Ecologia

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    • Gestão ambiental e sustentabilidade (nuevo) 

      Uma proposta para o tratamento dos resíduos da construção civil de Santiago-rs. A preservação do meio ambiente é hoje uma preocupação mundial. O homem, através dos tempos, vem buscando o desenvolvimento a qualquer preço, que muitas vezes culmina com graves impactos socioambientais. Podemos citar como exemplo desses impactos, a má destinação dos resíduos da construção civil. Sabemos que o setor da construção civil gera empregos, infraestrutura, renda, viabilização de moradia e etc., porém, carece de uma firme política para a destinação de seus resíduos sólidos. Nesse âmbito, "Gestão Ambiental e Sustentabilidade: uma proposta para o tratamento dos resíduos da construção civil de Santiago", tema deste trabalho, tem como objetivo a realização de estudos, visando a implantação de uma Estação de Britagem, como alternativa para a destinação dos RCD do Município. Para a obtenção das informações necessárias para o desenvolvimento, utilizaram-se pesquisa bibliográfica, contatos pessoais e visitas in loco para a coleta de dados. Ressaltam-se, também, as bases legais e as práticas possíveis dos produtos resultantes do beneficiamento, e ainda, a importância de um inventário da situação dos resíduos como base de dados para um gerenciamento eficaz. Por fim, são apresentadas sugestões para trabalhos futuros que poderão subsidiar o estudo e a elaboração de um plano integrado de gerenciamento dos resíduos da construção civil, adequado ao Município de Santiago.

      (Adicionado: 4ªf Maio 20 2009 | Visitas: 47 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • O perfil do Educador Ambiental do ensino fundamental em São Francisco Do Sul – SC (nuevo) 

      Educação ambiental na educação brasileira. A formação do educador ambiental. A educação ambiental no mundo e no município de São Francisco do Sul-SC. Cenário crítico e fatores intervenientes na educação ambiental. Diante de tantos problemas de ordem ambiental, causados pela ação do homem sobre a natureza, é urgente que se encontrem alternativas para mudar este quadro em prol do equilíbrio ambiental e do desenvolvimento sustentável. O papel do professor do Ensino Fundamental para a efetivação da Educação Ambiental nas comunidades é fundamental e decisivo para uma mudança de atitudes a fim de contribuir para um melhoramento geral do espaço ambiental e das relações entre os seres que coabitam os mais diversos tipos de ambientes no Planeta Terra. No campo da educação, o Tema Educação Ambiental tem papel altamente relevante dentro dos currículos escolares, enquanto Tema Transversal, a ser desenvolvido por todas as disciplinas regulares, com a finalidade de promover a sensibilização para a conscientização dos alunos do Ensino Fundamental para a preservação do meio ambiente, como forma de garantir a sobrevivência do planeta para as futuras gerações. Na percepção do problema, o que se observa é que crianças, jovens e até mesmo adultos, compreendem a preocupação com o meio ambiente pela vivência diária com a poluição e a degradação do meio nos mais diversos aspectos, porém, essa compreensão não basta para que internalizem a importância de se conscientizarem realmente e mudar as atitudes para que haja a preservação deste desde o micro, suas casas, escolas, bairros, ao macro, suas cidades, florestas, rios, montanhas, desertos e todo o planeta como ser único e interdependente.

      (Adicionado: 4ªf Jan 28 2009 | Visitas: 125 | Colocação: 8.00 | Votos: 1) Avaliar
    • Rotas do paludismo. Os naturalistas e a introdução de espécies (nuevo) 

