Ciências sociais

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    • Crack: O "craque" do time da morte

      Dentre todos os componentes do time das drogas. Dos componentes do time da morte. Está a figura do crack. O crack como o mais avassalador, como o mais devastador de todo o conjunto de entorpecentes ou dos elementos químicos alucinógenos, que torna o seu usuário no maior dependente periculoso e debilitado existente. Torna o dependente capaz de qualquer coisa, capaz de matar ou morrer para sustentar o seu vício. Crítica é a situação em que se acha o usuário e dependente do crack. Crítica não melhor é a situação em que se vive os seus entes queridos que nada fizeram para merecer tal castigo.

      (Adicionado: 3ªf Jan 26 2010 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Terceiro setor: a influência do setor privado na esfera social

      Este trabalho é resultado de pesquisa de iniciação científica concluída para a monografia de conclusão do Curso de Graduação em Direito. Objetivou estudar as relações do Terceiro Setor enfocando as influências advindas do setor privado na esfera social, contemplando entre outros aspectos a necessidade do controle de suas atuações, da análise do seu desenvolvimento sustentando-se nas leis e na justiça a fim de romper qualquer tipo de atividade irresponsável. A pesquisa concluída priorizou o método dedutivo onde se estudou as abordagens mais amplas destacando os desafios dessas organizações direta ou indiretamente ao mundo do Direito, sendo o Terceiro Setor uma das mais novas tendências das Ciências Sociais concluindo na delimitação, conceitos, caminho histórico, o vínculo com a finalidade social, pontuando as características, por fim alinhavando os marcos legais e as formas de responsabilização das atividades desenvolvidas quer na figura da organização ou de seus representantes. Para a composição do trabalho foram realizados estudos e pesquisas bibliográficas, com base em livros, artigos, relatórios estatísticos apontados no IBGE e pela ABONG e demais publicações, assim como nas leis pertinentes.

      (Adicionado: 6ªf Set 25 2009 | Visitas: 0 | Colocação: 7.00 | Votos: 1) Avaliar
    • Cinema noir e femme fatale: elemento mítico e subversivo

      Analise do filme pacto de sangue, 1944. O presente trabalho pretende abordar reflexões a respeito de uma evolução filmica dentro do cinema norte-americano, que teve suas origens no período da Segunda Guerra Mundial, e é conhecida por cinema Noir. Dessa forma, iremos abordar as suas diversas influências e contribuições, tais como a literatura Hard-Boiled e o expressionismo alemão. O noir mesmo nascido em terras norte-americanas, sua produção assim como seu nome, tiveram origem européia, visto que os diretores e atores saíram de seus países fugindo da Segunda Guerra e do estado autoritário alemão, enxerga nos EUA uma possibilidade de realizar seus sonhos, e de liberdade. Além desse fato, o termo Noir foi criado pelos críticos franceses, que viram nesse tipo de produção algo obscuro, sombrio e perverso. A origem da palavra noir vem das séries literárias intituladas de Noire, romances policiais que tinham como seus principais autores James M. Cain, Raymond Chandler, Dashiell Hammett etc.. Os críticos franceses notaram a semelhança entre estas obras literárias e filmes feitos nos Estados Unidos no período da Guerra.

      (Adicionado: 6ªf Ago 21 2009 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Um programa institucionalista para o desenvolvimiento de países latinos

      Perante o problema do desenvolvimento económico, após rejeitar instrumentos teóricos orientados para o curto prazo, ou que suponham o modelo racional de tomada de decisã£o, adopto a teoria institucionalista que distingue tipos de capitalismo consoante o sistema social de inovaçã£o e produçã£o implementado. Uma vez que o SSIP mediterrã¢nico é o que pior estará a corresponder às exigãªncias da actual economia do conhecimento, aponto cinco passos de um programa político para melhorar essa correspondãncia. "Comparados com os brasileiros, cujos recursos naturais sã£o abundantes e o espaço habitável é vasto, 140 milhãµes de japoneses vivem apinhados nas planícies costeiras de minúsculas ilhas nas quais os recursos naturais sã£o poucos e as fontes de energia virtualmente nenhumas. Todavia o Japã£o é rico, o Brasil é pobre." Penso que ao perguntarmos pelo que devemos fazer, hoje e aqui, para melhor nos desenvolvermos economicamente, será útil termos sempre presentes factos como este com que Michael Novak (1993: 1) abre a sua obra sobre as condiçãµes do desenvolvimento económico. Todavia, a filosofia moderna e contemporã¢nea (pelo menos desde Kant) tem realçado como qualquer "facto" é já construído cognitivamente. Nã£o é portanto apenas para os interpretar uma vez que estejam dados, antes disso, é mesmo para os recolher que a teoria tem que ser escolhida. Nestas linhas pretendo apontar um dispositivo teórico para a recolha e interpretaçã£o de factos económicos em ordem ao desenvolvimento, concluindo com o programa político que em conformidade se abrirá aos países latinos.

