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    • A origem e a implementação do neoliberalismo no mundo e no Brasil (novo)  - A gênese do neoliberalismo – Friedrich A. Hayek. Hayek diverge de John Maynard Keynes. A planificação estatal leva ao "Caminho da Servidão". As idéias neoliberais implantadas no mundo. Consenso de Washington: revisão do neoliberalismo. Idéias neoliberais implantadas no Brasil. Conseqüências das políticas neoliberais no Brasil. Qual globalização?. Este capítulo procura discutir as transformações do Estado brasileiro nos últimos oito anos. A intenção é demonstrar, ao mesmo tempo, as conseqüências das políticas neoliberais nos países de economia emergentes, no caso o Brasil, essencialmente no que se refere às questões sociais e econômicas. Para isso, procurou-se entender a origem da ideologia político-econômica do capitalismo denominada neoliberal (globalização do mercado), a partir da leitura da obra O caminho da servidão, de Friedrich Won Hayek e a sua discordância com as teorias keynesianas.
      (Adicionado: Mie May 27 2009 | Visitas: 15 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • O planejamento e controle da produção na indústria de revestimentos cerâmicos (novo)  - Perfil nacional da indústria de revestimento cerâmico. Considerações a respeito do PCP. Metodologia. A empresa objeto de estudo. O PCP na indústria cerâmica. Este trabalho é resultado de uma observação realizada em uma empresa de revestimento cerâmico, localizada no estado de Paraíba, com o objetivo principal de descrever as atividades de planejamento e controle da produção desenvolvidos nesta empresa, assim como a sua estrutura produtiva. A partir das informações obtidas, constatou-se que a empresa não apresenta as características formais, descritas na literatura, a respeito do Planejamento e Controle de Produção – PCP, consequentemente não tem um setor específico para este fim. A empresa realiza as atividades de PCP, desde a programação até o seu controle, de forma bastante simplificada e não claramente delimitada. No entanto, os seus objetivos de produção são alcançados satisfatoriamente.
      (Adicionado: Lun May 04 2009 | Visitas: 27 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • A amazonia e o mercado de carbono (novo)  - O Protocolo de Kyoto e a floresta Amazônia. A dinâmica socioeconômica e política do desmatamento da Amazônia. Os marcos regulatórios na Amazônia: entre o desenvolvimento econômico e a preservação ambiental. Os referenciais teóricos ou a busca de explicação teórica. A conservação da Amazônia e o mercado de carbono. Considerações finais: a inserção da Amazônia no mercado de carbono é uma proposta de desenvolvimento sustentável?. A Amazônia tem um destacado papel na crise ambiental global uma vez que, no Brasil, há mais emissões de carbono por o desmatamento e queimadas do que pela queima de combustíveis de origem fóssil. Para discutir a problemática e a importância da inserção da Amazônia no mercado de carbono, parte-se dos processos de ocupação e uso dos recursos naturais da floresta e das contradições na formulação das políticas para a região. Com base nos conceitos de direitos de propriedade, direitos econômicos e rede social demonstra-se que a política atual de gestão e concessão da floresta pode também ancorar-se no mercado de carbono para agir diretamente sobre o caráter ilegal e clandestino das atividades que depredam a floresta e diminuir os conflitos existentes.
      (Adicionado: Jue Abr 30 2009 | Visitas: 31 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Plano de metas: um ajuste econômico de recorte ortodoxo ou um projeto de expansão de cunho heterodox (novo)  - Este artigo busca mostrar as principais contribuições do Plano de Metas para o desenvolvimento do Brasil. Para tanto, os caminhos macroeconômicos são delineados, ou seja, procura-se mostrar se as políticas adotadas foram um ajuste econômico de recorte ortodoxo ou um projeto de expansão de cunho heterodoxo? O trabalho está estruturado em três partes, além desta introdução, sendo que a primeira parte versa sobre o processo de substituição das importações no Brasil apontando como este processo foi importante e necessário para a implementação do Plano de Metas, que é apresentado na segunda parte do trabalho. A terceira parte é dedicada às conclusões gerais sobre o assunto. Concluiu –se que o Plano de Metas foi um projeto autêntico de cunho desenvolvimentista na economia brasileira principalmente devido ao fato de ter sido cunhado por um grupo de pensadores heterodoxos. Este planejamento seguiu, em linhas gerais, os ideais da CEPAL sendo esta representada pelo grande pensador social Celso Furtado.
