Educação

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    • A investigação da prática pedagógica com o projeto recreação e cidadania na Escola Municipal de Ensi

      A pesquisa desenvolvida na Escola Municipal de Ensino Fundamental Edy Maya Bertoia apresenta como Tema A Prática Pedagógica e o Perfil do (a) Professor (a). Tem como objetivo ampliar o estudo sobre as Práticas Pedagógicas com o Projeto Recreação e Cidadania na Escola Municipal de Ensino Fundamental Edy Maya Bertoia no intuito de delinear o Perfil do (a) Professor (a). A pesquisa favorece o conhecimento sobre a Educação Emancipadora e a Inclusão Social. Nos aspectos metodológicos é do tipo misto, de nível exploratório e descritivo. Numa linha de investigação sócio-educativa, desenvolvida por meio da pesquisa-ação. Estuda a escola como uma instituição capaz de desenvolver a aprendizagem, a cidadania pró-ativa e a inclusão social. A pesquisa justifica-se devido à mudança de paradigma, que vai do método tradicional ao emancipador . Parte do contexto histórico e da legislação. Fundamenta-se na Teoria da Complexidade de Edgar Morin (2001) e na Pedagogia da Consciência Crítica de Paulo Freire (1999). Identifica como o saber contribui na Gestão do (a) Professor (a). Apresenta uma análise institucional e educacional da experiência desenvolvida com o Projeto Recreação e Cidadania com alunos (as) e Professores (as) em busca da Educação Social, na qual avalia o seu potencial. Visa à humanização, a emancipação e a inclusão social, sendo capaz de desenvolver princípios e valores para a ética, e uma cultura de paz. O Projeto Recreação e Cidadania implantaram na escola uma nova modalidade de ensinar e aprender, que aceita as vivências, o diálogo e a problematização para desenvolver e aprimorar o saber. A experiência muito bem sucedida apresenta bons resultados, promoveu o aprendizado e resgatou a confiança das famílias na escola. Tornou-se referencia nacional e internacional pela ousadia em trabalhar com a Educação Fiscal e outros projetos inovadores concomitantemente. No final da pesquisa se apresentam algumas características indispensáveis ao Perfil do (a) Professor (a) para trabalhar com a inclusão escolar e social. No intuito de que possam ajudar as pessoas a desenvolver-se neste paradigma. Palavras-chave: Inclusão Social, Saberes, Práticas Pedagógicas, Projeto Recreação e Cidadania, Perfil do (a) Professor (a).

      (Adicionado: 2ªf Fev 23 2009 | Visitas: 45 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • A gestão escolar relativa ao processo docente educativo e o papel orientador do gestor

      Este artigo tem como objeto de estudo a gestão escolar relativa ao processo docente educativo e o papel orientador do gestor como o pedagogo máximo da escola e seus impactos no processo docente educativo no I e II ciclo da Escola Marechal Rondon. Refletir sobre o modo como as escolas estão organizadas é fundamental, pois esta reflete determinada concepção teórica, ao mesmo tempo, que mantém relação direta com a transformação da escola e do trabalho docente. Conclui-se que os fenómenos multifacetados e interligados do sistema educacional brasileiro tém interferido na construção da autonomia da escola, equalizando, e refletido na precarização das condições do trabalho docente. A temática sobre a melhoria da qualidade do ensino das escolas é algo que se discute e se rediscute há muito tempo. A reflexão acerca da gestão escolar relativa ao processo docente educativo e o papel orientador do gestor, tendo com pano de fundo o impacto nos resultados docente educativos. O gestor deve visar o sucesso de sua instituição, além de exercer sua liderança administrativa e pedagógica, visando à valorização e desenvolvimento de todos na escola. O gestor escolar deve agir como líder, pensando no progresso de todos que fazem parte de sua equipe. Ele deve ter consciéncia de que sua equipe não se limita a alunos, professores e demais funcionários internos da instituição.

