Novos trabalhos

    Historia

    • Rússia 1917: uma sociedade em transformação (nuevo) 

      A história da sociedade russa está intimamente ligada com a história mundial e sua influência terá alcance igualmente mundial, não somente por meio da chamada bolchevização dos partidos comunistas como também da Guerra Fria, na qual a polarização entre Rússia e EUA mostrava dois modelos de desenvolvimento capitalista diferenciados. Foi geralmente abordada por diversos historiadores, sendo poucos os estudos sociológicos sobre este fenômeno histórico. Nosso objetivo será realizar uma análise deste processo histórico, problematizando o que provocou tal acontecimento histórico e que tipo de sociedade foi constituída após a revolução.

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    Politica

    • 18 Brumário, política e pós-modernismo (nuevo) 

      Teoria social versus história. Dois princípios explicativos. Os discursos e seus tipos. A primazia do econômico. Aparência e essência. A maioria das interpretações contemporâneas das análises de Karl Marx sobre a política européia da segunda metade do século XIX têm, em comum, a supressão de toda menção à "economia" e sua substituição, ou pela autonomia da política, nas versões heterodoxas, ou pelo caráter performativo da linguagem, nas versões pós-modernas. Neste artigo, sustenta-se que há n'O 18 Brumário de Luís Bonaparte uma interpretação da política que pode ser reduzida, do ponto de vista teórico, a dois princípios explicativos da concepção materialista da história: a primazia do econômico e a oposição entre essência e aparência. O artigo se propõe a verificar a incidência desses postulados naquele texto.

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    • O profissionalismo político: considerações históricas e teóricas (nuevo) 

      Simon Schwartzman concluiu que na década de 1920 a política, para os paulistas, "era uma forma de melhorar seus negócios; para quase todos os outros [agentes políticos], a política era seu negócio". Quando a atividade política tornou-se, para a elite de São Paulo, um negócio como outro qualquer, naquele sentido sugerido tradicionalmente por Joseph Schumpeter? A resposta a essa pergunta depende de como se considere o mundo político. Sua autonomia ou heteronomia em relação ao mundo social define o objetivo da investigação; e a heteronomia ou autonomia dos agentes políticos e dos interesses que eles defendem em relação aos agentes sociais aos quais estão ligados (de várias maneiras) e que, teoricamente, representam, decide o objeto da investigação. Caso se perceba o mundo político como um "reflexo" de fatores extrapolíticos, isso determina, de saída, o objetivo do estudo (que só pode ser "compreender os efeitos do mundo social sobre o mundo político"), bem como o objeto do estudo, que nunca podem ser "os políticos" e o seu mundo. Não se vai estudar a prática dos políticos em si mesma, justamente porque não se acredita que ela seja determinada por si mesma.

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    • O zapatismo e o fim da história (nuevo) 

      Conjunturas. Chiapas: o teatro do levantamento. O México e a nafta. Origens. Identidade indígena. Inovações e objetivos. presente artigo destina-se a apresentar algumas reflexões acerca do Exercito Zapatista de Libertação Nacional. Movimento que estará completando, em janeiro de 2004, dez anos de rebeldia. Pretendemos então, contribuir um pouco com o este debate, trazendo alguns subsídios para entendermos melhor o porque da revolta destes insurgentes e qual o seu relevante papel em uma época em que se preconizava o fim das utopias.

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    • Planos diretores para pequenos municípios paranaenses (nuevo) 

      Alternativas ao estatuto da cidade. Planos Diretores para pequenos municípios paranaenses: alternativas ao Estatuto da Cidade (Resumo). Reflexões sobre a Lei Estadual Paranaense - Obrigatoriedade da construção do processo participativo de elaboração de Planos Diretores. Reflexões sobre os instrumentos utilizados. O processo participativo. Estrutura da Gestão Democrática nos três municípios. Considerações finais: alternativas para o planejamento de pequenos municípios.

