Novos trabalhos

    Historia

    • O conflito entre vontade geral e vontade de todos – ou do risco da guerra civil em J.-J. Rousseau (nuevo) 

      O interesse comum. Vontade geral e vontade de todos. O condicionamento do pacto. Actualidade em Rousseau. A cidadania. Logo nas primeiras linhas do seu Du Contrat Social ou Principes du Droit Politique (1762), Jean-Jacques Rousseau (1712-1778) esclarece o desígnio, ambicioso, a que se propõe com esta obra. Diz-nos o autor: «quero investigar se na ordem civil pode existir alguma regra de administração legítima e segura, tomando os homens tais como são, e as leis tais como podem ser.» Tratar-se-ia, pois, de investigar da possibilidade de uma regra de administração, mas, note bene, sob o escrutínio de um duplo critério a satisfazer - por um lado, um critério de legitimidade, questão em torno do bem fundado que possa estar um governo civil e, antes disso, uma comunidade civil, uma civitas. Por outro lado, um critério de segurança, mesmo confiança que os homens possam depositar nessa regra de administração.

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    Filosofia e Mitologia

    • Les siècles de Sartre, un philosophe dans la literature. A literatura como escolha filosófica (nuevo) 

      A propósito de O Som e a Fúria de William Faulkner, Jean-Paul Sartre escreveu: «uma técnica romanesca leva-nos sempre á metafísica do romancista». E logo acrescenta: «A tarefa do crítico consiste em descobrir esta antes de apreciar aquela». A tese é formulada em termos universais e prescritivos; portanto, forçosamente discutíveis. Pondo de parte confrontos com a questão sobre o que é a literatura, mesmo sobre o que é a filosofia, e, sobretudo, com generalizações improváveis, procuraremos sustentar esta crítica metafísica da técnica romanesca como uma escolha filosófica de Sartre - de acordo com este ponto de vista é, pois, como crítico metafísico, entenda-se filósofo, que Sartre discute a metafísica do tempo em O Som e a Fúria ou a metafísica do absurdo em O Estrangeiro de Camus.

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    • Projeto de Vida Pessoal: Uma síntese do conhecimento antigo e moderno para atingir a Auto-realização (nuevo) 

      O homem contemporâneo, independente de sua profissão e de seu nível sócio-econômico está na crista de uma profunda crise. Esta crise é múltipla, envolvendo não só aspectos materiais como insegurança no emprego, problemas energéticos ou crescimento desmesurado das cidades e sim também outros mais sutis como os relacionados com afetividade e ainda com os próprios valores da vida humana. Parece que o homem, fascinado pelo poder material, acabou esquecendo suas ligações espirituais com seus irmãos, com a Natureza e com o próprio Criador. Com efeito, um materialismo feroz e um lucrativismo exacerbado permeiam implacavelmente as engrenagens de nossa sociedade. Mas a palavra "crise" tem duplo significado, que em grande parte escapa ao pragmatismo das línguas ocidentais, por exemplo, ela significa: "alteração brusca no curso de uma doença", "momento perigoso", "situação política de governo, com dificuldades graves", "ataque de nervos", etc. porém se consultarmos um dicionário oriental, por exemplo chinês, encontrar-se-iam dois ideogramas que poderiam ser latinizados como "wei-ji" e que envolvem dois conceitos opostos mas complementares: "perigo" e "oportunidade". Ou seja, neste contexto a palavra "crise" indicaria uma encruzilhada com dois sinais, por um lado o perigo, mas por outro a oportunidade de melhorar a situação global através da superação daquela. E isto parece-nos fundamental, já que se trata de um método em verdade divino: desperta-se a consciência humana através do perigo, mas oculto dentro dele está a oportunidade de solucioná-lo e assim podemos transformar a nossa vida numa magnífica realização. Analisando a natureza da crise, percebe-se que em sua maioria as pessoas, sejam empresários, altos funcionários públicos, empregados ou estudantes perguntam-se: "como ter o sucesso e a prosperidade?"

