Novos trabalhos

    Filosofia e Mitologia

    • Apresentação de Experiência e Sentido – Um Ensaio de Filosofia da Mente (nuevo) 

      A presente dissertação trata de uma perplexidade, a princípio simplesmente antevista, depois aprofundada, não sem passos de hesitação, em várias instâncias de discussão, finalmente resolvida, bem ou mal, num argumento. A anunciada perplexidade prende-se com duas fortes convicções filosóficas. Por um lado, aquilo a que chamamos "mente" deveria explicar-se por meio de acontecimentos nos nossos cérebros, seus processos bioquímicos, biofísicos, físico-químicos, no quadro, segundo cremos, de uma sobreveniência natural do mental sobre o neural. Razões relativamente elementares sustentam esta convicção - primeiramente, nenhuma mente humana sobrevive á morte do corpo, do seu cérebro; depois, muitos estados mentais deixam-se atestar numa sincrónica observação de estados neurais que, de algum modo, lhes correspondem. Por outro lado, aquilo a que chamamos "mundo real", "mundo exterior', estados de coisas descritos pela Física, pela Química, pela Biologia, nada disso é experimentado a não ser sob a pressuposição de uma mente que os experiencie. Outras razões, tão elementares como as anteriores, sustentam esta convicção - como só se constatam as exterioridades do mundo real que tenham, de algum modo, sido dadas a experienciar, e como toda a experiência a que se acede é experiência de uma mente, então apenas pelo cabal esclarecimento do que seja a experiência de uma mente se poderá esperar uma explicação para aquilo que deveria explicar a mente. Eis a perplexidade: o explanans e o explanandum, no que respeita ao problema mente/cérebro, estão reciprocamente implicados. Restará, pois, a admitir esta posição paradoxal do problema, tentar resolver virtuosamente uma circularidade que não se quer viciosa.

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    Administração e Finanças/Recursos Humanos

    • Gestão da qualidade total. Crescimento do ser humano (nuevo) 

      Qualidade total autêntica. Gerência do crescimento do ser humano. O gerenciamento participativo. Desde 1976 moro no Brasil. Por volta de 1990 começou neste país o "boom" da Qualidade Total. No princípio, muita gente a considerava como uma panacéia, uma varinha mágica que levaria o país em pouco tempo a transformar-se num membro do Primeiro Mundo. Como conseqüência, começou a ser aplicada a todo vapor em empresas de todo tipo. Contudo, pouco tempo depois - lá por 1992 - começou a sentir-se uma reação contrária; pessoas reclamando de estragos causados pela tal senhora chamada "Qualidade Total". Nas minhas variadas atividades como conferencista, professor, escritor e consultor no tema fui percebendo esta mudança de percepção nas pessoas, de modo que supondo houvesse algum mal-entendido por parte destas, expliquei mais cuidadosamente os princípios e os fundamentos da nova tecnologia gerencial. Em ocasiões parecia que estas explicações eram satisfatórias, ás vezes só parcialmente e em certas oportunidades era claro que eram insatisfatórias.

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    Direito

    • Da Ditadura dos Sistemas Sociais: uma crítica à concepção de Direito como sistema autopoiético (nuevo) 

      Sistemas. Sistemas autopoiéticos. Mudanças de estado. Acoplamento estrutural. Sociedade e Direito como sistemas autopoiéticos. Direito como instrumento de manutenção do status quo. Conclusões. A palavra sistema nos remete a inúmeros conceitos em princípio bastante distintos: o sistema solar (sistema físico), o sistema nervoso (sistema biológico), o sistema computacional (sistema eletrônico), entre outros. Um sistema é um conjunto de elementos organizados. Os elementos são os componentes do sistema e, ao contrário do que a priori poder-se-ia supor, não caracterizam o sistema. O que caracteriza um sistema estelar não são o número de planetas, o tamanho dos corpos celestes, sua composição química ou mesmo sua temperatura.