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    • Política Exterior do Brasil – De FHC a Lula (nuevo) 

      Após um período de crescentes dificuldades entre o Brasil e os Estados Unidos, no curso nas décadas de 1970 e 1980, Fernando Collor de Melo (1990-1992), o primeiro presidente da República eleito pelo voto direto desde 1960, prometeu que sua visita a Washington, em 1991, marcaria o fim de uma "fase amadorística (sic) e romântica" nas relações dois países. Empenhou-se em esvaziar o contencioso, que havia, e iniciou a desregulamentação e liberalização do economia, fazendo diversas concessões aos Estados Unidos, cedendo e concedendo, sem exigir reciprocidade. Seu sucessor, Itamar Franco (1992-1995), com viés nacionalista, moderou o discurso e a prática liberalizante do governo de Collor de Mello, ao mesmo tempo em que tratou de conter a inflação e estabilizar a moeda, mediante a execução do Plano Real. Fernando Henrique Cardoso, seu sucessor, assumiu a presidência da República em 1995, com a pretensão de revitalizar a agenda Brasil-Estados Unidos, "sem as incompreensões do passado". Reconheceu as divergências que existiam como "próprias dos relacionamentos caracterizados pela amplitude de interesses recíprocos" e, através do diálogo, procurou sobrepor ao contencioso bilateral cotidiano uma agenda mais abrangente, incluindo a "crescente democratização das relações internacionais". Ao longo de seus dois mandatos (1995-1999 e 1999-2003), procurou ajustar os objetivos do Brasil aos interesses dos Estados Unidos, ou seja, à nova ordem internacional unipolar, de modo a facilitar-lhe a inserção, harmoniosamente, no processo de globalização econômica e permitir-lhe a obtenção de um lugar permanente no Conselho de Segurança da ONU. A adesão ao TNP, ao Regime de Controle de Tecnologia de Mísseis (MTCR), e a outros tratados assimétricos e discriminatórios, como a Organização Mundial do Comércio (OMC), que sagravam a predominância dos Estados Unidos e das potências ricas e nucleares, constituíram aspectos marcantes de tal esforço.

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    • Por um mundo onde caibam muitos mundos (nuevo) 

      Por um mundo onde caibam muitos mundos: o zapatismo e as não-fronteiras da resistência e da esperança. Este artigo se limita a levantar questões interpretativas que, esperamos, possam lançar certa luz para a compreensão do papel desempenhado atualmente por alguns movimentos sociais na América Latina. Movimentos que, não esquecendo suas particularidades e especificidades, são inteligíveis nos marcos de uma análise centrada na luta de classes. Trataremos sobre o Exército Zapatista de Libertação Nacional, que tem sua natureza no campo e em comunidades indígenas mexicanas. Atentaremos, sobretudo, para as formas de conflitualidades desenvolvidas contra o sistema social vigente.

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    • Revolução e contra-revolução, fator subjetivo e objetividade (nuevo) 

      Contra-revolução e esgotamento do modo de produção capitalista. Da defensiva democrática à ofensiva socialista. A evolução do marxismo tornou muito difícil o debate entre tradições revolucionárias distintas. Não apenas porque as opções políticas na maior parte das vezes contribuíram para que as dificuldades teóricas se tornassem ainda maiores, mas fundamentalmente porque os pressupostos foram se tornando tão distintos que até o mero entendimento das posições se tornou problemático. Além disso, a fragmentação dos marxistas se intensificou nas últimas cinco ou seis décadas. Inicio o artigo por esse fato para reconhecer, desde já, a possibilidade de incompreensões e mal-entendidos na leitura do texto de Valério Arcary. Minha formação política e teórica é tão distinta, e os referenciais são tão diferentes, que seria surpreendente se equívocos não ocorressem. Todavia, foi a convicção da possibilidade de um rico debate que possa, na pior das hipóteses, esclarecer reciprocamente nossas posições, que me levou à redigi-lo.

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    Filosofia e Mitologia

    • Postulado do Determinismo Indeterminado (nuevo) 

      Um dos assuntos mais discutidos, nos últimos tempos, pela comunidade científica e mesmo pelos meios políticos e opinião pública é a "fuga" de talentos portugueses para outros países. É uma discussão que se manterá enquanto não forem tomadas medidas concretas e efectivas para criar, nas Universidades Portugueses, os meios e os incentivos que permitam que esses investigadores se mantenham no seu país e aqui desenvolvam o seu trabalho. O caso do Prof. Doutor Rui Alberto Silva é um dos paradigmas deste problema. Licenciado em Línguas e Literaturas Clássicas e com Mestrado em Antropologia Cultural na Faculdade de Filosofia da Universidade Católica Portuguesa, não encontrou, no nosso país, condições nem apoios para avançar com os seus estudos, já na época, demasiado "irreverentes" para a mentalidade académica nacional. Desta forma rumou para Espanha, para a Universidade de Santiago de Compostela onde se doutorou com a classificação de Summa cum Laude em semiótica apresentando uma tese brilhante e completamente revolucionária sobre os métodos de doutrinação política através de processos icónicos. De imediato foi convidado a integrar os quadros da Universidade Compostolense onde, primeiro, desempenhou as funções de assistente no departamento de Semiótica, passando, no mesmo ano para as funções de Assistente Agregado do mesmo departamento.