      Estivesse ou não doente Francisco Newton em Cabo Verde, ele que, depois de em aparência ter passado dez anos em São Tomé, a queixar-se de febres e delírio, escrevia a Bocage, de Portugal, referindo-se ás doenças metropolitanas, e são dele os sublinhados: "Temos um turbilhão de doenças sem numero, quasi todas terminadas em ite. Em Africa temos apenas as febres, que eu nunca lá tive." (2). Estivesse ele ou não a tomar sais de quinino, o que relata corresponde aos sintomas e tratamento do paludismo. Também corresponde á verdade a descrição das consequências da seca, esse drama que muito mais vidas ceifava nas ilhas do que a malária. Na correspondência dos naturalistas, é constante esta queixa, e bem sabemos das baixas que atingiram as equipas nas suas missões de estudo nas regiões tropicais, sobretudo no século XVIII. Aliás, o sezonismo abrange a quase totalidade das regiões tropicais e subtropicais, e até há poucas décadas era ainda um flagelo em Portugal continental. Também sabemos, ainda através dos naturalistas, que os regressados de férias na metrópole muitas vezes encontravam em São Tomé uma população branca de novas caras na sua maioria, porque entretanto muitos tinham ido ocupar o lugar deixado pelos falecidos. Mas desde tempos remotos é conhecido que o paludismo dizimou exércitos, impediu a penetração do europeu no interior de vastas colónias, criou obstáculos á construção de obras de grande envergadura. Um exemplo não muito distante bastará para nos elucidar quanto á extensão da calamidade: numa frente asiática da Segunda Grande Guerra, morreram quarenta mil homens em combate e duzentos e cinquenta mil de doenças várias, maioritariamente paludismo, isto apenas entre os aliados (Gordon, 1949). Em 1943, Soeiro & Rebelo ainda comentavam que o continente negro era fracamente povoado, o que se devia sobretudo ao paludismo e á doença do sono. Só uns quatro milhões de brancos numa população total inferior a 150 milhões.

      (Adicionado: 4ªf Dez 31 2008 | Visitas: 151 | Colocação: 9.00 | Votos: 1) Avaliar
    • As algas marinhas e respectivas utilidades (nuevo) 

      O litoral português, com um total de 830 quilómetros comporta, separados por grandes areias, extensões rochosas, muitas delas ricas em algas. Grande parte das zonas costeiras encontram-se muito expostas à acção do mar (Lewis, 1964) e as algas do patamar médiolitoral encontram-se sobretudo no horizonte inferior, delimitado pelo nível mínimo da maré baixa (Múrias, 1994; Pereira, 1996b). Ardré (1970; 1971), que estudou exaustivamente a flora algal portuguesa no final da década de 60 (do século passado), identificou e descreveu 246 espécies de Rhodophyceae, 98 Phaeophyceae e 60 Chlorophyceae, números que não se alteraram significativamente desde então (Sousa-Pinto, 1998). A costa portuguesa apresenta um gradiente acentuado na distribuição da flora algal. A flora do patamar médiolitoral do Norte do país é similar à encontrada na zona central da Europa (Bretanha e Sul das ilhas Britânicas). A flora algal do Sul do país é, no entanto, bastante diferente, havendo aí uma nítida influência do Mediterrâneo e da zona Norte da costa ocidental Africana (Sousa-Pinto, 1998; Afonso et al., 2000).

      (Adicionado: 3ªf Dez 30 2008 | Visitas: 141 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Aquecimento Global: Fatos e Previsões (nuevo) 

      Artigo elaborado como trabalho final da disciplina Ciência do Ambiente (BE 310) no primeiro semestre de 2007 para obtenção de créditos. O aquecimento global, um fenômeno natural muito importante para se criar as condições de prosperidade para vida neste planeta, devido a ações do próprio homem, pode ter conseqüências desastrosas em muitos setores num futuro próximo, como será explicado no corpo do artigo. Inicialmente, porém, na introdução, explica-se a física do efeito estufa e alusões a fatos históricos relacionados são feitas. A introdução termina com a previsão do mapa do mundo do futuro, caso caminhemos neste mesmo caminho que temos caminhado, conforme mostram dados estatísticos. Explicam-se, em seguida, os ciclos do carbono e do oxigênio na natureza, mostrando que, catalisada pela energia solar, a fotossíntese converte o gás carbônico (cujo reservatório é a atmosfera) em açúcar para sua sobrevivência e libera oxigênio molecular de volta á atmosfera. Os seres aeróbicos convertem-no em gás carbônico novamente em sua respiração. Este ciclo, que garante a permanência de espécies (inclusive o Homo Sapiens), vem sendo perturbado todos os dias de várias formas diferentes, podendo acarretar em calamidades naturais.

