Filosofia e Mitologia

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    • Projeto de Vida Pessoal: Uma síntese do conhecimento antigo e moderno para atingir a Auto-realização (nuevo) 

      O homem contemporâneo, independente de sua profissão e de seu nível sócio-econômico está na crista de uma profunda crise. Esta crise é múltipla, envolvendo não só aspectos materiais como insegurança no emprego, problemas energéticos ou crescimento desmesurado das cidades e sim também outros mais sutis como os relacionados com afetividade e ainda com os próprios valores da vida humana. Parece que o homem, fascinado pelo poder material, acabou esquecendo suas ligações espirituais com seus irmãos, com a Natureza e com o próprio Criador. Com efeito, um materialismo feroz e um lucrativismo exacerbado permeiam implacavelmente as engrenagens de nossa sociedade. Mas a palavra "crise" tem duplo significado, que em grande parte escapa ao pragmatismo das línguas ocidentais, por exemplo, ela significa: "alteração brusca no curso de uma doença", "momento perigoso", "situação política de governo, com dificuldades graves", "ataque de nervos", etc. porém se consultarmos um dicionário oriental, por exemplo chinês, encontrar-se-iam dois ideogramas que poderiam ser latinizados como "wei-ji" e que envolvem dois conceitos opostos mas complementares: "perigo" e "oportunidade". Ou seja, neste contexto a palavra "crise" indicaria uma encruzilhada com dois sinais, por um lado o perigo, mas por outro a oportunidade de melhorar a situação global através da superação daquela. E isto parece-nos fundamental, já que se trata de um método em verdade divino: desperta-se a consciência humana através do perigo, mas oculto dentro dele está a oportunidade de solucioná-lo e assim podemos transformar a nossa vida numa magnífica realização. Analisando a natureza da crise, percebe-se que em sua maioria as pessoas, sejam empresários, altos funcionários públicos, empregados ou estudantes perguntam-se: "como ter o sucesso e a prosperidade?"

      (Adicionado: 3ªf Out 28 2008 | Visitas: 72 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • A natureza da necessidade nas verdades necessárias a posteriori (nuevo) 

      Seja o seguinte Modus Ponens (MP): (1) Se P, então nec. P (2) P (3) Nec. P Saul Kripke alega que este argumento é válido e que as duas premissas (1) e (2) podem ser verdadeiras, sendo o valor de verdade da primeira conhecível a priori e o da segunda conhecível a posteriori, resultante de uma descoberta científica como qualquer outra; pelo que se deveria seguir, da verdade daquelas premissas, a verdade da conclusão, (3), que é uma proposição necessária conhecida a posteriori que resulta por MP das anteriores.

      (Adicionado: 2ªf Out 27 2008 | Visitas: 62 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Ethos e mitos do pensamento unico globaltotalitario (nuevo) 

      Um dos riscos presentes nos principais estudos que criticam a ideologia da globalização é a ausência de propostas alternativas. A falta de perspectivas, o ceticismo e o exagero de alguns desses críticos tornam quase inócuas, ou até mesmo nocivas, as tentativas de refutação do ideário neoliberal “globaltotalitário” do pensamento único (Estefanía, 2000) ou do “ethos”1 da globalização. Cumpre esclarecer ao leitor que o conceito de “ethos” utilizado neste artigo pode ser entendido, em acepção baseada em Küng, como a universalização de um “consenso básico referente aos valores vinculantes, às normas inalteráveis e às atitudes pessoais básicas, consenso sem o qual toda sociedade, mais cedo ou mais tarde, passa a estar ameaçada ...” (Küng, 2001:188-189). Como este “consenso universal” não se realizou através do ideário neoliberal de globalização nem do pensamento único globaltotalitário, utiliza-se neste artigo a palavra ethos entre aspas. Entende -se que um ethos enquanto consciência ética universal (Weltethos)2 ainda não se constituiu, ou está por se constituir através da luta pela preservação da Declaração do Direitos Humanos da ONU e por uma globalização solidária em escala planetária.

      (Adicionado: 2ªf Out 27 2008 | Visitas: 65 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • La Nausée e a ontologia de L´Être et le Néant (nuevo) 

      A náusea, entendida como experiência fenomenológica dada a conhecer por Roquentin na novela La Nausée, corresponde ao momento inaugural da elaboração ontológica de Sartre que culmina em L"Être et le Néant. Nem sempre tal experiência tem sido bem compreendida pela recepção - ora logo destituída na sua originalidade, como se verifica, por exemplo, em estudo de Arthur C. Danto, ora impensada na sua articulação, ou falta dela, com o ensaio de 43. No que respeita ao problema da articulação, e em parte por esta desatenção filosófica a La Nausée, tem passado despercebido o que entendemos considerar ser uma "inflexão ontológica" que faz divergir, apesar da aparente conformidade, as duas obras. Notar a inflexão e, em consequência, a especificidade da novela de 38 permite ainda chamar a atenção para a sua pertinência na discussão em torno do problema de saber o que é a mente. De certo modo, se L"Être et le Néant apresenta uma filosofia da consciência, La Nausée sugere uma filosofia da mente, com a particularidade de esta não poder ser reconduzível áquela.