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    • Propriedade Privada e Trabalho Alienado: desvendando imbricações ocultas (nuevo) 

      Para além do fato da propriedade privada. A especificidade da propriedade privada. Em busca da gênese social da propriedade privada. Perspectiva político-pedagógica. Os "Manuscritos de Paris" são um conjunto de apontamentos e de estudos realizados por Karl Marx nos anos 1843/44 em seu exílio em Paris. Estes escritos, publicados apenas em 1932 em Berlin, são também denominados "Manuscritos Econômico-Filosóficos". Como o nome revela, eles tematizam simultaneamente questões econômicas e filosóficas. Neles Marx buscava compreender os pressupostos estruturais e sociais da economia política. Sua forma de proceder objetivava, portanto, desvelar a gênese social de conceitos econômicos, uma vez que estes, por serem tomados como fatos dados, e, à medida que mediatizavam as relações humanas da sociedade capitalista, emprestavam, em sua opinião, uma aparente e enganadora naturalidade necessária a esta sociedade.

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    Direito

    • Segurança pública em Pernambuco: investimentos e homicídios (nuevo) 

      Investimentos em segurança pública em Pernambuco. Nota Técnica sobre os dados de homicídio. Homicídios e investimentos em segurança pública. As discussões em torno da segurança pública no Brasil são freqüentes na Academia. Trabalhos surgem a cada instante, abordando diversas temáticas. Adorno (2002) e Zaluar (1999) fazem uma retrospectiva dos temas relacionados à segurança pública abordados pelos pesquisadores brasileiros. Estes autores mostram que as seguintes temáticas são discutidas costumeiramente no espaço acadêmico: freqüência de homicídios, tráfico de drogas, gestão das polícias, vitimização, Direitos Humanos, relação civil-militar e militarização da segurança pública. Recentemente, passou a fazer parte desta agenda, os temas Crime Organizado e recursos investidos na segurança pública. Anuário da Segurança Pública (2007) e Costa (2006) analisam os recursos investidos na segurança pública por parte da União e pelos estados brasileiros. Nestes trabalhos, os autores evidenciam os repasses do Governo Federal para os estados, levando em consideração o todo investido. Neste caso, os pesquisadores consideram os recursos disponibilizados para as seguintes áreas: policiamento, Defesa Civil, inteligência e demais subfunções.

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    • Sociedade, Faixa Etária e Idade Penal (nuevo) 

      Pretendemos, no presente texto, discutir a questão da idade penal, mas inserindo-a em uma análise da constituição social das faixas etárias, pois este é o ponto de partida mais adequado para se compreender tudo o que está por detrás desta discussão. Muitos consideram a idade, ou a faixa etária, como um "dado", algo auto-suficiente e que se explica a si mesmo. A idade é o tempo de vida de um indivíduo e pode ser medida rigorosamente. O mesmo ocorre com a demarcação das faixas etárias: a infância, a adolescência, a idade adulta e a "terceira idade". Assim, existe uma abrupta separação nas faixas etárias. No entanto, o que a maioria não percebe é que a demarcação das faixas etárias é convencional, sendo uma criação social. Por conseguinte, a idade do indivíduo não revela exatamente o que ele é ou deveria ser e é por isso também que biólogos, psicólogos, pedagogos e outros profissionais não conseguiram um consenso em demarcar o período de "vigência" da infância e da adolescência. Tal como colocamos em outra oportunidade, "a idade e o desenvolvimento orgânico de um indivíduo é importante mas não suficiente. É preciso acrescentar aqui o aspecto social da questão".

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    Ciências sociais

    • Apresentação: Por um retorno à Sociologia das Elites (nuevo) 

      O anti-elitismo do marxismo estruturalista. O institucionalismo de escolha racional e os atores intercambiá-veis. A crítica da sociologia relacional de pierre bourdieu. Uma agenda de pesquisa. Quando Gaetano Mosca publicou o seu Elementi di Scienza Politica, em 1896, lançou com ele um programa de pesquisa novo e promissor. O sociólogo italiano determinou que as "minorias politicamente ativas" deveriam ser, para os cientistas políticos, o objeto de análise mais importante. Dado o caráter oligárquico de todos os governos, um estudo científico da política teria de estar atento não ao número de governantes (conforme a classificação aristotélica tradicional: um, poucos, muitos), mas aos mecanismos sociais e políticos responsáveis pela formação, pelo recrutamento, pela socialização e pela conduta dessas minorias. A Ciência Política, principalmente anglo-saxã, levou a sério esse decreto. Talvez não seja exagerado afirmar que as "elites políticas" foram um dos assuntos mais estudados ao longo do século XX.

