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    • Criando um novo OAB (Offline Address Book) no Exchange Server 2007

      O Exchange Server 2007 muda muito na parte de Offline Address Book para quem possuir o novo Outlook 2007, ele ainda suporta os clientes legados. Mas agora a OAB (Offline Address Book) fica em um diretório virtual dentro de um Web Site no IIS e fica também fisicamente no disco, a tecnolgia de OAB é a mesma utilizada no Outlook 2003 SP2 com a diferença que esta fica no IIS publicada e não mais em uma System Folder. A OAB do Exchange 2007 utiliza os arquivos .lzx que utiliza a tecnologia BinPatch que também é conhecida como Binary Delta Compression e é a mesma utilizada pelo Windows Update. Esta tecnologia reduz muito o tempo de download da OAB.

      (Adicionado: 2ªf Dez 04 2006 | Visitas: 167 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Criando uma mailbox no Exchange Server 2007

      O Exchange Server 2007 possui duas entidades de administração Exchange Management Shell e Exchange Management Console, ambos permitem a manipulação de objetos e configurações, sendo que via Shell há mais possibilidades porque conseguimos visualizar todos atributos de cada objeto. Vamos mostrar neste tutorial como criamos um novo usuário e sua respectiva mailbox através do Exchange Management Console.

      (Adicionado: 2ªf Dez 04 2006 | Visitas: 180 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Programando em shell-script

      Primeira parte, uma introdução. Segunda parte, se aprofundando mais!. Terceira parte, janelas graficas. Quem usa Linux conhece bem o prompt de comando sh, ou variações como o bash. O ue muita gente não sabe é que o sh ou o bash têm uma "poderosa" linguagem de script embutido nelas mesmas. Diversas pessoas utilizam-se desta linguagem para facilitar a realização de inúmeras tarefas administrativas no Linux, ou até mesmo criar seus próprios programinhas. Patrick Volkerding, criador da distribuição Slackware, utiliza esta linguagem para toda a instalação e configuração de sua distribuição. Você poderá criar scripts para automar as tarefas diárias de um servidor, para efetuar backup automático regularmente, procurar textos, criar formatações, e muito mais. Para você ver como esta linguagem pode ser útil, vamos ver alguns passos introdutórios sobre ela...

      (Adicionado: 2ªf Dez 04 2006 | Visitas: 158 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Reparticionamento livre

      Particionamento. Reparticionamento com o fdisk. Reparticionamento com o GNU Parted. Reparticionamento com o FIPS. Esta é uma das mais difíceis tarefas, que impedem e confudem vários iniciantes do Linux! Sem dúvida, esta é a etapa mais difícil de qualquer instalação, todo mundo diz que o Linux é dificil de instalar justamente por causa disto. Mas pense bem, imagine que um computador venha pronto para instalar o Linux, será difícil? Não, será que nem o Windows, e do jeito que os tipos de instalação estão ficando cada vez mais fáceis...

      (Adicionado: 2ªf Dez 04 2006 | Visitas: 148 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • APT no RedHat/Fedora

      O que é o APT?. Instalando o APT no RedHat ou Fedora. Utilizando o APT. Montando um repositório local do APT/RedHat. Criando o espelho da distribuição. Preparando o território do APT. Criando o repositório APT. Configurando os clientes para usar seu repositório. Atualizando o repositório diariamente. O APT (Advanced Package Tool, ou Ferramenta de Pacotes Avançada) é uma ferramenta que gerencia de uma maneira muito intuitiva os pacotes de programas no Linux. O APT foi originalmente criado para funcionar junto com dpkg, do Debian, mas ele foi portado pela Conectiva para funcionar com o sistema de pacotes RPM, criado pela RedHat. O APT resolve os conflitos e dependências de pacotes de uma maneira muito fácil e automática. Além disso ela é uma ótima ferramenta para a atualização do sistema através da Internet, instalação de programas adicionais, entre outros. Neste tutorial irei ensinar como instalar e usar o APT em sistemas RedHat ou Fedora, mas com algumas adaptações, os métodos descritos aqui podem ser feitos em outras distribuições que utilizam o RPM. No caso do Debian, nada precisa ser feito pois o sistema já vem com o APT por padrão.

      (Adicionado: 2ªf Nov 27 2006 | Visitas: 162 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Como fazer VCD

      Convertendo. Dando um "unlock" nas capacidades do TMPGEnc. Usando o Wizard para criar o VCD. Criando um filme já com legendas. Queimando o VCD!. Dúvidas mais freqüentes. VCD (Abreviação para Video-CD) é um ótimo método para você colocar vídeo e áudio em CDs e poder tocar em aparelhos como DVD. Alguns tocadores de DVDs mais atuais estão suportando o formato Div-X, mas como isso não é muito comum, o pessoal ainda fica no VCD, que é suportado pela maioria dos aparelhos. Neste tutorial você vai poder aprender como fazer VCD com qualquer vídeo você tenha em Div-X. O formato de vídeo mais popular hoje em dia e que oferece mais qualidade em menor tamanho é sem dúvida o Div-X. O Div-X na verdade é uma variação (hack) do MPEG4, então ele também é da famosa família MPEG. O MPEG de maior qualidade é o MPEG2, que é a codificação de vídeo dos DVDs. O MPEG2 também é usado para criar SVCDs (Super Video-CD), mas isso já sai fora do escopo deste tutorial, apesar dos métodos serem bastante parecidos...

