Ciências sociais

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    • Apresentação: Por um retorno à Sociologia das Elites

      O anti-elitismo do marxismo estruturalista. O institucionalismo de escolha racional e os atores intercambiá-veis. A crítica da sociologia relacional de pierre bourdieu. Uma agenda de pesquisa. Quando Gaetano Mosca publicou o seu Elementi di Scienza Politica, em 1896, lançou com ele um programa de pesquisa novo e promissor. O sociólogo italiano determinou que as "minorias politicamente ativas" deveriam ser, para os cientistas políticos, o objeto de análise mais importante. Dado o caráter oligárquico de todos os governos, um estudo científico da política teria de estar atento não ao número de governantes (conforme a classificação aristotélica tradicional: um, poucos, muitos), mas aos mecanismos sociais e políticos responsáveis pela formação, pelo recrutamento, pela socialização e pela conduta dessas minorias. A Ciência Política, principalmente anglo-saxã, levou a sério esse decreto. Talvez não seja exagerado afirmar que as "elites políticas" foram um dos assuntos mais estudados ao longo do século XX.

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    • As relações sócioespacias sob a égide da memória

      No começo, era o Topos. E o Topos indicava o mundo, pois era lugar; não estava em Deus, pois Deus não tem lugar e jamais o teve. E o Topos era o Logos, mas o Logos não era Deus, pois era o que tem lugar. O Topos, na verdade, era poucas coisas: a marca, a re-marca. Para marcar, houve traços, dos animais e de seus percursos; depois, sinais: um seixo, uma árvore, um galho quebrado, um cairn. As primeiras inscrições, os primeiros escritos. Por pouco que fosse, o Topos já era "o homem". Assim como o sílex seguro pela mão, como a vara erguida com boa ou má intenção. Ou a primeira palavra: o Topos era o Verbo; e algo mais: a ação, "Am Anfang war die tat". E algo menos: o lugar, dito e marcado, fixado. Assim, o verbo não se fez carne, mas lugar e não-lugar. Analisar a construção socioespacial dos assentados no assentamento da fazenda Jupira, a partir de suas migrações, que se constituem na contradição social em que estes são inseridos, é de extrema relevância para compreendermos a nova sociabilidade, as práticas sociais e estratégias de luta e os conflitos daí advindos, em que as experiencias ganham relevância na constituição do espaço social do assentamento.

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    • Definição de Equilíbrio e seus corolários

      Um dos aspectos mais importantes do estudo das ciências, especialmente das ciências humanas, é a definição e implementação de uma nova forma de pensar e de encarar os conceitos no seguimento da tendência crescente para a interdisciplinaridade e para a aplicação dos sistemas complexos. O equilíbrio é um elemento chave nesse estudo. Saber o que é o elemento em estado de equilíbrio e as variações e comportamentos desviantes desse estado é fundamental para o avanço na investigação de aspectos mais abrangentes dentro das ciências humanas. Uma das contingências com que os cientistas muitas vezes se confrontam prende-se com questões de linguagem. Sendo a linguagem o método de transmissão entre Seres Humanos, é fundamental que a ciência, tal como todas as outras actividades, tenha uma linguagem e com ela se expresse para que se faça entender e divulgar. Claro está que um dos problemas prende-se com a linguagem complexa e por vezes até hermética utilizada no mundo científico, divergindo conforme a área do conhecimento. Mas tal problema é comum a quase todos os ramos da actividade humana, que, conforme as suas características, desenvolvem entre si linguagens, "gírias", completamente incompreensíveis a quem não conhece ou pertence ao ramo de actividade em questão. Desde a agricultura à metalomecânica, passando pelos têxteis, a construção civil, todos têm o seu "código" próprio. Em determinados casos, e alargando o campo do exemplo, entre regiões distintas de um mesmo país, embora se fale o mesmo idioma, há palavras, termos, expressões característicos e incompreensíveis para quem não pertence a essa região. Podia-se ainda falar nas "gírias" e "terminologias" de grupos, etnias, gangs, etc.

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    • O que os quadrinhos dizem?

