Historia

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    • Memórias do holocausto: uma análise de relatos de sobriviventes de campos de concentração (nuevo) 

      Após a libertação dos campos de concentração nazistas e o término da Segunda Guerra mundial em 1945 a humanidade passou a tomar conhecimento através de inúmeras memórias de ex-prisioneiros os horrores vividos pelos judeus capturados pela política Nazista. Ao compararmos essas memórias é possível analisar as diferentes maneiras com que cada autor lida com os traumas vividos, a dor, as angustias e as percas. Podemos ainda constatar uma variação quanto ao modo de encarar e expor as memórias do holocausto por aqueles que publicaram suas obras logo após sua libertação e aqueles que as escreveram algumas décadas depois, num outro contexto sócio-cultural. Possivelmente, o tempo já tenha dado a eles a chance de superarem suas perdas, ou mesmo retirado de suas lembranças muitos detalhes, ou ainda, feito com que encarassem o ocorrido de uma outra forma. Assim, a história passa a ser recontada e reinventada a cada dia sobre diferentes visões.

      (Adicionado: 4ªf Dez 30 2015 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • História de um monumento: Igreja matriz de Itanhaém

      Em janeiro de 1921, Itanhaém ignorava estar recebendo a visita de uma pessoa que iria se tornar um dos intelectuais mais notáveis do país. Em seu universo de interesses, o ainda jovem autor de Macunaína tinha especial atenção às coisas de nosso passado histórico, tendo inclusive empreendido viagem a Minas Gerais e estudado seu legado artístico colonial (38), a partir do qual sai reforçado seu propósito de contribuir mais efetivamente para a preservação do patrimônio histórico brasileiro - o que começará a tornar-se realidade na década seguinte, com a criação do Departamento de Cultura da Prefeitura de São Paulo (1935) e do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (1937). Na manhã do dia 27 chega a Itanhaém e surpreende-se com o seu aspeto festivo. Observa que era já muito querida pelos banhistas ... de estranhos em férias, revestindo a cidade com uma poeira vazia de progresso, roubando-lhe a vetustez de coisa anciã. Razão porque se revolta, declarando-se contrário a essa invasão de homens e costumes novos, que prejudicam o carácter vivo e cru de certas cidades.

      (Adicionado: 3ªf Fev 10 2015 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • A sircuncisao "VAMBA" do povo nganguela no sul de Angola

      Cada povo tem a sua história. Este é elemento integrante da sua existência; todo povo necessita de ter consciência e conhecimento das suas imagens. Elas são importantes, pois sem raízes não há vida. A história do povo ngaguela não se reduz em simples narração de acontecimentos do passado, engloba toda a sua experiencia, cheios de factos reais, sonhos, vivencias, lendas, histórias comunitárias, além disso engloba o mundo concreto do nganguela que, unicamente se mantém presente através da tradição que se comunica de geração a geração. A história não e um conjunto de belas teorias fruto de ideologias, mas é procura da verdade. Esta está formada pelo que realmente se passou e pelo património do imaginário, do simbólico de um povo que interpreta e integra os acontecimentos no seu ser e no seu evoluir. A memória histórica e cultura de um povo e um dos elementos da sua identidade e evolução porque quando um povo perde o passado, arrisca-se a construir sobre o vazio e isto impede de se assumir como gente com personalidade própria no evoluir da história. O passado é sempre o ponto de referência necessária na construção do futuro; É raiz da árvore em crescimento. O próprio termo nganguela que da o nome a este grande povo, há tradições e interpretações que encontram-se em diferentes partes. De acordo com a sua etimologia, o termo "ganga" em nganguela significava; conhecedor dos segredos da natureza.