      (Adicionado: 3ªf Out 28 2008 | Visitas: 72 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar

    Língua e Literatura

    • A Síndrome de Otelo – quando o ciúme se torna patológico (nuevo) 

      Dentre as mais diferenciadas emoções humanas, o ciúme é uma emoção extremamente comum (Kingham & Gordon, 2004). Uma das definições mais aceitas para o entendimento desse tema é a de que ele é um "complexo de pensamentos, sentimentos e ações que se seguem ás ameaças para a existência ou a qualidade de um relacionamento, enquanto estas ameaças são geradas pela percepção de uma real ou potencial atração entre um parceiro e um (talvez imaginário) rival" (White, 1981c, p.129). Todos nós cultivamos certo grau de ciúme (Almeida, 2007). Afinal, quem ama cuida. Mas, como este desvelo pode variar na interpretação de uma pessoa para a outra, de forma análoga, o ciúme também o variará. Portanto, desenvolve-se quando sentimos que nosso parceiro não está tão estreitamente conectado conosco como gostaríamos (Rosset, 2004). Dessa forma, o ciúme surge quando um relacionamento diádico valorizado é ameaçado devido á interferência de um rival e pode envolver sentimentos como medo, suspeição, desconfiança, angústia, ansiedade, raiva, rejeição, indignação, constrangimento e solidão, dentre outras, dependendo de cada pessoa (Daly & Wilson, 1983; Haslam & Bornstein, 1996; Knobloch, Solomon, Haunani & Michael, 2001; Parrott, 2001). Assim, segundo Ramos (2000) é possível se ter ciúme até mesmo em relacionamentos platônicos, em que se há um amor unilateral não correspondido.

      (Adicionado: 3ªf Out 28 2008 | Visitas: 105 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • A tradução e o problema da referência (nuevo) 

      Com a presente comunicação procurar-se-á articular o problema da referência sob o fundo da problemática filosófica da tradução. Em particular, tratar-se-á de mostrar como a distinção entre sentido e referência se repercute sob várias perspectivas nessa problemática: desde logo, na prática da tradução, quando ao tradutor se impõe optar entre a letra e o espírito; também na descrição, do ponto de vista teórico, do processo de tradução; e, finalmente, no que designaria por ontologia do objecto da tradução.

      (Adicionado: 3ªf Out 28 2008 | Visitas: 92 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Análise do livro “Una pedagogía de la Comunicación”, de Mário Kaplun (nuevo) 

      Leia o livro "Una pedagogia de la Comunicación", de Mário Kaplun. Analise os diferentes modelos comunicativos que apresenta este autor. Reflexione e faça deduções sobre aquele que predomina em seu ambiente profissional. Proponha a maneira de melhorar a prática de comunicação deste ambiente. Em seu livro "Una pedagogia de la Comunicación", Kaplun (1) propõe que, para começar, deve-se falar de educação e não de comunicação. Afinal, quando fazemos comunicação educativa, estamos buscando de alguma maneira um resultado formativo. Isto fica claro ao explicitarmos que estamos produzindo nossas mensagens "para que os destinatários tomem consciência de sua realidade", ou "para provocar uma reflexão", ou ainda "para gerar uma discussão". Propõe, também, que se possa falar de tipos de educação, já que para cada tipo de educação corresponde uma determinada concepção e uma determinada prática de comunicação. Nesta linha de raciocínio, e, utilizando-se de categorias propostas por Días Bordenave, Kaplun insiste em que pode-se visualizar dois diferentes modelos: o modelo exógeno e o modelo endógeno. O modelo exógeno, compreende duas modalidades: a educação que enfatiza os conteúdos e a educação que enfatiza os resultados. Já o modelo endógeno, coloca ênfase no processo. Examinemos cada um deles, de forma separada, tomando como referencial alguns dos indicadores contidos em quadro demonstrativo elaborado de forma sintética pelo autor (conforme mencionado na página 56).

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    Direito

    • As circunstâncias judiciais e a fixação da pena-base (nuevo) 

      O sistema adotado pelo Código Penal Brasileiro para fixação das penas é o de Nelson Hungria, previsto no artigo 68 da lei penal, o qual prescreve um procedimento que congrega três diferentes etapas. A pena-base, nesse sistema trifásico de aplicação das sanções penais, é entendida como a dosimetria inicial da pena a ser aplicada, devendo situar-se, necessariamente, dentro dos limites típicos, ou seja, entre o máximo e o mínimo previstos como pena abstrata para determinada conduta. Conforme prescreve o artigo 68 do Código Penal, ela é aferida na primeira etapa do processo de dosimetria da pena, sendo, via de regra, modificada nas etapas seguintes do procedimento, quando são consideradas as circunstâncias agravantes e atenuantes, bem como as causas de diminuição e aumento da pena. A pena-base tem significativa importância por determinar concretamente o quantum de pena sobre o qual incidirão, caso estejam presentes, as circunstâncias previstas nas demais fases do procedimento, promovendo assim uma penalização individualizada.

