Páginas: 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 [>>]
|
O Projeto Alegria acontece no Colégio Estadual Coronel Pilar com os alunos da Classe Especial, os inclusos e as suas turmas na Cidade de Santa Maria, RS, Brasil desde 2002. Quando inicia o trabalho na escola com a Metodologia Recreação e Cidadania e aprimora-se gradativamente. Na atualidade visa contribuir para desenvolver uma Educação Social de Qualidade, numa Cidade Educativa capaz de instigar pessoas a Inclusão Escolar e Social numa Cultura de Paz. O Projeto segue a Filosofia Educacional recomendada pela UNESCO para o Século XXI, através da educação, da ciência e da cultura. Deste modo a educação deve acontecer durante a vida e não apenas na escola, estendendo-se a todas as organizações para que favoreçam oportunidades de humanização e emancipação as pessoas. Justifica-se devido à necessidade em trabalhar a inclusão escolar e social de forma saudável, em função dos preconceitos e da depredação que vem ocorrendo na escola. O Projeto favorece o desenvolvimento da Aprendizagem e da Cidadania Pró-ativa aos alunos com autonomia e criatividade. Minimiza a violência, despertando por meio da arte e da sistematização os saberes, os princípios e os valores para a ética. De forma lúdica e recreativa desenvolve a consciência plena da cidadania pró-ativa quando estimula e motiva os alunos a participar associando teoria e prática. Oportuniza vivenciar a democracia e a formação do autor por meio das práticas pedagógicas inovadoras, para isto utiliza a Metodologia Recreação e Cidadania e a Educação Fiscal, como estratégias. Para humanizar e a emancipar as pessoas de forma alternativa e interativa com bons resultados. Instiga a sociedade a conhecer o paradigma inclusivo que se instala no mundo.
(Adicionado: 5ªf Ago 20 2009 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarO presente trabalho teve como objetivo analisar a relação entre a violência e os fatores que promovem o fracasso escolar na escola. Tomamos como referências de análise, o estudo das teorias de Maffesoli em Dinâmica da Violência (1987), Barreto em Bons e maus alunos e suas famílias, entre outros, possibilitando um conhecimento teórico que servirá como alicerce para a fundamentação de conceitos sobre violência e fracasso escolar. Utilizamos a observação como procedimento metodológico, onde analisamos o cotidiano de duas escolas públicas estaduais, analisando como ocorre e a violência na realidade dessas escolas, e em seguida comparamos os resultados dessas escolas com as taxas de fracasso escolar das mesmas. Observamos, que cada escola está às voltas com sua própria violência, com aquilo que ela pontua como violento, dependendo de critérios de valores, tradição e outros fatores. No entanto, nos resultados indicam que nem sempre a violência está atrelada ao fracasso escolar. Diante disso cabe a escola, possibilitar ao aluno o desenvolvimento de suas ações seja motora, verbal e mental, de forma que possa intervir no processo sócio-cultural e inovar a sociedade, fortalecendo as relações família-escola. Ao que indicam os resultados, a escola precisa promover ações que busque que promova um trabalho de respeito mútuo entre todos que participam dela, professores, alunos, pais, equipe gestora.
(Adicionado: 5ªf Ago 20 2009 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarO presente artigo aborda sobre a importância da Integração Escola-Família no Processo Pedagógico para uma educação de qualidade. A metodologia utilizada foi a pesquisa bibliográfica, na qual constatou-se que a relação escola X família é imprescindível, pois a família como espaço de orientação, construção da identidade de um indivíduo deve promover juntamente com a escola uma parceria, a fim de contribuir no desenvolvimento integral da criança e do adolescente. Atualmente, vive-se numa época em que a desintegração dos valores são os maiores obstáculos para o ser humano. Valores como ética e cidadania estão sendo banidos e deixados muitas vezes de fora da formação dos indivíduos. Nesse sentido, instituições sociais como a família e a escola não podem deixar que isso continue a acontecer sem fazer nada para mudar a situação. Assim, é preciso uma integração dessas duas instituições com objetivos em comum e com pessoal responsável e metodologias adequadas para se tentar resgatar esses valores tão importantes na formação do caráter dos educandos.