      (Adicionado: 4ªf Set 24 2014 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Tebas – Vida e atuação na São Paulo colonial

      O mais afamado oficial de cantaria de pedra que atuou na cidade de S. Paulo no período colonial foi o mulato então conhecido pelo codinome Tebas. Artífices mulatos existiram inúmeros no Brasil Colonial: Minas, Rio, Bahia, Pernambuco, tiveram os seus mais lídimos representantes, razão porque ganharam merecidamente um destaque expressivo na literatura histórica brasileira. Esses mulatos deram muito o que falar e, alguns, deixaram vestígios materiais de suas passagens pela história. Na música, por exemplo, a quantidade de mulatos instrumentistas e cantores que atuavam também no teatro como atores foi muito grande nas cidades mineiras e baianas. Na escultura, o seu representante máximo foi como sabemos o genial Aleijadinho. E na pintura, o seu maior representante em São Paulo, o também mulato Padre Jesuíno do Monte Carmelo. A Arte foi, estou convencido disso, o meio de afirmação para inúmeros deles, virtuosos ou não.

      (Adicionado: 6ªf Jun 06 2014 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Capelas Rurais Paulistas dos séculos XVII e XVIII

      A historiografia nos convida a imaginar a vida na extensa circunvizinhança de São Paulo de Piratininga dos dois primeiros séculos como a pintura de uma paisagem predominantemente rural, os morros cobertos por matas, com pequenas aberturas onde se cultivam os víveres indispensáveis à subsistência das famílias espalhadas por este vasto e bucólico cenário, em suas moradias, sempre rodeadas por índios trabalhando, cingindo a terra, conduzindo o gado, transportando coisas. Uma dessas moradas se destaca sobremaneira já pelo portal de entrada, todo em madeira lavrada, onde, logo depois de ultrapassá-lo, se vê alguns cavalos num cercado tosco tendo ao lado algumas cocheiras, de onde prossegue um caminho adornado por roseiras e marmeleiros de lado a lado até encontrar um pátio onde se dispõem diversas benfeitorias. O observador atento logo se apercebe da rara presença de mulher branca, aqui apenas assinalada numa figura postada ao lado de um homem barbudo que parece dar ordens, a partir da varanda de uma casa larga e atarracada, a um grupo de índios que se dirige a uma capela alpendrada posicionada a pouca distância.

      (Adicionado: 2ªf Jan 20 2014 | Visitas: 0 | Colocação: 1.00 | Votos: 1) Avaliar
    • O contributo da OUA aos movimentos de libertação nacional de Angola (1966-1975)

      Problema Ao longo das leituras realizadas em torno da temática em análise deparou-se com algumas questões. Dentre as diferentes uma servirá de pergunta chave. Porquê os movimentos tinham de ter a designação de frente para serem reconhecidos na OUA? Objectivos gerais: Analisar a relação da OUA, com os movimentos de libertação nacional de Angola Objectivos específicos: Identificar ás vias que levaram cada um deste movimentos ao reconhecimento na OUA. Compreender como se deu o processo de contributo aos movimentos Estudar os diferentes mecanismos que possibilitaram este reconhecimento.

      (Adicionado: 6ªf Jan 17 2014 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • A influência da história e da cultura em relação aos sonhos

      Na concepção do presente estudo e dentro de linhas apropriadas a uma apreciação acadêmica, pretendi, nos limites da cultura e da história da humanidade, demonstrar as influências exercidas na temática dos sonhos pelos condicionamentos filosóficos, morais e religiosos, que ao longo dos tempos, foram sendo modificados de acordo com a variação dos conceitos e valores internalizados no ser humano. Variação esta produto da natural inconstância, inerente ao avanço evolutivo experimentado pelo homem desde que adquiriu consciência de si e do uso da razão. Como material que entendo indispensável a uma visão panorâmica das questões abordadas, apresento considerações de ordem filosófica sobre a cultura e valores que ela envolve, e, ademais, procuro ainda estabelecer as necessárias interligações de todo o material compreendido no estudo dos sonhos com os conceitos psicanalíticos que me pareceram convenientes, tudo com o objetivo de buscar uma consistência orgânica na exposição. Palavras-chave: Sonhos. Evolução. Civilização. História. Cultura.

      (Adicionado: 6ªf Jan 18 2013 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Os descendentes dos romanos

      Condenado a subsistir sem história ao longo dela, separado da centelha que o engendrou por um precipício incomensurável de ignorância, eis que o Homem sequer conhece a razão de sua existência. Sua atividade favorita, no entanto, parece ser a de tentar convencer os seus semelhantes de suas tão brilhantes quanto improváveis conclusões.