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    • O Tribunal Internacional, uma análise à luz da Ordem Jurídica Brasileira (nuevo) 

      Constitui-se em objeto de estudo do presente artigo, versar sobre um tema contemporâneo, abrangente e controverso na esteira do Direito, qual seja o Tribunal Penal Internacional, bem como trazer á baila seus princípios reitores face ao direito brasileiro. Far-se-á uma análise da organização e fundamentos jurídicos do TPI, sobretudo, a importância do mesmo para fins de tutela dos direitos humanos em cotejo com a responsabilidade penal dos indivíduos, tendo em vista a consecução da justiça penal internacional, ratificando, assim, os princípios da dignidade da pessoa humana, liberdade e igualdade. Palavras-chave: Tribunal Penal Internacional, Estatuto de Roma, Direitos Humanos, crime.

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    • Responsabilidade civil dos planos de saúde (nuevo) 

      Os planos de saúde privados têm uma estreita relação com os profissionais médicos que prestam serviços aos seus usuários, e isto tem implicações jurídicas quando os pacientes sofrem um dano no atendimento médico-hospitalar. Este dano poderá ser motivo de uma postulação em juízo de uma indenização, para aquele que se sentir prejudicado, no que se refere a danos morais e materiais, e as empresas - planos de saúde privados - podem vir a ser consideradas, pelos tribunais, como as responsáveis pelo ressarcimento destes danos. Portanto, as operadoras privadas de planos de saúde por lei estão bem caracterizadas e fazem parte do sistema de atendimento em saúde brasileiro, como preleciona Henrique Freire: "A Constituição Brasileira de 1988 (CRFB de 1988) é clara ao definir que o modelo de saúde adotado no Brasil é um sistema misto: ao mesmo tempo em que determina que a saúde é um direito de todos e dever do estado, deixa claro que a iniciativa privada poderá atuar na área da saúde". Adequado, neste ponto, transcrever o teor do artigo 196, da Constituição Federal brasileira que diz: "A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem a redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal igualitário ás ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação", e do caput, do artigo 199, de nossa Carta Magna, verbis: "A assistência á saúde é livre á iniciativa privada". Portanto, a atividade das operadoras privadas de planos de saúde está inserida no contexto constitucional da assistência á saúde em nosso país.

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    • Responsabilidade civil por danos causados pela imprensa (nuevo) 

      A liberdade de expressão e a constituição. Danos decorrentes da comunicação social. Nexo de imputação. Nexo de causalidade. O quantum indenizatório. Direito de resposta. Processamento do pedido de indenização. Os direitos a liberdade de expressão, de informação e de manifestação do pensamento representam diferentes projeções do princípio fundamental da liberdade, que é sustentáculo do Estado Democrático de Direito. Por essa razão, tais liberdades foram incluídas no rol dos direitos e garantias fundamentais, previstos no artigo 5º da Constituição Federal, havendo previsões acerca do tema em inúmeros incisos, bem como em outros dispositivos pulverizados no corpo da Constituição.

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    • Roteiro didático de elaboração de projetos de pesquisa em Direito (nuevo) 

      A recente obrigatoriedade de apresentação de monografias de final de curso como requisito para a conclusão do curso de graduação em Direito, bem como a proliferação dos cursos de Pós-Graduação lato sensu no país, gerou uma enorme demanda por trabalhos de metodologia de pesquisa. A grande maioria destes trabalhos, porém, parece dar mais ênfase ás lombadas dos livros que ao seu conteúdo e não raras são as bancas examinadoras que se limitam á discussão de aspectos formais da obra - como formatação de margens, notas de rodapé, bibliografia, etc. - sem sequer tecerem considerações sobre o conteúdo do trabalho. Fugindo desta tendência muito em moda na academia, procuramos tratar aqui - ainda que muito sucintamente - dos principais elementos de um projeto de pesquisa que resulte não em um trabalho final burocrático - mero pré-requisito da conclusão do curso - mas em conclusões de real contribuição para a literatura jurídica nacional.