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    • As relações sócioespacias sob a égide da memória (nuevo) 

      No começo, era o Topos. E o Topos indicava o mundo, pois era lugar; não estava em Deus, pois Deus não tem lugar e jamais o teve. E o Topos era o Logos, mas o Logos não era Deus, pois era o que tem lugar. O Topos, na verdade, era poucas coisas: a marca, a re-marca. Para marcar, houve traços, dos animais e de seus percursos; depois, sinais: um seixo, uma árvore, um galho quebrado, um cairn. As primeiras inscrições, os primeiros escritos. Por pouco que fosse, o Topos já era "o homem". Assim como o sílex seguro pela mão, como a vara erguida com boa ou má intenção. Ou a primeira palavra: o Topos era o Verbo; e algo mais: a ação, "Am Anfang war die tat". E algo menos: o lugar, dito e marcado, fixado. Assim, o verbo não se fez carne, mas lugar e não-lugar. Analisar a construção socioespacial dos assentados no assentamento da fazenda Jupira, a partir de suas migrações, que se constituem na contradição social em que estes são inseridos, é de extrema relevância para compreendermos a nova sociabilidade, as práticas sociais e estratégias de luta e os conflitos daí advindos, em que as experiencias ganham relevância na constituição do espaço social do assentamento.

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    • Definição de Equilíbrio e seus corolários (nuevo) 

      Um dos aspectos mais importantes do estudo das ciências, especialmente das ciências humanas, é a definição e implementação de uma nova forma de pensar e de encarar os conceitos no seguimento da tendência crescente para a interdisciplinaridade e para a aplicação dos sistemas complexos. O equilíbrio é um elemento chave nesse estudo. Saber o que é o elemento em estado de equilíbrio e as variações e comportamentos desviantes desse estado é fundamental para o avanço na investigação de aspectos mais abrangentes dentro das ciências humanas. Uma das contingências com que os cientistas muitas vezes se confrontam prende-se com questões de linguagem. Sendo a linguagem o método de transmissão entre Seres Humanos, é fundamental que a ciência, tal como todas as outras actividades, tenha uma linguagem e com ela se expresse para que se faça entender e divulgar. Claro está que um dos problemas prende-se com a linguagem complexa e por vezes até hermética utilizada no mundo científico, divergindo conforme a área do conhecimento. Mas tal problema é comum a quase todos os ramos da actividade humana, que, conforme as suas características, desenvolvem entre si linguagens, "gírias", completamente incompreensíveis a quem não conhece ou pertence ao ramo de actividade em questão. Desde a agricultura à metalomecânica, passando pelos têxteis, a construção civil, todos têm o seu "código" próprio. Em determinados casos, e alargando o campo do exemplo, entre regiões distintas de um mesmo país, embora se fale o mesmo idioma, há palavras, termos, expressões característicos e incompreensíveis para quem não pertence a essa região. Podia-se ainda falar nas "gírias" e "terminologias" de grupos, etnias, gangs, etc.

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    • O que os quadrinhos dizem? (nuevo) 

      As histórias em quadrinhos são objetos de leitura de um amplo público e como todo fenômeno social, passaram a ser objeto de estudo da Sociologia e de outras ciencias. Das tiras em jornais que marcam sua origem, passando para a conquista do público infantil e juvenil, as histórias em quadrinhos ampliaram cada vez mais seu espaço e aumentou sua variedade e público, chegando até ao público leitor adulto. A Sociologia das histórias em quadrinhos, considerada uma subdivisão da Sociologia da comunicação ou da Sociologia da arte (para aqueles que consideram os quadrinhos como sendo arte), é uma das sociologias especiais menos desenvolvidas. Porém, ela já conta com uma produção de certa forma expressiva e com o apoio de outras ciências e análises, o que lhe possibilita, hoje, se tornar mais consolidada. As HQ são consideradas como tema infantil, juvenil, não muito sério. São menosprezadas por muitos, que as consideram uma espécie de cultura inferior. Seu "público" é considerado a "massa", que seria amorfa, acrítica, infantil. Sem dúvida, este preconceito tem razões e também conseqüências sociais. A desvaloração das HQ é realizada a partir de uma visão elitista e racionalista. A sociedade contemporânea é dominada pela razão instrumental, uma razão fria que desvaloriza a imaginação, os sentimentos, a fantasia, o inconsciente, pois busca o controle sobre as relações sociais e a natureza e sobre a própria mente humana. Logo, cria uma censura social sobre as formas de manifestações psíquicas não consideradas racionais, o que está de acordo com os interesses do produtivismo e da produção capitalista. O elitismo é produto de setores mais intelectualizados da sociedade que tomam seus valores e gostos como superiores e os demais como inferiores e opõe a "alta cultura" e a "baixa cultura".