      (Adicionado: 5ªf Out 23 2008 | Visitas: 66 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Do delito de dano e sua aplicação ao Direito Penal Informático (nuevo) 

      Prolegômenos. Analogia e interpretação extensiva. Bem jurídico tutelado. Dados informáticos. Dados como objeto material do crime de dano. Dano informático e divulgação de vírus. Dano informático e acesso não autorizado a sistemas computacionais. Consumação e tentativa. Conclusões. O crime de dano está previsto no art. 163 do Código Penal Brasileiro e sua aplicação na proteção dos dados informáticos têm sido muito discutida em congressos e seminários dedicados ao estudo do Direito Informático no Brasil. O busílis encontra-se na palavra coisa, utilizada pelo legislador de 1940 para designar o objeto material do delito de dano.

      (Adicionado: 5ªf Out 23 2008 | Visitas: 71 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Erro de tipo e erro de proibição (nuevo) 

      Trataremos de um assunto controvertido, com posicionamentos doutrinários antagônicos e pouco compreendido pelos acadêmicos e bacharéis em geral. Tal estudo teve com estímulo a questão contida em um concurso para Juiz de Direito, a qual ficou assim expressa: "Ao se defender do gesto de um seu inimigo capital, suposto como de possível saque de arma de fogo, indutor de presumível agressão injusta, A desfere um tiro fatal em B que, entretanto, não se encontrava armado. A não responderá por homicídio, porque agiu em legítima defesa putativa configuradora, neste caso, de um: (A) Delito putativo de erro de tipo. (B) Erro de tipo acidental. (C) Erro de proibição. (D) Erro de tipo essencial". O gabarito apresentou como correta a alternativa da letra "d". Mas, diante de tanta controvérsia, a questão possui duas alternativas que, com sólidos fundamentos, podem ser admitidas como corretas (letras "c" e "d").

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    • Estado de Necessidade e a apreciação de suas inúmeras possibilidades na exclusão da ilicitude penal (nuevo) 

      Evidentemente, o conceito jurídico de Estado de Necessidade não traz em si qualquer complexidade, sendo prioritariamente difundido por doutrinadores penalistas, todavia, o instituto não deixa de ser exemplificado com igual clareza em âmbito civil. Contudo, sob o aspecto que nos interessa dissertar, sugere-nos que sua compreensão se dê sob uma outra ótica. Ou seja, queremos debater sobre a impulsão psicológica sofrida pelo indivíduo, capaz de delimitar a circunscrição gradual de sua necessidade, necessidade esta, que se torna justificante de sua ação, a ponto de excluir de seu ato o caráter denso de contrariedade á lei. Reiteramos que, o Estado de Necessidade pode ser verificado tanto na órbita criminal quanto na civil, porque em qualquer delas, teremos a experiência de um agente sob influência de estímulos motivacionais, capazes de direcionar sua ação imediata á finalidade de suprir uma necessidade iminente.

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    • Explicar o Direito: para além do modelo episódico dominante (nuevo) 

      A doutrina jurídica tradicional, e em particular a filosofia do direito, se interrogam desde sempre acerca do modo como as regras sociais e as normas jurídicas surgem e se impõe na sociedade, ao que se acrescenta a questão relativa á maneira como essas regras e normas se legitimam. Também se manteve durante séculos a tese de que o ser humano é sociável por natureza e, portanto, somente na sociedade organizada alcançava o indivíduo humano sua mais plena e perfeita realização. Assim, as normas e a organização sócio-política seriam uma seqüela necessária do próprio ser do homem, a dimensão ou componente imanente de sua natureza moral e racional.