      (Adicionado: 2ªf Out 27 2008 | Visitas: 55 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Apresentação de Experiência e Sentido – Um Ensaio de Filosofia da Mente (nuevo) 

      A presente dissertação trata de uma perplexidade, a princípio simplesmente antevista, depois aprofundada, não sem passos de hesitação, em várias instâncias de discussão, finalmente resolvida, bem ou mal, num argumento. A anunciada perplexidade prende-se com duas fortes convicções filosóficas. Por um lado, aquilo a que chamamos "mente" deveria explicar-se por meio de acontecimentos nos nossos cérebros, seus processos bioquímicos, biofísicos, físico-químicos, no quadro, segundo cremos, de uma sobreveniência natural do mental sobre o neural. Razões relativamente elementares sustentam esta convicção - primeiramente, nenhuma mente humana sobrevive á morte do corpo, do seu cérebro; depois, muitos estados mentais deixam-se atestar numa sincrónica observação de estados neurais que, de algum modo, lhes correspondem. Por outro lado, aquilo a que chamamos "mundo real", "mundo exterior', estados de coisas descritos pela Física, pela Química, pela Biologia, nada disso é experimentado a não ser sob a pressuposição de uma mente que os experiencie. Outras razões, tão elementares como as anteriores, sustentam esta convicção - como só se constatam as exterioridades do mundo real que tenham, de algum modo, sido dadas a experienciar, e como toda a experiência a que se acede é experiência de uma mente, então apenas pelo cabal esclarecimento do que seja a experiência de uma mente se poderá esperar uma explicação para aquilo que deveria explicar a mente. Eis a perplexidade: o explanans e o explanandum, no que respeita ao problema mente/cérebro, estão reciprocamente implicados. Restará, pois, a admitir esta posição paradoxal do problema, tentar resolver virtuosamente uma circularidade que não se quer viciosa.

      (Adicionado: 5ªf Out 23 2008 | Visitas: 68 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Caracteres da experiência (nuevo) 

      Os Pontos de vista da primeira e terceira pessoas. Consciência fenomenal e consciência intencional. Caracteres da experiência mental. O que os qualia são. O que os qualia não são. Experiência e comunicaçãoOs Pontos de vista da primeira e terceira pessoas. Consciência fenomenal e consciência intencional. Caracteres da experiência mental. O que os qualia são. O que os qualia não são. Experiência e comunicação. Se existe um ponto de partida absolutamente seguro para a Filosofia é este: há experiência. Dizer "Há experiência" não é exibir uma verdade estéril; pelo contrário, é o ponto suficientemente recuado para lançar com alguma fecundidade a discussão acerca da existência de duas formas básicas de experiência com sentido. Se se fala de estados físicos é porque os experienciamos de alguma maneira e se os qualificamos como físicos é porque os distinguimos de outros estados, ditos mentais. A esta distinção não é raro encontrar associada a ideia de que haja um externalismo que se instancia em diversos planos, aliás nem sempre concordantes - externalismo mental (a respeito das atitudes proposicionais), teórico (a respeito das entidades observacionais), semântico (relativamente á determinação da referência), etc. Independentemente do valor da distinção entre estados mentais e físicos, sobre o qual não nos pronunciaremos, interessa tornar patente o infundado da sua articulação com o externalismo dito semântico, isto é, com a tese de que a referência das nossas expressões não é determinada internamente, mas pelo contrário depende da natureza física das coisas mesmas.

