Novos trabalhos

    Saúde

    • Stress nas organizações: Um estudo sobre as influências do stress no comportamento dos funcionários (nuevo) 

      Com o avanço da tecnologia o mercado de trabalho sofre constantes e rápidas mudanças, exigindo que as pessoas se tornem cada vez mais aptas para atuarem neste novo cenário. Com isso elas acabam vivendo sob pressão, não só no ambiente de trabalho, mas também acabam sofrendo uma pressão psicológica, que pode desencadear o stress. Sendo assim, este trabalho teve como objetivo geral averiguar como os agentes estressores, possíveis causadores de stress, interferem na vida dos funcionários tanto positiva como negativamente. Como objetivos específicos buscou-se estudar como o stress prejudica o desempenho dos funcionários no ambiente de trabalho, analisando como eles reagem perante uma situação estressante e avaliando as possíveis causas do stress. Stress é um conjunto de reações que temos quando algo acontece e nos deixa em situações de medo, irritação, excitação ou felicidade. Qualquer situação, que desperte emoção boa ou má, exigindo mudanças no modo de agir da pessoa é um agente estressor. Os aspectos metodológicos foram caracterizados por um estudo de caso, sendo uma pesquisa de caráter qualitativa. Para instrumento de coleta de dados utilizamos o método de entrevista com alguns dos funcionários do Posto de Saúde de Presidente Bernardes – SP. Deste modo, com o resultado desta pesquisa foi possível mostrar aos funcionários uma melhor maneira de como eles lidarem com o stress diário, desde que saiba sua causa, provavelmente alguns funcionários saberão lidar melhor com o stress do que outros de modo que não interfira seu desempenho e não desencadeie algo que possa prejudicar seu organismo. Palavras–chave: Stress, personalidade, organismo, trabalho.

      (Adicionado: 2ªf Jan 12 2009 | Visitas: 136 | Colocação: 8.00 | Votos: 1) Avaliar

    Língua e Literatura

    • Do conto à motivação na leitura: Uma estratégia motivadora (nuevo) 

      A palavra “conte”, na terminologia de Jolles (1972), possui um significado muito concreto, pois refere-se ao conto que se escreve à maneira dos irmãos Grimm, ao “fairy tale”. Trata-se de um conto popular onde predomina a visão espontânea própria da “morale naïve” que não tem nada a ver com o conceito ético do bem ou do mal, como princípios absolutos. A satisfação do conto popular reside não na “éthique de l' agissement”, isto é, na conduta moral da personagem, mas na “éthique de l' événement”, ou a recompensa da vítima. O conto é um tipo de narrativa que se opõe, pela extensão, quer à novela, quer ao romance. De facto, é sempre uma narrativa pouco extensa e a sua brevidade tem implicações estruturais: reduzido número de personagens; concentração do espaço e do tempo, acção simples e decorrendo de forma mais ou menos linear. Embora o conto seja hoje uma forma literária reconhecida e utilizada por inúmeros escritores, a sua origem é muito mais humilde. O interesse dos intelectuais pelo conto popular surgiu no século XVII, quando, em 1697, Charles Perraut publicou a primeira recolha de contos populares franceses, que incluía histórias tão conhecidas como "A Gata Borralheira", "O Capuchinho Vermelho" e "O Gato das Botas". Esse interesse pela literatura popular acentuou-se no século XIX, com os trabalhos dos irmãos Grimm, na Alemanha, e Hans Christian Andersen, na Dinamarca. No conto popular, o acontecimento real não é apresentado de uma maneira trágica. É substituído por um mundo que responde às exigências da moral ingénua.

      (Adicionado: 2ªf Jan 12 2009 | Visitas: 131 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar