Educação

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    • Convivendo com as diferenças: inclusão de universitários com necessidades especiais na universidade

      O presente trabalho aborda um assunto de estrema importância para o avanço dos direitos educacionais garantidos na Constituição Brasileira, quando se entende que a educação é direito de todos. Em um breve histórico, que versa sobre o contexto no qual fizeram parte as pessoas com deficiência rumo ao processo de inclusão na educação superior, buscaremos apresentar os avanços relacionados à inclusão dos mesmos, como também as atenções voltadas para esse público de discente. Discutir a educação de "alunos com necessidades educacionais especiais" implica resgatar o sentido da "Educação Especial", ainda que isto possa desagradar aos que se colocam à frente das discussões sobre "Educação inclusiva", já que, diante de "necessidades educacionais especiais", a educação superior deve responder com situações de ensino-aprendizagem diferentes das organizadas usualmente para a grande maioria dos educandos, ou seja, das situações comuns de ensino ou ensino superior. A luz deste século é preciso avançar para não mais discriminar e excluir, mas incluir como sujeitos constitutivos de direitos e deveres sociais, inclusive o ingresso no Ensino Superior.

      (Adicionado: 2ªf Set 05 2011 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • A contribuição da escola de circo no processo educativo do adolescente, na região leste de Goiânia –

      A educação, na sociedade contemporânea, não deve limitar-se a se constituir como um processo que vise contribuir para a formação de sujeitos para o exercício do trabalho produtivo, mas, enquanto formação de uma cultura desinteressada. Neste aspecto a educação é entendida aqui enquanto formação humanística, que visa contribuir para o despertar da capacidade criadora de cada individuo. A educação, neste sentido, é entendida aqui enquanto processo de construção do saber, que possibilita aos educandos o despertar do conhecimento, por meio do quais estes possam ir além da mera aparência dos fenômenos. Portanto, é entendida enquanto processo de socialização, de humanização, que tem por princípio construir uma cultura diferente da existente no sistema capitalista atual.

      (Adicionado: 4ªf Jul 06 2011 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Modelos pedagógicos e epistemológicos: A escola contemporânea sob o olhar dos professores e dos alun

      O objetivo deste trabalho é identificar qual a concepção teórica do professor acerca do processo de ensino e aprendizagem, observando as metodologias de ensino que adota, à luz dos conceitos teóricos apontados por Fernando Becker. Também buscamos tornar visível a concepção do aluno de ensino fundamental, acerca da prática de aprendizagem escolar e a sua imagem de escola, ou melhor, o significado de aprender e ensinar para esse aluno. O corpus do trabalho contará com: pesquisa de campo - entrevista realizada com professores e alunos do ensino fundamental; conclusões e observações a partir de estudo bibliográfico. O embasamento teórico aos questionamentos de pesquisa levantados - Qual a concepção teórica do professor sobre o processo de ensino e aprendizagem? Qual a concepção do aluno de aprendizagem e escola? – além dos conceitos de Fernando Becker, contará com outros teóricos da área da educação como Demival Saviani e Juan Delval.

      (Adicionado: 4ªf Jul 06 2011 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Relatório de estágio: Minicurso de Português - UniRitter

      O presente relatório de estágio, parte do currículo obrigatório do Curso de Letras, apresenta as atividades desenvolvidas na prática de ensino de língua materna. O projeto "Minicurso de Português: Produção do Texto Acadêmico", desenvolvido na Universidade Ritter dos Reis, busca atender a estudantes recém chegados na universidade, consequentemente, recém saídos do ensino médio. Reconhecido o propenso fracasso do ensino como aí esta, nossa proposta parte de uma abordagem lingüística que propicia o desenvolvimento da habilidade de usos da língua, tanto na produção de textos orais, quanto na produção de textos escritos. Nossos planos de aulas estão em comunhão com os Referenciais Curriculares do RS, e corroborados pelas teorias da educação, voltadas ao ensino de Língua Portuguesa, apontadas por autores como Antonio Marcuschi, Márcia Mendonça e Angela Kleiman.