      (Adicionado: 5ªf Fev 05 2009 | Visitas: 107 | Colocação: 9.50 | Votos: 2) Avaliar
    • Percepção da influência da prática de projetos extracurriculares

      Os profissionais da educação. Projetos pedagógicos. Desenvolvimento humano. O clube da árvore ecologia nota 10. Metodologia da pesquisa. Os índices de violência, de discriminação geral e de disparidade econômica, contribuem para a formação de uma sociedade carente de saúde, educação, saneamento básico, lazer e até de cultura. Tendo em vista todos estes problemas, as escolas precisam atuar de forma criativa para resgatar ou mesmo inovar a Educação enquanto forma de socialização, de inserção no mercado de trabalho e de aprimoramento do ser humano como ser racional, evoluído, responsável pelo meio onde vive. Deve-se ter em mente que o ensino eficaz é a tarefa mais difícil de ser executada porque, para que isto aconteça, torna-se necessário que o Educador consiga, através da motivação, convencer, ou até mesmo converter, essencialmente todos os seus alunos a serem responsáveis, tanto pela construção de sua história, como pelas mudanças a serem desenvolvidas para se ter um mundo melhor sem excluídos. A Escola de Educação Básica Santa Catarina de São Francisco do Sul, SC, agrega em sua comunidade pessoas dos mais diversos níveis sócio culturais. Os alunos que nela estudam vêm de todos os recantos da cidade onde está situada trazendo como bagagem vivências e costumes que nem sempre condizem com padrões sociais da educação sistematizada da escola.

      (Adicionado: 4ªf Jan 28 2009 | Visitas: 79 | Colocação: 10.00 | Votos: 1) Avaliar
    • Capoeira na escola: Entre o berimbau e o caderno

      Projeto de pesquisa apresentando ao Instituto Superior de Educação de Janaúba como exigência da disciplina trabalho de conclusão de curso do curso Normal Superior. Dedicamos este trabalho primeiramente à Deus que nos deu força para tornar real este trabalho, à todos aqueles que direta ou indiretamente contribuíram para sua realização, em especial a minha mães pelo apoio e incentivo nos momentos em que achei que não iria conseguir, aos colegas e ao meu filho Henry Gabriel.

      (Adicionado: 3ªf Jan 27 2009 | Visitas: 90 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Automedicação practicada por acadêmicos do curso de graduação em Enfermagem

      A automedicação é uma prática comum, inclusive entre universitários da área da saúde, no entanto, pode possibilitar agravos e mascaramento de doenças, interações medicamentosas e intoxicações. A automedicação vem sendo utilizada com maior intensidade no Brasil, em regiões carentes, cuja população não possui acesso à saúde, ou este é precário, e na classe média e alta cuja maior instrução confere maior confiança na prática da automedicação, sendo este o principal motivo do índice elevado da automedicação entre os alunos de nível superior da área da saúde. Estudos sobre o assunto preconizam que: a orientação dos profissionais de saúde e população geral; o desenvolvimento de políticas públicas para adequação de estrutura e recursos humanos em todas as unidades de saúde; bem como a fiscalização apropriada da divulgação e propaganda e da venda de medicamentos sem prescrição, são fundamentais para a minimização da prática da automedicação e dos danos por ela causados. O grande índice de automedicação entre acadêmicos de enfermagem é um fato facilmente identificado. Em conversas informais é possível observar que, mesmo diante das informações obtidas no decorrer do curso não há uma redução da mesma e, contrariamente, do que se espera, acredita-se que há aumento desse índice. Sendo assim, esta pesquisa se justifica uma vez que só através da obtenção de dados reais acerca dos fatos acima citados, poderemos desenvolver um posterior trabalho relacionado à este assunto. Foi realizado um estudo de caráter descritivo/quantitativo com duas turmas de acadêmicos do curso de graduação em Enfermagem (1º e 8º período) na Universidade Presidente Antônio Carlos-Campus Bom Despacho - MG. O objetivo desse estudo foi apresentar o conhecimento desses alunos sobre a automedicação e se no decorrer do curso, com a aquisição de melhor conhecimento sobre a ação dos fármacos no organismo humano, há aumento dessa prática entre os mesmos. Foi aplicado um questionário com perguntas relacionadas ao uso de Antidepressivos, Antiinflamatórios, Ansiolítcos e Antibióticos. Os resultados obtidos indicam que ambos as turmas realizam a automedicação, havendo prevalência entre os acadêmicos do 8º Período de Enfermagem que, acreditam ter conhecimento satisfatório para se automedicarem e não se consideram dependentes da mesma, afirmando ainda terem consciência dos danos que a automedicação pode causar à saúde. PALAVRAS-CHAVE: Acadêmicos, Automedicação, Enfermagem, Universidade.