      As histórias em quadrinhos são objetos de leitura de um amplo público e como todo fenômeno social, passaram a ser objeto de estudo da Sociologia e de outras ciencias. Das tiras em jornais que marcam sua origem, passando para a conquista do público infantil e juvenil, as histórias em quadrinhos ampliaram cada vez mais seu espaço e aumentou sua variedade e público, chegando até ao público leitor adulto. A Sociologia das histórias em quadrinhos, considerada uma subdivisão da Sociologia da comunicação ou da Sociologia da arte (para aqueles que consideram os quadrinhos como sendo arte), é uma das sociologias especiais menos desenvolvidas. Porém, ela já conta com uma produção de certa forma expressiva e com o apoio de outras ciências e análises, o que lhe possibilita, hoje, se tornar mais consolidada. As HQ são consideradas como tema infantil, juvenil, não muito sério. São menosprezadas por muitos, que as consideram uma espécie de cultura inferior. Seu "público" é considerado a "massa", que seria amorfa, acrítica, infantil. Sem dúvida, este preconceito tem razões e também conseqüências sociais. A desvaloração das HQ é realizada a partir de uma visão elitista e racionalista. A sociedade contemporânea é dominada pela razão instrumental, uma razão fria que desvaloriza a imaginação, os sentimentos, a fantasia, o inconsciente, pois busca o controle sobre as relações sociais e a natureza e sobre a própria mente humana. Logo, cria uma censura social sobre as formas de manifestações psíquicas não consideradas racionais, o que está de acordo com os interesses do produtivismo e da produção capitalista. O elitismo é produto de setores mais intelectualizados da sociedade que tomam seus valores e gostos como superiores e os demais como inferiores e opõe a "alta cultura" e a "baixa cultura".

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    • Reflexões sobre a Indústria Cultural

      A indústria cultural está presente na vida cotidiana da população e exerce uma forte influencia sobre ela. O seu caráter manipulador (e conservador) já foi denunciado inúmeras vezes. A visão ingênua da indústria cultural que a julga uma manifestação dos interesses do conjunto da sociedade, um produto dela e, por isso, um meio de comunicação que exerce uma ação benéfica sobre a população, reproduzindo o que ela quer ver, não se sustenta desde o surgimento das várias análises sobre a indústria cultural a partir da obra clássica de Adorno e Horkheimer (1986). Iremos, no presente texto, buscar analisar a concepção de indústria cultural no sentido de perceber suas contradições, indo além da percepção de seu papel conservador e manipulador. Uns dizem que a indústria cultural é expressão da dominação burguesa e da alienação. Ela tira das "classes subalternas" a possibilidade de elaborarem uma cultura própria e crítica, pois a comunicação de massas é uma "rua de mão única" onde fora os números do ibope não existe nenhuma atuação do público sobre os meios de comunicação (Numeriano, 1990). Esta interpretação da indústria cultural tem sua origem nas análises clássicas de Adorno e Horkheimer. Para estes representantes da Escola de Frankfurt, a indústria cultural nega aos consumidores aquilo que lhe promete. Ela é uma fábrica de ilusões e de consumo superficial (Adorno & Horkheimer, 1986; Jay, 1988). Estes autores, os primeiros a utilizar o termo "indústria cultural", fazem uma severa crítica a ela. Segundo Adorno, "a indústria cultural é a integração deliberada, a partir do alto, de seus consumidores" (Adorno, 1977, p. 287).

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    • Sartre e o marxismo

      Sartre: o projeto e a liberdade humana. A crítica pseudomarxista a Sartre. Limites do existencialismo de Sartre. Marxismo: para além do determinismo e do voluntarismo. O presente texto apresenta uma análise do pensamento de Sartre em sua relação com o marxismo, abordando suas teses, as críticas dos pretensos marxistas a ele, bem como a refutação destes, além de apontar os limites e contribuições deste filósofo ao marxismo. A conclusão geral é a de que o existencialismo sartreano fornece uma contribuição importante ao marxismo e deve ser, assim, reavaliado pela teoria marxista, principalmente a sua análise da liberdade e do projeto, elementos fundamentais da filosofia de Sartre.

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    • Super-Heróis e Axiologia

      O sucesso das histórias em quadrinhos no século 20 é espetacular. Elas começaram a ocupar um espaço cada vez maior a partir do início deste século. Um conjunto de pesquisadores começaram a se debruçar sobre elas e fornecer sua explicação, tais como sociólogos, semiólogos, etc. Uma das constatações que se pode retirar do estudo das histórias em quadrinhos é a de que ela pode ser dividida em diversos gêneros. Podemos citar os quadrinhos humorísticos, eróticos, de aventuras, entre outros. Iremos, aqui, tratar de um desses gêneros, a saber: o gênero da super-aventura. Neste gênero os personagens principais são os super-heróis. O presente texto discute justamente o gênero da super-aventura e sua relação com os valores dominantes em nossa sociedade. O presente texto é uma versão parcial de um outro artigo no qual abordamos não apenas esta relação mas também discutimos a relação existente entre super-heróis e inconsciente coletivo , tema que aqui será deixado de lado e retomado em outra oportunidade. Antes de iniciarmos nossa análise da relação entre o mundo dos super-heróis e a axiologia, devemos definir o gênero super-aventura. Alguns poderiam falar em gênero dos super-heróis, mas a definição de super-herói que forneceremos a seguir irá esclarecer a escolha da denominação de super-aventura.