(Adicionado: 5ªf Ago 20 2009 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarEvolução da informática na escola brasileira. Formação do professor. Utilização da informática na educação. O computador como máquina de ensinar e como fermenta de ensinar. Software e aplicativos na educação. Recursos da internet. O presente trabalho tem como finalidade investigar o computador como instrumento pedagógico na sala de aula para quebra de paradigmas das aulas expositivas, que há tempo estão ultrapassadas, bem como sua capacidade de motivar os alunos na elaboração de trabalhos e pesquisas. Tendo o computador como meio de pesquisa e instrumento pedagógico o professor deve estar apto a ensinar e aprender com o aluno sendo crítico com os conteúdos encontrados na rede (Internet), ensinando os alunos a selecionar os sites e conteúdos mais adequados e confiáveis, descartando os inapropriados ou de pouca confiabilidade. O professor pode utilizar softwares pedagógicos, que ajuda a criança no raciocínio lógico, coordenação, leitura entre outros aspectos, por ser um recurso tecnológico inovador em sala de aula. Tornando as aulas mais atraentes, as crianças ficam mais interessadas no conteúdo, pois elas vêem o computador como entretenimento e não como uma obrigação.
(Adicionado: 5ªf Ago 20 2009 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarA reivindicação de valores baseados na solidariedade, igualdade, justiça, liberdade e paz, têm sido um dos propósitos das ações da Marcha Mundial das Mulheres. Nessa perspectiva, este artigo tem como pretensão refletir acerca da experiência educativa construída pelos movimentos sociais da Região Fronteira Noroeste do RS, por ocasião da passagem da Carta Mundial das Mulheres para a Humanidade, sendo esta uma das ações da Marcha Mundial das Mulheres, realizada no município de Porto Xavier – RS, em março de 2005. Esta experiência foi protagonizada pelos movimentos sociais, organizando-se a partir de oficinas sobre temáticas diversas, atividades culturais e partilhas de experiências de grupos formais e não formais da economia popular e solidária e teve por objetivo principal contribuir para a igualdade de gênero em todas as esferas sociais.
(Adicionado: 6ªf Maio 29 2009 | Visitas: 34 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarInaugurando, no Collège de France, a 7 de janeiro de 1977, a cadeira de semiologia literária, Roland Barthes pronunciou uma aula magna, designada Leçon, texto dado à luz em 1978, que se constituiu no ponto de partida para a "aventura semiológica", capitaneada pelo consagrado escritor. Passadas quase três décadas dessa pronunciação e tendo tomado diversos rumos a semiologia, não apenas a semiologia de cariz literário, fundada segundo o paradigma da lingüística, estruturada por Ferdinand de Saussure, convém investigar até que ponto as ponderações barthesianas ainda produzem significações e para quais horizontes elas apontam, sobretudo sob uma perspectiva semiológica, que enfoque questões de ensino, saber e poder.
(Adicionado: 6ªf Maio 29 2009 | Visitas: 37 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarUma conferência, uma palestra, um artigo, um texto, um ensaio, um livro: movimentos de autoria percebidos no sentido da partilha e do compartilhar. Partilhamos entre os nossos iguais e compartilhamos com os diferentes? Sínteses possíveis que residem no campo do desejo. Espaços e tempos da pluralidade, da busca, da construção, da desconstrução, enfim.. Este artigo é uma tentativa de síntese da conferência intitulada "A subjetividade do aprendente", pronunciada no VIII Encontro Regional de Psicopedagogia – "Inclusão: Uma Visão Psicopedagógica", realizado pela ABPp - Seção Brasília, na Universidade Corporativa dos Correios, no dia o4/10/2008.