      (Adicionado: 3ªf Dez 09 2008 | Visitas: 161 | Colocação: 7.00 | Votos: 1) Avaliar
    • Gestão da qualidade total em recursos hídricos - Os recursos hídricos e seu gerenciamento (nuevo) 

      A Lei 9.433 de 08. 01. 97 institui a Política Nacional de Recursos Hídricos, para executar a qual cria o Sistema Nacional de Recursos Hídricos. Trata-se de um corpo legal amplo e profundo, cujos fundamentos básicos são os seguintes: A água é um bem de domínio público. A água é um recurso natural limitado, dotado de valor econômico. Em situações de escassez, o uso prioritário dos recursos hídricos é o consumo humano e a dessedentação de animais. A gestão dos recursos hídricos deve permitir o uso múltiplo das águas. A bacia hidrográfica é a unidade territorial para implementação da Política Nacional de Recursos Hídricos e atuação do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos. A gestão dos recursos hídricos deve ser descentralizada e contar com a participação do Poder Público, dos usuários e das comunidades.

      (Adicionado: 3ªf Out 28 2008 | Visitas: 185 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • A Filosofia das Agroflorestas (nuevo) 

      Classificação, sistemas e práticas agroflorestais. A importância da Biodiversidade nos sistemas agrícolas. Pragas em agrossistemas diversificados. Quais as vantagens econômicas da produção em Agroflorestas?. Transição do modelo convencional para o agroecológico. Preparo do solo, manejo, capina e poda. Este trabalho conceitua as agroflorestas como alternativa ao modelo agrícola (tecnológico) adotado depois da segunda guerra mundial.

      (Adicionado: 2ªf Out 27 2008 | Visitas: 171 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Prevenção à Poluição x Ecologia Industrial (nuevo) 

      Programas de Prevenção á Poluição. Mecanismos de controle da poluição. A produção mais limpa no setor sucroalcooleiro. Estudar as formas de prevenir e controlar a geração de poluição inerente a toda atividade antropogênica como a transformação de matérias-primas em diversos processos ajuda na conservação dos ambientes naturais. O ser humano necessita do meio para viver, para adquirir matérias-primas e transforma-las em bens de consumo. Pois bem, tudo isso é muito natural, porém, conforme será visto ao longo do trabalho, a humanidade está destruindo esses recursos de que tanto depende.

      (Adicionado: 2ªf Out 27 2008 | Visitas: 179 | Colocação: 5.33 | Votos: 3) Avaliar
    • Ativo e passivo ambiental (nuevo) 

      Função social da empresa e o meio ambiente. Origem e aplicação de recursos no meio ambiente. Lucro e o meio ambiente. Critérios de avaliação do meio ambiente natural. Exaustão de recursos naturais. Conclusão. Palavras chaves. Social, meio ambiente, lucro, balanço social e poluição. Cresce, a nível mundial, a preocupação com a riqueza das células sociais em relação ao meio ambiente natural e, assim, se criou a Contabilidade Ambiental algumas vezes chamada, também, Contabilidade dos Recursos ou Contabilidade Econômica e Ambiental Integrada graças ao apoio generoso da Fundação C. S. Mott, de Flint, Michigan, Estados Unidos.

      (Adicionado: 4ªf Out 22 2008 | Visitas: 184 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Educação Ambiental e o pensamento complexo (nuevo) 

      Neste artigo apresento a pesquisa de Mestrado que foi realizada junto a moradores de comunidades do entorno do Parque Natural Municipal Morro da Manteigueira, em Vila Velha, ES. O objetivo dessa investigação foi o de identificar espaços de aprendizagem comunitária, que apresentassem reflexões, atividades e práticas discursivas focadas nas questões socioambientais da região. A partir da teoria da complexidade e por meio de uma perspectiva transdisciplinar, foram realizadas entrevistas, com base na metodologia da História Oral, entre os participantes de uma forma de organização social local denominada Fórum Permanente da Bacia do Rio Aribiri. As entrevistas foram transformadas em histórias e analisadas com o foco em aspectos que revelassem as junções e disjunções socioambientais da região, aspectos simbólicos do imaginário dos sujeitos, além de possíveis perspectivas para a Educação Ambiental. As histórias reunidas apresentaram um grande potencial de religação entre os sujeitos, sua história, sua comunidade e seu ambiente.