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    • Hermenêutica jurídica: mente, cérebro e “prejuízo” (nuevo) 

      Durante os últimos anos a ciência há logrado avanços espetaculares em diferentes áreas do conhecimento. Patricularmente no que se refere ao nosso conhecimento sobre o cérebro humano, a ciência também há progressado significativamente e hoje entendemos melhor como se produzem a linguagem, o reconhecimento do mundo, o pensamento, a memória, os sonhos e a tristeza. Cada vez mais os progressos provenientes da neurociência nos têm ensinado que nossa atividade "mental" e o comportamento surgem de uma parte especializada do corpo: nosso cérebro. O objetivo da neurociência é precisamente o estudo do cérebro e da atividade cerebral, isto é, das bases neuronais do pensamento, da percepção, do comportamento e da emoção, isto é, dos mecanismos da relação cérebro/mente ou, o que é o mesmo, dos mecanismos cerebrais que nos ajudam a entender a função dos genes na configuração do cérebro, o papel dos sistemas neuronais na percepção do entorno e a relevância da experiência como princípio de orientação nas ações futuras. O enfoque de seu estudo pode ser o nível molecular intra e interneuronal e/ou o nível integrativo ou global no que se analisam conexões, redes neuronais e comportamentos. Também é possível visualizar a atividade mental como os eventos que ocorrem em um tempo tão breve como milisegundos, que é o tempo que transcorre quando um neurônio se comunica com outro, ou tão largo como o que sucede através de toda uma vida.

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    • Imputação objetiva: discutindo com o Prof. Dr. Chaves Camargo (nuevo) 

      Não se pretende aqui fazer um plágio do livro do Prof. Dr. Chaves Camargo, mas sua obra Imputação Objetiva e Direito Penal Brasileiro, chegou até nossas mãos por intermédio do Prof. Dr. Celso Fernandes Campilongo, que a adquiriu em uma livraria jurídica do Estado de São Paulo. Desenvolvíamos uma dissertação intitulada Imputação Objetiva: Uma crítica de Suas Perspectivas Extremamente Otimistas e/ou Reducionistas. Nosso orientador foi o Prof. Dr. João Maurício Adeodato, intelectual que muito nos ajudou na pesquisa. Ele é jusfilósofo e o tema encontra suas bases na Filosofia. Ademais, ele é profundo conhecedor da cultura filosófica germânica, uma vez que realizou vários cursos na Alemanha, o que o aproxima ainda mais do tema. O Dr. Campilongo prestou-nos auxílio imensurável, haja vista que possibilitou a aproximação entre Filosofia alemã e o garantismo de Luigi Ferrajoli, permitindo a observação do contexto filosófico hodierno, com profundos reflexos no Direito Criminal.

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    • Liquidação de sentença por artigos: a complexidade do instituto e as alterações trazidas pela lei 11 (nuevo) 

      Desde que a sociedade romana abandonou a vingança privada, onde os particulares faziam justiça com as próprias mãos, vem, segundo Gaio (IV,2), inserir ao contexto social, um modo de pacificação real dos conflitos, instituído como: legis actiones legibus produtae sunt . Assim, apesar de lento, mostra-se contínuo o desenvolvimento deste processo histórico. De tal modo, temos que, quanto mais é fortalecido o Estado, maior a imposição de regras regulamentadoras e, é como se a própria sociedade não permitisse a existência de um Estado, tão somente, espectador das controvérsias entre os particulares. Surge assim, nos tempos modernos, a função judicante deste Estado, Estado moderno, constituído e instituído de forma que sua constituição garanta o devido processo legal, princípios fundamentais, estabeleça requisitos e formas para as sentenças, conceda garantias salvaguardadas aos magistrados prolatores de sentenças, bem como, em contrapartida, faça com que o mesmo processo legal, por ela garantido, venha, ao mesmo passo, torná-la intocável em seus próprios preceitos, pois, é a legalidade processual que garante ao Estado, sua legitimidade.