      (Adicionado: Jue Abr 30 2009 | Visitas: 33 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Valoração das externalidades negativas sobre a saúde geradas (novo)  - Valoração das externalidades negativas sobre a saúde geradas a partir da queima da cana-de-açúcar na região de Ribeirão Preto. A preocupação ambiental tem ganhado cada vez mais relevância em pesquisas acadêmicas, no meio jornalístico, no ambiente empresarial e entre a sociedade em geral. Um setor que opera produzindo poluição excessiva não gera um produto eficiente do ponto de vista social, gerando externalidades negativas para a sociedade. Esta pesquisa tem por objetivo avaliar as externalidades ambientais geradas pela queima da palha da cana-de-açúcar pré-colheita na região de Ribeirão Preto. O modelo de séries temporais do método dose resposta conseguiu mostrar que no período de agosto de 2004 a março de 2006, aproximadamente 8,5% das internações causadas por problemas respiratórios no Sistema Único de Saúde são devidas à queda da qualidade do ar produzida pela queima da cana, gerando um custo de quase um milhão de reais para o período.
      (Adicionado: Vie Mar 27 2009 | Visitas: 56 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Desenvolvimento urbano e regional e flexibilização produtiva da indústria têxtil: o caso das indústr (novo)  - Reestruturação industrial e terceirização do setor têxtil e confeccionista. Características e localização espacial das indústrias da confecção na microrregião de tubarão – sc. As indústrias domésticas. A partir da globalização da economia mundial e da política liberalizante do governo, que abriu o mercado nacional aos produtos estrangeiros, verifica-se, a partir dos anos 80, a desverticalização da cadeia produtiva têxtil estabelecendo novas relações de produção e de trabalho, inserindo as indústrias domésticas como ponta de cadeia do seu processo produtivo. O sul catarinense desenvolve-se baseado na economia carbonífera sendo que o município de Tubarão desenvolveu-se cumprindo um papel de centralidade microrregional e entroncamento viário, devido às funções realizadas de beneficiamento e distribuição do carvão. Com a retirada total dos subsídios estatais do setor carbonífero, a partir da década de 90, a microrregião encontra na indústria da confecção uma alternativa ao desemprego ao incorporar-se à cadeia produtiva das grandes empresas nacionais do setor têxtil.
      (Adicionado: Vie Mar 20 2009 | Visitas: 57 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • O FMI e o colapso da Argentina (novo)  - Hegel teve razão quando disse que, embora se recomende aos governantes, estadistas e povos que aprendam, preferivelmente, através da experiência da história, a experiência e a história ensinam é que os governantes e os povos nunca aprenderam qualquer coisa da história nem se comportam de acordo com suas lições. Este é o caso da Argentina, onde a convulsão social e política era perfeitamente previsível e afigurava-se inevitável, como conseqüência da crise econômica e financeira em que ela se abismou. A Argentina, sob o governo de Juan Domingo Perón (1946-1955), nunca ratificou a Carta da OEA e o Tratado de Bretton Woods, nem aderiu ao Fundo Monetário Internacional nem ratificou o Acordo Geral sobre Tarifas Aduaneiras e Comércio. Foi o Governo Provisório, chefiado pelo general Pedro Aramburu, que, em 1956, tomou todas essas e outras iniciativas, inclusive a de assinar uma série de acordos militares com os EUA, mediante os quais a Argentina aceitou o funcionamento permanente de uma missão militar norte-americana, no âmbito do Ministério da Defesa, com o objetivo de coordenar a uniformização dos armamentos a serem utilizados na defesa do hemisfério, e as esquadras de ambos os países passaram a realizar manobras conjuntas no Atlântico Sul.
      (Adicionado: Vie Mar 20 2009 | Visitas: 49 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Os EUA e a crise na Venezuela (novo)  - Em 1989, apenas alguns dias após a ascensão de Carlos Andrés Pérez, da Acción Democrática, à presidência, o povo saiu às ruas para expressar repudio ao pacote econômico, um duro plano de ajuste, nos moldes exigidos pelo FMI e que ele pretendeu aplicar. A violenta série de distúrbios e saques culminou com quase 300 mortos e o ambiente de descontentamento recresceu de tal modo que levou o tenente-coronel Hugo Chávez, comandando cerca de 300 efetivos, a tentar um golpe de Estado, em 3 de fevereiro de 1992. O golpe fracassou, mas Chávez tornou-se tão popular que se elegeu legal e legitimamente presidente da Venezuela, em 1998, à frente do Movimiento V República (MVR), com a promessa de promover "una revolución pacífica y democrática". Orientado princípio de que o povo integrado como nação constituía poder soberano podia romper revolucionariamente com o regime jurídico, político ou sócio-econômico que não se adequasse às suas aspirações ou que fosse obstáculo ao seu progresso, ele convocou um referendum para votar nova Constituição , aprovada por 71,21% dos eleitores, mudando as estruturas políticas e jurídicas e o nome do país para República Bolivariana de Venezuela. Essa Constituição rompeu o modelo democrático tradicional, dentro do qual durante 42 anos, dois partidos - Acción Democrática, de tendência social-democrata, e Copei (democrata-cristião) de centro-direita, repartiram o poder. E Chávez, cujo mandato de presidente da República foi ampliado para 6 anos e confirmado através de novas eleições realizadas em 2000, modificou não apenas as diretrizes econômicas como reorientou a política exterior da Venezuela, estreitando relações com Cuba, com a qual firmou um acordo para a venda de 53.000 barris diários de petróleo a preços de mercado, bem como com o Iraque e a Líbia, vistos como inimigos dos EUA.