      (Adicionado: 3ªf Out 28 2008 | Visitas: 61 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar

    Ciências sociais

    • A construção da confiança – teoria dos jogos e ética (nuevo) 

      Teoria dos jogos. O dilema do prisioneiro. Versão iterada do dilema do prisioneiro. Construção da confiança e ética. A teoria dos jogos é um capítulo da matemática aplicada consistindo num estudo formal de interacções entre dois ou mais agentes racionais que se comportam estrategicamente. Uma maneira mais condensada de apresentar a teoria dos jogos consistirá em dizer que a teoria dos jogos tem por objecto de estudo a decisão social. Isto, entendendo-se por "decisão social" a decisão que envolve, além da posição do agente decisor, a consideração da posição dos outros agentes que com ele estejam em interacção. Três conceitos nesta definição devem ser elucidados: interacção, comportamento estratégico e racionalidade. Por interacção entende-se as acções de cada agente terem efeito nas dos outros agentes. E por comportamento estratégico entende-se a consideração racional, por parte de cada agente, das condições de interacção com os restantes agentes. A racionalidade dos agentes, por fim, pode ser pensada ou sob a ideia de maximização do interesse próprio ou sob a ideia de maximização de objectivos.

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    Psicologia

    • A solidão no mundo contemporâneo; o jeito é ter um bichinho, mesmo!!! (nuevo) 

      "Prefere a solidão á má companhia, mas prefere uma boa companhia á solidão" (Recomendações de Maomé (Muhamad), de acordo com a tradição). "Obrigada por razões profissionais a me transferir para São Paulo, me encontro sozinha e sem amigos. A cidade me sufoca durante o dia e me isola á noite num pequeno apartamento de bairro. Não sei o que fazer, não tenho a quem recorrer, ás vezes chego quase ao desespero. Quero gente para conversar e para conviver. Ajude-me, por favor. Cartas para "Solitária desesperada", Jornal... etc.."

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    • Individualidade e singularidade nas correlações mente/corpo (nuevo) 

      Resumo: Pretende-se, num primeiro momento, evidenciar que, mau grado uma afinidade aparente, os conceitos de individualidade e singularidade, tal como, na sua raiz, os de unidade e de unicidade, revelam um regime de convivência difícil, onde contrastam reconhecimento e resistência, repetição e o seu contrário, idealidade e acontecimento. Num segundo momento, procura-se concretizar esta mesma dificuldade num contexto particular, o da identificação de correlações mente/corpo. Aí, o esforço de reconhecer estados ou padrões mentais individuais encontra resistência na singularidade distintiva dos qualia. Mas, já por outro lado, se a singularidade é apenas atestável diferencialmente, i.e, sob a assunção de uma externalidade de que se distingue, então, no que respeita aos qualia e, por maioria de razão, aos estados de uma vida mental, a possibilidade de um apercebimento depende de uma auto-representação da vida mental.

      (Adicionado: 3ªf Out 28 2008 | Visitas: 163 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Potencialidades internas do ser humano. A compreensão de nossas magníficas possibilidades internas a (nuevo) 

      Antes de tudo, um conceito básico, expressado por Maltz em apenas meia linha: "Se você pode concebê-lo, você pode realizá-lo". Medite profundamente nesta idéia e verá que ela lhe abre uma base imensa para trabalhar criativa e construtivamente. Em capítulos anteriores temos feito referencia, de uma forma ou outra, á Lei de Causa e Efeito como um princípio básico para compreender a vida e as potencialidades que jazem em nosso interior. A Lei de Causa e Efeito define claramente que não pode existir um resultado sem um motivo definido. Ou seja, se algo acontece (Efeito), deve existir um fator causador e não a simples casualidade. Se André e Maria são felizes, isto não se deve á sorte, capricho divino ou privilégio social. Se Javier e Marta são infelizes, tampouco pode‑se atribuir a esses eventos seu sofrimento e sua insatisfação.

      (Adicionado: 3ªf Out 28 2008 | Visitas: 166 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Sartre e o Inconsciente (nuevo) 