      (Adicionado: 3ªf Jan 13 2009 | Visitas: 91 | Colocação: 9.00 | Votos: 2) Avaliar
    • A concepção do processo ensino-aprendizagem e a percepção dos resultados. Análise das (in)congruênci

      Pretende divulgar-se parte dos resultados obtidos numa investigação realizada com professores de três áreas de leccionação (Português, Matemática e Língua estrangeira, o Inglês), de dois ciclos de ensino (3º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário), em diferentes fases de carreira, da Região Centro, cujo objectivo principal era a análise das suas epistemologias em torno de toda a actividade docente: das concepções á percepção dos resultados da sua acção. Iremos, neste contexto, dar conta, apenas, dos dados reveladores das (in)congruências, ao nível das suas orientações epistemológicas, entre a concepção do processo ensino-aprendizagem e a percepção dos resultados da sua própria acção. Palavras-chave: orientações metodológicas, epistemologias, processo ensino-aprendizagem, concepções, percepção dos resultados.

      (Adicionado: 4ªf Dez 31 2008 | Visitas: 105 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Primeira Dama, o que é?

      Segundo a enciclopédia hoje em dia mais consultada no mundo, a famosa Wikipédia, Primeira Dama é a mulher de um chefe de Estado eleito. A expressão terá sido criada, em 1849, por um presidente dos Estados Unidos - que fazia o elogio fúnebre da esposa de um seu antecessor - e, segundo parece, passou a ser de uso corrente, nos Estados Unidos, a partir da segunda metade do século XIX. Mas não se trata de um título oficial. Primeira Dama, com efeito, é uma designação vulgar, sobretudo utilizada pela comunicação social. Há, nesta expressão, uma pompa algo pretensiosa, que parece arremedar um título nobiliárquico - conferido ainda por cima sem que seja necessário mais do que uma certidão de casamento. Por isso, o título de Primeira Dama - que uma «primeira dama» com Jacqueline Kennedy evidentemente detestava, afirmando que First Lady lhe parecia nome de cavalo… -, esse título pode ter surgido (mas é só uma hipótese de trabalho) como o equivalente republicano de rainha. Mas, enquanto uma rainha pode e deve ser considerada a primeira senhora do seu reino, é duvidoso que a mulher de um presidente da República deva reivindicar, e ainda menos proclamar, a mesma condição. Foi aliás por isso, decerto, que nas repúblicas da Europa (onde não havia colonizador para substituir e macaquear) as mulheres dos respectivos presidentes levaram muito tempo a ocupar, na vida pública, um lugar de destaque semelhante áquele que ocupou, desde a eleição de George Washington, em 1790, a mulher do presidente dos Estados Unidos.

      (Adicionado: 4ªf Dez 31 2008 | Visitas: 98 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Adaptações utilizadas no programa "Informática na educação especial". O projeto é do CRPD, Centro de

      Adaptações físicas ou órteses. Adaptações de hardware. Softwares especiais de acessibilidade. Nosso interesse específico aqui, em função dos objetivos educacionais do nosso Programa, é apresentar um pouco mais detalhadamente alguns recursos de acessibilidade utilizados com as finalidades discriminadas na área 3, ou seja, como ferramentas ou ambientes de aprendizagem, na Educação Especial. Conforme tem sido detectado: "A importância que assumem essas tecnologias no âmbito da Educação Especial já vem sendo destacada como a parte da educação que mais está e estará sendo afetada pelos avanços e aplicações que vêm ocorrendo nessa área para atender necessidades específicas, face ás limitações de pessoas no âmbito mental, físico - sensorial e motoras com repercussão nas dimensões sócio- afetivas." (Doc. do PROINESP, 2000). No nosso trabalho educacional portanto, utilizamos adaptações com a finalidade de possibilitar a interação, no computador, de alunos com diferentes níveis de comprometimento motor e/ou de comunicação e linguagem, em processos de ensino-aprendizagem.