      (Adicionado: 2ªf Nov 27 2006 | Visitas: 167 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Configurando o LILO

      Configurando o LILO. Seção de configuração Global. Seção de configuração de partições. Mensagens de erro do LILO. Mega-exemplo. Instalando o LILO.

      (Adicionado: 2ªf Nov 27 2006 | Visitas: 172 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Criando um file server "transparente" no Linux

      Criando um file server "transparente" no Linux. Compilando o X-Chat. Quem acessa IRC deve saber o que é um file server. Um file server é um "programa" de IRC que fica em um certo canal, servindo arquivos livremente para as outras pessoas. No Windows isso já é uma realidade bem comum, mas no Linux é algo um pouco ainda oculto. Este tutorial ensina à qualquer usuário que tenha uma conta shell em um sistema Linux à montar seu file server, e não necessita nem de interface gráfica...

      (Adicionado: 2ªf Nov 27 2006 | Visitas: 161 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Dispositivos e distribucoes no Linux

      O que são dispositivos?. Montando os dispositivos. Comentários das distribuições Linux. Um dispositivo é todo o componente de hardware, e do sistema operacional. Um dispositivo é "algo especial" que é compartilhado com o Kernel, ou seja, um exemplo de dispositivo são as impressoras, CD-ROMs, modems, portas, mouse, HDs, etc. No Linux, os dispositivos físicos são tratados como arquivos. Estes arquivos são um tipo especial no sistema de arquivos e se encontram no diretório /dev. Se você der um ls neste diretório, verá que existe um pouquínho de arquivos (Bota pouquinho nisso). Cada arquivo neste diretório corresponderá a um dispositivo de acordo com o seu tipo...

      (Adicionado: 2ªf Nov 27 2006 | Visitas: 172 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Legendando vídeo

      Como sempre tem gente interessada em aprender a criar as legendas para o tanto de Animes que tem por aí, resolvi criar um tutorial para ajudar no aprendizado de quem está iniciando. O programa que usaremos aqui para criar o script das legendas é o Sub Station Alpha, que é o mais usado por todo mundo. Existem outros programas como o BakaSub (pra Linux), mas ensinarei aqui apenas como mexer com o Sub Station Alpha. Depois do script criado usaremos o VirtualDub para aplicar as legendas no vídeo e produzir o Anime traduzido. Antes de mais nada, você vai precisar destes dois programas, não? Você também precisará de um plugin adicional para aplicar o script das legendas no VirtualDub.

      (Adicionado: 2ªf Nov 27 2006 | Visitas: 172 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Algoritmos I

      O que é um algoritmo?. Como representar um algoritmo?. Qual a utilidade do algoritmo?. Analise de algoritmo. Por que estes números de execução?. Ordem de Crescimento. Notações Assintóticas.

      (Adicionado: 3ªf Nov 07 2006 | Visitas: 158 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Algoritmos II

      Recursão. Qual o custo desse algoritmo?. Novo custo. Números de Fibonacci. Substituir um loop. Outros exemplos. Ordenação. O que é um vetor?. No que consiste a ordenação?. Por que ordenar?. Algoritmos que iremos estudar. Ordenação por Inserção. Qual a lógica?. Custo.

      (Adicionado: 3ªf Nov 07 2006 | Visitas: 177 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Algoritmos III

      Ordenação por seleção. Funcionamento. Exemplo de Funcionamento. Custo. Mini-Poker. Objetivos. Enunciado. Comentários sobre os problemas de olimpíadas. Por onde começar?. Desenvolvimento. Programa Completo. Comentários sobre o problema.

      (Adicionado: 3ªf Nov 07 2006 | Visitas: 161 | Colocação: 2.00 | Votos: 1) Avaliar
    • Algoritmos IV

      Conclusão sobre Ordenação. Então pra que servem os outros?. E como se usa o qsort() no C?. Os grafos e o orkut. Pra quê serve o grafo?. Definições até agora. Grafos Orientados. Grau dos Vértices. Onde mais posso utilizar grafos?.

      (Adicionado: 3ªf Nov 07 2006 | Visitas: 180 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Algoritmos V

      Representando Grafos na Programação. Cada vértice é um número. Matriz de Adjacência. Relações do nosso grafo. Simetria. Problemas da OBI. Descobrir o grau de cada vértice. Lista de Adjacência. Como implementar. Qual a representação que devo utilizar?.

      (Adicionado: 3ªf Nov 07 2006 | Visitas: 167 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
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