      (Adicionado: 2ªf Out 20 2008 | Visitas: 180 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Educação Ambiental transdisciplinar em comunidades urbanas (nuevo) 

      Este artigo constitui-se em um relato de pesquisa, no qual pretendo discutir possíveis interfaces entre a teoria da complexidade, a transdisciplinaridade e a educação ambiental em comunidades urbanas. Esta intenção emergiu da pesquisa que estou desenvolvendo junto às comunidades do entorno do Parque Natural Municipal Morro da Manteigueira , no Município de Vila Velha - ES. Nela, pretendo investigar como estas comunidades constroem saberes ambientais e tecem suas relações entre si, com o Parque e em diversos espaços, constituindo, desta forma, comunidades de aprendizagem. Neste sentido, acredito que a Educação Ambiental, a partir de uma abordagem transdisciplinar, possa aproximar-se das pessoas, em seus mais diversos espaços, para fomentar reflexões sobre processos históricos das relações sociedade e natureza, que possam fazer sentido para os grupos envolvidos e levar à possibilidade de constatação de vários níveis de interesses e percepções simultáneos e concorrentes nas questões ambientais, para que se possa construir coletivamente caminhos possíveis para uma vida com mais qualidade.

      (Adicionado: 2ªf Out 20 2008 | Visitas: 181 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Recursos naturais não renováveis e desenvolvimento sustentável (nuevo) 

      O termo foi utilizado pela primeira vez em 1980 pela a Aliança Mundial para a Natureza (UICN). Em 1983, a Assembléia das Nações Unidas encomendou um relatório à comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, presidida pela Primeira Ministra da Noruega, Sra. Brundtland. Sua equipe era composta de 22 membros internacionais, entre os quais ministros de estado, cientistas e diplomatas. O relatório desta comissão, publicado em abril de 1987 e posteriormente denominado "Nosso Futuro Comum", vem difundindo o conceito de desenvolvimento sustentado, que passou a figurar sistematicamente na semántica de linguagem internacional, servindo como eixo central de pesquisas realizadas por organismos multilaterais e mesmo por grandes empresas. Relatório este no qual se dizia que um desenvolvimento é duradouro quando "responde às necessidades do presente sem colocar me perigo as capacidades das gerações futuras para fazer o mesmo". Isso denota a preocupação do ser humano já na década de 80, pós-guerras e industrialização das grandes potências mundiais, assoladas por intemperes climáticas causadas pelos gases e detritos da indústria pesada, em melhor gerir o meio ambiente.

      (Adicionado: 5ªf Out 16 2008 | Visitas: 214 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Percepção Ambiental dos Membros do 7º Fórum de Saneamento e Meio Ambiente de Penápolis - SP

      Percepção Ambiental dos Membros do 7º Fórum de Saneamento e Meio Ambiente de Penápolis - SP Frente à Problemática do Saneamento. Participação social na gestão das políticas de saneamento é direito do cidadão e dever do gestor público. Penápolis (SP), cidade guia do Plano Municipal de Saneamento Ambiental, é conhecida por sua experiência em gestão social e universalização do saneamento. Este estudo teve como objetivo avaliar a percepção ambiental dos participantes do 7º Fórum de Saneamento e Meio Ambiente de Penápolis (FSMA), ocorrido em março de 2006. No total, 677 indivíduos participaram do 7º FSMA, sendo 98,4 % deles domiciliados no meio urbano. Cento e dezenove participantes do 7º FSMA responderam a um questionário constituído por 42 questões objetivas abordando questões relativas ao acesso à informação, representatividade social e política, abastecimento de água e meio ambiente. A amostra foi baseada no perfil dos participantes do 7º FSMA. Dentre os entrevistados estavam 70 profissionais de ensino fundamental e médio das escolas municipais, 13 estudantes universitários, 18 lideranças sociais e 18 conselheiros e funcionários do Departamento Autônomo de Água e Esgoto (DAEP). A maioria eram mulheres (78 %), 73,5% tinham escolaridade de 3º grau, 55,7% estavam na faixa etária de 26 e 45 anos, e 75% tinham renda familiar entre 3 e 6 salários mínimos. A maioria (71%) lê jornal e acessa a internet com freqüência.