(Adicionado: 5ªf Maio 28 2009 | Visitas: 32 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarO sentipensar: do que se trata?. Desafios de nosso tempo: uma síntese necessária. Contribuições da Psicopedagogia: a possibilidade do (re)encontro. Novos modos de ser e estar nas escolas, nas famílias e nas instituições, ou uma (res)significação do já vivido?. Apontamentos para uma conclusão em aberto. Este artigo é formado por um conjunto de reflexões apresentadas em forma da conferência, com o mesmo título, na V Jornada de Psicopedagogia, promovida pelo Núcleo Sul-mineiro da ABPp Associação Brasileira de Psicopedagogia, no dia 9 de agosto de 2008, em Varginha, Minas Gerais. Trata-se de uma tessitura focada nos desafios presentes em nossa contemporaneidade e em possíveis alternativas para seus enfrentamentos, colocando em destaque os facilitadores movimentos possíveis da Psicopedagogia. A abordagem aqui adotada é a de fazer uso de nossas possibilidades de autoria de pensamento e, com isso, colaborar e empreender processos de tomada de consciência a respeito das necessárias mudanças paradigmáticas, da mudança de nossos olhares e, principalmente, de nossas percepções sobre as demandas presentes nas famílias, nas escolas e nas instituições.
(Adicionado: 5ªf Maio 28 2009 | Visitas: 32 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarO olhar: metáfora recorrente e desejos de mudanças. Um novo olhar, tecendo a teia no aprender e no ensinar a magia da vida. Reflexão ou reflexões?. Intervenções psicosocioeducativas na mediação dos processos de aprender e ensinar. Educação como um cenário em permanente tessitura. Conhecimento, atitudes e habilidades, escolhas, princípios e inteligências: travessias e travessuras a serem feitas. Pressupostos para um novo olhar na teia mágica da vida. Através da Superintendência de Gestão de Rede, a Secretaria Estadual de Educação Rio de Janeiro, entre os meses de novembro e dezembro de 2008, realizou uma série de Jornadas Técnicas, intituladas "Inspeção Escolar: um novo olhar". Em tais jornadas, me coube fazer uma intervenção psicopedagógica como palestra, com o tema "Reconstruindo o olhar: da su(per)visão à co-visão". As idéias aqui entretecidas são oriundas de tais intervenções e o objetivo maior de sistematizá-las reside no desejo de seguir partilhando, enredando idéias para que, de fato, seja possível vislumbrarmos novos olhares em Educação.
(Adicionado: 3ªf Maio 26 2009 | Visitas: 41 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarTecendo a teia: fala/intervenção. Movimentos reflexivos, focados na formação: a Psicopedagogia no aprenderensinar. A formação continuada do psicopedagogo e no fomento aos processos de desenvolvimento da autoria de pensamento: o que estamos e podemos fazer?. Este pequeno artigo é a síntese de uma fala/intervenção proposta no VII Encontro Regional de Psicopedagogia, promovido pela ABPp Associação Brasileira de Psicopedagogia - Seção Santa Catarina, realizado no dia 22 de novembro de 2008, em Florianópolis.Trata-se de uma tessitura oriunda de diferentes processos reflexivos, focados na formação continuada do psicopedagogo, no fomento aos processos de desenvolvimento da autoria de pensamento e nos próprios movimentos de formação de nossas subjetividades enquanto profissionais e agentes de Educação e Saúde.
(Adicionado: 3ªf Maio 26 2009 | Visitas: 38 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarPresença do racismo em livros didáticos vs. formação de identidades. A representação dos negros no LD. Produzida e veiculada por vários meios que rodeiam a nossa vida, incluindo, principalmente, o ambiente escolar, a discriminação afeta a vida dos alunos ainda em processo de formação identitária. Assim, percebendo que os livros didáticos possuem forte influência na educação, esse trabalho teve como objetivo apresentar resultados parciais de uma pesquisa realizada como trabalho de conclusão de curso, na qual realizou-se um estudo com imagens e expressões de racismo, presentes em livros didáticos, percebendo se estes trabalham com a questão da discriminação e verificando de que forma a pessoa negra é representada socialmente nestes. Assim, apresenta-se como se constatou que, para a formação de alunos que saibam respeitar as diferenças, há a necessidade de um trabalho com essa questão em sala de aula, bem como uma maior preocupação com a formação de professores.