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    • Universidade e Especialização: O Ovo da Serpente

      Iremos, no presente texto, apresentar uma discussão acerca da relação entre universidade e especialização, isto é, entre as instituições de ensino superior e o processo de especialização profissional e intelectual. Para realizar isto iremos colocar o caráter da divisão social do trabalho em nossa sociedade e discutir a divisão do trabalho intelectual derivada dela e os problemas gerados por ambas no sentido de se ter uma compreensão da totalidade dos fenômenos, o que significa realizar uma discussão epistemológica. Também abordaremos a inserção da universidade no interior desta problemática e o que pode ser feito diante do quadro apresentado. A compreensão da realidade social e natural é um processo que requer que procedimento intelectual? Sem dúvida, a categoria de totalidade e a visão do todo são fundamentais. Hegel destacou isto através de sua célebre frase: ao ver a árvore pode se perder de vista a floresta. "O verdadeiro é o todo", disse Hegel (1992, p. 31), mas a totalidade em Hegel ainda é metafísica, o que não lhe retira o mérito de ter destacado sua importância para a consciência humana.

      (Adicionado: 6ªf Abr 03 2009 | Visitas: 43 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Marx, Lukács, trabalhadores e proletariado

      Trabalho e trabalho abstrato. Trabalho abstrato e capital. Trabalho, trabalho abstrato, trabalhadores e operários. Em vastas áreas da intelectualidade acadêmica, das organizações sindicais e mesmo das organizações políticas de esquerda, a vitória do capital sobre o trabalho que é o fundamento histórico do atual período contra-revolucionário é tomada como a demonstração empírica definitiva da falsidade da "centralidade do trabalho" para o mundo dos homens. Uma situação política conjuntural (mesmo que seja uma conjuntura de décadas) é assumida, sem questionamentos, como a comprovação cabal da falsidade da tese marxiana da centralidade ontológica do trabalho.

      (Adicionado: 6ªf Mar 27 2009 | Visitas: 48 | Colocação: 2.00 | Votos: 1) Avaliar
    • O Marxismo Libertário de Anton Pannekoek

      A história do marxismo, no período posterior a Marx e Engels, foi obscurecida, por um lado, pela historiografia oficial, e, por outro, pelo "marxismo" oficial. Este último reduz a história do marxismo à história da social-democracia e do bolchevismo. No entanto, "tanto a social-democracia quanto o bolchevismo nada tem a ver com o movimento operário" (Rosenberg, 1986). Este é motivo pelo qual vários teóricos que desenvolveram a teoria marxista foram marginalizados e esquecidos na história do marxismo, tal como é o caso de Anton Pannekoek. Anton Pannekoek foi um dos principais representantes do comunismo conselhista. Ele nasceu 1873 na Holanda e morreu em 1960. Escreveu obras fundamentais para o movimento comunista revolucionário, tais como: Os Conselhos Operários; Lênin, Filósofo; Revolução Mundial e Tática Comunista; e uma diversidade de artigos e outras obras. Segundo Paul Mattick, outro teórico conselhista.

      (Adicionado: 6ªf Mar 27 2009 | Visitas: 45 | Colocação: 10.00 | Votos: 1) Avaliar
    • Feuerbach e Marx: duas críticas a partir de um mesmo horizonte

      Este artigo visa demonstrar o quanto a crítica da religião trabalhada por Ludwig A. Feuerbach influenciou a estrutura argumentativa de Karl Marx. Esta influência possibilitou a Marx a compreensão e desmistificação do Estado Moderno, da Filosofia Hegeliana e da própria economia política da época. A leitura, ao avesso, destas formas de alienação, feita por ambos, possibilita o desvendar das potencialidades humanas contidas nas mesmas. Por fim, visa demonstrar os avanços de Marx em relação a Feuerbach, apesar de seu horizonte comum.

      (Adicionado: 4ªf Mar 18 2009 | Visitas: 57 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Autonomia indígena, classe social e transformação social

      Uma reflexão a partir da experiência do Exército Zapatista de Libertação Nacional. A conjuntura latino-americana. A experiência zapatista. Autonomia e democracia em chiapas. Classes sociais no atual estágio de desenvolvimento do capitalismo e o papel ocupado pelos povos indígenas. É notório o peso das lutas dos movimentos indígenas na América Latina, transformando-os em sujeitos políticos de natureza coletiva com reivindicações próprias, que tem como cerne a modificação do Estado e da democracia representativa. A luta por livre-determinação das comunidades indígenas deita novas questões para o pensamento político. Através da análise das comunidades mexicanas do Exército Zapatista de Libertação Nacional percebemos as contribuições e problemáticas que o exercício de governos autônomos podem trazer para o quadro da A.L. de uma forma mais ampla, confrontando-os com o modelo de democracia ocidental, baseado em um Estado com tendências homogeneizadoras. Faz-se necessário que estes movimentos consigam transcender sua especificidade étnica e atuem em conjunto com outros movimentos na luta por uma democracia mais participativa. Os movimentos indígenas atingem outro status na reestruturação do mundo do trabalho e contribuem com subjetividades, teorias e formas alternativas de organização social.