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    Ciências sociais

    • Agir por dever e ética formal (nuevo) 

      O dever. Questões ligadas á resolução de dilemas. Deontologismo versus Consequencialismo. Limite á ética kantiana. A ideia de liberdade. A Terceira Antinomia. Procurámos indicar no estudo anterior as condições que uma vontade tem de satisfazer para que se diga, num dado contexto de acção, uma vontade livre. Defendemos que essas condições consistem na existência de possibilidades alternativas, por um lado, e na boa formação da vontade, por outro. Há que notar, porém, que, entendida neste sentido, uma vontade livre nada tem de moral ou imoral. Designadamente, o facto de ser bem formada não pode ser pensado como um facto que respeite á moralidade ou imoralidade da acção. Com efeito, assumindo que existem possibilidades alternativas, a vontade de um agente pode ser livre e, ao mesmo tempo, imoral ao exprimir, enquanto desejo final, a totalidade dos desejos e crenças do agente - e daí ser livre -, mas numa situação tal em que a maioria desses desejos não seja moralmente permissível, bem como a vontade apurada. Em contrapartida, uma vontade pode não ser imoral ainda que tenha sido mal formada. Portanto, vontade boa/má e vontade bem/mal formada não devem ser confundidas. Na realidade, dizem respeito a âmbitos inteiramente distintos. A boa ou má formação da vontade diz respeito ao processo de apuramento do desejo que guiará a acção; prende-se, pois, com o agir por desejo e é assunto para uma filosofia da acção. Se nisto a vontade se diz livre é porque o agente reconhece como própria a vontade, ou seja, assume como sua a causalidade da vontade e, além disso, pôde, caso o quisesse, ter agido de forma diferente. Mas, agir por desejo e apropriação da vontade não implicam moralidade para a acção e para a vontade que a determina. Uma filosofia da acção e uma filosofia moral são disciplinas contíguas, mas ainda assim distintas.

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    • Crença, corroboração e verdade científica. Rici – seminário permanente (nuevo) 

      Este seminário visa abordar o efeito da crença no trabalho científico. Justifica-se a meu ver, e desde logo, pelo facto de todo o conhecimento se recortar de crenças, não fazendo diferença, para o caso, se o conhecimento é especificado como científico ou não. De uma forma ou de outra, o conhecimento é uma crença qualificada. Depois, é esperável, em virtude da sua natureza interdisciplinar, que este seminário possa dar conta de algumas formas particulares pelas quais o efeito da crença sobre o trabalho científico se faz sentir. Por exemplo, efeito da crença sobre os métodos científicos, efeito da crença sobre o esforço de justificação, efeito da crença na corroboração obtida sobre o próprio objecto de estudo, etc. Pela minha parte, procurarei cumprir três objectivos que passo a enunciar: 1. Relatar uma caracterização do conhecimento, que é sempre conhecimento de verdades, científicas ou não, como crença qualificada, designadamente como crença verdadeira e justificada. Procurarei ainda, adentro das condições a satisfazer para que haja conhecimento, explicitar as relações entre verdade e justificação a partir das teses que Donald Davidson defende em "Uma Teoria Coerencial da Verdade e do Conhecimento". 2. Exprimir algumas particularidades a respeito das nossas crenças em regularidades, sua formação e corroboração, e isto sob a preocupação de divisar o significado da diferença entre o que se faz em ciências naturais e o que se faz em ciências sociais. Para este tópico, farei referência ás epistemologias de Karl Popper e de Friedrich Hayek. 3. Discutir qual o lugar da crença nos momentos do trabalho científico em função de diferentes posicionamentos marcantes na epistemologia contemporânea (designadamente, os de Karl Popper, Michael Polanyi, Thomas Kuhn, Imre Lakatos).

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    • Ética, Direitos da Personalidade e Humanidades: Elementos e conceitos anacrônicos diante da Biotecno (nuevo) 

      Hoje, em "plena modernidade", vivenciamos o momento em que o mundo já se rende á "Era Biotecnológica". Sendo oportuno, dizer que o prefixo "BIO" é utilizado para associar ao termo seqüente ou subseqüente a idéia de vida, organismo vivo ou processo biológico existente. Assim, temos em fervura neste caldeirão de atualidades: Biodireito, Bioética, Biossegurança, Bioenergético, Biodiversidade, entre outras tantas performances admitidas ao contexto "BIO". De sorte, estamos presentes em um cenário sócio-cultural onde e quando todas as tendências são ou estão voltadas ás variedades e variabilidades dos organismos vivos. Talvez, esta seja tão-somente mais uma, dentre outras tendências preexistentes, até porque, em todas as épocas antecessoras foram cultuados certos modismos, e nós, até então, "puramente humanos [?]", estamos sempre propensos á adesão. Notadamente, nosso tema se desenvolve nos contornos da seara jurídica, porque estaremos tratando de questões pertinentes ao respeito aos limites impostos, em primeiro plano, pelas normas e, num segundo momento imposto pela ética, que proeminente, deva existir em cada um de nós, como exigência básica da conduta humana. Todavia, estejamos traçando concomitantemente uma ótica psicanalítica do comportamento social, pois, os desvios no padrão de comportamento têm sido uma preocupação demasiadamente instigante aos estudiosos de quase todos os saberes científicos, e o mal-estar causado pela cultura é da ordem da psicanálise.

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    Psicologia

    • Da experiência mental sem consciência – Ou o problema mente/corpo para lá da consciência de acesso e (nuevo) 

      Experiência mental sem intencionalidade. Consciência sem intencionalidade. Direcções de investigação do problema mente/corpo. Experiência mental sem intencionalidade nem consciência. Uma nova direcção de investigação do problema mente/corpo: naturalizar a experiência mental. A experiência mental não consciente no debate sensorialismo/perceptualismo. Consequências para uma teoria da percepção e da alucinação. Conclusão: por uma experienciologia. É a Brentano que se deve a apresentação da propriedade da intencionalidade como critério para demarcar o mental do não mental. Na sua esteira, a fenomenologia de Husserl, enquanto programa para uma ciência das vivências intencionais, assumiu a mesma intencionalidade como propriedade definidora da consciência. Ambas as teses se reportam á intencionalidade; não obstante, não dizem o mesmo. A psicanálise de Freud evidencia-o na sua difícil relação com a fenomenologia - os dois programas são contemporâneos e ambos assumem o critério de Brentano; contudo, enquanto a psicanálise de Freud presumiu um Inconsciente, que tomou como seu objecto de estudo, e que ainda seria mental em virtude da sua natureza intencional, a fenomenologia recusou, particularmente com Sartre, a hipótese do Inconsciente com base na ideia de que a intencionalidade não só seria necessária á consciência mas também exclusiva á consciência. Neste sentido, de acordo com Sartre, afirmar um inconsciente intencional mais não seria do que afirmar um absurdo: um "inconsciente consciente". Daqui seguir-se-iam consequências bem conhecidas do pensamento de Sartre. Por exemplo, a de que supor um inconsciente por detrás da consciência a mais não corresponderia do que a uma forma de "má-fé".

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    • Envelhecimento, amor e sexualidade: utopia ou realidade? (nuevo) 

      O envelhecimento mundial é um fenômeno que tem sido muito discutido na última década, sobretudo por seu significativo crescimento. Muitos pesquisadores de diferentes áreas têm mostrado interesse em estudar essa fase da vida. Infelizmente, os idosos são vistos com preconceito, porque ainda hoje a idéia de envelhecer é vista como sinônimo de doença e incapacidade. Outro tema bastante comum para o nosso cotidiano é discorrer a respeito do conceito de amor. Versar sobre essas duas temáticas é um árduo trabalho, em razão de algumas dificuldades metodológicas e impropriedades conceituais que lhes são inerentes. Contudo, é possível atingir a velhice de forma saudável, expressando o amor e a sexualidade, elementos por vezes negligenciados pelos próprios idosos. O objetivo deste estudo foi realizar uma análise criteriosa de algumas publicações que estudam o envelhecimento, o amor e a sexualidade, para oferecer ao leitor um panorama desses temas tão importantes, que, por vezes, representam lacunas teóricas e vivenciais em si mesmos. Palavras-chave: envelhecimento; amor; sexualidade.