      (Adicionado: Vie Mar 20 2009 | Visitas: 49 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Perdigão: tecnologia e reformulação dos negócios (novo)  - Em 16 de janeiro de 1995, o Dr. Nildemar Secches, engenheiro oriundo da indústria automobilística, assume a posição de diretor presidente da Perdigão. Seu grande desafio: conduzir um grupo empresarial que havia acumulado problemas financeiros agudos, que acabava de ter seu controle acionário modificado e que necessitava de amplas reestruturações, na busca contínua de competitividade. Os 55 anos de história do grupo registram vitórias e problemas de uma administração familiar. Na visão do novo presidente, a reestruturação da empresa nunca deveria ser um processo limitado, resumido a cortes de estrutura e de pessoal. Deveria ser um trabalho muito mais amplo e contínuo que efetivamente conduzisse à recuperação financeira e competitiva do grupo.
      (Adicionado: Vie Mar 20 2009 | Visitas: 53 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Brasil e os processos de integração regional: Mercosul/ALCA (novo)  - A "tradicional amizade" do Brasil com os Estados Unidos, da mesma forma que a antiga rivalidade com a Argentina, constitui, em grande parte, um estereótipo ideológico, manipulado, muitas vezes, com o objetivo de influenciar sua política exterior e conduzir, conforme determinados interesses, o funcionamento das relações internacionais, dentro do Continente Americano. Na verdade, as relações entre o Brasil e os Estados Unidos não foram sempre tão amigáveis, nem as relações com a Argentina, tão ásperas, como se supõe. No século XIX, o governo brasileiro suspendeu por três vezes (1827, 1847 e 1869) as relações diplomáticas com os Estados Unidos. No entanto, desde 1848, já se destinava ao mercado norte-americano a maior parte de suas exportações, em especial, as exportações de café. As relações entre os dois países somente melhoraram a partir de 1870 e o vínculo com os Estados Unidos, durante a primeira metade do século XX, refletiu uma situação de complementação econômica, em que o Brasil dependia em cerca de 60 a 70% das exportações de café e estas, na mesma proporção, do mercado americano.
      (Adicionado: Mar Mar 17 2009 | Visitas: 53 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • O Brasil como potência regional e a importância estratégica da América do Sul na sua política exteri (novo)  - América do Sul como conceito geopolítico. A América do Sul na política exterior do Brasil. O Brasil e os países da região amazônica. Mercosul versus ALCA. Conflitos na América do Sul. União de Nações Sul-Americanas. Era de incertezas e conflitos. Extensão territorial, poder econômico e poder militar são três fatores que devem ser considerados para qualificar um país como potência e compreender sua posição na hierarquia entre Estados. Estes são os fatores que permitem a um Estado atuar independentemente e influir sobre outros Estados e, portanto, determinar em que condições ele se expressa como potência regional internacional. Um Estado, que dispõe de potencial econômico, força militar e extensão territorial (assumindo, por suposto, que sua população seja correspondente ao espaço que ocupa), pode tornar-se hegemônico, o líder e o guia de um sistema de alianças e acordos de variado alcance.
