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Apresenta uma reflexão sobre a inclusão digital no Brasil como forma de inclusão social. Pauta ainda a importância dos profissionais da área tecnológica nesse processo inclusivo. Demonstra a importância do conhecimento na era da informação para uma sociedade da informação mais inclusiva. Investigam-se as ações que estão sendo tomadas para garantir o sucesso desta nova sociedade, em que a inclusão deve ser o principal foco para garantir o acesso universal e a igualdade social. Aponta ainda, algumas diretrizes a serem tomadas buscando conscientizar sobre a importância que cada um tem nesse processo.
(Adicionado: 4ªf Maio 20 2009 | Visitas: 41 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarInformatização do Processo Judicial. Da Comunicação Eletrônica dos Atos processuais. Processo Eletrônico. Disposições gerais. Proteção de dados. Inclusão digital. Informatização da Cultura Jurídica. A informática é o presente e o futuro da justiça, considerando-se que, sem modernização e adequação tecnológica, o Judiciário não suportará o avanço da demanda social.
(Adicionado: 6ªf Mar 07 2008 | Visitas: 309 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarAs artimanhas praticadas pelas editoras musicais. A Jurisprudência. Em época de difusão crescente do conteúdo musical através da grande rede mundial de computadores, muito se tem discutido sobre a flexibilização dos direitos patrimoniais de autor. Ocorre, porém, que o debate relativo ao tema, cada dia mais presente nos veículos midiáticos, pouco abarca a importância da figura do compositor, e a necessidade de garantir-lhe meios de viver de seu ofício. É fato inconteste que a composição musical é a matéria prima de toda a cadeia produtiva engendrada em torno da música.
(Adicionado: 6ªf Mar 07 2008 | Visitas: 311 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarA mecanização tem sido, atualmente, um poderoso instrumento para suprimento das necessidades da indústria agroflorestal, estando presente nos processos de produção, colheita e transporte florestal. Esta utilização intensiva de máquinas pode, entretanto, acarretar danos ao solo, principalmente em termos de compactação, podendo refletir negativamente na produtividade. Tendo em vista a escassez de informações sobre a compactação do solo causada pelas máquinas florestais, o objetivo principal deste trabalho foi a avaliação dos níveis de compactação do solo causada pelo tráfego do trator florestal autocarregável (Forwarder). As variáveis físicas do solo analisadas foram a densidade e a resistência à penetração, tendo as amostras de solo sido retiradas em cinco pontos igualmente espaçados ao longo das trilhas, em três níveis de profundidades (0-15 cm, 15-30 cm e 30-50 cm). A análise estatística dos resultados de cada variável foi efetuada por meio da análise de variância para parcelas subdivididas, em que foram testados o efeito da máquina, o efeito da profundidade e o efeito da interação entre a máquina e a profundidade. A análise dos resultados obtidos permitiu constatar que o Forwarder provocou uma pequena compactação no solo, ou seja, incrementos de 0,06 g/cm3 na densidade e 1,00 MPa na resistência à penetração do solo. Os valores máximos da densidade do solo e resistência à penetração, depois da última passada da máquina, foram 1,12 g/cm3 e 2,87 Mpa, respectivamente. Compactação, solo florestal e máquinas.
(Adicionado: 6ªf Set 21 2007 | Visitas: 407 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarEste artigo visa mostrar aos interessados na Tecnologia da Informação – TI os principais aspectos envolvendo a propriedade intelectual e o programa de computador no cenário nacional e internacional. Com a evolução da informática e da mudança de paradigma tecnológico na década de 80 – chamado de nova era do conhecimento – trouxe a discussão sobre a proteção do programa de computador. O patenteamento do software não é harmonizado internacionalmente, mas alguns países têm endossado a patenteabilidade do programa de computador (como Estados Unidos e Japão). Nesse sentido, é necessário a análise dos interesses e as formas alternativas ao sistema de patentes, visando o interesse social e o desenvolvimento tecnológico e econômico do país.
(Adicionado: 6ªf Ago 24 2007 | Visitas: 414 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarO painel traz em pauta novas tendências de mercadopara bancos de dados, trazendo o ponto de vista deprofessores e profissionais renomados na área. Oprincipal objetivo é discutir quais são asperspectivas do mercado em termos defuncionalidades e características que os bancos devem atender nos próximos anos.Que funcionalidades os usuários querem? Que funcionalidades os fabricantes oferecerão?.
(Adicionado: 2ªf Abr 30 2007 | Visitas: 471 | Colocação: 3.00 | Votos: 1) AvaliarPara que formar doutores? Parece que a primeira resposta seria que no Brasil serve para que estes doutores formem novos doutores! E os mestres? Estes não podem se reproduzir academicamente, pois para participar como professor orientador de um programa de pós-graduação é preciso ser doutor. Certamente os mestres podem ser ótimos professores de graduação, e é o que a maioria deles está fazendo. A visão tradicional da universidade, na área tecnológica, era a de formação de capital de conhecimento, mais tarde este conhecimento seria aproveitado para o desenvolvimento de produtos. Atualmente procura-se um modelo mais integrado entre pesquisa, ensino e produção. Neste caso os pós-graduados não deveriam estar trabalhando, em grande parte, na indústria? Estão realmente lá? Alguns dados para pensar.