      (Adicionado: 5ªf Out 23 2008 | Visitas: 172 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Fazer ciência em Psicopedagogia: Uma convergência de olhares para o lugar transdisciplinar do ser o (nuevo) 

      Este artigo é o resultado de uma reflexão sobre as potencialidades da Psicopedagogia enquanto escopo teórico derivado de múltiplas interações epistêmicas. Uma área de conhecimento que permite investigações num nível mais aprofundado e que concebe o ser integral inserido em um contexto histórico apresentando inúmeras dimensões no que tange aos processos cognitivos, mesológicos, afetivos, psico-sociais, energéticos e relacionais como uma complexa teia que tem seu ponto centralizador nas subjetividades. A contribuição da psicopedagogia na construção de uma sociedade mais operativa é de extrema importância visto que a mesma propõe oferecer aos sujeitos um "modus operandi" de estabelecer um contato mais fidedigno e criativo com as próprias potencialidades. Este artigo é o resultado de uma reflexão sobre as potencialidades da Psicopedagogia enquanto escopo teórico derivado de múltiplas interações epistêmicas. Uma área de conhecimento que permite investigações num nível mais aprofundado e que concebe o ser integral inserido em um contexto histórico apresentando inúmeras dimensões no que tange aos processos cognitivos, mesológicos, afetivos, psico-sociais, energéticos e relacionais como uma complexa teia que tem seu ponto centralizador nas subjetividades. A contribuição da psicopedagogia na construção de uma sociedade mais operativa é de extrema importância visto que a mesma propõe oferecer aos sujeitos um "modus operandi" de estabelecer um contato mais fidedigno e criativo com as próprias potencialidades.

      (Adicionado: 5ªf Out 23 2008 | Visitas: 173 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar

    Saúde/Esportes

    • Creatina, função energética, metabolismo e suplementação no Esporte (nuevo) 

      Fontes de energia muscular. Metabolismo da creatina. Suplementação da creatina. Considerações finais. O objetivo deste trabalho, foi realizar uma análise do fenômeno de consumo da creatina pelos atletas e aperfeiçoados ao treinamento físico, da necessidade ou não do seu uso e, se possível, das conseqüências desta prática. Para alcançar este objetivo foi necessário estudar as relações entre os sistemas energéticos musculares bem como a sua regulação. Foi preciso também estudar o ciclo da creatina, sua origem endógena, sua metabolização e sua conversão em creatina fosfato. Usamos da metodologia bibliográfica para coletar informações sobre o assunto em questão, utilizando livros e artigos de revistas especializadas. Esta pesquisa nos levou ás seguintes conclusões: a suplementação de creatina na dieta leva ao aumento dos níveis de fosfocreatina muscular em humanos ,entretanto novos experimentos terão que ser realizados, uma vez que a suplementação com creatina interfere com a regulação de vias metabólicas. Palavras-chave: Creatina, metabolismo, suplementação.

      (Adicionado: 5ªf Out 23 2008 | Visitas: 62 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar

    Educação

    • A importância e atualidade da Educação para os Meios (nuevo) 

      Se eu não estiver enganado, foi durante os anos "60 que a utilização de recursos audiovisuais experimentou um avanço significativo no âmbito das organizações que lidam com educação no Brasil. Lembro-me de que, naquela ocasião, em 1968, realizou-se o I Congresso Brasileiro de Recursos Audiovisuais" e fundou-se a Associação Brasileira de Recursos Audiovisuais, com sede em São Paulo.