      1. As perspectivas de Jean-Paul Sartre sobre a psicanálise, a sua crítica á hipótese freudiana de um inconsciente, o seu próprio programa de psicanálise existencial suscitaram ao longo da segunda metade deste século muitas reacções, não raras vezes excessivas, redundando em leituras equívocas do seu pensamento. Aqui, perfilharei a posição de Betty Cannon quando afirma que o existencialista francês "(…)concebeu uma filosofia ao mesmo tempo por e contra Freud."> Longe, pois, estou daqueles que denunciam um eventual problema narcísico de personalidade ou um mundo esquizóide em Sartre (posições defendidas por James Masterson e Douglas Kirsner, respectivamente). Mesmo que fosse o caso, é difícil estabelecer alguma relevância neste forma de argumentar, sobretudo para alguém, como Sartre, que recusou classificar o outro de "doente mental" e afirmou, como ainda recentemente Michel Contat lembrou, que "(…)a "loucura" é apenas uma maneira entre outras, possíveis, de "realizar a condição humana"." Limitar-me-ei, na presente ocasião, a introduzir o programa sartreano de uma psicanálise existencial, mas centrando a atenção no debate sobre a existência, ou não, de uma tópica do psiquismo humano que reserve um lugar para o Inconsciente (Ics). Isto, tendo como interlocutor privilegiado Sigmund Freud. Assim, procederei a uma exposição em três partes: 1.1. Primeiramente, exporei um conjunto de objecções, que classificarei de ordem ontológica ou pelo menos ôntica, á hipótese freudiana de um Ics, objecções que valem sobretudo como afirmação de um determinado entendimento do que é, e deve ser segundo Sartre, o Cs. 1.2. Em segundo lugar, exporei outro grupo de objecções, estas de natureza epistemológica, e das quais Sartre deduz a necessidade de uma psicanálise distinta, que designará por psicanálise existencial. 1.3. Finalmente, terminarei fazendo um balanço, inevitavelmente exíguo, e talvez panfletário da importância do pensamento de Sartre hoje e para psicanálise.

      (Adicionado: 3ªf Out 28 2008 | Visitas: 166 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar

    Ecologia

    • Gestão da qualidade total em recursos hídricos - Os recursos hídricos e seu gerenciamento (nuevo) 

      A Lei 9.433 de 08. 01. 97 institui a Política Nacional de Recursos Hídricos, para executar a qual cria o Sistema Nacional de Recursos Hídricos. Trata-se de um corpo legal amplo e profundo, cujos fundamentos básicos são os seguintes: A água é um bem de domínio público. A água é um recurso natural limitado, dotado de valor econômico. Em situações de escassez, o uso prioritário dos recursos hídricos é o consumo humano e a dessedentação de animais. A gestão dos recursos hídricos deve permitir o uso múltiplo das águas. A bacia hidrográfica é a unidade territorial para implementação da Política Nacional de Recursos Hídricos e atuação do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos. A gestão dos recursos hídricos deve ser descentralizada e contar com a participação do Poder Público, dos usuários e das comunidades.

      (Adicionado: 3ªf Out 28 2008 | Visitas: 185 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar

    Computação/Internet

    • A Geografia da Internet e do Ciberespaço na América Latina (nuevo) 

      A temática desse trabalho representa um novo campo de estudo e pesquisa na área de Geografia e faz parte da linha de pesquisa: “Ciberespaço e Sociedade da Informação”, no Mestrado de Geografia da UERJ. O objetivo deste trabalho é evidenciar como estão sendo empreendidas as políticas públicas de democratização e “inclusão digital” do ciberespaço; analisando a interferência das inovações tecnológicas na composição das atividades econômicas e na transformação das estruturas territoriais em estruturas virtuais de acumulação, que vem possibilitando a consolidação de uma geografia de rede e nós. Através dessa análise pode-se apreender que a expansão da rede mundial de computadores é um processo que interfere e altera as novas formas de composição do capital dos lugares, cidades e regiões, que possuem fluxos e conexões em rede. Esta composição está permitindo, no ciberespaço, a formação de espaços de comando e de administração dos fluxos de informação.

      (Adicionado: 3ªf Out 28 2008 | Visitas: 54 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • A produção morfológica do ciberespaço e a apropriação dos fluxos informacionais no Brasil (nuevo) 

      A temática desse trabalho representa um novo campo de estudo e pesquisa na área de Geografia e faz parte da área de conhecimento: “Ciberespaço e Sociedade da Informação”, no curso de Pósgraduação em Geografia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ. Os objetivos deste trabalho são: em primeiro lugar, evidenciar historicamente como foram empreendidas as políticas públicas de produção, planejamento morfológico e de gestão do ciberespaço no Brasil; em segundo lugar, analisar a atuação e a interferência dos atores urbanos que empreendem um conjunto de atividades econômicas e sociais, que influenciam e interferem na produção e na apropriação dos fluxos informacionais, no desenvolvimento tecnológico local e no aperfeiçoamento de formas de gestão específicas da era da informação, como é o caso da governança eletrônica.