      (Adicionado: Mar Mar 17 2009 | Visitas: 61 | Colocação: 2.00 | Votos: 1) Avaliar
    • Setor ferroviário (Brasil) (novo)  - As ferrovias brasileiras tiveram sua construção iniciada em meados do século XIX e possuem hoje 29.706 Km de linhas de tráfego, das quais 28.840 Km estão sob administração de empresas concessionárias. Boa parte da malha ferroviária do país concentra-se nas regiões Sul, Sudeste e Nordeste, atendendo parte do Centro-Oeste e Norte do país, com predominância da operação ferroviária no transporte de cargas. A situação dessa malha ferroviária era bastante precária, em função da baixa densidade territorial, falta de integração intra e intermodal, carência de investimentos e pequenas distâncias médias de percurso. Todavia, Mauro Dias, ex-presidente da Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários - ANTF, afirma que em dez anos a partir das privatizações, o setor colecionou resultados positivos: a capacidade operacional das ferrovias, no período de 1997 a 2006, aumentou 62% e a participação da malha no total da matriz de transporte do país cresceu de 20% para 26%, além disso, foram criados 14 mil postos de trabalho. As concessionárias investiram e alavancaram a produção ferroviária. De acordo com a Confederação Nacional do Transporte – CNT, o transporte sobre trilhos no Brasil representa aproximadamente 19,46% da matriz de cargas e 1,37% da matriz de passageiros, incluindo transporte metro e ferroviário.
      (Adicionado: Lun Feb 09 2009 | Visitas: 93 | Colocação: 9.50 | Votos: 2) Avaliar
    • Competitividade regional e globalização (novo)  - Esta tese discute as duas novas regiões brasileiras de fronteira agrícola, Balsas no Maranhão e Barreiras na Bahia, onde se produz soja. A discussão se dá entorno da cultura da soja, agindo como vetor da formação sócio-espacial de novas regiões de produção agrícola. As particularidades desta tese e o novo, estão no fato que a formação dessas duas regiões ocorre no período técnico-científico e informacional, inserindo-as no processo de globalização de forma competitiva. As duas regiões são competitivas, do ponto de vista da produção agrícola, pois tem tido a possibilidade de manter e aumentar sua produção de soja, tanto domesticamente quanto internacionalmente, melhorando cada vez mais sua performance técnica e econômica. Essas hipóteses são provadas, além de se propor um sistema de comparação de competitividade inter-regional, baseado em critérios definidos, que possibilita graduar qual região é mais competitiva que a outra. Palavras-Chave: competitividade - globalização - mundialização - geografia humana - região - competitividade regional - ronteiras agrícolas brasileiras - mercado internacional - soja - Balsas - Barreiras.
      (Adicionado: Mar Dic 30 2008 | Visitas: 116 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Reengenharia brasileira (novo)  - Descreve-se em linhas gerais as principais características da cultura flexível do brasileiro, as dificuldades nacionais na busca do desenvolvimento, as críticas e as explicação do atraso tecnológico, a comparação com a cultura anglo-saxã. A proposta da reengenharia como ferramenta para reformular os negócios em mercados instáveis como o Brasil e os alertas para a necessária mudança de postura para o sucesso deste processo. A entrada "atrasada" do Brasil na Revolução Industrial, que de fato não ocorreu de maneira uniforme em espaço e tempo, cujas razões são históricas e remontam aos tempos do Descobrimento e da maneira de ocupação deste espaço geográfico, colocou o Brasil em desvantagem competitiva no mundo dos negócios. Elaborando-se um paralelo recente entre o Brasil e os Estados Unidos da América, extremos de desenvolvimento e cultura, porém originários de um mesmo movimento: a época dos grandes descobrimentos, verifica-se que enquanto os EUA atravessam importantes momentos históricos no processo de industrialização no início do século XX, o Brasil era ainda essencialmente agrário e atrelado a monocultura cafeeira.
      (Adicionado: Mar Dic 30 2008 | Visitas: 109 | Colocação: 3.00 | Votos: 2) Avaliar
    • Reengenharia, tecnologia e RH (novo)  - A reengenharia de processos e a tecnologia, o papel do H como provedor de qualificação para a condução da mudança com sucesso por parte de seus executores. A comparação dos macro resultados do Brasil com os conceitos da reengenharia e com as considerações sobre os impacto das tecnologias. A formulação da hipótese do paralelo entre desemprego e gestão de pessoas para a mudança. A reengenharia por ser uma ferramenta radical de mudança nos processos da organização impõe grandes desafios á organização, muitos destes processos resultaram em sucesso e outros , mal empregados, resultam em fracassos. O redesenho dos processos na verdade implica na mudança de posicionamento das pessoas ao lidar com as etapas da mudança, e além da mudança. Esta exigência de mudança de posicionamento das pessoas está intimamente ligada a questão de adaptação as mudanças. As empresas não podem ser sistemas fechados e imutáveis, o grau de intervenção do ambiente nas organizações aumentou junto com a evolução dos meios de telecomunicação, transportes e com a integração dos mercados.
      (Adicionado: Mar Dic 30 2008 | Visitas: 116 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar

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