(Adicionado: 2ªf Maio 04 2009 | Visitas: 51 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarA educação popular no Brasil, ainda é tida como algo marginal, mesmo sendo aceita em algumas universidades. De forma geral, é vista como algo dos empobrecidos e empobrecidas. O feminismo, por sua vez, é mais diminuído, ainda, a ponto de não caber dentro da educação popular, porque evoca um poder popular incluindo as mulheres. O objetivo deste artigo é possibilitar a reflexão, ou fazer a provocação entre os temas Educação Popular e Feminismo: até onde se entrecruzam? Ou... poderia-se dizer, até onde combinam? Como aparecem juntos, ou, ainda, não foram pautados conjuntamente, e, por quê?
(Adicionado: 2ªf Maio 04 2009 | Visitas: 49 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarDesde os meus primeiros estudos e escritos sobre Psicopedagogia, minha atenção sempre está voltada à constituição do sujeito cognoscente. O sujeito que conhece nasce com, ou renasce com (cognoscere = nascer com). Muitas são as questões que se entrelaçam na construção da subjetividade humana, oriundas dos diversos campos do conhecimento que privilegiam o ser humano, tais como a Psicologia, a Psicanálise, a Sociologia, a História, a Antropologia e a Filosofia, que trazem complexas contribuições ao nosso tema. Conhecer é um aspecto fundamental na constituição do sujeito humano e este processo ocorre nas interações que este sujeito estabelece com os outros e com o mundo. Quando se conhece, o sujeito de faz outro, mesmo sendo o ser único que é. O sujeito vai se estruturando como tal na medida em que vivencia estas interações, num movimento permanente e dialético originado no início de sua própria vida e que ocorre gradativamente a partir do desenvolvimento do seu pensamento.
(Adicionado: 2ªf Maio 04 2009 | Visitas: 51 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarEnsaio de um pequeno (e possível) roteiro de reflexões. Introdução - Entre nós, a mudança: reflexões sobre o autorizar-se e o inscrever-se. Uma nova idade humana: da racionalização à racionalidade. Novos modos de aprender: amorosidade como possibilidade inclusiva. Conclusão: De novo o aprender, no tempo do fazer e do comunicar. Para saber mais (Bibliografia). A construção deste texto perpassou por uma série de reflexões que venho fazendo ao longo do meu caminhar como ensinante, eterno aprendente envolvido com as questões da aprendizagem e suas vicissitudes. Sua tessitura, feita num modelo de ensaio, foi idéia surgida a partir da leitura de um excelente texto publicado por Isnar Filho, onde ele nos ensina que a "grande vantagem do ensaio está na maior liberdade de expressão que ele concede ao seu autor. Regras, normas continuam valendo, mas há uma maior flexibilidade na escrita." (2) Portanto, este é um ensaio livre sobre inclusão, aprendizagem e novos paradigmas onde proponho alguns pontos de partida para nosso lidarmos com nosso mal-estar, nossas angústias e ansiedades quando pensamos sobre tais temas e, por eles, somos desafiados.
(Adicionado: 2ªf Maio 04 2009 | Visitas: 51 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarO presente artigo tem por objetivo apresentar e discutir uma atividade realizada com estudantes[1]de 10 a 16 anos da 4ª série de um CIEP da cidade de São Gonçalo, RJ. Esta atividade faz parte de um projeto de Iniciação à Docência composto por universitários de diversos cursos da Faculdade de Formação de Professores – FFP – da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ. O desenvolvimento deste trabalho deu-se em três etapas: 1 – produção de texto com tema Você é professor. Conte como foi seu dia; 2 – elaboração e correção de um jornal com textos produzidos; 3 – correção dos textos e produção de quadro comparativo, feito pelos alunos. A análise da atividade considerará duas perspectivas principais: a pedagógica, na qual apresentaremos a necessidade e a importância do ensino produtivo de língua portuguesa; e a discursiva, na qual verificaremos como discursos produzidos através dos textos explicitam vivências, necessidades e desejos destes estudantes.
(Adicionado: 5ªf Abr 30 2009 | Visitas: 53 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
Próximos 15
|