      (Adicionado: 5ªf Out 23 2008 | Visitas: 80 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Educação a Distância frente à realidade tríade: inclusão digital, cidadania e democratização do ensi (nuevo) 

      Este trabalho de reflexão apresenta os resultados de uma investigação bibliográfica que apontou e discutiu a realidade dos dados sobre a implantação e expansão da Educação a Distância (EAD) no Brasil - enfocando a inclusão digital - e analisa "como" e "quanto" ela corroborou para o fortalecimento dos Direitos Humanos e especialmente para o desenvolvimento da cidadania. A sistematização dos resultados contribuiu para uma reflexão crítica acerca do atual panorama de EAD e da democratização do ensino e de cidadania no país. A problemática da pesquisa circunscreveu-se sobre o binômio: inclusão digital e cidadania. A hipótese norteadora do trabalho é que a EAD é instrumento para uma ação que faz recuperar, avançar e fortalecer a cidadania e as competências para o desenvolvimento pessoal e profissional. O trabalho de reflexão foi conduzido através dos dados do Anuário Brasileiro Estatístico de Educação Aberta e a Distância - 2006. Palavras chave Educação a distância, democratização do ensino, inclusão digital, direitos humanos, cidadania.

      (Adicionado: 5ªf Out 23 2008 | Visitas: 78 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Formação a distância em educação para os meios: conversas online com tutores e cursistas do “TV na e (nuevo) 

      "Formação a Distância em Educação para os Meios: conversando com Tutores e Cursistas do "TV na Escola e os Desafios de Hoje", em Minas Gerais" é um estudo que examina as possibilidades de uso da Internet enquanto instrumento para elevar a interação entre tutores, cursistas e organizadores, em contexto de formação a distância aplicado á Educação para os Meios. Iniciou-se em 2000, enquanto ação integrante do Plano Diretor da Diretoria de Educação a Distância da Secretaria de Estado da Educação de Minas Gerais - SEEMG. Busca-se, assim, otimizar os procedimentos que integram o Projeto/Curso "TV na Escola e os Desafios de Hoje", organizado e implementado em parceria com a Secretaria de Educação a Distância do Ministério da Educação - SEED/MEC, a Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG e a Universidade Virtual Pública do Brasil - UniREDE , consórcio universitário composto por 63 universidades públicas do Brasil.

      (Adicionado: 5ªf Out 23 2008 | Visitas: 83 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Sobre o erro no ensino da pesquisa científica (nuevo) 

      Desejamos sempre acertar na prova escolar, na profissão escolhida, na compra de um produto, na escolha da pessoa pra casar, enfim, desejamos acertar na vida. O dito popular que diz "errar é humano"não impede o desprezo que o social tem sobre o erro. Os pais fazem de tudo para os filhos não cometerem erros. A escola, além de ignorar o valor do erro no processo de aprendizagem dos alunos, premia o acerto e castiga o erro. Cabe perguntar: é o aluno que erra ou o que acerta que merece mais atenção da professora? Desejamos alunos e filhos infalíveis ou demasiadamente humanos reconhecidos de seu erro?

      (Adicionado: 5ªf Out 23 2008 | Visitas: 77 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar

    Economia

    • É preciso desonerar o contribuinte pessoa física com urgência (nuevo) 

      Desde 01/01/1998 estamos convivendo com a alíquota do IRPF de 27,5%, quando houve um aumento de 10% (a alíquota máxima era de 25% até 31/12/1997), justificado para que o Governo da época pudesse enfrentar uma "crise" na arrecadação tributária. Não houve alterações nas parcelas a deduzir e, apesar da inflação - por mais que se alegue pequena - os respectivos valores ficaram congelados por 4 anos. O POVO BRASILEIRO pagou a conta da crise econômica vivenciada no segundo mandato FHC. Depois tivemos uma pequena atualização da tabela e dos valores a deduzir, a partir de 01/01/2002, ficando congelado, novamente, por 3 anos (como se não houvesse inflação), já no Governo LULA, até 31/12/2005.