      (Adicionado: 4ªf Jul 06 2011 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Elaboração de protocolos estandardizados para as aulas práticas da disciplina de histologia geral hu

      O objectivo geral desta investigação foi elaborar, a baixo custo, protocolos estandardizados de práticas laboratoriais, válidos para as aulas práticas de Histologia Humana, ministradas no Instituto Superior de Enfermagem da Universidade Agostinho Neto e noutras unidades orgânicas com cursos afins. Trata-se de um trabalho exploratório, de descobrimento ou contrastação, no qual também se fez uma interpretação crítica à forma de ministração das aulas práticas de Histologia, portanto, também se trabalhou nos marcos da metodologia clássica. Trabalhou-se nos marcos dos paradigmas quantitativo, qualitativo e crítico.

      (Adicionado: 3ªf Jul 05 2011 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • O bullying e a responsabilidade civil do estabelecimento de ensino privado

      Este artigo tem como objeto de pesquisa o bullying escolar e a responsabilidade civil do estabelecimento de ensino privado no Brasil. A metodologia utilizada para a elaboração deste trabalho foi a pesquisa bibliográfica. No Brasil, o bullying escolar é um fenômeno social recentemente estudado que afeta principalmente os alunos do ensino fundamental matriculados em escolas privadas. Iniciamos este artigo conceituando e caracterizando bullying, bem como contextualizando esse fenômeno social com dados de pesquisas recentes realizadas no Brasil. Diante dos resultados das pesquisas, fez-se necessário abordar, na segunda parte, os direitos constantes no Estatuto da Criança e do Adolescente sob a influência dos Atos Internacionais. Na última parte deste trabalho, tratamos da responsabilidade civil dos estabelecimentos de ensino privado de acordo com o Novo Código Civil e com o Código de Defesa do Consumidor.

      (Adicionado: 3ªf Jul 05 2011 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • A alfabetização e o letramento por meio de diferentes portadores de textos

      Este trabalho propõe uma discussão sobre o processo de alfabetização de alunos do 5.º ano do Ensino Fundamental, e a utilização de diferentes textos como mediadores no processo de letramento. Uma das preocupações que vem atraindo atenção dos educadores é a dificuldade de leitura e escrita pelos alunos, que se prolonga por todo Ensino Fundamental, fator que ocasiona o alto índice de repetência escolar.

      (Adicionado: 3ªf Maio 10 2011 | Visitas: 0 | Colocação: 10.00 | Votos: 1) Avaliar
    • O uso do vídeo na escola de tempo integral

      Participando do universo da Escola de Tempo Integral, situada no município de Rio do Sul-SC, podemos observar que o vídeo era utilizado em demasia pelos professores. Por esse motivo, procuramos pesquisar esse universo. Para isso, utilizamos questionários semi estruturados e entrevistas abertas, para saber como os professores usavam esse recurso e se conhecia suas diversas utilidades como ferramenta educacional. Em nossa pesquisa não buscamos censurar o trabalho pedagógico dessa unidade escolar, mas sim buscar reflexões acerca do uso do vídeo na escola, a fim de favorecer o processo educativo e fortalecer a aprendizagem dos alunos numa escola com um currículo diferenciado.

      (Adicionado: 3ªf Maio 10 2011 | Visitas: 0 | Colocação: 10.00 | Votos: 1) Avaliar
    • Os desafios dos estudantes e das institúíçoes no convênio FUNAI - UNB

      A Fundação Universidade de Brasília-FUB-UNB foi a primeira instituição a firmar um convênio com a Fundação Nacional do Índio-FUNAI com reservas de vagas especificamente para os estudantes indígenas. No início do Convênio em 2004, 15 estudantes que cursavam faculdades particulares se submeteram a prova de conhecimentos gerais e matemática e 5 foram selecionados.

      (Adicionado: 3ªf Maio 10 2011 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Educação ambiental nas séries iniciais do ensino fundamental: estratégias para o envolvimento dos al

      Com base no presente estudo foi possível identificar que os seres vivos se relacionam não apenas entre si, como também com o meio ambiente; entretanto, somente o ser humano atua de maneira consciente sobre ele, ou pelo menos deveria atuar dessa maneira. O fato tem se configurado, pois o homem é responsável por transformações significativas e rápidas em todo o meio, sobretudo em razão dos avanços tecnológicos e das conquistas de novas áreas.

