Economia

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    • A questão do emprego continua no século XXI (nuevo) 

      Abordam-se alguns aspectos da formação da mão de obra técnica e do desemprego como preocupação maior do Estado capitalista. Confronta-se a realidade do trabalhador com a tendência de se preferir mão de obra do nível superior e se discute a baixa remuneração da mão de obra técnica. Conclui que não é só responsabilidade do Estado a manutenção de programas de capacitação profissional, mas também a criação de meios que gerem mais empregos por meio do desenvolvimento. O final do século XX foi marcado por inúmeras preocupações quanto ao futuro, entre todas as preocupações a que mais assustou e ainda assusta é a questão do emprego, visto este ser a fonte direta para renda e sustento da maior parte da população no mundo. A relação capital-trabalho nunca foi pacífica. A preocupação com o emprego não ocorre apenas no Brasil, ocorre em todo o mundo e inclusive nos Estados Unidos, apenas para citar uma das mais poderosas economias globais.

      (Adicionado: 2ªf Dez 29 2008 | Visitas: 119 | Colocação: 1.00 | Votos: 1) Avaliar
    • As estratégias e pressões em torno do Mercosul (nuevo) 

      O Mercosul e a projeção política do Brasil, as incertezas e os temores dos empresários, os limites e objeções. As necessidades estratégicas para o desenvolvimento e a credibilidade do Mercosul e do Brasil rumo ao desenvolvimento de estratégias e alianças econômicas que projetem um Brasil rumo ao desenvolvimento. A organização do mundo em torno de blocos econômicos e não mais pelas ideologias levou ao acirramento dos mercados globais, as economias nacionais crescem menos do que os volumes internacionais de negócios (KOTABE et al. 2000, p. 73) e o interesse do autor pelo tema ocorre exatamente deste fato, pois a área de livre comércio formada pelo Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, o Mercosul, é uma decisão estratégica para o desenvolvimento da América do Sul (CORRÊAS 1998). A participação política do Brasil de maneira mais expressiva no cenário internacional de fato começou por volta dos anos 90. Entre os fatores que marcaram esta nova era da política externa brasileira pode-se citar alguns exemplos: a abertura da economia, a estabilização da economia interna com o fim da inflação, a formação do Mercosul, a reunião dos 11 presidentes latino-americanos em Brasília, a formação do G-X e a maior participação das tropas brasileiras em missões internacionais (Angola, Timor Leste e o mais recente no Haiti). "O envio do maior contingente brasileiro a serviço da ONU na história, iniciado em junho, é parte da tentativa do governo para assumir o papel de mediador em crises regionais e obter uma vaga permanente no Conselho de Segurança da ONU.." Este artigo tem o objetivo de apresentar e analisar alguns riscos e oportunidades para a estratégia brasileira na condução de sua política externa e os impactos nas empresas, envolvendo a discussão entre os possíveis acordos entre o Mercosul e a União Européia e também do projeto da ALCA e a hegemonia norte-americana.

      (Adicionado: 2ªf Dez 29 2008 | Visitas: 113 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • A crise do Mercosul (nuevo) 

      O Mercosul e os problemas internos que mais preocupam os países-membros. As dificuldades de acertos de divergências entre a Argentina e o Brasil, as controvérsias que abalam a credibilidade do Mercosul com impacto em setores específicos da economia de cada País. As dúvidas sobre o futuro do Mercosul e da capacidade política da Argentina e do Brasil. O interesse do autor pelo tema ocorreu do fato que o Mercosul é o maior e mais ambicioso projeto da política externa brasileira segundo o próprio Itamaraty (CORRÊAS, 1998) e assumiu a forma de um imenso compromisso de integração regional na América do Sul.