      (Adicionado: 5ªf Out 23 2008 | Visitas: 129 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Imposto de renda pessoa física pode ter redução imediata e com benefícios para todos (nuevo) 

      O contribuinte pessoa física vem sendo tributado com alíquota do IRPF de 27,5% desde 01/01/1998 (1), quando houve um aumento de 10% (a alíquota máxima era de 25% até 31/12/1997), justificado na época para que o Governo pudesse enfrentar uma "crise" na arrecadação tributária e para atender ao FMI. Tudo começa com o IR retido na Fonte e, para não alongar o texto, vamos trabalhar apenas com os valores do IRF (é preciso reajustar a tabela do IRF já e a tabela do IRPF para a próxima DIPF). Apesar do expressivo aumento não houve alterações na tabela de retenção, nas parcelas a deduzir e tão pouco no limite de isenção, mantidos os valores vigentes desde 01/01/1996 (isenção de R$900.00 e abatimento por dependente de R$.90,00). Apesar da inflação - por mais que se alegue pequena - os respectivos valores ficaram congelados por 6 anos. Pasmem! Foi assim que O POVO brasileiro pagou a conta da crise econômica vivenciada no segundo mandato FHC.

      (Adicionado: 5ªf Out 23 2008 | Visitas: 132 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar

    Arte e Cultura

    • O filme “Escritores da Liberdade” e a função do pensamento em Hannah Arendt (nuevo) 

      Há muitos filmes americanos sobre escola, mas não como "Escritores da Liberdade". (Freedom Writers, EUA, 2007). Porque é o único filme dessa categoria que incentiva os alunos a lerem literatura, ponto de partida para testar a vocação de cada um para escrever dede um diário sobre o cotidiano trágico de suas vidas até uma poesia hip hop ou um livro de ficção. O valor desse filme também está na ousadia da linguagem cinematográfica mostrando os problemas psico-sócio-culturais que atingem a escola contemporânea; também porque ele dá visibilidade á diversidade dos grupos, com seu rígido código de honra, cada um no seu território, o narcisismo da recusa e da intolerância para com "os outros", o boicote ás aulas, a prontidão para aumentar os índices de violência entre os jovens e transformar a escola no seu avesso, isto é, uma comunidade bem próxima da barbárie, o que de fato vai acontecer em 1992, em Los Angeles, EUA.

      (Adicionado: 5ªf Out 23 2008 | Visitas: 171 | Colocação: 7.50 | Votos: 2) Avaliar

    Administração e Finanças

    • Gestão da qualidade nos serviços públicos capítulo 3 - a mudança da postura gerencial (nuevo) 

      A qualidade total autêntica. A mudança de paradigma: o enfoque holístico. Organizações de aprendizagem. O gerenciamento participativo. Capacitação para formação de líderes para a vida. Desde 1976 moramos no Brasil. Por volta de 1990 começou no país o "boom" da Qualidade Total. No início, muita gente a considerava como uma panacéia, uma varinha mágica que levaria o país, em pouco tempo, a transformar-se num membro do Primeiro Mundo. Como conseqüência, passou a ser aplicada em forma generalizada em organizações de todo tipo. Contudo, pouco tempo depois - lá por 1992 ou 1993 - começou a sentir-se uma reação contrária: pessoas reclamando de estragos causados pela tal senhora chamada "Qualidade Total". Em nossas variadas atividades como palestrante, professor, escritor e consultor no tema, fomos sentindo esta mudança de percepção nas pessoas, de modo que supondo houvesse algum mal-entendido por parte destas, explicamos em forma mais cuidadosa os princípios e os fundamentos da nova tecnologia gerencial. Em ocasiões, parecia que estas novas explicações eram satisfatórias, ás vezes só parcialmente e em certas oportunidades ficava claro que eram insatisfatórias.

      (Adicionado: 5ªf Out 23 2008 | Visitas: 102 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar