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Heidegger questiona no § 16 de Ser e Tempo o caráter incontornável do ser simplesmente dado no manual. Compreender esse caráter incontornável, por exemplo, do martelo em relação ao martelar, significa compreender o que Heidegger entende por apropriação. O fenômeno da técnica, em sua essência, revela-se como um evento apropriador (Ereignis). À essência desse evento chamamos armação (Gestell). E do que esse evento se apropria? Do próprio tempo e, em correspondência, daquele que responde ou corresponde ao seu apelo: o ser humano. A correspondência a esse apelo se desdobra em várias direções. Em primeiro lugar, corresponder a esse evento significa a confirmação do esquecimento do ser. Esquece-se do ser representando. Ao representarmos não só correspondemos ao apelo, como também confirmamos a questão da verdade do ser como a questão do seu próprio esquecimento. Faz parte da história do ser, portanto, o seu esquecimento e, por esse mesmo motivo, o evento apropriador é uma verdade, é alétheia. A relação entre Ser e Tempo e A questão da técnica é a relação entre o martelar do martelo e o pensar calculador do homem gestéltico, em correspondência ao apelo da técnica. Esta constatação abre novas perspectivas e nos coloca diante de um novo modo de pensar a verdade por correspondência, não no sentido lógico, mas no sentido ontológico. O ser humano corresponde ao apelo, e ao corresponder realiza o evento apropriador que, fenomenologicamente, é uma verdade.
(Adicionado: 2ªf Set 05 2011 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarNos últimos anos vivem seu esplendor duas abordagens para a natureza humana. Uma é destinada em sua essência mais profunda: o Projeto Genoma Humano (que retomou o seu trabalho para decifrar a seqüência dos nucleotídeos que codifica as nossas características biológicas). Não apenas para o prazer do conhecimento, como um dos objetivos mais importantes é a identificação de variantes anormais, que causam doenças hereditárias, abrindo assim novos caminhos de esperança para a terapia.
(Adicionado: 6ªf Abr 29 2011 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarNos últimos anos vivem seu esplendor duas abordagens para a natureza humana. Uma é destinada em sua essência mais profunda: o Projeto Genoma Humano (que retomou o seu trabalho para decifrar a seqüência dos nucleotídeos que codifica as nossas características biológicas). Não apenas para o prazer do conhecimento, como um dos objetivos mais importantes é a identificação de variantes anormais, que causam doenças hereditárias, abrindo assim novos caminhos de esperança para a terapia.
(Adicionado: 6ªf Abr 29 2011 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarA revolução copernicana de Immanuel Kant é um marco na filosofia moderna, sobretudo na teoria do conhecimento. Tal revolução é uma resposta ao antagonismo presente nas proposições elaboradas pelos racionalistas, que são analíticas a priori, e nas elaboradas pelos empiristas, sintéticas a posteriori. Com o juízo sintético a priori, Kant desloca o sujeito da periferia do conhecimento para colocá-lo em seu lugar: o centro. É esse deslocamento que o filósofo denominará de revolução copernicana que permitiu o nascimento das ciências e os seus fundamentos. (Em formato PDF)
(Adicionado: 3ªf Set 21 2010 | Visitas: 0 | Colocação: 10.00 | Votos: 1) AvaliarEspinosa fundamenta sua filosofia, no total conhecimento das idéias1, definindo-as de acordo com sua concepção. O autor garante que “todas as idéias, enquanto se referem a Deus, são verdadeiras”. Ou seja, todas as idéias, que existem em Deus, convém inteiramente com os seus ideados, assim tudo que se segue formalmente da Natureza divina, “segue-se também em Deus objetivamente na mesma ordem e com a mesma conexão da idéia de Deus”, demonstra-se aqui, que, todas as coisas podem ser concluídas por um intelecto infinito, como que formando a essência da substância, pertencem a uma substância única, e, conseqüentemente as substâncias pensante e extensa são uma e a mesma substância, exprimida ora sob um atributo, ora sob outro. “A idéia de Deus, da qual se seguem coisas infinitas em infinitos modos, não podem ser senão única”.
(Adicionado: 6ªf Ago 20 2010 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarO princípio unificante da filosofia oriental é um conjunto de doze afirmações, chamadas teoremas, onze das quais complementam a primeira que admite um Universo essencialmente polarizado iniologicamente. Ou seja, todos os fenômenos universais podem ser classificados em categorias polares, com polos yin e yang; e mesmo categorias diversas se interelacionam através de uma ordem comum. Por exemplo, coisas aparentemente diferentes, como peso (leve = yin e pesado = yang) e calor (frio = yin e quente = yang) têm algo em comum. O princípio unificante tem uma função orientadora no estabelecimento de relações entre variáveis de significados nem sempre aparentados à primeira vista.
(Adicionado: 6ªf Fev 05 2010 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarA perspectiva assumida no presente artigo consiste em delimitar a prática educativa a partir da contribuição do pensamento filosófico, ou ceja, investigar ern que medida o fenômeno estético da tragédia, encontrado na Poética de Aristóteles, pode contribuir para delinear alguns contornos, ainda que urn tanto vagos, no sentido de esboçar uma possíve[1]proposta pedagógica. A discussão filosófica procurará aproximar duas perspectivas situadas em diferentes contextos: a) os questionamentos oriundos da modernidade no Smbito da educação e, b) urna tradição que remonta ao mundo das tragédias gregas.
(Adicionado: 5ªf Fev 04 2010 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarProblemas, de certo modo injustificáveis, têm surgido na escola superior, que merecem uma análise mais profunda. Certas situações têm levado os alunos a reagir de forma inadequada a uma população que, pelo grau de desenvolvimento físico e mental esperado nessa faixa de idade, deveria apresentar um comportamento mais amadurecido. Leda Massari Macian (1977) [1] A problemática Universidade-Realidade Nacional insere-se num contexto bem amplo. Os caminhos que podem nos levar a sua solução estão infestados por uma erva daninha que se instalou na terra em que em se plantando, tudo dá. Três são as suas raízes principais: a ideológica, a da ingenuidade e a da ignorância. Analisemos então em que consistem estes paradigmas que locupletam o que podemos chamar A Síndrome dos Três i's.
(Adicionado: 5ªf Fev 04 2010 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarAbandonar concepções unilaterais de ensino e conceber que a filosofia apresenta uma especificidade inviolável são passos importantes a serem dados na tarefa de reflexão sobre o ensino da filosofia. É preciso elaborar estratégias didáticas que dêem conta de um ensino que compreenda: conceitos contemplados da história da filosofia, conceitos criados a partir de problemas e argumentos expressos mediante a conjunção história-problemas. Isso significa unir ensino como produto e como processo em uma terceira via didática. Apresentá-la é o que pretende este artigo: analisando os argumentos favoráveis e contrários às duas antagônicas tendências do ensino de filosofia, a histórico-teórica e a temático-problemática; identificando os elementos producentes, oriundos dos argumentos favoráveis, e contraproducentes, advindos dos argumentos contrários, a fim de rechaçar estes últimos e se apropriar dos primeiros à elaboração da terceira via; sintetizando o que de producente as tendências antitéticas apresentam; e associando a competência argumentativa ao que foi sintetizado como producente das tendências.
(Adicionado: 5ªf Fev 04 2010 | Visitas: 0 | Colocação: 9.00 | Votos: 1) AvaliarO pensamento filosófico de São Tomás de Aquino não coincide em toda a sua extensão com o de Aristóteles, ainda que as teorias do acto e da potência, da forma e da matéria e muitas outras que São Tomás estabelece como traves mestras do seu sistema filosófico sejam, indubitavelmente, aristotélicas. A génese das formas corporais segundo Tomás de Aquino é explicada de três modos diferentes: internalista, externalista e misto. «A respeito das formas corporais, alguns disseram que procedem totalmente de dentro, pensando assim os que punham formas latentes. Outros pelo contrário, disseram que procedem literalmente de fora, como aqueles que pensavam que as formas corporais procedem de alguma causa separada.