      (Adicionado: 4ªf Dez 24 2008 | Visitas: 118 | Colocação: 7.00 | Votos: 1) Avaliar
    • Combustíveis verdes - nova bandeira da diplomacia brasileira (nuevo) 

      Política e energia. O cenário mundial para os biocombustíveis. O mercado dos biocombustíveis da Argentina e seu potencial de crescimento. Influência do setor automobilístico na consolidação dos combustíveis verdes, a fórmula1. O governo Lula (de seu início á julho de 2008) e a consolidação do biodiesel. O objetivo do presente trabalho é mostrar que o presidente do Brasil, Lula, fazendo uso do prestígio internacional do Brasil, construído por décadas afora de uma atuação sempre presente da diplomacia brasileira e, diante das atuais mudanças que ocorrem no cenário mundial, vem aproveitar a oportunidade para divulgar as vantagens do uso dos combustíveis verdes. A América do Sul, assim como regiões da África, possuem vantagens comparativas que poderão tornar o etanol e o biodiesel em commodities negociadas em todos os principais centros financeiros do mundo. Diminuindo, portanto, a dependência excessiva do petróleo e gerando oportunidades para milhares de pessoas nos ditos países subdesenvolvidos a terem mais oportunidades de trabalho e geração de renda, promovidos pela política externa do Brasil como meio eficaz de mudança imediata para melhor.

      (Adicionado: 4ªf Dez 03 2008 | Visitas: 135 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • A política monetária e o papel do Estado para o desenvolvimento do País (nuevo) 

      "A economia política, considerada como ramo da ciência do estadista ou legislador, propõe dois objetivos distintos: primeiro, proporcionar uma renda abundante, ou subsistência para o povo, ou, mais propriamente, permitir-lhe proporcionar uma tal renda ou subsistência para ele mesmo; e segundo, suprir o estado, ou comunidade, com uma renda suficiente para os serviços públicos. Propõe-se a enriquecer o povo e o soberano" (ADAM SMITH, 1986:169), este último, hodiernamente, visto como o próprio Estado. Mas, "O que faz a riqueza de um país?", pergunta LEO HUBERMAN, autor da magistral "História da riqueza do homem" (1986:118). E o próprio ADAM SMITH, na obra supra citada, responde que "Um país rico, do mesmo modo que um homem rico, supõe-se que seja um país onde há abundância de dinheiro". Na esteira, assevera SMITH, "Que a riqueza consista no dinheiro, ou no ouro e na prata, é uma noção popular que naturalmente origina-se da dupla função do dinheiro, como instrumento do comércio e como medida do valor. Em conseqüência, quando temos o dinheiro, podemos mais rapidamente obter o que quer que precisemos. O grande afazer, sempre descobrimos, é conseguir dinheiro."

      (Adicionado: 4ªf Nov 19 2008 | Visitas: 124 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Contrastes e semelhanças nos processos de industrialização da China e do Japão (nuevo) 

      Este artigo relaciona o processo de industrialização realizado no Japão e na China, insere-os no tempo e relata a situação vivida em cada nação na época. é relatada a situação política dos dois países, para que se possa compreender melhor o contexto em que o processo foi realizado. Apresenta-se o histórico dessas nações e a sua. No final são comparadas as situações da implementação dos seus processos de industrialização, buscando suas semelhanças e contrastes.

      (Adicionado: 4ªf Nov 12 2008 | Visitas: 131 | Colocação: 9.30 | Votos: 10) Avaliar
    • A Questão do Preço Justo (nuevo) 

      Os efeitos mais imediatos da globalização frente as relações econômicas e jurídicas que dela decorrem começam a ser sentidos, tanto interna como externamente. O fato de maior relevância, talvez seja, a nosso ver, a evidente necessidade de ter-se regras claras e bem determinadas nas relações entre consumidores e fornecedores, bem como entre os próprios fornecedores naquele específico ramo recente do direito que se denominou de Direito da Concorrência. é nesse campo novo, vasto e ainda inexplorado que as relações entre empresas se darao de forma mais transparente que for possível, bem como margeadas e limitadas pelo direito, não enquanto apenas ciência mas como princípio basilar de "dar a cada um o que lhe é de direito, segundo uma medida". Vamos, apenas por um instante, reservarmo-nos a análise da dita medida contida na expressão acima, valendo-nos para tal intento, deste novo segmento do direito que surgiu como decorrência não apenas da globalização, mas também como desdobramento normal das relações jurídico-econômicas neste novo milênio.