      (Adicionado: 4ªf Out 22 2008 | Visitas: 60 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Uma abordagem husserliana ao problema da referência (nuevo) 

      Descritivismo e Teoria causal da referência. Expressão e Significação. Demarcação face ás teorias descritivista e causal. O descritivismo e a teoria causal aquém do problema da referência. Respostas em Experiência e Juízo. Experiência ante-predicativa. A espontaneidade predicativa. A compacidade. O carácter-individuado dos objectos. No último quartel do Séc. XX, instalou-se na Filosofia da Linguagem um vivo debate entre duas teorias acerca da referência, a teoria descritivista, formulada por Bertrand Russell e com raízes na filosofia de Frege, e, a desafiar esta, a teoria causal da referência, sob o impulso de Putnam e de Kripke. Há, por outro lado, importantes estudos do pensamento de Husserl, centrados sobretudo em Ideias I, que dão conta da possibilidade de uma sua leitura fregeana. O intuito desta comunicação reside, primeiramente, em mostrar que, não obstante essas leituras, os aspectos semânticos mais originais na fenomenologia de Husserl e, além disso, também mais interessantes para o debate sobre o problema da referência, se encontram logo na Primeira das Investigações Lógicas. Com efeito, nesse texto, cremos ser possível mostrar que a teoria da expressão de Husserl não se ajusta nem á teoria descritivista nem á teoria causal da referência.

      (Adicionado: 4ªf Out 22 2008 | Visitas: 62 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Nietzsche e a educação (nuevo) 

      A tradição do pensamento filosófico apresenta as construções éticas como reflexões sobre o agir em busca de um elemento último como seu definidor. Nesse sentido, procuram estabelecer máximas universais e validade incondicional. A ética Kantiana, por exemplo, atribui à razão o governo absoluto quanto à moralidade, o que possibilita a universalidade de sua legislação. O projeto pedagógico moderno traz uma proposta de educação como uma ética aplicada, baseando-se na metafísica aspira à universalidade. Segundo Hermann o pensamento de Nietzsche é uma das críticas mais profundas da idéia de ética universal, base para o projeto pedagógico moderno. Como profundo conhecedor do homem, Nietzsche em seu tempo, já percebeu a impossibilidade de realização dos ideais iluministas e vai procurar tirar o véu de Maia da realidade, para que se veja o quanto há de crueldade por trás de ideais como moralidade, civilidade e por extensão, no projeto educacional moderno. A pedagogia pressupõe a idéia de aperfeiçoamento moral, de emancipação, crê no sentido e no aperfeiçoamento histórico. Por isso é devedora à metafísica.

      (Adicionado: 3ªf Out 21 2008 | Visitas: 71 | Colocação: 10.00 | Votos: 1) Avaliar
    • As potencialidades internas do ser humano (nuevo) 

      Utilizando uma linguagem simples, a relação que existe entre o Eu Interior e a Mente Cósmica Universal é aquela que existe entre a Parte e o Todo. A Mente Cósmica Universal pode ser considerada como a energia que envolve tudo o que existe, mas para se manifestar necessita se expressar na forma de dois pólos, opostos e complementares. Nosso Eu Interior é uma expressão específica desta Mente Universal. Da mesma forma que nosso corpo é uma unidade integrada por partes individualmente diferentes (olhos, mãos, cabelos, pulmões, fígado, coração, etc.), a verdadeira natureza dos seres humanos é ser uma expressão daquela Inteligência Superior, apesar de sua variabilidade individual.

      (Adicionado: 2ªf Out 20 2008 | Visitas: 73 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Fundamentação filosófica e o papel da sociedade no processo de inclusão das pessoas com deficiências (nuevo) 

      Fala-se muito em construir uma escola inclusiva, mas será que basta a escola ser inclusiva? E a família? E a igreja? E a comunidade? E a sociedade como um todo? Será que estão fazendo sua parte? Apesar de muitos esforços para não haver mais exclusão "As pessoas com deficiência são tratadas com discriminação e preconceito em nossos dias, em quase todas as culturas" (CARVALHO, 1997) Políticas Públicas devem a cada dia mais surgir e garantir que todos as pessoas com deficiência possam usufruir sem preconceitos ou exclusões de uma vida familiar e social comum, como qualquer cidadão tem direito. Pontua-se que o que acontecia (e pior, ainda acontece) é o que chama-se de integração: percebeu-se que tem que aceitar o aluno com deficiência, inserí-lo na sociedade. Mas o que acontece com a integração: ela requer que as pessoas com necessidades adaptem-se a vida social e não o contrário, como deveria ser. Lógico, com certeza seria bem mais prático (e mais barato) para "os governantes" se todos os deficientes pudessem se adaptar igualmente aos ditos normais, mas isso não ocorre.

      (Adicionado: 2ªf Out 20 2008 | Visitas: 73 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Um pouco de filosofia na ciência jurídica (nuevo) 

      "Definir Ciência Jurídica com base na Teoria Pura do Direito (Hans Kelsen) e Teoria Egológica (Carlos Cossio), abordando os princípios e métodos fundamentais das referidas doutrinas jusfilosóficas." No dizer de EDUARDO BITTAR e GUILHERME ASSIS DE ALMEIDA, "A ciência possui como pretensão fundamental a construção do saber adequado e certo, ou seja, dotado de validade universal (sem fronteiras espaciais) e eficácia definitiva (sem limites temporais), expressando-se inclusive de forma a alcançar definições universais e engloban-tes, tendo em vista que busca resultados que alcancem o maior número de pessoas no maior dilastério de tem-po." Na esteira, os mesmos autores afirmam que, "As ambições científicas de alcance do maior auditório e da maior constáncia no tempo contrastam com as parcas ambições dos juízos emitidos pelo conhecimento vulgar. Isto porque a ciência é um produto de todos e para todos, enquanto a opinião é uma expressão de pensamentos subjetivos de ambição circunscrita, fugaz, apaixonada, tendenciosa e, na maioria das vezes, de incomprovada demonstração."

      (Adicionado: 4ªf Out 15 2008 | Visitas: 65 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • O anjo melancólico- Ensaio sobre o conceito de Alegoria na Obra de Walter Benjamin

      Esta obra resulta de uma dissertação de mestrado, redigida no ano de 1997 e apresentada e defendida em Março de 1998. Para facilitar a sua leitura, foram alterados alguns aspectos, tendo sido traduzidas as passagens e citações utilizadas e comentadas, ao longo do trabalho, além do que foram igualmente acrescentadas informações bibliográficas que, entretanto, consubstancializaram uma reactualização desta obra. Pensa-se que, desta forma, se torna mais fácil o caminho, para os que procuram, por um lado, através deste livro, iniciar-se na obra e pensamento de Walter Benjamin e, por outro, confrontar os seus pontos de vista com os que aqui são expostos e defendidos.

      (Adicionado: 3ªf Set 23 2008 | Visitas: 80 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • O olhar segundo Jean-Paul Sartre

      Influenciado por Hegel, Husserl, Heidegger, Marx e Descartes, Sartre, o primeiro fenomenólogo francês, é muito apreciado por sua capacidade de ter sido filósofo, literato e político engajado ao mesmo tempo. Sua obra principal, base do existencialismo, é o Ser e o Nada, publicado em 1943, onde ele dedica um item à questão do olhar, ao qual atribui um lugar de suma importância para a constituição do ser. Segundo ele, o olhar mascara os olhos, pois desde o momento em que o percebemos, os olhos são colocados em segundo plano. Este olhar não está ligado a uma forma determinada. Não é somente a convergência dos glóbulos oculares, mas uma manifestação de tudo que o lembre (barulho de passos, ranger de portas, etc), assim sendo, quando percebemos o olhar, deixamos de perceber os olhos. O olhar não é neutro, ele me avalia e me atribui julgamentos de valores que são, ao mesmo tempo, verdadeiros e falsos, e por isso o outrem me constitui através de seu olhar.

      (Adicionado: 3ªf Set 23 2008 | Visitas: 80 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Diálogo, igualdade e liberdade

      Sabe-se que a ética discursiva (também chamada ética comunicativa) se desenvolve a partir dos trabalhos de dois filósofos alemães : Apel e Habermas. Dizem que o objetivo próprio da linguagem é a comunicação , como algo contraposto aos fins estratégicos, manipuladores. No primeiro caso, as pessoas que dialogam se reconhecem mutuamente como seres capazes de argumentação racional, como cidadãos livres e iguais em direitos. Apesar de que esta ética não se ocupa dos conteúdos morais senão somente dos procedimentos para chegar a acordos racionais , tem seu atrativo. Que bonito é dialogar, sem imposições e com respeito mútuo! Que feio e autoritário é rechaçar o diálogo.

      (Adicionado: 6ªf Set 19 2008 | Visitas: 86 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Figuração cinematográfica de São Sebastião, mito gay

      No mito de São Sebastião – santo católico, patrono dos soldados, dos pestilentos, padroeiro da cidade do Rio de Janeiro e, pós-modernamente, patrono gay -, misturam-se alguns mitos clássicos: Apolo, Dioniso, Prometeu, Cupido e Narciso. Aqui, recortamos uma concepção ampla do que seja o mito: “O mito é uma narrativa. É um discurso, uma fala. É uma forma de as sociedades espelharem suas contradições, exprimirem seus paradoxos, dúvidas e inquietações. Pode ser visto como uma possibilidade de se refletir sobre a existência, o cosmos, as situações de ‘estar no mundo’ ou as relações sociais”. Dito de outra maneira: “Os mitos são obras de arte, como os sonhos, modelos de todas as obras de arte (...).

      (Adicionado: 6ªf Set 19 2008 | Visitas: 82 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
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