      (Adicionado: 3ªf Maio 03 2011 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Formação das/os educadores/as populares de porto alegre formadas/os em pedagogia: identidade, trajet

      Estudo realizado sobre a trajetória, desafios e historicidade das/os educadoras/es populares articuladas/os na Associação de Educadores Populares de Porto Alegre – AEPPA. A pesquisa apresenta um diálogo com as referências no campo da Educação Popular, pontuando a trajetória da formação das/os educadoras/es populares em Porto Alegre/RS, referendada pela Educação Popular, na perspectiva de explicitação das expectativas das educadoras e a profissionalização de sua atuação enquanto trabalho com dimensão educativa.

      (Adicionado: 5ªf Jan 13 2011 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Afinal! O que é Educação Inclusiva?

      Este artigo trata sobre a educação inclusiva de acordo com a visão da UNESCO (2005), fundamenta-se na proposta Educação para todos (1990) e na Declaração de Salamanca (1994). O trabalho justifica-se pela necessidade em revisar alguns conceitos e identificar qual a proposta deste novo paradigma. O termo educação inclusiva requer um olhar cuidadoso pois não limita-se a escola e ao deficiente mas integra todas as formas de educar, englobando todas as pessoas, independente do gênero, idade ou posição socioeconômica pois visa melhorar a qualidade de vida do cidadão.

      (Adicionado: 3ªf Set 21 2010 | Visitas: 0 | Colocação: 8.33 | Votos: 3) Avaliar
    • As queixas escolares na visão dos professores

      Este trabalho teve como objetivo identificar e compreender as idéias que se escondem nos encaminhamentos dos alunos com dificuldades escolares, do ensino fundamental, pelos professores da rede pública de educação, bem como quais as expectativas destes em relação avaliação psicológica. Constatamos que os professores ainda tem a expectativa de que o psicólogo descubra no aluno as causas das suas próprias dificuldades, desconsiderando as relações produzidas na/pela escola na constituição destas dificuldades. As constituições históricas tanto da Psicologia quanto da Educação revelam que essas idéias já foram questionadas e reformuladas em suas concepções teóricas e práticas mas, tais pressupostos ainda não foram incorporados pela escola, pelo professor que continuam a culpabilizar o aluno das classes menos favorecidas pelo seu baixo desempenho escolar.

      (Adicionado: 6ªf Ago 20 2010 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • A ética do pedagogo

      Neste pequeno tratado o autor apresenta suas considerações a respeito do símbolo do Curso de Pedagogia e o que uma observação atenta aos membros do corpo da figura do pássaro representa para uma possível proposição de um Código de Ética para o Pedagogo. Palavras-chave: Pedagogia. Ética. Pedagogo. Código de Ética. Há algum tempo atrás fui consultado por uma importante autoridade para assessorá-la com dados do Código de Ética do Curso de Pedagogia. Na verdade, mesmo sendo Pedagogo por Graduação e Especialização nunca me preocupei com a existência ou importância de um Código de Ética da Profissão. (Em formato PDF)

      (Adicionado: 6ªf Fev 05 2010 | Visitas: 0 | Colocação: 1.00 | Votos: 2) Avaliar
    • António Sérgio Pedagogo e Político Sérgio

      António Sérgio de Sousa nasceu em 3/9/1883 em Damão, sendo filho do Governador1; foi com os pais para África, aonde viveu até aos dez anos e mais tarde, por tradição familiar, estudou no Colégio Militar, completou o curso da Marinha, viajou a Cabo Verde e Macau. Aos dezoito anos deveria ser apresentado à família real – o que recusa, sendo tal gesto interpretado pelo seu próprio pai como indício de Republicanismo – o que Sérgio nega2. Quando a República é implantada abandona a Armada e – diz-se – parte a espada de oficial, – episódios que Sérgio narra de maneira diferente, segundo A. Campos Matos. Para Campos Matos, Sérgio deixou a Armada, com um simples requerimento.

      (Adicionado: 6ªf Fev 05 2010 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
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