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    • Reflexões sobre a Indústria Cultural (nuevo) 

      A indústria cultural está presente na vida cotidiana da população e exerce uma forte influencia sobre ela. O seu caráter manipulador (e conservador) já foi denunciado inúmeras vezes. A visão ingênua da indústria cultural que a julga uma manifestação dos interesses do conjunto da sociedade, um produto dela e, por isso, um meio de comunicação que exerce uma ação benéfica sobre a população, reproduzindo o que ela quer ver, não se sustenta desde o surgimento das várias análises sobre a indústria cultural a partir da obra clássica de Adorno e Horkheimer (1986). Iremos, no presente texto, buscar analisar a concepção de indústria cultural no sentido de perceber suas contradições, indo além da percepção de seu papel conservador e manipulador. Uns dizem que a indústria cultural é expressão da dominação burguesa e da alienação. Ela tira das "classes subalternas" a possibilidade de elaborarem uma cultura própria e crítica, pois a comunicação de massas é uma "rua de mão única" onde fora os números do ibope não existe nenhuma atuação do público sobre os meios de comunicação (Numeriano, 1990). Esta interpretação da indústria cultural tem sua origem nas análises clássicas de Adorno e Horkheimer. Para estes representantes da Escola de Frankfurt, a indústria cultural nega aos consumidores aquilo que lhe promete. Ela é uma fábrica de ilusões e de consumo superficial (Adorno & Horkheimer, 1986; Jay, 1988). Estes autores, os primeiros a utilizar o termo "indústria cultural", fazem uma severa crítica a ela. Segundo Adorno, "a indústria cultural é a integração deliberada, a partir do alto, de seus consumidores" (Adorno, 1977, p. 287).

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    • Sartre e o marxismo (nuevo) 

      Sartre: o projeto e a liberdade humana. A crítica pseudomarxista a Sartre. Limites do existencialismo de Sartre. Marxismo: para além do determinismo e do voluntarismo. O presente texto apresenta uma análise do pensamento de Sartre em sua relação com o marxismo, abordando suas teses, as críticas dos pretensos marxistas a ele, bem como a refutação destes, além de apontar os limites e contribuições deste filósofo ao marxismo. A conclusão geral é a de que o existencialismo sartreano fornece uma contribuição importante ao marxismo e deve ser, assim, reavaliado pela teoria marxista, principalmente a sua análise da liberdade e do projeto, elementos fundamentais da filosofia de Sartre.

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    • Super-Heróis e Axiologia (nuevo) 

      O sucesso das histórias em quadrinhos no século 20 é espetacular. Elas começaram a ocupar um espaço cada vez maior a partir do início deste século. Um conjunto de pesquisadores começaram a se debruçar sobre elas e fornecer sua explicação, tais como sociólogos, semiólogos, etc. Uma das constatações que se pode retirar do estudo das histórias em quadrinhos é a de que ela pode ser dividida em diversos gêneros. Podemos citar os quadrinhos humorísticos, eróticos, de aventuras, entre outros. Iremos, aqui, tratar de um desses gêneros, a saber: o gênero da super-aventura. Neste gênero os personagens principais são os super-heróis. O presente texto discute justamente o gênero da super-aventura e sua relação com os valores dominantes em nossa sociedade. O presente texto é uma versão parcial de um outro artigo no qual abordamos não apenas esta relação mas também discutimos a relação existente entre super-heróis e inconsciente coletivo , tema que aqui será deixado de lado e retomado em outra oportunidade. Antes de iniciarmos nossa análise da relação entre o mundo dos super-heróis e a axiologia, devemos definir o gênero super-aventura. Alguns poderiam falar em gênero dos super-heróis, mas a definição de super-herói que forneceremos a seguir irá esclarecer a escolha da denominação de super-aventura.