      (Adicionado: 3ªf Dez 30 2008 | Visitas: 95 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Cerimonial comparado

      Parafraseando Bernard Shaw, Portugal e Brasil «são duas grandes nações separadas por um idioma comum». Essas diferenças de idioma notam-se no tema deste congresso: aquilo que aqui se designa por cerimonial é aquilo a que, hoje em dia, se chama protocolo em Portugal. Mas também é verdade que a bíblia do protocolo no meu País continua intitular-se «Regras do Cerimonial Português». E, outro autor consagrado nesta matéria, o Embaixador Calvet de Magalhães, considera que os dois termos designam a mesma realidade: «Ao conjunto de regras a que devem obedecer as cerimónias oficiais chama-se cerimonial ou protocolo Oficial.» E explica que, como, em França o Bureau du Protocole se ocupava não só da preparação dos documentos diplomáticos para assinatura, como do cerimonial a que deveria obedecer esta assinatura, «por assimilação, o serviço de protocolo passou a designar mais correntemente o serviço que se ocupa do cerimonial e a palavra protocolo a significar o mesmo que cerimonial». Em Portugal, compete por lei ao Protocolo de Estado (Serviço de Protocolo do Ministério dos Negócios Estrangeiros) «definir as regras que devem presidir ao cerimonial, etiqueta e pragmática de acordo com a prática internacional e as tradições do Estado Português». No entanto o termo cerimonialista não consta dos nossos dicionários e protocolista é o «funcionário que nas repartições do Estado escritura o protocolo». O termo mais usado entre nós é, de facto, protocolo tanto para designar o cargo (seja ele de chefe, de assistente ou de assessor) como para definir o conjunto de regras e procedimentos.

      (Adicionado: 3ªf Dez 30 2008 | Visitas: 97 | Colocação: 9.00 | Votos: 2) Avaliar
    • Gestão do Conhecimento e Convergência Educacional

      Texto elaborado para uso do Comitê de Educação, do Programa Mineiro de Qualidade. Belo Horizonte, agosto, 2006. Em recente evento intitulado "Convergência Educacional" (1), seus organizadores argumentavam textualmente que a convergência tecnológica, já bem conhecida, faz-se cada vez mais presente e se manifesta na medida em que um equipamento "aprende" e incorpora funções próprias de outros. Assim, no universo da educação, algo similar se passa: cada vez mais intensamente, empresas aprendem a ser escolas - implementando portais de treinamento e universidades virtuais que incorporam preocupações pedagógicas ás ferramentas tecnológicas - e escolas aprendem a ser empresas, na medida em que implementam metodologias e instrumentos de gestão empresarial. Daí poder-se falar de convergência educacional.

      (Adicionado: 3ªf Dez 30 2008 | Visitas: 89 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Jogos teatrais na escola pública

      O artigo apresenta os resultados parciais de pesquisa etnográfica que acompanha aspectos do desenvolvimento cultural de pré-adolescentes com a linguagem teatral em classe multisseriada, através do ensino regular de Teatro, em escola de ensino fundamental da rede pública estadual de São Paulo-SP. Os dados obtidos permitem afirmar que a linguagem cênica contribui na conscientização das novas possibilidades de significação da palavra na prática discursiva. Palavras-chave: metodologia do ensino de artes; teatro-educação; jogos teatrais; psicologia cultural.

      (Adicionado: 3ªf Dez 30 2008 | Visitas: 94 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Metodologias do ensino de Teatro. Procedimentos didático-pedagógicos na perspectiva de uma educação

      Inicialmente quero, sinceramente, agradecer ao Colegiado de Graduação em Artes Cênicas e á Escola de Belas Artes da UFMG - particularmente á professora Rita de Cássia Buarque de Gusmão - a oportunidade de poder compartilhar com vocês algumas idéias que possuo, no momento, a respeito da apropriação e produção do conhecimento em Teatro na escolarização. Antes de dar início ao excurso que me foi proposto sob a consigna Metodologias do ensino de Teatro, considero oportuno problematizar o sentido da palavra "metodologias" - metodologia, com "s" no final. Isso vai ajudar no entendimento do que vou dizer. Entendo por metodologia - sem o "s" - o conjunto dos métodos; no caso, o estudo comparado e historicizado de diferentes caminhos didático-pedagógicos que se apresentam como via para a apropriação do fazer teatral e da apreciação estética dos enunciados cênicos na escolarização. é o que eu faço no livro homônimo de minha autoria [2] - evidentemente estabelecendo alguns recortes no vasto universo metodológico do ensino de Teatro. [3]