      (Adicionado: 3ªf Out 28 2008 | Visitas: 53 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar

    Saúde/Esportes

    • O significado da Hegemonia Esportiva para a Educação Física (nuevo) 

      A ação humana através do trabalho leva a necessidades das mais diversas, sobretudo no mundo atual, forjado por interesses diversos aliados a motivos políticos econômicos e sociais. O sujeito humano neste sentido tem sido objeto de atenção para favorecer as relações de poder e a hegemonia dominante. Já a direção intelectual e moral se dá através de instituições que divulgam a ideologia dominante. Pode-se dizer que na sociedade em que vivemos isto tem gerado uma alienação global e o fato das administrações centrais e locais ofereceram espaços de atividades físicas compensatórias, ideologizadas enquanto direitos humanos de todos e melhoria da qualidade de vida, visto isto nos projetos em educação física, tem criada a ilusão de bem estar social em detrimento ao direito real á cultura e ao saber acumulado. A exemplo disso a contradição também está posta, pois na mesma medida, o não acesso da população a educação , vem ocorrendo. Nem todos participam e aqueles que conseguem, o fazem com a idéia de estarem sendo contemplados nas suas necessidades. A alienação a qual foi mencionada, está tão arraigada no meio social que dificulta uma percepção concreta, observadas mediante o senso de criticidade e questionamento dos que percebem as contradições do sistema sócio-político e econômico, as práticas ou vivências sociais que acontecem serão compreendidas em sua dimensão crítica dado ao entendimento de mundo que o mediador (administrador, professor ou agente que está a frente da atividade) tenha em relação ao sentido e objetivo desta prática. Isso significa dizer que é necessário conhecimentos dimensionados criticamente no âmbito técnico, político, social e econômico para não banalizar os sujeitos sociais e vulgarizar suas necessidades. Neste contexto, busco uma análise histórica das relações de hegemonia esportiva na escola da sociedade capitalista. O trabalho enfoca a visão de Antônio Gramsci em relação a hegemonia e alienação provocada pelo Estado e suas intervenções, sendo o esporte instrumentos dessa prática dentro e fora da escola.

      (Adicionado: 3ªf Out 28 2008 | Visitas: 64 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar

    Educação

    • Que é ser crítico? (breve ensaio sobre a banalização da crítica) (nuevo) 

      No período da ditadura militar professores podiam ser presos se ensinassem os alunos a serem cidadãos críticos ao regime político vigente, ao capitalismo selvagem etc. Na década de 1980, "a História era disciplina que se encarregava de fazer com que os alunos e professores exercessem o papel de sujeitos ativos na construção do seu conhecimento. Reconhecer e problematizar as experiências vividas pelos alunos e professores são atos imprescindíveis para a construção do conhecimento crítico", observa Arthur Versiani Machado, do CEFET de Ouro Preto. Existe, porém, o problema sobre a compreensão do que é ser crítico. Noutros termos, há muita arbitrariedade no uso da palavra crítica, desde o julgamento popular de uma "situação crítica" até a conceituação originada na filosofia de: "espírito crítico"[1], "pensamento crítico", "senso crítico", "atitude crítica", "postura crítica", "postura crítica de análise", "análise crítica", "capacidade crítica", "apreensão crítica da realidade", "concepção crítica", "sujeito crítico", entre outras. Existe uma associação indevida entre crítica com o ato de apontar defeitos ou de "descer-a-lenha" no outro ou na sua obra. Criticar uma obra de arte, uma teoria, os políticos, o governo, o técnico de futebol, o estilo do professor, os alunos, no fundo, consiste tão somente em apontar defeitos? Ou é imprescindível ao crítico investir numa argumentação consistente e fala respeitosa ou polida?

      (Adicionado: 3ªf Out 28 2008 | Visitas: 83 | Colocação: 10.00 | Votos: 1) Avaliar
    • Transdisciplinaridade: A dimensão espiritual na educação superior I. Abordagem teórica (nuevo) 

      Transdisciplinaridade. A dimensão espiritual. A espiritualidade e a educação superior. Pressupostos fundamentais para a pesquisa do tema. Conclusões. Este artigo aborda os aspectos conceituais relacionados com Transdisciplinaridade, Dimensão Espiritual e Educação Superior, dividindo-se em quatro partes. Na primeira parte expõe-se o significado da Transdisciplinaridade, com base na Carta de Arrábida, frisando que ela não existe se o seu componente espiritual não é abordado; nesse caso, será, no máximo, interdisciplinaridade. A segunda parte aborda o significado da Dimensão Espiritual, com base em estudos científicos bem recentes. A terceira parte discute a Espiritualidade e sua relação com a Educação Superior, levantando uma série de informações que mostram como esse assunto é abordado cada vez com maior intensidade por muitas das mais avançadas Universidades do mundo. A quarta parte, refere-se aos pressupostos fundamentais inerentes à pesquisa do tema, que será desenvolvido num próximo artigo. Finalmente, a abordagem geral do artigo é consolidada através de quatro conclusões.