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    • Universidade e Especialização: O Ovo da Serpente (nuevo) 

      Iremos, no presente texto, apresentar uma discussão acerca da relação entre universidade e especialização, isto é, entre as instituições de ensino superior e o processo de especialização profissional e intelectual. Para realizar isto iremos colocar o caráter da divisão social do trabalho em nossa sociedade e discutir a divisão do trabalho intelectual derivada dela e os problemas gerados por ambas no sentido de se ter uma compreensão da totalidade dos fenômenos, o que significa realizar uma discussão epistemológica. Também abordaremos a inserção da universidade no interior desta problemática e o que pode ser feito diante do quadro apresentado. A compreensão da realidade social e natural é um processo que requer que procedimento intelectual? Sem dúvida, a categoria de totalidade e a visão do todo são fundamentais. Hegel destacou isto através de sua célebre frase: ao ver a árvore pode se perder de vista a floresta. "O verdadeiro é o todo", disse Hegel (1992, p. 31), mas a totalidade em Hegel ainda é metafísica, o que não lhe retira o mérito de ter destacado sua importância para a consciência humana.

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    Psicologia

    • A Renovação da Psicanálise por Erich Fromm (nuevo) 

      Erich Fromm é um dos psicanalistas mais populares do mundo e, ao mesmo tempo, um dos menos considerados nos meios acadêmicos. A sua popularidade pode ser vista em suas inúmeras obras publicadas e reeditadas em vários países. A imagem negativa que ele possui nos meios acadêmicos se deve, por um lado, a algumas de suas afirmações e concepções e, por outro, à sua própria popularidade, que provoca um preconceito acadêmico de uma elite intelectual que quer um distanciamento em relação ao "grande público". Fromm nasceu na Alemanha e foi um dos fundadores do Instituto de Pesquisa Social de Frankfurt, que mais tarde se tornaria conhecido como Escola de Frankfurt, ao lado de Karl Korsch e vários outros pesquisadores, que depois passou a ser identificada com os nomes de Theodor Adorno, Max Horkheimer, Walter Benjamin e Herbert Marcuse. Fromm participou da pesquisa sobre "a personalidade autoritária", que previu a ascensão do nazismo. As primeiras obras de Fromm são marcadas por um freudismo ortodoxo (Dobrenkov, 1978); depois, ele se torna um dos principais representantes do que se convencionou chamar "neofreudismo", "revisionismo", "freudo-marxismo" e "culturalismo" dentre outras expressões. Embora Fromm fosse colocado junto com os demais "revisionistas", "culturalistas" e "freudo-marxistas", ele ao mesmo tempo em que se aproximava de várias teses culturalistas de Karen Horney, Suliwan e outros, bem como do freudo-marxismo de Reich, para citar apenas alguns nomes, também se diferenciava e assumia uma posição distinta em vários aspectos.

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    Educação

    • A Tecnologia Assistiva em Ambiente Computacional e Telemático na Educação de Alunos com Necessidades (nuevo) 

      Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) e a Tecnologia Assistiva. Utilizando a Tecnologia Assistiva em Ambiente Computacional e Telemático. Referências bibliográficas e alguns links relacionados. Conforme destacou Vygostsky, é sumamente relevante para o desenvolvimento humano o processo de apropriação, por parte do indivíduo, das experiências presentes em sua cultura. O autor enfatiza a importância da ação, da linguagem e dos processos interativos na construção das estruturas mentais superiores (VYGOTSKY, 1987). O acesso aos recursos oferecidos pela sociedade, escola, tecnologias, etc., influenciam determinantemente nos processos de aprendizagem da pessoa.

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    • A Telemática no desenvolvimento de projetos pedagógicos: vivências da educação especial no CRPD (nuevo) 

      O Programa InfoEsp, "Informática, Educação e Necessidades Especiais" do Centro de Reabilitação e Prevenção de Deficiências (CRPD), unidade das Obras Sociais Irmã Dulce, Salvador-Bahia, implantado em 1993, tem como missão promover, utilizando os recursos de um ambiente computacional e telemático, o desenvolvimento das potencialidades cognitivas de alunos portadores de necessidades educacionais especiais. E, com isso, torná-los mais autônomos no equacionamento e solução dos próprios problemas, capacitando-os a uma melhor interação com as pessoas e a realidade que os cerca. Dele participam alunos com deficiência física, sensorial e/ou deficiência intelectual. Para atingir esses objetivos, optou-se, no trabalho, por um paradigma que valorize as capacidades, iniciativa e criatividade do aluno, entendido como o sujeito na construção de seus próprios conhecimentos. Em função disso, chegou-se à aprendizagem através de projetos, a chamada "pedagogia de projetos".