      (Adicionado: 5ªf Ago 20 2009 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • A influência das idéias do Padre Louis-Joseph Lebret nas Ciências Sociais do Brasil

      A biobrafia de louis-joseph lebret. A origem do solidarismo. A influência da teoria de lebret no brasil. A influência das idéias de lebret na fafi/fidene e no movimento comunitário de base de ijuí. Cabe-nos analisar, neste trabalho, as principais idéias do padre Louis-Joseph Lebret expostas na obra Economia e Humanismo, bem como tratar da influência das suas teorias nas Ciências Sociais do Brasil. Lideranças sociais e políticas, como Plínio de Arruda Sampaio, Marco Maciel, Betinho, Franco Montoro, Francisco Whitaker, Darcy Passos, entre outros, tiveram, na sua formação, a influência das idéias de Lebret, a qual permanecera durante a militância social e política até o fim de suas vidas (para os que partiram) e até nossos dias para os que ainda estão entre nós...

      (Adicionado: 6ªf Maio 29 2009 | Visitas: 46 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • A metodologia de redes como instrumento de compreensão do capital social

      Este artigo destaca a importância do estudo das redes sociais para o desenvolvimento do capital social. A seção inicial apresenta os fundamentos de ambos os conceitos, relevando a forma pela qual a metodologia de redes contempla os dois pólos teóricos do capital social: o primeiro, que enfatiza o benefício das redes sociais para o indivíduo; e o segundo, que aborda o benefício para o grupo. Desenvolvida para permitir a geração de indicadores capazes de explicar a estrutura de rede tanto em seu conjunto como individualmente, a metodologia de redes produz conhecimento a respeito da qualidade do capital social, possibilitando a construção de estratégias para reforçá-lo. As últimas seções procuram demonstrar a maneira pela qual a Teoria da informação fornece argumentos matemáticos para a comprovação da eficiência das redes, afirmando o potencial destas enquanto instrumento de reforço ao capital social, na construção do desenvolvimento regional.

      (Adicionado: 6ªf Maio 29 2009 | Visitas: 47 | Colocação: 1.00 | Votos: 1) Avaliar
    • O liberalismo de Locke: o cidadão com direitos naturais

      John Locke nasceu na Inglaterra no ano de 1632. A Inglaterra a partir da segunda metade do século XVI transformou-se num império mercantil promissor. Nesse período a burguesia como classe social começa a ascender economicamente e buscam os direitos individuais, os direitos de cidadãos. Nasce, neste sentido o cidadão, justamente com a Inglaterra, e Locke é o seu teórico. Em 1689, Locke publicou pela 1ª vez três grandes obras: Dois Tratados sobre o Governo Civil, Ensaio Filosófico sobre o Entendimento Humano e a Carta sobre a Tolerância. O Ensaio Filosófico sobre o Entendimento Humano é a principal obra de Locke e percebe-se a sua compreensão sobre a política moderna. Essa obra foi considerada a Bíblia do Iluminismo.

      (Adicionado: 6ªf Maio 29 2009 | Visitas: 48 | Colocação: 7.00 | Votos: 1) Avaliar
    • Entre a repressão e a sublimação: a experiência da música na modernidade

      O objetivo deste texto é, a partir de uma breve análise do processo de racionalização da música e de suas consequências sobre as formas de experiência musical, apresentar alguns aspectos do pensamento de Theodor W. Adorno sobre as formas de inserção da música no mundo administrado, e, em seguida, realizar um breve contraponto entre as idéias adornianas e a perspectiva de Walter Benjamin sobre as possibilidades abertas pelas novas técnicas de produção e de reprodução no domínio da arte.

