Novos trabalhos

    Politica

    • A concepção de educação do campo no cenário das políticas públicas da sociedade brasileira (nuevo) 

      Concepção de educação do campo no brasil. Antecedentes históricos da educação do campo na sociedade brasileira. Política de educação: rural versus campo. A educação do campo na amazônia paraense e a multissérie. Constam no artigo reflexões teórico-conceituais preliminares sobre Educação do Campo no cenário das políticas públicas brasileiras. A referência é o contexto educacional do campo na Amazônia Paraense. O objetivo é refletir e debater a educação, mostrando as nuance conceituais que vem ganhando. A metodologia inicia-se por estudos bibliográficos a fim de problematizar a temática. E na busca de resultados, os estudos demonstraram que a educação do campo, possuí uma trajetória histórica relevante, que precisa ser mais estudada. Mas, já se evidência em alguns pesquisadores, a ausência de políticas públicas especifica para a educação do campo.

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    • Democracia e igualdade: assim não falou Nietzsche (nuevo) 

      Democracia e progresso da cultura. A relação entre governantes e governados. Uma tipologia da democracia. Os novos filósofos e o rebanho. Em seus livros, Friedrich Nietzsche demonstra-se fundamentalmente contrário à democracia moderna, destacando que esta representa a supervalorização da igualdade e, neste sentido, impede o crescimento de grandes homens que promovam o progresso da cultura e da humanidade. Através da categoria de novos filósofos, Nietzsche propõe uma forma de superar o movimento democrático de modo que a cultura seja reconstruída sob uma nova roupagem que não está centrada nos valores dos escravos (povo), mas nos valores dos homens excepcionais. Conclui-se, assim, que, em Nietzsche, são os governantes que devem se proteger dos governados, e não o inverso tal qual preconizava Karl Marx.

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    • Democracia e reforma política: uma contribuição para o debate (nuevo) 

      A reforma política está novamente na pauta de discussão do Congresso Nacional. Desde 1995, primeira gestão do Governo Cardoso, os principais pontos polêmicos da reforma, como financiamento público das campanhas eleitorais, cláusula de barreira, voto distrital, entre outros, tramitam no Congresso sem serem aprovados.[1] Como nos diz Fleischer, "essa não é a primeira – e provavelmente não será a última vez que o Congresso brasileiro põe em discussão uma ampla reforma política". Certamente não foi a última, pois o tema é recorrente nas discussões acaloradas do meio político, inclusive com grande esforço do Governo Lula para a sua aprovação.[2] Há muitos pontos da reforma que são divergentes, mesmo entre os cientistas políticos e nas agremiações políticas. Ainda que o tema da reforma política esteja há um bom tempo nos meios de comunicação sociais, o desconhecimento é imenso para grande parte da população. O certo é que pouco se avançou na reforma considerada a mais importante pelos brasileiros.[3] A indefinição sobre as propostas polêmicas da reforma continua ano após ano: "Contudo, em todas as legislaturas, desde então, têm-se feitas inúmeras propostas de alterações menores ou maiores na organização política nacional, mas sem chegar a uma decisão final com respeito a elas".[4]

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    • Eleições 2004: Uma análise do desempenho petista (nuevo) 

      Dados gerais. Primeiro turno: crescimento e polarização entre PT e PSDB. Segundo turno: resultados gerais no Brasil. Cenário político gaúcho (1º turno). Este artigo tem como objetivo extrair dos resultados das eleições municipais 2004 alguns elementos para análise. Dentre eles, a clara visualização de que o PT e o PSDB saem fortalecidos e o PMDB e PFL vêem declinar sua participação política no cenário nacional. Apesar dos resultados finais apontarem para a vitória do PT em nível nacional (valor quantitativo), o partido foi derrotado na sua principal vitrine administrativa, Porto Alegre, após 4 eleições vitoriosas no Executivo Municipal. A derrota do PT pode ser atribuída a uma espécie de julgamento do Governo Lula? Isto é, os eleitores teriam punido o partido pelo não-cumprimento das expectativas projetadas desde a conquista da Presidência da República por um partido considerado de esquerda? Estas e outras questões este artigo pretende discutir.

