Língua e Literatura

Páginas: [<<] 1 2 3 4 5 6 7 [>>]

    • Século XXI: A presença de jovens escritores no sistema literário do Grande Do Sul

      A literatura promove no homem o desenvolvimento de sua intelectualidade, proporcionando-lhe um equilíbrio moral e psicológico, bem como uma maior integração com a realidade que o cerca, e é na escola que ela exerce a sua função por excelência. Esta monografia argumenta sobre a importância da literatura, tanto na construção do homem, quanto da sociedade, atentando para a necessidade vigente de despertar o interesse do jovem pela leitura, na intenção de contribuir para a reversão da realidade atual que retrata a indiferença deste enquanto leitor acarretando em dificuldades de aprendizagem, de compreensão e produção textual. Objetivando a motivação desses, o presente trabalho propõe a inclusão da leitura de novos autores, a fim de que os discentes tenham acesso a outras obras, além das "leituras obrigatórias" impostas pelo vestibular, e, pela afinidade - relação supostamente sustentada pela semelhança de linguagem, temática, contexto e idade (considerando que a idade foi um dos critérios deste trabalho e os autores escolhidos tem em média 35 anos) – possam não só encontrar satisfação e prazer na literatura, chegando a transformá-la em um hábito perene, como também adquirir certa experiência literária, que fará com se apropriem efetivamente das obras clássicas, facilitando a compreensão e elaboração de textos próprios.

      (Adicionado: 4ªf Jul 06 2011 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Definição de equilíbrio e seus corolários

      Uma das contingências com que os cientistas muitas vezes se confrontam prende-se com questões de linguagem. Sendo a linguagem o método de transmissão entre Seres Humanos, é fundamental que a ciência, tal como todas as outras actividades, tenha uma linguagem e com ela se expresse para que se faça entender e divulgar. Claro está que um dos problemas prende-se com a linguagem complexa e por vezes até hermética utilizada no mundo científico, divergindo conforme a área do conhecimento.

      (Adicionado: 3ªf Maio 03 2011 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Definição de equilíbrio e seus corolários

      Uma das contingências com que os cientistas muitas vezes se confrontam prende-se com questões de linguagem. Sendo a linguagem o método de transmissão entre Seres Humanos, é fundamental que a ciência, tal como todas as outras actividades, tenha uma linguagem e com ela se expresse para que se faça entender e divulgar. Claro está que um dos problemas prende-se com a linguagem complexa e por vezes até hermética utilizada no mundo científico, divergindo conforme a área do conhecimento.

      (Adicionado: 3ªf Maio 03 2011 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Graciliano Ramos: escritor, narrador, autor e herói. Uma leitura do "eu" na obra Memórias do Cárcere

      Esse artigo discute o modo como a escrita autobiográfica revela a construção do "eu" de Graciliano Ramos, que em Memórias do Cárcere assume os papéis de escritor (profissional), narrador (voz que encena a história), autor (que garante a unidade do texto) e herói (personagem). A obra é um relato das experiências vividas por Ramos quando ele esteve preso durante a Ditadura de Getúlio Vargas, no ano de 1936. Para tanto, algumas questões são centrais: a primeira delas é a relação entre tempo e espaço que se apresenta de modo constitutivo na própria estrutura do texto, "o tempo deixara de existir" (RAMOS, 1953); a segunda é o uso dos pronomes que revelam a construção do gênero autobiográfico e da identidade dos participantes do discurso, "desgosta-me usar a primeira pessoa" (RAMOS, 1953); e a terceira é a discussão do "estilo" da autobiografia, "Quem dormiu no chão deve lembrar-se disto, impor-se disciplina, sentar-se em cadeiras duras, escrever em tábuas estreitas" (RAMOS, 1953).

      (Adicionado: 6ªf Fev 05 2010 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Reseña de "O pensamento mestiço" de Serge Gruzinski

      Prefaciando a obra Apologia da história, de Bloch,1 Le Goff lembra aos pesquisadores a necessidade de se fazer a boa história para ensinála, fazêla ser amada e não se esquecer de que, ao lado de suas necessárias austeridades, a história tem seus gozos estéticos próprios. Embora o autor de O pensamento mestiço diste mais de cinqüenta anos da obra de Bloch, firme algumas reticências aos fundadores dos Annales e apresente severas críticas ao europocentrismo acadêmico, a sintonia quanto à função da história, a concepção sobre o tempo presente, a erudição, o zelo e trato pelas fontes e o ruminar dos conceitos em torno do tema analisado tornam ambos os historiadores muito próximos. (Em formato PDF)