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    • A utilização da telemática na construção do pensamento autônomo do aluno na educação especial: um re (nuevo) 

      O aluno com necessidades educacionais especiais: educar para a autonomia. O ambiente computacional e a telemática como ponte para a construção da autonomia e da inclusão social do aluno com necessidades educacionais especiais: narrando uma experiência. Com muita freqüência a criança portadora de alguma deficiência, física, mental ou sensorial, por suas próprias limitações motoras e/ou sociais, agravadas por um tratamento paternalista não valorizador de suas potencialidades, cresce com uma restrita interação com o meio e a realidade que a cerca.

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    • As novas tecnologias e as tecnologias assistivas: utilizando os recursos de acessibilidade na educaç (nuevo) 

      Como destacou Vygostsky, é sumamente relevante para o desenvolvimento humano o processo de apropriação, por parte do indivíduo, das experiências presentes em sua cultura. O autor enfatiza a importância da ação, da linguagem e dos processos interativos na construção das estruturas mentais superiores (VYGOTSKY, 1987). O acesso aos recursos oferecidos pela sociedade, escola, tecnologias, etc., influencia determinantemente nos processos de aprendizagem da pessoa. Entretanto, as limitações do indivíduo com deficiência tendem a tornar-se uma barreira a este aprendizado. Desenvolver recursos de acessibilidade seria uma maneira concreta de neutralizar as barreiras causadas pela deficiência e inserir esse indivíduo nos ambientes ricos para a aprendizagem, proporcionados pela cultura. Outra dificuldade que as limitações de interação trazem consigo são os preconceitos a que o indivíduo com deficiência está sujeito. Desenvolver recursos de acessibilidade também pode significar combater esses preconceitos, pois, no momento em que lhe são dadas as condições para interagir e aprender, explicitando o seu pensamento, o indivíduo com deficiência mais facilmente será tratado como um "diferente-igual"... Ou seja, "diferente" por sua condição de pessoa com deficiência, mas ao mesmo tempo "igual" por interagir, relacionar-se e competir em seu meio com recursos mais poderosos, proporcionados pelas adaptações de acessibilidade de que dispõe. É visto como "igual", portanto, na medida em que suas "diferenças", cada vez mais, são situadas e se assemelham com as diferenças intrínsecas existentes entre todos os seres humanos.

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    • As novas tecnologias na escola e no mundo atual: fator de inclusão social do aluno com necessidades (nuevo) 

      De que modelos de educação e sociedade estamos falando?. Do ensino padronizante e massificado à aprendizagem significativa. O aluno com necessidades educacionais especiais: educar para a autonomia. As Novas Tecnologias como ponte para a construção de um modelo educacional "enxuto" e para a construção da autonomia do aluno. Para que possamos prever ou avaliar os benefícios das Novas Tecnologias da Informação e da Comunicação, no processo de inclusão social de alunos com necessidades educacionais especiais, é vital detectar o contexto dentro do qual essas tecnologias são inseridas, tanto o educacional, quanto o contexto social. Buscamos, aqui, justamente introduzir essa análise de contexto. Por meio dela, podemos constatar que, com paradigmas baseados na padronização arbitrária de expectativas e resultados e na memorização de informações, a tendência é a exclusão social do aluno, pelo reforço a sua dependência e passividade. De outra forma, quando as interações ocorrem a partir de modelos que valorizem a iniciativa e a autonomia desse aluno, como sujeito na construção dos seus conhecimentos, é possível percebermos passos efetivos em direção à sua inclusão social.

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    • Desafios da (in)formação docente: o trabalho pedagógico com as artes na escolarização (nuevo) 

      Ensino de arte e formação de professores. A prática reflexiva e o trabalho pedagógico com Arte/Teatro. A prática pedagógica com Arte e as concepções de letramento na escolarização. O artigo problematiza o lugar do ensino das Artes nos cursos e processos (in)formativos do educador no Brasil, sinalizando o paradigma práticoreflexivo de Schön enquanto via alternativa para correção das distorções constatadas na preparação do profissional da educação infantil e das séries iniciais do ensino fundamental. As experiências investigativas e reflexivas do autor são utilizadas como matéria-prima dos argumentos teóricos aqui utilizados. Adicionalmente, considera as diferentes conceptualizações de letramento subjacentes às macro e micropolíticas educacionais para a educação infantil e séries iniciais do ensino fundamental, como forma de problematizar o lugar do ensino de Arte na escolarização.