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    • Eleições 2006: para consolidar a democracia brasileira (nuevo) 

      Os desafios da democracia no Brasil. A chegada da "esquerda" ao poder: eleições 2002 e 2006. Eleições 2002: razões para a vitória. O governo Lula: primeiro mandato. As eleições 2006. Com o quadro político definido após encerrar as eleições gerais 2006, (Lula reeleito, o ministério distribuído, a composição dos partidos no Congresso Nacional), o eleitor espera que as urgentes demandas de ordem sociais, econômicas e políticas sejam gradativamente resolvidas no país. Neste intuito, este artigo tem como objetivo analisar aspectos da conjuntura política nacional, especificamente, do processo eleitoral e da democracia no Brasil, mais especificamente, do déficit democrático em que vive o país: vive-se apenas uma democracia eleitoral (votar e ser votado), ou seja, existe uma democracia formal (poliárquica), é preciso fortalecer e avançar para uma democracia substancial (participativa e cidadã). A segunda seção avalia a evolução do PT nas últimas eleições, o desempenho e as razões para a sua vitória nas eleições 2002 e 2006. A terceira seção avalia o desempenho do primeiro mandato do governo Lula, seus avanços, retrocessos, bem como as expectativas e frustrações por parte do eleitorado.

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    • Espártaco e a política na Antigüidade (nuevo) 

      Pretende-se neste artigo, partindo de uma breve reconstrução das lutas políticas travadas em Roma no final da República, localizar a importância das rebeliões escravas, em especial a liderada pelo gladiador Espártaco. É nosso objetivo demonstrar a perda do conteúdo histórico e político nas construções posteriores feitas da imagem de Espártaco, no contexto de "fim da história". Espártaco é quase sempre apresentado como uma personagem de pouca importância na história política romana, ofuscado pelo nome dos "grandes" homens, como Júlio César e Crasso. Embora tenha conseguido fazer com que seu nome seja (pelo menos) lembrado, é apresentado como figura marginal, deslocada do contexto social e político em que viveu. Hoje, Espártaco é visto mais como um símbolo da luta contra a opressão da escravidão do que como um homem real. Deixou de ser o escravo que, quando se levantou contra Roma, foi um dos fatores que abalaram a política do período e desnudaram muitas das contradições da sociedade romana. Espártaco se tornou apenas uma personagem, tão real quanto o Werther de Goethe ou o Dedalus de Joyce.

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    Filosofia e Mitologia

    • O corpo e a mulher na história da filosofia (nuevo) 

      Uma leitura a partir de Merleau-Ponty centrada na atual discussão sobre a corporeidade. A presença da mulher na história da filosofia. O desprezo do corpo e a marginalidade da mulher na história da filosofia. A filosofia na perspectiva da corporeidade segundo Maurice Merleau-Ponty. O reconhecimento social das mulheres como "seres pensantes" foi e continua sendo um desafio para o equilíbrio nas relações de gênero. Nos currículos escolares e universitários podemos perceber que pouco consta sobre as mulheres que se destacaram enquanto filósofas. Na maioria das vezes, falta uma referência acerca do conhecimento da vida e obras de pensadoras. Pode-se constatar uma reduzida valorização das mulheres na vida acadêmica e sua participação na história da construção do conhecimento. Simone de Beauvoir pronuncia-se sobre isso dizendo que "toda a história das mulheres foi feita por homens". Neste contexto, pretende-se, aqui, discutir brevemente sobre a presença das mulheres na história da filosofia, com ênfase ao desprezo do corpo e à marginalidade da mulher, bem como, introduzir o tema da corporeidade a partir do filósofo Maurice Merleau-Ponty.

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    • Signos do corpo: Réquichot, Barthes e nós, os outros (nuevo) 

      Ao refletir sobre a imagem do corpo e o corpo da imagem, este ensaio promove uma leitura semiológica da análise que Roland Barthes opera em torno da obra de Bernard Réquichot: qual a imagem do corpo que, segundo o teórico de Elementos de semiologia (1965), a obra do artista dos Reliquaires (1955) estrutura? O corpo do artista fricciona-se no corpo do texto, desenhado pelo semiólogo, amador de signos. En réfléchissant sur l'image du corps et sur le corps de l'image, cet essai réalise une lecture sémio-logique de l'analyse que Roland Barthes a effectuée au sujet de l'ouvre de Bernard Réquichot: quelle est l'image du corps que, selon le théoricien des Eléments de sémiologie (1965), la production de l'artiste des Reliquaires (1955) structure? Le corps de l'artiste joue dans le corps du texte, dessiné par le sémiologue, amateur de signes.