      (Adicionado: 6ªf Fev 05 2010 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Histórias esquecidas - um estudo sobre as obras: Memórias do Cárcere e Cemitério dos Vivos

      Esse texto procura descrever e comparar as visões de mundo dos narradores das obras Memórias do Cárcere, de Graciliano Ramos e Cemitério dos Vivos, de Lima Barreto. Os narradores dessas obras apresentam as experiências de enclausuramento forçado vividas por seus respectivos autores, embora sejam obras de ficção. Graciliano Ramos foi preso político durante a ditadura de Getúlio Vargas sem nunca saber a real razão de ter sido mandado para a cadeia, pois não houve contra ele nenhum processo. Ele permaneceu preso por onze meses: esteve num navio, passou por diversas delegacias, ficou um tempo no Pavilhão dos Primários, foi mandado para a Colônia Correcional, e por último ficou na Casa de Correção.

      (Adicionado: 3ªf Jan 26 2010 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • O ícone e a possibilidade de informação

      Este artigo aborda a potencialidade informacional do signo icônico a partir da Semiótica de Charles Sanders Peirce, instrumento utilizado para tratar tanto do estatuto ontológico da informação – a sua inscrição na secundidade – como da sua presença no interior da tríade semiótica – na forma de objeto imediato do signo. A partir dessa abordagem verifica-se que a mera possibilidade, modo como a informação se apresenta em estado de primeiridade, é o elemento que vai caracterizar o ícone, o signo que se inscreve na primeira categoria. Palavras chave: Semiótica. Informação. Categorias Peirceanas.

      (Adicionado: 3ªf Jan 26 2010 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Uma leitura do "Pai Nosso"

      O objetivo desse artigo é analisar aspectos da enunciação no discurso religioso do Pai Nosso, uma oração emblemática do cristianismo, supostamente proferida e ensinada por Jesus Cristo, conforme o relato dos evangelhos: Pai Nosso, que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai nossas ofensas assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

      (Adicionado: 3ªf Jan 26 2010 | Visitas: 0 | Colocação: 10.00 | Votos: 1) Avaliar
    • A dança da metamorfose

      Conferência sobre María Zambrano. Nunca compreendi o que era estar no tempo, o que era mudar, o que é agir. Sinto-me bem a moldar a metamorfose. Maria Gabriela Llansol, Lisboaleipzig1, o encontro inesperado do Diverso, editora Rolim, Lisboa, 1994, p. 25. Incorpórea, a claridade da manhã dança. Quem não terá visto na claridade da manhã, na dança perfeita que é a metamorfose, uma pluralidade de figuras que, desenhadas e desdenhadas, não se corporizam, transformando-se infatigavelmente? Nascem e desfazem-se, enlaçam-se e retiram-se; escondem-se para reaparecer como faz o homem a jogar quando é criança, ou quando joga com esses jogos em que a infância se eterniza.

      (Adicionado: 6ªf Set 25 2009 | Visitas: 0 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • A importância de ler Paulo Freire

      Primeiras palabras. A leitura como ato político. Fragmentos de uma utopía. Uma pedagogia do risco. Postulados de uma educação dialógica. Paulo Reglus Neves Freire (1921-1997) o educador brasileiro que via como tarefa intrínseca da educação a construção do senso crítico pela verdadeira cidadania - e não apenas a mera formação para o mercado do trabalho - nasceu em Recife, no dia 19 de setembro de 1921 e faleceu no dia 02 de maio de 1997, aos 75 anos, em São Paulo.

      (Adicionado: 6ªf Set 25 2009 | Visitas: 0 | Colocação: 7.00 | Votos: 1) Avaliar
    • Um escritor, duas histórias: Machado de Assis e a crítica de José Veríssimo e Sílvio Romero

      Três críticos, duas histórias. Sílvio Romero e o mestiço. José Veríssimo e a autonomia do gênio. Crítica e nacionalidade. As leituras críticas da obra de Machado de Assis presentes na História da literatura brasileira de Sílvio Romero e na de José Veríssimo -as primeiras a apresentarem uma visão da literatura brasileira como totalidade orgânica -indicam não somente duas diferentes formas de exercício da crítica e de avaliação da obra machadiana, mas assinalam, sobretudo, duas distintas formas de percepção da nacionalidade e aspiração a ela na sociedade brasileira do início do século XX.