      (Adicionado: 3ªf Ago 19 2008 | Visitas: 206 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Aquecimento Global: Fatos e Previsões

      O aquecimento global, um fenômeno natural muito importante para se criar as condições de prosperidade para vida neste planeta, devido a ações do próprio homem, pode ter conseqüências desastrosas em muitos setores num futuro próximo, como será explicado no corpo do artigo. Inicialmente, porém, na introdução, explica-se a física do efeito estufa e alusões a fatos históricos relacionados são feitas. A introdução termina com a previsão do mapa do mundo do futuro, caso caminhemos neste mesmo caminho que temos caminhado, conforme mostram dados estatísticos. Explicam-se, em seguida, os ciclos do carbono e do oxigênio na natureza, mostrando que, catalisada pela energia solar, a fotossíntese converte o gás carbônico (cujo reservatório é a atmosfera) em açúcar para sua sobrevivência e libera oxigênio molecular de volta à atmosfera. Os seres aeróbicos convertem-no em gás carbônico novamente em sua respiração. Este ciclo, que garante a permanência de espécies (inclusive o Homo Sapiens), vem sendo perturbado todos os dias de várias formas diferentes, podendo acarretar em calamidades naturais. Na parte final do trabalho, sugerem-se certas providências para que usemos de forma mais sustentável os recursos naturais para preservá-los para as futuras gerações. Artigo elaborado como trabalho final da disciplina Ciência do Ambiente (BE 310) no primeiro semestre de 2007 para obtenção de créditos.

      (Adicionado: 6ªf Jun 20 2008 | Visitas: 254 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Riscos ambientais na Bacia Hidrográfica do Ribeirão das Pedras, Campinas / São Paulo

      Este trabalho trata dos riscos ambientais na Bacia Hidrográfica do Ribeirão das Pedras, uma importante sub-bacia do Ribeirão das Anhumas, no Município de Campinas, Estado de São Paulo. O Ribeirão das Pedras drena águas do Distrito de Barão Geraldo e dos Bairros Santa Genebra, Jardim Costa e Silva, Alto Taquaral, Jardim Primavera e outros. Nesta bacia se localizam os campi de diversas instituições de ensino e pesquisa como a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e a Pontifícia Universidade Católica de Campinas, além de diversas indústrias e estabelecimentos comerciais de grande porte. Na área da bacia, 29,7 km2, residem cerca de 36 mil habitantes, totalizando mais de 1200 hab/km2. O mapa final, elaborado com base na representação proposta por Journaux (1985), utilizou dados adquiridos em trabalhos de campo, além de outros resultados do Projeto Anhumas – FAPESP. Dentre o total de 120 situações de riscos mapeadas, os maiores, em área, foram identificados como riscos relacionados ao cultivo agrícola, com a utilização de agrotóxicos e o cultivo de Organismos Geneticamente Modificados (OGM), além das situações de riscos especiais, relacionados à presença da Unicamp e do Shopping Parque D. Pedro como as principais fontes de riscos da Bacia. Ao final, são feitas sugestões de continuidade para o estudo de riscos ambientais utilizando o mapeamento participativo de riscos e a proposta de cartografia elaborada com base em Journaux (1985).

      (Adicionado: 5ªf Abr 24 2008 | Visitas: 289 | Colocação: 10.00 | Votos: 1) Avaliar
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