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    Língua e Literatura

    • Dante e o amor cortês (nuevo) 

      Embora Dante tenha feito na Divina comédia a grande homenagem a sua "dama" Beatriz, colocando-a em destaque no Paraíso, próxima a Deus, é na Vida nova que o poeta narra o caminhar desse amor que tanto marcou sua trajetória pessoal e literária. Vida nova é um pequeno livro, formado por poemas produzidos ao longo de vários anos, articulados pela narrativa dos episódios relacionados ao amor do poeta por Beatriz. Dante, que não desfrutou do convívio mais íntimo com Beatriz, descreve nesse texto uma mulher que, embora com uma existência concreta, encarna o símbolo de mulher e de amor ideais da época. Essa é a razão pela qual hoje não temos condições de conhecer quem realmente foi Beatriz; os registros que temos de sua vida são os escritos de Dante, onde aparece a imagem de uma Beatriz idealizada pelo poeta.

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    Matematicas

    • Da tríade {1, 0, infinito} (nuevo) 

      A linguagem oral dos números, associada aos dedos da mão, digitos, remonta pelo menos às tribos nómadas do paleolítico[4]e, inscrevendo-se em traços na rocha constitui um esboço do conjunto dos números naturais; por certo que era utilizada para contar animais na transumância e nas trocas. Por exemplo, nas gravuras de Foz Côa[5]existem conjuntos de traços, sinais, que podem indiciar números, interpretáveis com caracter votivo ou declarativo. De então para cá, tantas descobertas e construção matemáticas permitiu introduzir e estruturar os números racionais associados ao problema da medida, desde a Antiguidade Clássica, e que se expressam como uma razão, ou fracção; e os irracionais, aqueles que não podem ser expressos por uma fracção, também chegaram cedo, com o problema da raiz quadrada ou mais geralmente o teorema de Pitágoras; e os números negativos por uma operação de simetria; contituíram-se assim, juntando racionais e irracionais, os números reais, representados como pontos sem extensão numa recta infinita. A introdução da raiz imaginária no século XVI e a sua operacionalização posterior veio permitir estender o campo real ao campo complexo.

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    Direito

    • DASP: entre a norma e o fato (nuevo) 

      Fruto de uma experiência pioneira, o DASP foi parte de uma iniciativa de reforma e planejamento que inaugurou uma nova feição dos órgãos estatais no Brasil, somente a partir dele organismos planejadores e fiscalizadores de caráter técnico-burocrático ganharam terreno e importância. Entretanto ele não fincou suas raízes no ar, o Brasil é profundamente marcado – e talvez nos anos 30 fosse muito mais – por uma sociabilidade baseada no favor, no personalismo, no clientelismo, no fisiologismo, na promiscuidade entre o público e o privado, na corrupção. Um terreno nada fértil para o empreendimento. Ainda assim, o DASP acumulou forças, resistiu e manobrou até onde pôde. Suas ações foram marcadas pelas dificuldades de viabilização inerentes, seu percurso por tensões e contradições que se acumulavam devido ao atrito entre o caráter de suas funções – racional-legal – e a cultura política na qual se inseria. Seus dilemas são, de certo modo, os dilemas de toda modernização no Brasil, que o avanço do capitalismo não somente não dirimiu como também potencializou.

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    • Democracia e reforma penal: tensões entre Estado compromissório e formulação de tipos penais (nuevo) 

      Globalização e reordenação dos padrões jurídicos. Teoria de formulação das leis. Teoria dos tipos penais. O Código Penal e sua história. O casamento fadado ao fracasso: reforma penal e democracia pluralista. A globalização traz como imperativo a realização de reformas; assim, analisa-se, sob uma perspectiva estruturalista, a noção de Constituição Compromissória de modo a traçar um tipo ideal de democracia pluralista conflitante com a reforma do Código Penal, tanto pela incompatibilidade estrutural entre os tipos penais e a formulação de leis, quanto pelo ineditismo histórico deste tipo de reforma no Brasil.