(Adicionado: 4ªf Jan 27 2010 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarKarl Marx contribuiu decisivamente para o progresso do debate sobre a relação entre economia e natureza, ao interpretar a acumulação capitalista através das suas contradições sociais, ao contrário da concepção clássica liberal, baseada restritamente nas limitações naturais. De acordo com as análises de Marx, a continuidade do modo de produção capitalista, orientado, prioritariamente, pela maximização dos lucros, conduz, tendencialmente, a uma crescente exploração, alienação e expropriação da força de trabalho, por um lado, e, por outro, à deteriorização da base de produção econômica, da fonte da riqueza, ou seja, da natureza.
(Adicionado: 3ªf Jan 26 2010 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarColocar em causa filósofos consagrados como Kant, em certos aspectos do seu pensamento, não é, necessariamente, negar o brilhantismo da arquitectónica de pensamento que estruturaram laboriosamente. Não existe nenhuma obra filosófica suficientemente extensa de um pensador que não apresente, num ou noutro ponto, essencial ou secundário, uma incoerência, um paralogismo, uma ambiguidade. Contradições sobre o númeno e outros erros teóricos de Kant. Quem disser que Kant não se contradiz na "Crítica da Razão Pura" não conseguiu penetrar na floresta do seu sistema ontognosiológico e aperceber-se de que o pensamento kantiano sofre fracturas por não ter um centro de gravidade único.
(Adicionado: 3ªf Jan 26 2010 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarO Manual português «Filosofia-10º ano», de Luís Rodrigues, apresenta diversas incorrecções teóricas que vamos explicitar. É óbvio que se pode leccionar apoiado nos seus textos, desde que se saiba mostrar as suas insuficiências, os seus paralogismos. Segundo o RMC (Relativismo Moral Cultural) , cada cultura vê a realidade com óculos de diferentes cores e nenhuma tem o direito de dizer que a sua visão é a única apropriada. Quando se trata de práticas morais de outras sociedades, devemos tentar os óculos que os membros dessas culturas usam.
(Adicionado: 3ªf Jan 26 2010 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarO trabalho aborda questões bastante discutidas na contemporaneidade, buscando uma maior compreensão do pensamento filosófico na educação. Na tentativa de propor um entendimento da problemática em que se voltou a Filosofia da Educação, o estudo analisa as discussões controversas entre analíticos e continentais, reconhecendo em Habermas e Rorty a possibilidade de abandonar o pensamento idealista e subjetivo da tradição filosófica. O objetivo é refletir sobre as abordagens teóricas e metodológicas utilizadas nessas discussões, identificando as contribuições que a hermenêutica, o pragmatismo e a filosofia da linguagem podem viabilizar à educação, assinalando a necessidade de desenvolver mudanças nos modos de se pensar e gerir a formação.
(Adicionado: 3ªf Jan 26 2010 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarNo capítulo IV do seu livro Pensar outra vez Filosofia, valor e verdade, Desidério Murcho desenvolve uma aparentemente engenhosa argumentação contra o subjectivismo e o antropocentrismo gnosiológicos, em defesa do «objectivismo científico e do realismo das ciências» que se querem monistas em cada assunto: «Surgem então os relativismos em filosofia da ciência: Kuhn e Feyerabend são os mais famosos. A estratégia é a mesma de todos os subjectivismos e de todos os relativismos: dar uma vez mais ao ser humano, um papel central, criador, sobre a natureza última das coisas. E diz Kuhn: a ciência de Aristóteles não estava realmente errada, afinal. Só está errada para nós.
(Adicionado: 3ªf Jan 26 2010 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
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