      (Adicionado: 2ªf Nov 10 2008 | Visitas: 104 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • É preciso desonerar o contribuinte pessoa física com urgência (nuevo) 

      Desde 01/01/1998 estamos convivendo com a alíquota do IRPF de 27,5%, quando houve um aumento de 10% (a alíquota máxima era de 25% até 31/12/1997), justificado para que o Governo da época pudesse enfrentar uma "crise" na arrecadação tributária. Não houve alterações nas parcelas a deduzir e, apesar da inflação - por mais que se alegue pequena - os respectivos valores ficaram congelados por 4 anos. O POVO BRASILEIRO pagou a conta da crise econômica vivenciada no segundo mandato FHC. Depois tivemos uma pequena atualização da tabela e dos valores a deduzir, a partir de 01/01/2002, ficando congelado, novamente, por 3 anos (como se não houvesse inflação), já no Governo LULA, até 31/12/2005.

      (Adicionado: 5ªf Out 23 2008 | Visitas: 129 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Imposto de renda pessoa física pode ter redução imediata e com benefícios para todos (nuevo) 

      O contribuinte pessoa física vem sendo tributado com alíquota do IRPF de 27,5% desde 01/01/1998 (1), quando houve um aumento de 10% (a alíquota máxima era de 25% até 31/12/1997), justificado na época para que o Governo pudesse enfrentar uma "crise" na arrecadação tributária e para atender ao FMI. Tudo começa com o IR retido na Fonte e, para não alongar o texto, vamos trabalhar apenas com os valores do IRF (é preciso reajustar a tabela do IRF já e a tabela do IRPF para a próxima DIPF). Apesar do expressivo aumento não houve alterações na tabela de retenção, nas parcelas a deduzir e tão pouco no limite de isenção, mantidos os valores vigentes desde 01/01/1996 (isenção de R$900.00 e abatimento por dependente de R$.90,00). Apesar da inflação - por mais que se alegue pequena - os respectivos valores ficaram congelados por 6 anos. Pasmem! Foi assim que O POVO brasileiro pagou a conta da crise econômica vivenciada no segundo mandato FHC.

      (Adicionado: 5ªf Out 23 2008 | Visitas: 132 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Estudo do desempenho econômico-financeiro das maiores emissoras de televisão aberta do Brasil (nuevo) 

      O presente trabalho realizou um estudo relacionado à análise de desempenho das emissoras de televisão aberta tomando por base suas demonstrações contábeis. A partir da publicação Balanço Anual, editado pela Gazeta Mercantil, em sua edição de 2004, obteve-se uma amostra formada por 71 companhias. Estabeleceu-se uma segregação das amostras com a aplicação do indicador do modelo DuPont representado pela rentabilidade operacional dos ativos, sendo formados dois grupos distintos, o das companhias com desempenho superior e o das companhias com desempenho inferior à mediana calculada da amostra. Utilizando-se das técnicas de análise discriminante e da regressão logística, combinados com a metodologia stepwise de seleção das variáveis independentes de maior poder discriminatório, buscou-se identificar os fatores relevantes na avaliação do desempenho econômico-financeiro para as companhias que atuam neste segmento. A função discriminante e o modelo logístico apontados pela pesquisa obtiveram um desempenho superior a noventa por cento, no que diz respeito à capacidade de determinar e diferenciar adequadamente as companhias com desempenho superior, das companhias com desempenho inferior à mediana setorial determinada na amostra.

      (Adicionado: 3ªf Out 21 2008 | Visitas: 125 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Gestão da Qualidade Total em Recursos Hídricos (nuevo) 

      Este livro-texto deve ser considerado como preliminar. Com efeito, ele foi elaborado por um especialista em Qualidade Total, com formação em Agronomia; mas a área de Recursos Hídricos é claramente interdisciplinar, exigindo a participação de engenheiros civis, engenheiros sanitaristas, engenheiros agrônomos, geógrafos, sociólogos, administradores e profissionais com outras formações. A idéia básica a ser trabalhada é que a partir deste material surja uma interação profunda e fecunda entre os conhecimentos conceituais e técnicos aqui apresentados e o panorama real que o recurso água implica, tanto a nível de organizações públicas e privadas envolvidas, como das comunidades humanas que fazem uso de tão vital produto.