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    • Uma breve leitura sobre o ensino da sociologia jurídica no Brasil através das análises de José Eduar (nuevo) 

      Histórico e delimitação do campo da Sociologia Jurídica. O ensino da Sociologia Jurídica no Brasil. A questão da formação dos professores. Principais problemas identificados. Algumas propostas que merecem atenção. Neste artigo procura-se promover uma reflexão sobre a trajetória da implementação da sociologia jurídica no Brasil, principalmente a partir da década de 90, tomando como paradigma a obra de Eliane Junqueira, José Eduardo Faria e Celso Campilongo. Não obstante, procura-se delimitar o campo sociologia jurídica em contraposição a outras ciências e evidenciar problemas e propostas relativos ao ensino desta disciplina.

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    Ciências sociais

    • A derrocada do estado social (nuevo) 

      O presente artigo tem como objetivo analisar o Estado Social desde sua origem até as mudanças sociais, econômicas e políticas que resultaram em seu declínio. Para tanto, o trabalho propõe uma reflexão a partir das idéias propostas pelo liberalismo econômico no século XVIII que representaram uma evolução na estrutura econômica da burguesia pré-capitalista que conseguiu acumular riquezas através do comércio. Os liberais difundiram os pressupostos da maximização individualista e da livre-concorrência, apartando a idéia do Estado como centralizador das decisões econômicas. A economia americana durante o século XIX, por exemplo, traduziu a idéia do florescimento da agricultura comercial e da formação de um mercado interno substancial, com o fomento da atividade industrial e da rede de transportes que acabaram por conformar a base do poderio norte-americano na economia. Entretanto, com a Grande Depressão (1929) e com as crises que subsistiram das Guerras Mundiais, a teoria do Estado de Bem-Estar Social (Welfare State) veio abarcar a necessidade de um Estado intervencionista que fosse capaz de assegurar aos cidadãos condições mínimas de sobrevivência em um momento histórico marcado por fome e mortes. Entretanto, os ditos anos dourado do capitalismo, na década de 60, do século XX, do avanço tecnológico e da acumulação econômica por alguns Estados caracterizaram este século pelo discurso neoliberal, por meio do qual se voltou a pregar a intervenção mínima do Estado nas relações sociais e econômicas. Até os dias atuais o discurso político em grande parte baseia-se na disseminação de idéias neoliberais inclusive para Estados como o brasileiro classificado como emergente.

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    • Direito e sociologia segundo o pensamento de Michel Foucault (nuevo) 

      Breve nascimento das ciências do homem. Arqueologia, genealogia e história. Conhecimento e verdade. Hermenêutica e discurso. O direito como campo de conflito. Conclusão – a originalidade de Foucault. Neste artigo promove-se uma reflexão sobre as principais questões as quais Michel Foucault propõe discutir no intuito de promover uma explicação sistemática de sua obra. Da mesma forma, realiza-se um paralelo de sua concepção de conhecimento e hermenêutica com o campo do direito, compreendendo que a produção jurídica é permeada por relações de poder presentes no seio social.

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    Educação

    • A discriminação racial presente em livros didáticos e sua influência na formação da identidade dos a (nuevo) 

      Presença do racismo em livros didáticos vs. formação de identidades. A representação dos negros no LD. Produzida e veiculada por vários meios que rodeiam a nossa vida, incluindo, principalmente, o ambiente escolar, a discriminação afeta a vida dos alunos ainda em processo de formação identitária. Assim, percebendo que os livros didáticos possuem forte influência na educação, esse trabalho teve como objetivo apresentar resultados parciais de uma pesquisa realizada como trabalho de conclusão de curso, na qual realizou-se um estudo com imagens e expressões de racismo, presentes em livros didáticos, percebendo se estes trabalham com a questão da discriminação e verificando de que forma a pessoa negra é representada socialmente nestes. Assim, apresenta-se como se constatou que, para a formação de alunos que saibam respeitar as diferenças, há a necessidade de um trabalho com essa questão em sala de aula, bem como uma maior preocupação com a formação de professores.

