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    • Dominick LaCapra: tecendo textos e contextos (novo)  - Dominick LaCapra, em suas formulações, investe contra o primado das dualidades no estudo da história intelectual ao recusar a polaridade entre texto e contexto, mundo "real" e escritos, sujeito e "objeto" etc. Propõe, em contrapartida, a conexão ativa e recíproca entre a produção intelectual e o mundo, tecendo textos e contextos, sujeito e "objeto", numa rede relacional. É usual e disseminado na história intelectual – enquanto estudo, ao longo do tempo, sobre a produção e os produtores das idéias – autores alicerçarem suas posições em pilares (fincados aos pares) que procuram balizar o estudo das idéias conforme concepções tanto arraigadas quanto frágeis. Ao serem postos como referências teóricas, tais pares duais (e, por vezes, dicotômicos) como texto/contexto, discurso/realidade, autor/produção, vida/obra, entre outros, não delimitam um espaço fértil a ser cultivado, sequer formam uma cerca para afastar falsas noções; formam sim um círculo de giz, no qual o estudioso se põe ao centro e acredita estar na posse de um arsenal teórico eficiente e protegido do senso comum. Dominick LaCapra mostra-nos a fragilidade dessas posições. Avesso aos milagrosos pares que supostamente dariam contraste e contorno à "realidade", acrescenta cores ao cenário preto e branco do estudo das idéias e borra as divisas – para muitos ainda óbvias – que dariam alguma nitidez aos dualismos teóricos. Sem dualidades, dicotomias, polaridades, determinismos imanentes, unidimensionalidade, univocidade espacial e temporal, insulamento objetivista do sujeito e sem legitimar o subjetivismo inconseqüente das leituras anacrônicas ou "performáticas", La Capra aborda as idéias e seus sujeitos ancorado numa visão não-canônica da história intelectual, que trata os termos numa espécie de jogo de espelhos, no qual a luz lançada sobre um "objeto", ao refletir-se, ilumina imediatamente outro.
      (Adicionado: Vie May 29 2009 | Visitas: 13 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Bárbaros antigos ou modernos? (novo)  - Pretende-se neste artigo analisar a construção do discurso sobre os persas – chamados "bárbaros" pelos gregos – no filme 300. Partindo da idéia de "orientalismo", de Edward Said, procuraremos demonstrar os aspectos anacrônicos da representação que o filme faz dos bárbaros, expressando aspectos políticos contemporâneos, estranhos aos gregos antigos. De tempos em tempos surgem nos cinemas filmes que ocupam a agenda daqueles que se dedicam à História; dentre esses filmes, um dos mais recentes é 300, baseado nos quadrinhos de Frank Miller. Em função do seu conteúdo ideológico, é um dos filmes mais atuais que passaram pelas salas de cinema nos últimos tempos, embora pretenda narrar fatos ocorridos milênios atrás. Esse filme, que aparentemente mostra apenas uma batalha entre persas e gregos na Antigüidade, tem como tema central uma suposta guerra entre Ocidente e Oriente, "civilizados" e "bárbaros", Oeste e Leste, "nós" e "eles". Dessa suposta luta de razão e democracia contra misticismo e tirania, acabam surgindo mártires, lembrados como exemplo de grande bravura.
      (Adicionado: Jue Abr 30 2009 | Visitas: 28 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Brasil 500 anos: do "descobrimento" ao "encobrimento" da alteridade do outro (novo)  - Brasil: 500 anos de quê?. O encobrimento do outro. A dominação européia: "em nome de deus". O mito do "ego" moderno. 500 anos de exploração. A continuidade do colonialismo. Ao celebrar os 500 anos do "descobrimento" do Brasil, chegada do homem europeu ao "novo" mundo, julga-se oportuno refletir sobre o que foi considerado o "mito" da modernidade, ou seja: a supremacia da razão instrumental moderna (européia), sobre o "outro", atrasado, diferente, desconhecido e por isso considerado bárbaro (índio, nativo). Pretende-se, a seguir, apresentar algumas idéias sobre a temática "Brasil 500 anos", onde a dominação cultural (histórica e filosófica), religiosa e política aparecerão implícitas. Tais argumentos seguem a fundamentação teórica de Beozzo, Dussel, Las Casas, Leon-Portilla e Todorov. Celebração significa festejar, comemorar; quem festeja e comemora ao mesmo tempo recorda, recordar é trazer à memória. Por isso pergunta-se: vamos celebrar (trazer à memória) 500 anos de que?
      (Adicionado: Jue Abr 30 2009 | Visitas: 30 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Notas Sobre Rota 66 - A História da Polícia que Mata, de Caco Barcellos (novo)  - Estas notas reúnem aspectos relevantes do livro Rota 66 – A História da Polícia que Mata, do jornalista gaúcho Caco Barcellos, resumo de sete anos de trabalho de pesquisa sobre um conjunto de policiais militares que trabalhavam na Rondas Ostensivas Tobias Aguiar – Rota, e que cobriu o período entre 1970 e 1992. O livro se destaca como exemplo de um jornalismo investigativo que esclareceu um aspecto angustiante da violência urbana na cidade de São Paulo, especialmente em sua periferia e na população pobre que a habita. A violência, em seus aspectos mais abrangentes, é constitutiva da sociedade brasileira, seu passado colonial de exploração do trabalho compulsório de índios e escravos africanos e no massacre sistemático dessas populações, violência que se perpetuou nas características sociais e econômicas de uma sociedade desigual e pobre como a brasileira. Mais recentemente, à partir da ditadura militar, a violência começou a apresentar novas formas, muitas delas acompanhadas de perto seja pelos órgãos públicos, seja por inúmeras organizações privadas e mesmo por intelectuais que tentam entender alguns de seus aspectos mais perturbadores. Muitos relatos de romancistas e artistas diversos levaram em conta esse dado. Não há texto de folcloristas como Luiz da Câmara Cascudo ou página de Guimarães Rosa que não recenda um relato sobre o poder, dinheiro e a polimórfica violência presente na família, nos estabelecimentos rurais, perpetuando-se na sociedade urbana e industrializada à partir da Revolução de 30 e mais decisivamente desde a modernização conservadora da sociedade brasileira sob a ditadura militar.
      (Adicionado: Mar Abr 21 2009 | Visitas: 34 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Rússia 1917: uma sociedade em transformação (novo)  - A história da sociedade russa está intimamente ligada com a história mundial e sua influência terá alcance igualmente mundial, não somente por meio da chamada bolchevização dos partidos comunistas como também da Guerra Fria, na qual a polarização entre Rússia e EUA mostrava dois modelos de desenvolvimento capitalista diferenciados. Foi geralmente abordada por diversos historiadores, sendo poucos os estudos sociológicos sobre este fenômeno histórico. Nosso objetivo será realizar uma análise deste processo histórico, problematizando o que provocou tal acontecimento histórico e que tipo de sociedade foi constituída após a revolução.
      (Adicionado: Vie Abr 03 2009 | Visitas: 44 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Historiografia, totalidade e fragmentação (novo)  - O presente texto faz um balanço geral da força metodológica da categoria totalidade e de sua abdicação pela nova historiografia, mostrando a razão de ser deste acontecimento e do seu significado metodológico, marcado por um empobrecimento teórico e pela substituição de elementos fundamentais do saber, tal como a explicação, a visão crítica, a percepção da totalidade, em favor da descrição, da neutralidade e da fragmentação. O presente texto busca discutir a questão metodológica da abordagem do processo histórico centrado na totalidade ou no fragmento. Esta discussão se tornou central na historiografia, bem como perpassa as várias ciências humanas, e assume grande importância para o desenvolvimento da pesquisa social na contemporaneidade. Assim, o nosso objetivo fundamental é discutir a problemática metodológica da totalidade e da fragmentação na análise dos fenômenos históricos. Para tanto, iniciaremos discutindo alguns conceitos fundamentais, tais como os de método, categoria e totalidade e, posteriormente, tomaremos o exemplo da "nova historiografia" ("história das mentalidades", "nova história"; "história em migalhas") como objeto de análise, visando apresentar seus limites e a razão de ser deste posicionamento metodológico que fornece primazia ao fragmento.
      (Adicionado: Mie Mar 25 2009 | Visitas: 51 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • 1976: Os Estados Unidos e o golpe na Argentina (novo)  - Henry Kissinger, assessor de Segurança Nacional do presidente Richard Nixon (1969-1974) e depois secretário de Estado até o fim do governo do presidente Geral Ford (1974-1977), fazia distinção entre "agressive totalitarianism and other governments that, with all their imperfections, are trying to resist foreign pressure or subversion and that thereby help preserve the balance of power in behalf of all free peoples".[1] Os governos, "with all their imperfeccions", eram as ditaduras militares, cuja implantação os Estados Unidos encorajavam, para preservar o equilíbrio de poder em favor de "all free peoples", embora esses povos não fossem livres, como no caso do Chile, mas, sim, a comunidade dos homens de negócios americanos e seus associados, de outras nacionalidades.
      (Adicionado: Vie Mar 20 2009 | Visitas: 50 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Aspectos feudais da colonização do Brasil (novo)  - A tese de que relações feudais pautaram o modo de colonização do Brasil gerou profundas controvérsias entre historiadores, economistas e sociólogos. Enquanto alguns autores perceberam e denunciaram essas relações, como fundamento do sistema fundiário brasileiro, que persistiu, de certo modo, até o século XX, outros negaram sua existência, inclusive na caracterização das capitanias hereditárias. Tais controvérsias a respeito da existência do feudalismo ocorreram também na Rússia e em Portugal. Leon Trotsky, ao escrever a história da revolução russa de 1917, a elas aludiu, ressaltando que os estudos mais recentes demonstravam, de modo incontestável, a existência do feudalismo na Rússia e que seus elementos essenciais eram os mesmos do Ocidente, mas ponderou que o fato de serem necessárias longas discussões provava também que ele nascera, prematuramente, com "formas indefinidas e pobres" quanto aos monumentos de sua cultura[1]. Tanto em Portugal quanto na Espanha, a força da historiografia jurídica, comentou José Mattoso, contribuiu para impedir que os historiadores tradicionais compreendessem a importância e o significado dos fenômenos feudais, enquanto os partidários da interpretação marxista, ao desprezarem a superestrutura jurídica, identificaram o feudalismo com um simples modo de produção, restrito à exploração do campesinato, os servos da gleba, pela nobreza senhorial.
      (Adicionado: Vie Mar 20 2009 | Visitas: 53 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • O golpe de 1964 e o regime de 1968: aspectos conjunturais e variáveis históricas (novo)  - O trabalho trata da evolução política do Brasil num período determinado de seu desenvolvimento. Discute-se o processo de conversão do "regime autoritário" no pós-1964 em regime ditatorial-militar no pós-1968. O objetivo do artigo é examinar a causa da edição do Ato Institucional n.º 5, logo, da vitória da extrema-direita militar, e, portanto, do fracasso político do movimento oposicionista nessa conjuntura. A questão central que informa a análise é a seguinte: é possível encontrar uma variável explicativa na interpretação desse processo histórico que dê conta do porquê da supremacia do "grupo palaciano" (a corrente ideológica militar então mais influente), e da sua solução para a crise do regime, bem como da derrota das "oposições"? O problema teórico de fundo aqui é o das determinações de um evento político, isto é, a articulação dos nexos causais que explicam determinado resultado histórico. São examinadas duas explicações correntes da literatura de Ciência Política e História Política e proposta uma terceira, que enfatiza, principalmente, variáveis de tipo ideológico.
      (Adicionado: Vie Mar 20 2009 | Visitas: 53 | Colocação: 7.00 | Votos: 1) Avaliar
    • O Golpe Militar de 1964 (novo)  - Esta obra, O Governo João Goulart: As Lutas Sociais no Brasil – 1961-1964, reflete o espírito de uma época, uma época muito conturbada e difícil, em que ainda lutávamos pela restauração das liberdades democráticas, contra o regime discricionário vigente no Brasil. Escrita entre fins de 1976 e primeiro semestre de 1977, ela constituiu a primeira tentativa de desmistificar, em termos acadêmicos, o golpe de estado que o implantara em 1964. Vali-me para tanto não só da pesquisa em fontes primárias, ou impressas, como de depoimentos dos mais diversos personagens que participaram da ascensão e queda do Governo João Goulart. De todos quanto pude, tanto dos que estavam com João Goulart como dos que contra ele conspiraram, tratei de ouvir depoimentos, a fim de fazer a reconstrução oral da história, pois, conforme o historiador inglês Timothy Garton Ash muito bem ressaltou, a testemunha, se tem sorte, pode ver coisas que o historiador não encontrará em qualquer documento.
      (Adicionado: Vie Mar 20 2009 | Visitas: 58 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • A era da aventura no mundo dos quadrinhos (novo)  - A história das histórias em quadrinhos é marcada por uma periodização pouco questionada e que coloca o período de 1929-1939 (Gubern, 1979; Anselmo, 1975) como sendo a "época dos heróis", da "aventura" ou da "explosão dos quadrinhos" – que para uns marca a década de 30 (Bibe-Luyten, 1987) enquanto que, para outros, dura até 1937 (Renard, 1981; Baron-Carvais, 1989) ou até 1949 (Marny, 1979). Na verdade, trata-se de um período das HQ que marca o surgimento de um novo gênero, a aventura e, ao mesmo tempo, um novo papel para elas. O novo papel das HQ se inicia em 1929 e manteve sua hegemonia até 1960 e, depois dos abalos desta década, torna a ser predominante a partir da década de 70 até a atualidade, nos primeiros anos do século 21.
      (Adicionado: Mar Mar 17 2009 | Visitas: 57 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • A Atuação de Oswaldo Aranha no Processo de Engajamento do Brasil na Segunda Guerra Mundial (novo)  - A Atuação de Oswaldo Aranha no Processo de Engajamento do Brasil na Segunda Guerra Mundial ao lado dos Estados Unidos. VIEIRA, Márcio José. A Atuação de Oswaldo Aranha no Processo de Engajamento do Brasil na Segunda Guerra Mundial ao lado dos Estados Unidos. Universidade Católica de Brasília. Professores orientadores: Professor MSc. Carlos Eduardo Vidigal e Professor MSc. José Romero Pereira Júnior. Junho, 2007. O estudo procura analisar a atuação de Oswaldo Aranha no comando do ministério das Relações Exteriores do Brasil, destacando o seu papel na definição do alinhamento brasileiro aos Estados Unidos e aos Aliados no conflito internacional. Para isso, foram consultadas, basicamente, fontes primárias e secundárias e biografias. Apresenta-se, em um primeiro momento, o panorama nacional e internacional à época, enfatizando os principais atores envolvidos no processo político. Logo após, é explicitada a trajetória política de Oswaldo Aranha, sua formação, suas influências e realizações para, em seguida, analisar a atuação de Aranha como chanceler do Estado Novo (1937-1945) e sua decisiva participação nas relações pendulares entre o Brasil, a Alemanha e os Estados Unidos. Do estudo depreende-se que a atuação de Oswaldo Aranha como chanceler foi fator determinante para que o Brasil se alinhasse aos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial, influenciando o processo decisório no governo Vargas e podendo, dessa forma, extrair da cooperação entre os dois países o maior número de vantagens para o Brasil.
      (Adicionado: Lun Feb 09 2009 | Visitas: 84 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • A história de um símbolo - O Espelho de Portugal (novo)  - O Espelho de Portugal é a designação de uma jóia - pregadeira ou fivela - que ganhou o nome em Inglaterra no tempo dos Stuart, assim referida em crónicas e inventários da época. Por exemplo, sabe-se que o então príncipe de Gales, que depois viria a ser Carlos I, o transportou numa jornada, em 1623. Em Inglaterra havia várias jóias chamadas espelhos: o Espelho da Grã-Bretanha e o Espelho de Nápoles são conhecidos. O Espelho de Portugal era um adorno que tem um grande diamante central, talhado em mesa rectangular, chamado o diamante de Portugal. Essa jóia é transportada ao peito pela raínha Henriqueta Maria, mulher de Carlos I, neste retrato. Sabe-se que o diamante de Portugal - provavelmente um cabochão rectangular de mais de 30 quilates - foi apropriado por Isabel I de Inglaterra a D. António, prior do Crato, em 1582. D. António, no exílio, entregou o diamante como garantia junto da rainha de Inglaterra, que proporcionou uma armada. Isabel I usou este pretexto para se apoderar do diamante.
      (Adicionado: Mar Dic 30 2008 | Visitas: 169 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • A metamorfose das armas do rei de Portugal na dinastia de Avis (novo)  - Desde o feudalismo, e de forma geral nas monarquias, as armas reais coincidiam com a representação simbólica dos Estados de que o soberano era titular. O Escudo de Armas é o objecto de estudo da Heráldica, tida como uma estenografia da História e ciência nobre (Slater, 2005) e pode ser definido como um sistema hereditário de cores e símbolos, nascido no escudo de guerra medieval, para identificação pessoal. A Heráldica principiou no século XII, entendida como a arte de formar e descrever brasões de armas. O termo símbolo pode ser objecto de alguma contestação, na medida em existe uma corrente de opinião que considera o símbolo arbitrário. Ora todos os elementos constitutivos dos escudos de armas são portadores de significado, e melhor seria designar o Escudo de Armas como um signo, revelando a tricotomia inerente, conforme Peirce enunciou, expressa numa relação sintáctica -o arranjo dos elementos e das suas cores -, uma dimensão semântica -relativa ao significado -e uma dimensão pragmática adstricta a uma função social e política. Neste contexto o escudo de armas também é um significante e podemos ensaiar uma interpretação morfodinâmica, centrada na sua metamorfose.
      (Adicionado: Mar Dic 30 2008 | Visitas: 113 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Brasil, 508 anos? (novo)  - Este artigo é um pequeno ensaio sobre as descobertas marítimas e o conhecimento cartográfico do mundo, tem o objetivo de levantar dúvidas sobre o mundo que conhecemos e se foi ou não explorado bem antes do que podemos imaginar. Não é um texto de convicções, mas traz assuntos que normalmente não freqüentam os livros de história oficiais, aliás, informação que se for usada em concursos ou provas o levará a tirar zero neste item, por tratar-se de assunto polêmico, muitas vezes tratado de pseudociência ou teoria da conspiração, resumindo: faz-de-conta. Mas existe uma quantidade de dados em forma de mapas, portanto fatos, que dizem exatamente o contrário do que aprendemos no cotidiano. Este ano comemoramos quinhentos e oito anos da descoberta do Brasil, dada em 22 de abril de 1500 por Pedro Álvares Cabral, para comemorar esta data envio o Mapa Mundi de Cantino. Um mapa repleto de detalhes, do ano de 1502 e que mostra um Novo Mundo repleto de detalhes.
      (Adicionado: Mar Dic 30 2008 | Visitas: 116 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar

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