(Adicionado: 4ªf Mar 07 2007 | Visitas: 550 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarEu disse aí há uns dois posts atrás que eu ia começar a escrever artigos explicativos para quem está iniciando em áreas que eu já conheço há mais tempo como GNU/Linux, PHP/MySql, linguagem C e algoritmos. Então, resolvi começar pelo último. Esse é o primeiro de uma série de artigos que eu pretendo fazer e onde pretendo abordar: O que é um algoritmo?. Como representar um algoritmo?. Qual a utilidade do algoritmo?. Exemplos de algoritmos simples. Comparação entre algoritmos de ordenação de vetores. Algoritmos gulosos. Algoritmos em grafos. Programação Dinâmica. Algoritmos Geométricos. Os últimos eu faço questão de colocar até porque eu quero revisar pra Olimpíada desse ano (aliás, quero ir pro México pra Olimpíada Internacional de Informática nesse ano!). Eles são meio complicadinhos, mas a gente chega lá. Hoje vou começar com o primeiro item: O que é um algoritmo?...
(Adicionado: 4ªf Mar 07 2007 | Visitas: 494 | Colocação: 8.00 | Votos: 2) AvaliarA recursão é uma das técnicas mais simples e úteis que existem para usarmos em nossos algoritmos. Consiste em uma função (denominada recursiva) chamar a si mesmo, até que o retorno seja trivial. Resolvi abordá-la aqui porque alguns algoritmos que estudaremos mais para frente usam funções recursivas. Em matemática, o número fatorial de é igual a: Logo, por exemplo, (cinco fatorial) seria igual a: Um exemplo bom e simples de recursão é um algoritmo para determinar números fatoriais: 1. função fatorial (n); 2. se , então; 3. retorna; 4. senão; 5. retorna; 6. fim-se; 7. fim-função. Domínio de nossa função: Qual o custo desse algoritmo?. Vamos abrir um grande parênteses aqui até a próxima linha horizontal para descobrir qual o custo do nosso algoritmo antes de continuar com a conversa sobre recursão e relembrar/reforçar o post sobre Análise de Algoritmos. Vou colocar o número de vezes que cada instrução é executada, usando o esquema que será o padrão para as próximas vezes que veremos custos: Número da linha: Número de vezes que é executada...
(Adicionado: 4ªf Mar 07 2007 | Visitas: 488 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarOrdenação por Seleção. Funcionamento. Exemplo de Funcionamento. Custo. Mini-Poker.
(Adicionado: 4ªf Mar 07 2007 | Visitas: 467 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarResolvi resumir nosso estudo sobre algoritmos de ordenação, concluindo esta parte da Série Algoritmos sem explicar o Merge Sort, o Quick Sort e o Bubble Sort (três que eu estava pensando em explicar), mas apenas propondo que algoritmo de ordenação devemos usar para cada caso. Não vou escrever o custo dos algoritmos de ordenação aqui porque seria uma perda inútil e esse material já pode ser encontrado em vários lugares (na Wikipedia, por exemplo). Bom... Existem algoritmos de ordenação de vetores bem complexos. Você poderia aprender uma coisa super rápida, mas não vale a pena. Depois de resolver vários problemas que resolvem a ordenação, um professor na UNICAMP (não lembro quem foi) disse: Não perca tempo com algoritmos de ordenação. Se você programa em C, use qsort; se programa em Pascal ou outra linguagem que não tenha Quicksort implementado, implementa rápido um Insertion Sort.
(Adicionado: 4ªf Mar 07 2007 | Visitas: 458 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarComo todos sabemos, seria bem difícil trabalhar uma árvore assim na programação! Por isso, existem várias maneiras de representar um grafo. Nesta série só vou usar as duas mais populares: Matriz de Adjacência; Lista de Adjacência. Poderíamos falar também sobre a Matriz de Incidência, mas eu nunca precisei utilizá-la, então prefiro só entrar nessas duas mesmo. Cada vértice é um número Para representar um grafo, cada vértice sempre vai ser um número. No caso de você querer representar amizade entre duas pessoas, como no exemplo do Orkut no último artigo, você cria um vetor chamado nome[] que contém o nome de cada número...
(Adicionado: 4ªf Mar 07 2007 | Visitas: 458 | Colocação: 1.00 | Votos: 1) AvaliarCom esse artigo termino de falar e mostrar como desenvolver utilizando internacionalização junto com o Visual Studio.NET 2005. Espero que possa valer para vocês como valeu para mim.
(Adicionado: 2ªf Jan 29 2007 | Visitas: 473 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarA parte II desse artigo falo e mostro com exemplos funcionais e ilustrativos a primeira forma de passar uma aplicação para ficar em multi-idiomas, isto é, inglês e português. Deixo claro que esse artigo é uma continuação, portanto, verifique primeiramente a parte I para depois verificar a parte II.
(Adicionado: 2ªf Jan 29 2007 | Visitas: 467 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarEstou disposto a continuar mostrando como utilizar os arquivos resources e internacionalização usando o Visual Studio.NET 2005 parte IV.Se você perdeu alguma parte, acesse o site www.aspneti.com ou www.juliobattisti.com.br, lá existem todas as partes anteriore. Continuando, depois que fiz o código da página, gerei os arquivos de internacionalização; falta apenas escrever um código dentro de minha página default.aspx.cs. Para acessar a parte CODE BEHING da página, cliquei com o botão direito e fui na opção VIEW CODE. No início do código, importei algumas classes.
(Adicionado: 2ªf Jan 29 2007 | Visitas: 469 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
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