      (Adicionado: 5ªf Maio 28 2009 | Visitas: 40 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Sociedade brasileira nos anos 1950: heterogeneidade e heteronomia

      Em artigo sobre os estudos sobre folclore no Brasil, Mário de Andrade – em 1939 – alertava sobre certa “ingenuidade” da sociologia, tomada como exemplo de um amálgama de missionarismo e salvação, curioso sebastianismo engajado que grassava naqueles anos de 1930 e arrefeceria um tanto a partir dos nos 1940. Já Guerreiro Ramos, em 1953, exercia certo papel que sugere desconfortável, mas ao qual se adaptaria tão bem ao ponto de sentir algum prazer sádico no cumprimento da missão, a saber, de encarnar a consciência incômoda da sociologia brasileira. Sociologia brasileira ou sociologia no Brasil? Ainda não se sabia (e talvez ainda não o saibamos), o fato é que tal questão só faria sentido com o transcorrer dos anos 1950, período no qual a sociologia brasileira perdeu aquela sua “ingenuidade” apontada por Mário de Andrade.

      (Adicionado: 5ªf Maio 28 2009 | Visitas: 46 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Teoria da estruturação e ação coletiva: uma exegese sobre a obra de Anthony Giddens

      Ao enunciar a teoria da estruturação, Anthony Giddens remete freqüentemente a exemplos de como ocorre a interação entre individuo e estrutura; entretanto, este autor não confere a mesma atenção a como os indivíduos, enquanto coletividade, agem em seu cotidiano. Neste artigo é promovida uma reflexão acerca das possibilidades de ação coletiva na teoria da estruturação, introduzindo o conceito de força ontológica como categoria implícita desta teoria. Umas das questões mais instigantes na história da sociologia remonta à sua própria origem. Indagações que buscam os motivos pelos quais vivemos em sociedade, ou que procuram desvendar se há prevalência do individuo sobre o meio social, conferem dinamicidade aos debates em ciências sociais, tendo em vista o seu caráter histórico de conflito de idéias. Contemporaneamente, as concepções que predominam a respeito, por exemplo, das relações entre indivíduo e sociedade são interessantes, pois é a diferenciação das partes que gera a unidade do conjunto; porém, o contrário também é verdadeiro. Os indivíduos pactuam a vida em sociedade, mas esta não é apenas um somatório daqueles que a integram; mais que isso, é ela, em múltiplos sentidos, que dá origem ao indivíduo. Somos nós que fazemos a sociedade ao mesmo tempo em que somos humanos porque a sociedade assim nos faz.

      (Adicionado: 5ªf Maio 28 2009 | Visitas: 44 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Alguns elementos sobre novas relações de gênero – MMC RS

      Este texto trás alguns elementos sobre o entendimento do que são as Novas Relações de Gênero. Quando se fala em "novas", obviamente, entendo que há "velhas", ou seja: aquelas que precisam ser superadas. Sabe-se, também, que o novo nasce a partir do velho[1]das estruturas cariadas de uma sociedade discriminatória, separatista e negadora de poder para uma parte dela. É preciso considerar, por conseguinte, que para nascer o novo, a partir da sociedade velha que vai sendo negada, é necessário o esforço de viver e constituir novas experiências. Sendo assim, o novo vai se colocando, de forma não tão tranqüila, se sobrepondo ao velho, porque nenhuma mudança/alteração de estrutura é tão pacífica, tampouco se dá de forma espontânea. Logo, quando se começa a romper com paradigmas sacramentados em boa parte da história humana, temos que olhar para o próprio curso da história[2]para percebermos como é que tal paradigma se constituiu e como podemos fazer para rompê-lo.

      (Adicionado: 4ªf Maio 27 2009 | Visitas: 39 | Colocação: 1.00 | Votos: 1) Avaliar
    • Mulheres camponesas, e, feministas?

      E, agora, o que querem estas mulheres? São tão ousadas que, desavergonhadamente, se assumem feministas, e, se não bastasse isto, afirmam suas convicções sobre o campesinato. Não seria no mínimo, contraditório?. Feminismo e campesinato são temas carregados de contradições em si e entre si. Para GEBARA (2001), o patriarcado1 se encarregou de construir uma identidade subalterna nas mulheres e por isso o desafio do feminismo é de colocá-las em equiparidade com os homens. Já MÉSZÁROS (2002), afirma que a igualdade entre homens e mulheres não é possível pelo fato de que se vive numa sociedade capitalista, então, como afirmá-la sobre a base do campesinato brasileiro, que, segundo RIBEIRO (1995), violentou as mulheres?.

      (Adicionado: 4ªf Maio 27 2009 | Visitas: 43 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Mulheres, auto-estima e feminismo

      Este artigo tem a pretensão de trabalhar alguns elementos envolvendo Mulheres e a Auto-estima, vinculado à luta Feminista, ou seja: como elas estão conquistando espaços na perspectiva de serem reconhecidas. Considero o objetivo de trabalhar tais elementos uma necessidade, em vista de colocar questões de fundo, devido a tantas formas paliativas de tratar o tema. Compreendo que o debate da auto-estima das mulheres vinculado á luta de classes, e a situação em que acontecem as relações de gênero na sociedade classista, não deve permitir distorções acerca do título deste artigo. O tema Mulheres ligado a auto-estima está na “moda” nos últimos tempos, basta analisar o caráter dos encontros promovidos, especialmente, em vista da data do oito de março a cada ano. Tratar do tema Feminismo entre mulheres e homens não é aceito com naturalidade, ainda.

      (Adicionado: 4ªf Maio 27 2009 | Visitas: 46 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Música, experiência e memória (Max Weber e Walter Benjamin)

      Música, experiência e memória: algumas considerações sobre o desenvolvimento da partitura a partir das obras de Max Weber e Walter Benjamin. A cultura musical ocidental se diferencia das demais, entre outros fatores, porque o desenvolvimento de nossa música está marcado por um tipo de racionalismo que é específico do Ocidente. Sob o jugo da Igreja, os mais distintos parâmetros sonoros e as mais diversas práticas musicais foram sistematicamente organizados e regulamentados desde o século XII. Este primeiro impulso à racionalização do material sonoro-musical foi seguido por uma etapa de "modernização secular" da vida musical, impulsionada, a partir do Renascimento, pelas atividades especulativas e práticas dos "reformadores" da música[2]. Alguns séculos mais tarde, os intelectuais ilustrados assumiram o ideal renascentista de que a música deveria ser "elevada" ao nível de uma ciência. Estes intelectuais obraram intensamente em direção à racionalização da prática musical, até o ponto que seria possível compor com um dicionário de figuras musicais.

      (Adicionado: 4ªf Maio 27 2009 | Visitas: 48 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • As origens da sociologia e do romance: paralelos

      A sociologia, assim como o romance, têm origens na ascensão do capitalismo, na dissolução dos laços comunitários e tradicionais do antigo regime e na criação da sociedade civil burguesa, quando o indivíduo, solitário, busca reconfigurar as conexões sociais e de sentido, na tentativa de encontrar valores autênticos que restituam o significado da vida numa sociedade já dominada pela corrosiva sociabilidade capitalista. Nesse sentido, ambos, sociologia e romance, marcados por tais origens, expressam a contradição entre as possibilidades de comunicação/narração da experiência existencial num mundo marcado pelo individualismo e pela fragmentação social. A literatura, mormente por meio de sua forma narrativa moderna de maior expressão, o romance, acusa impreteríveis relações com a sociologia e sua gênese. Segundo Mazlich (1993, p. 24), a sociologia não é simplesmente um moderno substituto intelectual do romance – talvez nunca o tenha sido, diríamos nós – e sim uma forma distinta de expressão: "While many of its roots are in the novel, [...] sociology still aspires, and should, to be a new form of science". Entretanto, no limite, ambos têm raízes na modernidade e nas formas de existência social daí decorrentes.

      (Adicionado: 3ªf Maio 26 2009 | Visitas: 41 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
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