      (Adicionado: 6ªf Maio 29 2009 | Visitas: 41 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Dante e o amor cortês

      Embora Dante tenha feito na Divina comédia a grande homenagem a sua "dama" Beatriz, colocando-a em destaque no Paraíso, próxima a Deus, é na Vida nova que o poeta narra o caminhar desse amor que tanto marcou sua trajetória pessoal e literária. Vida nova é um pequeno livro, formado por poemas produzidos ao longo de vários anos, articulados pela narrativa dos episódios relacionados ao amor do poeta por Beatriz. Dante, que não desfrutou do convívio mais íntimo com Beatriz, descreve nesse texto uma mulher que, embora com uma existência concreta, encarna o símbolo de mulher e de amor ideais da época. Essa é a razão pela qual hoje não temos condições de conhecer quem realmente foi Beatriz; os registros que temos de sua vida são os escritos de Dante, onde aparece a imagem de uma Beatriz idealizada pelo poeta.

      (Adicionado: 2ªf Maio 04 2009 | Visitas: 55 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • A saga do São Sebastião Tumbeiro o último galeão ou o tumbeiro malê

      Conta a trajetória ficcional inglória do último galeão, o São Sebastião, convertido em tumbeiro, e o seu naufrágio na costa da ilha de Itaparica durante as batalhas na campanha da Bahia durante as guerras pela independência do Brasil em 1823. Nas galés do tumbeiro são transportados escravos negros malês guerrilheiros encomendados para participarem da Revolta dos Malês de 1835. Narra a devoração do capitão Pedro Sá pelos guaranis e a iniciação da rainha negra imaculada nos ritos de acasalamento da tribo guarani, apresentando os primórdios do culto sincrético mágico-religioso à imagem de São Sebastião/Oxossi-Ogum no Brasil. Revela as raízes histórico-culturais da travessia a nado Mar Grande – Salvador e o apoio decisivo dos guaranis aos independentistas para a vitória sobre os portugueses e sua expulsão definitiva da Bahia sob a liderança de Maria Felipa a partir da união com os pataxós e tupis-cariris.

      (Adicionado: 3ªf Abr 21 2009 | Visitas: 64 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Linguagem, Poder e Relações Internacionais

      Desenvolvimento Capitalista e Dominação Lingüística. Etnocídio e Glotofagia. Hegemonia Lingüística e Imperialismo Cultural. Esperanto: Alternativa Libertária. As relações entre poder e linguagem já foram abordadas por muitos autores e expressam uma preocupação com a questão cultural na sociedade moderna. A linguagem não é neutra e nem está acima das lutas sociais, mas, ao contrário, é perpassada por estas lutas, é expressão delas e toma parte nelas. Um conjunto de pensadores contribuiu, de uma forma ou de outra, para pensar as relações entre linguagem e poder, tal como Foucault (1996); Bakhtin (1990); Fromm (1979); entre outros. No entanto, os aspectos envolvidos no interior da relação linguagem e poder são muitos e nem todos foram enfatizados. Assim, Foucault focaliza a questão da censura no discurso; Bakhtin analisa a luta de classes em torno dos signos; Fromm observa a existência de um filtro social do discurso; e assim por diante. A nossa pretensão, no presente texto, é abordar a questão da linguagem e poder relacionada com as relações internacionais, bem como apontar para uma perspectiva de superação da dominação lingüística. Isto significa que iremos enfatizar as relações lingüísticas entre os Estados-Nações e entre estes e determinadas etnias e não a relação de etnias entre si, embora possamos lançar mão de comparações que possam ser esclarecedoras. Isto significa também uma delimitação temporal, isto é, iremos abordar as relações lingüísticas a partir da emergência dos Estados-Nações, ou seja, do capitalismo, e não em períodos históricos anteriores.

      (Adicionado: 6ªf Mar 27 2009 | Visitas: 94 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Poemas mágicos

      Adriana Calcanhoto pergunta em uma bela canção para quê servem as canções. Utilitáriamente nada, talvez. Servem ,como as crianças, para nosso deleite. Poderia perguntar também para quê servem os poemas. Para nada, também, de um ponto de vista prático. Podem até ser nocivos, diria um cultor de Platão .Mas eu penso que escrever poemas pode ser um exercício diário de compreensão do dia e da vida, e mesmo um exercício de transformação, da vida e de quem escreve. Escrever poemas é uma pequena magia, com truques,regras, uma tradição respeitável , embora esteja longe atualmente do centro do palco das artes. Ocupa um lugar limítrofe em relação à música e ao romance ou o cinema. Mas um lugar de poder. Desde que aprendi a manusear um microcomputador o hábito que me vem da adolescência de escrever mudou-se num diálogo cotidiano com uma lista de amigos que às vezes comentam o que escrevo por correio eletrônico ou nos encontros na cidade.

      (Adicionado: 2ªf Fev 23 2009 | Visitas: 79 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
15 Anteriores Próximos 15