo. Para se chegar a esse momento, contudo, é necessário se fazer uma contextualização dos fatos que antecederam o 10 de novembro, ressalta-se o momento político pelo qual o Brasil atravessava. Para contar a História do Estado Novo, foi dividido em quatro partes, cada qual com suas subdivisões, que fazem um resumo da tragetório do governo Vargas, quando da instauração do Estado Novo, abordando as questões nacionais relativas ao novo regime, e seus reflexos no cenário político, econômico e social de São Luís. Ao longo de todo o trabalho é citada, através de matérias dos jornais impressos de São Luís, a posição destes no antes e depois do Estado Novo.

      (Adicionado: 3ªf Ago 26 2008 | Visitas: 75 | Colocação: 8.00 | Votos: 1) Avaliar
    • Telemática na região de Aveiro. Estratégias de desenvolvimento da Sociedade da Informação

      Documento elaborado no âmbito da disciplina de Serviços Avançados de Telecomunicações, do Mestrado em Inovação e Políticas de Desenvolvimento (Universidade de Aveiro). Este documento apresenta uma série de reflexões, indicações e possíveis propostas operativas de uma política regional de apoio ao desenvolvimento da telemática na região de Aveiro e, de uma forma mais generalizada, da denominada sociedade da informação. O volume e a velocidade das transformações associadas à difusão das novas tecnologias da informação e comunicação são claramente visíveis para qualquer pessoa e fazem agora parte da nossa experiência diária no trabalho, nos negócios, na escola, quando dispensamos do nosso tempo livre e em muitas outras áreas da nossa vida. Estas mudanças são sucessivamente conduzidas por um fluxo continuo de inovações científicas e tecnológicas e por tendências espontâneas do mercado. Actualmente, acreditamos que a intervenção política é necessária, de forma a evitar atrasos ou a penalizar desenvolvimentos para a região em geral, e em territórios ou sectores sociais e económicos específicos. Medidas políticas nesta área estão igualmente presentes ao nível da União Europeia e a nível local ou nacional, mas têm sido largamente lentas em Portugal até ao presente momento.

      (Adicionado: 3ªf Ago 26 2008 | Visitas: 76 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
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