      (Adicionado: 4ªf Jun 06 2012 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • A Argentina de Perón: A política, as classes sociais, a propaganda e o mito na construção e manutenç

      A Argentina está na mídia. No início do ano de 2010, chegaram aos meios de comunicação notícias sobre a instabilidade política e econômica, o confronto entre o Governo Federal e o Banco Central sobre o destino das reservas para pagamento de dívidas; a desclassificação dos arquivos da ditadura, que permite a apreciação de documentos que descrevem o período mais sangrento da história contemporânea do país. E, mais recentemente, a reabertura da questão das Ilhas Malvinas com a Grã Bretanha. O modelo de governo adotado pela Presidente Cristina Kirchner, com base na ideologia peronista, vem sofrendo golpes que põem em discussão não somente suas propostas, mas, principalmente, a utilização do "adjetivo" peronista para justificar suas medidas.

      (Adicionado: 3ªf Set 21 2010 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • A história oral na pesquisa social sobre espaço urbano

      Este texto apresenta algumas reflexões sobre o uso da metodologia denominada de História Oral em pesquisas no campo das ciências humanas. A metodologia da História Oral tem-se espraiado por diversas disciplinas e entre pesquisadores de origens diversas, ao mesmo tempo o seu uso tem provocado simpatias e adversidades. Os autores do presente texto buscam demonstrar que os indivíduos tomados como fonte original de informação junto às lutas sociais por moradia popular, a partir de sua prática social, alçam a condição de sujeitos sociais uma vez que contribuem para a produção da História e do espaço urbano. Na ampla tarefa das ciências sociais, cabe-lhe atribuir que trate os indivíduos como capazes de serem construtores e partícipes da História. Esta é uma tarefa científica, política e educativa de quem assim procede optando pelo uso da História Oral. (Em formato PDF)

      (Adicionado: 6ªf Fev 05 2010 | Visitas: 0 | Colocação: 8.00 | Votos: 1) Avaliar
    • O colapso da URSS: um estudo das causas

      Investiga as causas históricas, políticas, sociais e econômicas que mais contribuíram para o colapso e desaparecimento da União Soviética em 1991. Como um esforço de reinterpretação do fenômeno, desde a gênese até o esgotamento da URSS, apóia-se em análises e dados de alguns dos mais conhecidos especialistas no assunto. Considera que um conjunto de elementos se combinou para tal desfecho. Aponta como causas principais: a) o atraso material e cultural da velha Rússia para iniciar a construção do socialismo; b) o isolamento da Revolução Russa, fruto, entre outros fatores, do reformismo político que paralisou a classe operária no Ocidente. (Em formato PDF)

      (Adicionado: 6ªf Fev 05 2010 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Religião e colonização: uma abordagem histórica

      Analisar a participação do elemento religioso na divulgactío e construção de um imaginário edenico das terras do oeste do Paraná em comunidades ítala e teutas dos Estados do Rio Grande do Su1 e Santa Catariaa, é o objetivo deste artigo que utiliza fontes primarias como propagandas de temas, entrevistas orais e livros que compõe o acervo historiográfico da regiáo oeste do Paraná. PALAVRAS-CHAVE: Colonização, Imaginário social. Discurso. (Em formato PDF)

      (Adicionado: 6ªf Fev 05 2010 | Visitas: 0 | Colocação: 10.00 | Votos: 1) Avaliar
    • Dominick LaCapra: tecendo textos e contextos