      (Adicionado: 3ªf Dez 30 2008 | Visitas: 90 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • O aspecto situacional na relação aluno-professor, alguns aspectos da alteridade

      Tenta-se buscar a capacidade de contraposição do outro para que ocorra por parte do professor maior percepção da realidade social do grupo de estudantes com o qual trabalha. Analisa-se a alteridade sob alguns aspectos de modo a se criar o entendimento da necessidade da contextualização. Apresenta-se a contextualização como ferramenta da compreensão e para aproximar o que se ensina ao que se pratica sem perder os objetivos didáticos da disciplina. A afirmação de que o ensino se dá em um espaço ou ambiente favorável ao aprendizado (LIBÂNEO 2003, p. 249 e MARTINS 2003, p. 164) leva a compreensão do papel do educador como o facilitador e o condutor deste processo favorável. O papel do professor na formação universitária é fundamental, principalmente quando procura-se aproximar os conceitos ao cotidiano sem perder a ligação com a ciência. Esta necessidade de correlação ou de reunião social ocorre devido a penetração da classe trabalhadora nas escolas (MARTINS 2003, p.117) e segundo LIBÂNEO (2003, p.106) não basta ao professor conhecer o livro didático, este precisa conhecer a matéria para então instigar o aluno a pensar com conhecimento adquirido sobre um caso real, um assunto que o leve a se desenvolver seu intelecto.

      (Adicionado: 3ªf Dez 30 2008 | Visitas: 99 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • O Programa InfoEsp - "Informática, Educação e Necessidades Especiais"

      Objetivos. Histórico. Introdução: Educar para a autonomia. Referência Primeira: Construtivismo/Construcionismo. Aprendizagem baseada em projetos. O Programa InfoEsp - "Informática, Educação e Necessidades Especiais" - do Centro de Reabilitação e Prevenção de Deficiências (CRPD), unidade das Obras Sociais Irmã Dulce, tem como missão promover, utilizando os recursos de um ambiente computacional e telemático, o desenvolvimento das potencialidades cognitivas de alunos com necessidades educacionais especiais, entendidos como sujeitos do seu processo de aprendizagem e construção de seus conhecimentos. E, por meio de sua inclusão sócio-digital, torná-los mais autônomos no equacionamento e solução dos próprios problemas, capacitando-os a uma melhor interação com as pessoas e com seu meio, além de, para os alunos dos cursos técnicos oferecidos, prepará-los para um trabalho efetivo.

      (Adicionado: 3ªf Dez 30 2008 | Visitas: 90 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • REUNI: vamos continuar calados?

      O REUNI é um programa do governo federal brasileiro que tem como meta o apoio a planos de reestruturação e expansão das universidades federais. Trata-se de uma proposta que se publica em plena vigência de políticas restritivas de investimentos no setor público, o que, á primeira vista, pode parecer um item do debate travado ao longo dos anos 1990, década de plenos ventos neoliberais. Mas isso, como foi dito, apenas á primeira vista, uma vez que aquela pode muito bem ser determinada como "a década que nunca termina" porque a concepção de Estado gestada ao longo dela permanece "vivíssima da silva", sob um governo brasileiro que, também á primeira vista, é de esquerda, mas que foi concebido ao longo das últimas décadas do século passado pelo próprio capitalismo como uma alternativa viável aos modelos que pugnavam pela transformação do sistema. Em verdade, a proposta do Estado mínimo não foi um vento que soprou apenas nos anos 1990. Ele ainda bate em nossa cara. Pede rearranjos do Estado de modo a que ele se configure como Estado-empresa ao molde capitalista. Razão pela qual propor a expansão das universidades federais em época de desinvestimento no setor público parece-me um paradoxo.

      (Adicionado: 3ªf Dez 30 2008 | Visitas: 79 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
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