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    • Educação popular e feminismo no Brasil (nuevo) 

      A educação popular no Brasil, ainda é tida como algo marginal, mesmo sendo aceita em algumas universidades. De forma geral, é vista como algo dos empobrecidos e empobrecidas. O feminismo, por sua vez, é mais diminuído, ainda, a ponto de não caber dentro da educação popular, porque evoca um poder popular incluindo as mulheres. O objetivo deste artigo é possibilitar a reflexão, ou fazer a provocação entre os temas Educação Popular e Feminismo: até onde se entrecruzam? Ou... poderia-se dizer, até onde combinam? Como aparecem juntos, ou, ainda, não foram pautados conjuntamente, e, por quê?

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    • Educação, cognição e subjetividade: contribuições psicopedagógicas e humanísticas (nuevo) 

      Desde os meus primeiros estudos e escritos sobre Psicopedagogia, minha atenção sempre está voltada à constituição do sujeito cognoscente. O sujeito que conhece nasce com, ou renasce com (cognoscere = nascer com). Muitas são as questões que se entrelaçam na construção da subjetividade humana, oriundas dos diversos campos do conhecimento que privilegiam o ser humano, tais como a Psicologia, a Psicanálise, a Sociologia, a História, a Antropologia e a Filosofia, que trazem complexas contribuições ao nosso tema. Conhecer é um aspecto fundamental na constituição do sujeito humano e este processo ocorre nas interações que este sujeito estabelece com os outros e com o mundo. Quando se conhece, o sujeito de faz outro, mesmo sendo o ser único que é. O sujeito vai se estruturando como tal na medida em que vivencia estas interações, num movimento permanente e dialético originado no início de sua própria vida e que ocorre gradativamente a partir do desenvolvimento do seu pensamento.

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    • Ensinantes do presente, Inclusão, Aprendizagem e Novos Paradigmas (nuevo) 

      Ensaio de um pequeno (e possível) roteiro de reflexões. Introdução - Entre nós, a mudança: reflexões sobre o autorizar-se e o inscrever-se. Uma nova idade humana: da racionalização à racionalidade. Novos modos de aprender: amorosidade como possibilidade inclusiva. Conclusão: De novo o aprender, no tempo do fazer e do comunicar. Para saber mais (Bibliografia). A construção deste texto perpassou por uma série de reflexões que venho fazendo ao longo do meu caminhar como ensinante, eterno aprendente envolvido com as questões da aprendizagem e suas vicissitudes. Sua tessitura, feita num modelo de ensaio, foi idéia surgida a partir da leitura de um excelente texto publicado por Isnar Filho, onde ele nos ensina que a "grande vantagem do ensaio está na maior liberdade de expressão que ele concede ao seu autor. Regras, normas continuam valendo, mas há uma maior flexibilidade na escrita." (2) Portanto, este é um ensaio livre sobre inclusão, aprendizagem e novos paradigmas onde proponho alguns pontos de partida para nosso lidarmos com nosso mal-estar, nossas angústias e ansiedades quando pensamos sobre tais temas e, por eles, somos desafiados.

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    Economia

    • O planejamento e controle da produção na indústria de revestimentos cerâmicos (nuevo) 

      Perfil nacional da indústria de revestimento cerâmico. Considerações a respeito do PCP. Metodologia. A empresa objeto de estudo. O PCP na indústria cerâmica. Este trabalho é resultado de uma observação realizada em uma empresa de revestimento cerâmico, localizada no estado de Paraíba, com o objetivo principal de descrever as atividades de planejamento e controle da produção desenvolvidos nesta empresa, assim como a sua estrutura produtiva. A partir das informações obtidas, constatou-se que a empresa não apresenta as características formais, descritas na literatura, a respeito do Planejamento e Controle de Produção – PCP, consequentemente não tem um setor específico para este fim. A empresa realiza as atividades de PCP, desde a programação até o seu controle, de forma bastante simplificada e não claramente delimitada. No entanto, os seus objetivos de produção são alcançados satisfatoriamente.

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