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    • Educação Especial e Novas Tecnologias: O Aluno Construindo sua Autonomia (nuevo) 

      Com muita freqüência a criança portadora de alguma deficiência, física ou mental, por suas próprias limitações motoras e/ou sociais, agravadas por um tratamento paternalista não valorizador de suas potencialidades, cresce com uma restrita interação com o meio e a realidade que a cerca. Muitas vezes, se não for adequadamente estimulada, assume posições de passividade diante da realidade e na solução de seus próprios problemas diários. É condicionada a que outros resolvam os seus problemas e até pensem por ela. Se, conforme Piaget, as crianças são construtoras do próprio conhecimento, quando portadoras de deficiência essa construção, portanto, pode ser limitada pela restrita interação das mesmas com o seu ambiente. E é nesta interação que, segundo Papert, através da ação física ou mental do indivíduo, se dão as condições para a construção do conhecimento. Sobre a importância, para o aprendizado, das interações no mundo, enfatiza Papert.

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    • Potencialidades pedagógicas dos movimentos sociais populares (nuevo) 

      No presente trabalho, evidenciaremos o potencial de dimensões pedagógicas inerentes à dinâmica atual dos movimentos sociais populares. A partir de-les, enquanto espaços concretos de questionamento, ruptura e projeção social, procuraremos vislumbrar perspectivas emancipatórias. A inevitável situação de confrontação externa e de vivenciamentos radicais internos exigem dos movimentos sociais populares uma postura de constante enfrentamento da totalidade social, que vai do cotidiano ao estrutural. Muito além de classificar o potencial dos mesmos a partir de parâmetros idealistas, trata-se de tomar as condições e pressupostos existentes, com suas contradições, fraquezas e potencialidades, e as transformar em material de uma utopia concreta e vivenciável.

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    • Vygotsky e a criação artística infantil (nuevo) 

      As bases histórico-culturais do aproveitamento pedagógico da criatividade na educação escolar. Vygotsky e o teatro de vanguarda russo-soviético. Segundo V.V. Davydov e V.P. Zinchenko, psicólogos russos:. A psicologia das artes segundo Vygotsky. A criação artística na educação escolar. O papel da criatividade na formação escolar do educando ganhou destaque com o processo de escolarização em massa que caracterizou a democratização do ensino laico ao longo do século XX. Uma possível explicação para isso é que a criatividade teria ido ao encontro das exigências impostas à instrução formal pela industrialização da produção de bens e concorrência crescente entre as empresas.

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    • Weber: tipos de educação e educação burocrática (nuevo) 

      O presente texto apresenta a concepção de educação de Max Weber, analisando as fontes de sua concepção, através de sua metodologia e tipologia da ação social e da dominação legítima, para finalmente chegar em sua tipologia da educação. Os tipos de educação são, para Weber, derivados dos tipos de ação social e dominação legítima. O texto focaliza o tipo de educação burocrático, típico da sociedade moderna, e apresenta seus elementos característicos, encerrando com a crítica da concepção weberiana. Palavras-chave: Tipo Ideal, Educação, Burocracia, Racionalização, Capitalismo. Para compreender a concepção de educação em Max Weber é necessário, anteriormente, ter acesso à sua metodologia fundada na elaboração de tipos ideais e sua tipologia da dominação legítima. Isto se deve ao fato de que a concepção de educação em Weber é realizada sob uma forma tipológica derivada dos tipos de dominação legítima. Em poucas palavras, os tipos de educação são formas derivadas dos tipos de dominação legítima, e ambos os casos são processos construídos por ele através da elaboração de tipos ideais. No entanto, a tipologia weberiana fundamental é a da ação social, que também é elemento importante para se compreender sua concepção de educação e, mais ainda, a sua ênfase na educação moderna.

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    Tecnologia

    • As Novas Tecnologias e as Tecnologias Assistivas (nuevo) 

      Utilizando os Recursos de Acessibilidade na Educação. As Tecnologias de Informação e Comunicação - TICs e as Tecnologias Assistivas. Utilizando os Recursos de Acessibilidade na Educação Especial. Como destacou Vygotsky, é sumamente relevante para o desenvolvimento humano o processo de apropriação, por parte do indivíduo, das experiências presentes em sua cultura. O autor enfatiza a importância da ação, da linguagem e dos processos interativos na construção das estruturas mentais superiores (VYGOTSKY, 1987). O acesso aos recursos oferecidos pela sociedade, escola, tecnologias, etc., influencia determinantemente nos processos de aprendizagem da pessoa.

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