      (Adicionado: 3ªf Mar 17 2009 | Visitas: 57 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • O Cinema segundo Walter Benjamin

      Walter Benjamin apresentou uma visão do cinema destoante da concepção da maioria dos integrantes da chamada "Escola de Frankfurt", principalmente Teodor Adorno. Nosso objetivo aqui não é fazer um confronto entre as duas posições e nem confrontar ou comparar as teses benjaminianas com a de outros pensadores, mas tão-somente analisar a concepção deste autor e fazer uma análise crítica dela, o que, eventualmente, poderá nos levar a citar autores com posições distintas. A concepção benjaminiana de cinema é derivada de sua concepção de meios de comunicação de massas, que ele aborda a partir de sua discussão sobre a "reprodutibilidade técnica" (Benjamin, 1994). Benjamin parte de uma determinada interpretação de Marx para apresentar sua tese fundamental...

      (Adicionado: 3ªf Mar 17 2009 | Visitas: 52 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Para compreender a Ontologia de Lukács

      Como explicar esse fato?. O texto que agora vem a público, graças ao estímulo de Paulo Denisar Fraga, com o título Para compreender a Ontologia de Lukács, é uma reedição, revista e ampliada, de A Ontologia de Lukács. Este texto conheceu duas edições anteriores, ambas pela Editora da Universidade Federal de Alagoas em 1995 e 1997. Escrito em 1991, se propõe como uma introdução à Ontologia[1] de Lukács. Inicia-se pela fábula de um indivíduo covarde que se torna herói e dá origem a uma dinastia hereditária depois de um ato de extrema coragem por mero acaso e, a partir de vários momentos dessa fábula, analisa as categorias trabalho, reprodução, ideologia e alienação, as categorias principais da ontologia lukácsiana. Além de algumas atualizações e a adoção da tradução de Entfremdung e Entäusserung como alienação e exteriorização, respectivamente, foram acrescentados um novo capítulo sobre a relação entre o trabalho e as classes sociais no capitalismo atual e dois artigos que poderão auxiliar na introdução ao pensamento lukácsiano. Não deixa de ser curioso que um livro alcance sua terceira edição antes da publicação do texto do qual pretende ser uma introdução. Essa, aliás, foi a resistência de alguns editores. A curiosa trajetória da Ontologia de Lukács entre nós sem dúvida é responsável por esse fato: das obras marxistas ainda não publicadas em nosso país, provavelmente é a que conseguiu maior divulgação e a que gerou um maior corpo de pesquisadores.

      (Adicionado: 3ªf Mar 17 2009 | Visitas: 40 | Colocação: 9.00 | Votos: 1) Avaliar
    • O jogo, sua construção social e as possibilidades de desenvolvimento humano

      Abrem-se as cortinas. Revisão de Literatura: Olhares lúdicos através dos tempos. Procedimentos metodológicos. O jogo e o desenvolvimento humano. O jogo e o desenvolvimento social. O jogo e o desenvolvimento sócio-humano. O presente trabalho acadêmico visa discutir distintas concepções sobre o significado etimológico e funcional da palavra jogo ao longo da história. Para tanto, materializamos mediante um processo metodológico de revisão de literatura as principais concepções sobre o fenômeno por nós investigado em diversas sociedades. Nossas análises se guiaram pela perspectiva do materialismo histórico, dialogando, principalmente, com os pressupostos estabelecidos pela Psicologia Histórico-Cultural, cujos grandes expoentes são Vygotsky, Leontiev, Luria, Davidov e Elkonin. Os resultados da pesquisa apontam para a miscelânea epistemológica assumida pelo complexo simbólico no qual estão situadas as atividades lúdicas, sendo que para uma melhor compreensão deste fenômeno é fundamental recorrermos a dois autores que as interpretam como produtos da sociedade e cultura, quais sejam: Elkonin e Caillois, posto estes retratarem os jogos em um processo dialético de desenvolvimento, favorecendo, por conseguinte, a compreensão de sua gênese constitutiva. Finalizamos o texto com a edificação de uma arquitetura dialógica entre as análises de Elkonin e Caillois, objetivando que estas se superem dialeticamente na produção de uma nova concepção e função social da atividade lúdica.

      (Adicionado: 5ªf Mar 12 2009 | Visitas: 55 | Colocação: 9.00 | Votos: 1) Avaliar
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