      (Adicionado: 3ªf Out 28 2008 | Visitas: 74 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Transdisciplinaridade: A dimensão espiritual na educação superior II. Estudo de caso (nuevo) 

      Introdução. Abordagem metodológica preliminar. Processo de construção do instrumento definitivo. Formulação das hipóteses relativas á pesquisa. A coleta de dados oriunda do público-alvo. Tratamento dos dados. Discussão dos resultados. Conclusões e recomendações. Um questionário de 20 perguntas é utilizado para estudar o construto dimensão espiritual no Curso de Mestrado e Doutorado em Administração da UFMG. A través da análise fatorial, foram detectados quatro fatores (convergência, valores, ambiente, acadêmico) como componentes do construto. Todos eles tiveram um Alfa de Cronbach superior a 0,800, o que validou a confiabilidade da análise. A amostra utilizada, comprovada como segura, precisa e representativa, inclui 51 alunos. O "score" médio do construto numa escala Likert de 0 a 8, foi de 1,06, ou seja, grau muito baixo. As variáveis secundárias (sexo, ano de ingresso, formação, área de concentração e nível de Pós-Graduação) não mostraram diferenças significativas entre suas categorias. A variável secundária idade, não mostrou correlação significativa com os "scores" do construto. Recomenda-se incorporar na Educação Superior uma abordagem holística e transdisciplinar, onde a dimensão espiritual se constitui num alicerce imprescindível.

      (Adicionado: 3ªf Out 28 2008 | Visitas: 80 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar

    Tecnologia

    • As "metamorfoses" tecnológicas do capitalismo no período atual (nuevo) 

      Este trabalho representa um resumo de reflexões que se articulam com as temáticas: Reestruturação Territorial e Alta Tecnologia, as quais se constituem em objeto de trabalho de tese de doutoramento em andamento. A impressão que se pode contestar sobre os trabalhos relacionados a essa temática é que existem expressões que ganham atualidade no discurso científico, sem que seus formulantes saibam sequer quais são as matrizes teóricas que as formularam. Algumas vezes o discurso da moda propicia a proliferação de inúmeros textos, artigos, livros e até muitas vezes, querelas cujos conteúdos estão baseados nessas expressões. A fragilidade desses conteúdos mal transformados em conceitos, faz emergir igualmente a sua rápida aparição, e também seu rápido declínio. É o que acontece com expressões como: Revolução Técnico-Cientíca, Civilização Pós-Industrial (Tercária, Tecnotrônica), Sociedade da Informação, Era do Silicon, Terceira Onda, Megatrends, etc.

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    • Novas Tecnologias, Comunicação e Educação (nuevo) 

      Consulte o capítulo Educación y Comunicación em el Final de Milenio, do CDROM "Nuevas Tecnologias, Comunicación y Educación". Faça uma análise comparativa de cada das opiniões expostas pelos especialistas nesse capítulo e acrescente seu próprio ponto de vista em texto que não ultrapasse dez linhas. O tema "novas tecnologias, comunicação e educação" tem sido exaustivamente analisado e debatido em âmbito universitário e por ocasião de encontros nacionais e internacionais, promovidos por organizações ligadas ao planejamento e execução de programas educacionais em todas as partes do mundo. Do ponto de vista metodológico, neste trabalho, pretendemos tratá-lo em três etapas. Na primeira, faremos a justaposição das opiniões dos especialistas, acrescentando a estas, de forma sintética, alguns comentários que são fruto de nossa própria percepção ou de leituras que tenhamos feito sobre o assunto. Na segunda, trataremos de estabelecer conclusões, a partir das considerações feitas na fase de justaposição. Na terceira, para finalizar, e tal como solicitado no enunciado do exercício que nos é solicitado, daremos nosso próprio ponto de vista.

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