      Dominick LaCapra, em suas formulações, investe contra o primado das dualidades no estudo da história intelectual ao recusar a polaridade entre texto e contexto, mundo "real" e escritos, sujeito e "objeto" etc. Propõe, em contrapartida, a conexão ativa e recíproca entre a produção intelectual e o mundo, tecendo textos e contextos, sujeito e "objeto", numa rede relacional. É usual e disseminado na história intelectual – enquanto estudo, ao longo do tempo, sobre a produção e os produtores das idéias – autores alicerçarem suas posições em pilares (fincados aos pares) que procuram balizar o estudo das idéias conforme concepções tanto arraigadas quanto frágeis. Ao serem postos como referências teóricas, tais pares duais (e, por vezes, dicotômicos) como texto/contexto, discurso/realidade, autor/produção, vida/obra, entre outros, não delimitam um espaço fértil a ser cultivado, sequer formam uma cerca para afastar falsas noções; formam sim um círculo de giz, no qual o estudioso se põe ao centro e acredita estar na posse de um arsenal teórico eficiente e protegido do senso comum. Dominick LaCapra mostra-nos a fragilidade dessas posições. Avesso aos milagrosos pares que supostamente dariam contraste e contorno à "realidade", acrescenta cores ao cenário preto e branco do estudo das idéias e borra as divisas – para muitos ainda óbvias – que dariam alguma nitidez aos dualismos teóricos. Sem dualidades, dicotomias, polaridades, determinismos imanentes, unidimensionalidade, univocidade espacial e temporal, insulamento objetivista do sujeito e sem legitimar o subjetivismo inconseqüente das leituras anacrônicas ou "performáticas", La Capra aborda as idéias e seus sujeitos ancorado numa visão não-canônica da história intelectual, que trata os termos numa espécie de jogo de espelhos, no qual a luz lançada sobre um "objeto", ao refletir-se, ilumina imediatamente outro.

      (Adicionado: 6ªf Maio 29 2009 | Visitas: 51 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Bárbaros antigos ou modernos?

      Pretende-se neste artigo analisar a construção do discurso sobre os persas – chamados "bárbaros" pelos gregos – no filme 300. Partindo da idéia de "orientalismo", de Edward Said, procuraremos demonstrar os aspectos anacrônicos da representação que o filme faz dos bárbaros, expressando aspectos políticos contemporâneos, estranhos aos gregos antigos. De tempos em tempos surgem nos cinemas filmes que ocupam a agenda daqueles que se dedicam à História; dentre esses filmes, um dos mais recentes é 300, baseado nos quadrinhos de Frank Miller. Em função do seu conteúdo ideológico, é um dos filmes mais atuais que passaram pelas salas de cinema nos últimos tempos, embora pretenda narrar fatos ocorridos milênios atrás. Esse filme, que aparentemente mostra apenas uma batalha entre persas e gregos na Antigüidade, tem como tema central uma suposta guerra entre Ocidente e Oriente, "civilizados" e "bárbaros", Oeste e Leste, "nós" e "eles". Dessa suposta luta de razão e democracia contra misticismo e tirania, acabam surgindo mártires, lembrados como exemplo de grande bravura.

      (Adicionado: 5ªf Abr 30 2009 | Visitas: 56 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Brasil 500 anos: do "descobrimento" ao "encobrimento" da alteridade do outro

      Brasil: 500 anos de quê?. O encobrimento do outro. A dominação européia: "em nome de deus". O mito do "ego" moderno. 500 anos de exploração. A continuidade do colonialismo. Ao celebrar os 500 anos do "descobrimento" do Brasil, chegada do homem europeu ao "novo" mundo, julga-se oportuno refletir sobre o que foi considerado o "mito" da modernidade, ou seja: a supremacia da razão instrumental moderna (européia), sobre o "outro", atrasado, diferente, desconhecido e por isso considerado bárbaro (índio, nativo). Pretende-se, a seguir, apresentar algumas idéias sobre a temática "Brasil 500 anos", onde a dominação cultural (histórica e filosófica), religiosa e política aparecerão implícitas. Tais argumentos seguem a fundamentação teórica de Beozzo, Dussel, Las Casas, Leon-Portilla e Todorov. Celebração significa festejar, comemorar; quem festeja e comemora ao mesmo tempo recorda, recordar é trazer à memória. Por isso pergunta-se: vamos celebrar (trazer à memória) 500 anos de que?

      (Adicionado: 5ªf Abr 30 2009 | Visitas: 64 | Colocação: 10.00 | Votos: 1) Avaliar
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