      (Adicionado: 2ªf Out 20 2008 | Visitas: 127 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • A diferenciação das economias: visões dos últimos 20 anos (nuevo) 

      Nos anos setenta, os problemas da diferenciação das estruturas materiais e sociais da economia apelavam essencialmente para que se concedesse atenção analítica à agricultura e ao mundo rural, tidos como os únicos elementos de variação relativamente à natureza urbana e industrial do capitalismo: o princípio e os fundamentos da heterogeneidade e da segmentação eram essencialmente de base sectorial, no plano produtivo, e cultural, no plano simbólico. De facto, não apenas o recurso teórico mais à mão era o que relevava da problemática marxista da articulação de modos (ou formas) de produção, como as referências empíricas principais eram também as que resultavam da questão camponesa, do problema da subsistência (ou resistência) da agricultura familiar, da dificuldade de alcançar a homogeneização dos modos de produzir através da integração mercantil e tecnológica.

      (Adicionado: 5ªf Out 16 2008 | Visitas: 95 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • A economia constitucional: o estado e as instituções na visão de um individualista radical (j. Bucha (nuevo) 

      Este texto enquadra-se nos interesses do autor pelo Estado e pelo lugar que a economia lhe tem reservado enquanto objecto de análise. Mas o seu conteúdo é muito mais específico: centra-se na contribuição de J. Buchanan para a formulação do programa de investigação designado "economia constitucional". A marca deste autor é muito forte, pois a sua análise é individualista, subjectivista e deliberadamente conservadora. Mas a análise tem também o grau de sofisticação suficiente para que se assinalem temas interessantes como o das decisões individuais que conferem mandatos e delegações constitucionais ou o da noção que a esfera pública comporta complexas relações institucionais. É, pois, de alguns dos temas de uma obra atenta à importância das normas e das instituições que aqui se trata, salvaguardando sempre as fortes divergências com o rígido conteúdo doutrinário e ideológico da teoria.

      (Adicionado: 5ªf Out 16 2008 | Visitas: 71 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • A economia impura: o mundo onde é necessário haver instituções e governação (nuevo) 

      Desde há muito que nos habituámos a lidar com temas como o dos limites ou das falhas do mercado. Do mesmo modo, é corrente discutir o Estado e o seu papel na economia, cuidando de saber se ele há-de ser maior ou menor, que atribuições lhe devem estar reservadas e quais as que ganham em ser vedadas à acção estatal. É fácil admitir que estes assuntos resultam da ideia de que o funcionamento da economia carece de articulações e de compatibilizações – isto é, de uma visão sobre a natureza plural dos mecanismos em que os sistemas económicos assentam e dos modos como são governados. Além disso, uma noção “humilde” sobre o funcionamento material concreto da vida obriga-nos a aplicar ao uso dos instrumentos conceptuais de que dispomos um “princípio da precaução” semelhante àquele que as incertezas ambientais tornaram necessário – o “processo da vida”, de que falava Veblen, é um processo “secular”, cheio de diferenciações, imperfeições, poderes diversos, contextos variados onde os actores socioeconómicos se capacitam ou são sujeitos a restrições. Séculos passados sobre o início da construção de paradigmas científicos modernos e iluministas, é também o nosso capital teórico e as suas gritantes insuficiências – na explicação, na previsão, na procura de sínteses – que nos recomenda o mesmo princípio de prudência.

      (Adicionado: 5ªf Out 16 2008 | Visitas: 81 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • A economia portuguesa: entre espanha e as finanças transnacionais (nuevo) 

      Os processos económicos contemporâneos são marcados por duas características muito fortes: mobilidades e territorializações. O que correntemente se chama globalização representa uma visão em que é central a noção de liberdade territorial dos agentes, pois o que está em causa é uma intensificação original das interacções socioeconómicas (seja nos planos interestatais, inter-regionais ou transnacionais, seja nos domínios económico, cultural, territorial ou simbólico). Assim sendo, a dependência face ao que é dotado de mobilidade e de capacidade de hierarquização sistémica tornar-se-ia geral, visto que estas são as qualidades dos agentes que têm poder de comando principal, os quais agem num plano aterritorial. O mundo estruturar-se-ia predominantemente a partir de relações de heteronomia. A convergência entre nações é, nestes termos, a regra, já que quer as estruturas de produção, quer as relações entre economia, sociedade, política e Estado, são influenciadas decisivamente pela concorrência, pelo determinismo tecnológico, pela mobilidade de capital, pela difusão das práticas “vitoriosas”, pela imitação.

      (Adicionado: 5ªf Out 16 2008 | Visitas: 87 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
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