Novos trabalhos

    Agricultura e Pecuária

    • Desempenho das Carpas Comum em um programa de restrição alimentar na fase de alevinos (nuevo) 

      Desempenho das Carpas Comum (Cyprinus carpio L.) em um programa de restrição alimentar na fase de alevinos. Com o objetivo de avaliar os desempenho de Carpa comum (Cyprinus carpio L.) submetidos a diferentes tratamentos de restrição alimentar, foi conduzido um experimento em delineamento inteiramente casualizado, em um esquema com seis tratamentos de alimentação com seis repetições e 30 pós-larvas de carpa comum (Cyprinus carpio L.) por repetição em aquário distinto com 50 l e abastecido com água procedente de mina com filtragem. Os tratamentos de restrição alimentar avaliados foram: I - sem restrição alimentar, II - com restrição alimentar ao 7º dia, III - com restrição alimentar ao 7º e 14º dias, IV - com restrição alimentar ao 7º, 14º e 21º dias, V - com restrição alimentar ao 7º, 14º, 21º e 28º dias, VI - com restrição alimentar ao 7º, 14º, 21º, 28º e 35º dias. O peso total inicial de cada repetição foi de 0.057 g o que resultou em peso médio inicial individual de 0.0019 ± 0.0002 g e o comprimento médio inicial de 0.70 ± 0.03 cm. Na analise dos resultados do peso (0.51; 0.49; 0.46; 0.50; 0.45 e 0.52 g) e comprimento médio final (3.02; 3.02; 3.07; 3.07; 2.98; e 3.18 cm) e consequentemente o ganho de peso verifica-se que não ocorreu efeito significativo da restrição alimentar no período de desenvolvimento da pós-larva de carpa comum (Cyprinus carpio L.) até a transformação em alevino, em nenhum dos tratamentos realizados. Também a taxa de sobrevivência final (62.66; 62.37; 68.94; 59.44; 65.33 e 59.44) e a conversão alimentar (7.07; 7.50; 7.11; 7.53; 7.19 e 6.34) não houve interferência dos tratamentos de restrição alimentar em nenhum momento. Pode-se concluir que o desempenho produtivo dos peixes não foi influenciado negativamente pêlos tratamentos desenvolvidos.

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    • Doses e épocas de aplicação de nitrogênio em cobertura em dois cultivares de arroz (nuevo) 

      Doses e épocas de aplicação de nitrogênio em cobertura em dois cultivares de arroz com irrigação suplementar. O nitrogênio é o elemento mais extraído pela cultura do arroz e, embora tal extração possa superar 100kg ha-1, nem sempre há resposta à sua aplicação. O trabalho foi conduzido em Latossolo Vermelho-Escuro, textura argilosa, com irrigação por aspersão através de um sistema pivot central, e a quantidade de água aplicada realizou-se de acordo com as necessidades da cultura. Foram utilizados os cultivares Carajás e IAC – 202 e 4 doses de N (uréia) em cobertura (0, 40, 80 e 160kg ha-1 de N) em duas épocas (aos 30 e/ou 50 dias após a germinação). Foi aplicada uma dose fixa de 20kg ha-1 de N na semeadura, além de um tratamento testemunha absoluta que não recebeu N. A maior produtividade de grãos foi obtida quando se aplicou 20kg ha-1 de N na semeadura e duas coberturas de 40kg ha-1 aos 30 e 50 dias após a germinação.

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    • Doses e épocas de aplicação de nitrogênio em cobertura em dois cultivares de arroz com irrigação sup (nuevo) 

      O nitrogênio é o elemento mais extraído pela cultura do arroz e, embora tal extração possa superar 100kg ha-1, nem sempre há resposta à sua aplicação. O trabalho foi conduzido em Latossolo Vermelho-Escuro, textura argilosa, com irrigação por aspersão através de um sistema pivot central, e a quantidade de água aplicada realizou-se de acordo com as necessidades da cultura. Foram utilizados os cultivares Carajás e IAC – 202 e 4 doses de N (uréia) em cobertura (0, 40, 80 e 160kg ha-1 de N) em duas épocas (aos 30 e/ou 50 dias após a germinação). Foi aplicada uma dose fixa de 20kg ha-1 de N na semeadura, além de um tratamento testemunha absoluta que não recebeu N. A maior produtividade de grãos foi obtida quando se aplicou 20kg ha-1 de N na semeadura e duas coberturas de 40kg ha-1 aos 30 e 50 dias após a germinação.

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    • Efeito da densidade de povoamento na produtividade final em carpas em fase de engorda, durante o ver (nuevo) 

      O objetivo desta pesquisa foi estudar o efeito da densidade de povoamento na produtividade final, em carpas na fase de engorda, no período de verão. O delineamento foi inteiramente casualizado com três tratamentos (1; 0,5; e 0,33 peixes/m2) e três repetições. Os peixes foram estocados com peso e comprimento médios de 2,40 g e 5,35; 5,40 e 5,39 cm, respectivamente, nos tratamentos 1, 2 e 3, com 45 dias de idade. As dietas foram formuladas com 27% PB e 2925 kcal/kg de ração, sendo fornecidas diariamente, na quantidade de 3% do peso vivo. O comportamento dos tratamentos foi estudado por intermédio da análise de regressão. Os resultados para o comprimento e peso dos peixes foram 25,68; 28,66; e 31,21 cm e 255,00; 424,00; e 519,66 g, respectivamente. Os tratamentos 1 e 3 apresentaram modelo de regressão linear diferente do tratamento 2, que apresentou modelo quadrático. Na biomassa total, os resultados foram 1881; 1512; e 1302 kg/ha/período e os modelos de regressão significativos para os tratamentos 1e 3 foram lineares e para o tratamento 2 quadrático. A conversão alimentar apresentou modelo de regressão linear para todos tratamentos. Em condições similares, podem-se recomendar todas densidades sugeridas, com base na produção final e sobrevivência.

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    • Efeito da niclosamida no controle de girinos de anuros na propagação de pós-larvas de Carpa Comum (nuevo) 

      O objetivo desta pesquisa foi testar a influência de um molusquicida (niclosamida) no controle dos girinos, sem comprometer o desenvolvimento e a sobrevivência da carpa comum na fase de desenvolvimento do ovo até a idade de 28 dias. Foram conduzidos seis experimentos, envolvendo seis fases de desenvolvimento dos girinos e peixes (ovo, 7, 12, 21, 27 e 34 dias). O delineamento experimental foi inteiramente casualizado com cinco tratamentos (0,00; 0,10; 0,15; 0,20; e 0,25 ppm de niclosamida) e quatro repetições. Foram utilizados 20 aquários de seis litros, sendo todos abastecidos até o início do experimento, quando então era interrompido o fluxo de água. A eficiência da niclosamida no período de fertilização e eclosão de ovos de girinos e carpa não ocorreu. Na primeira semana de vida, os níveis de 0,25; 0,20; e 0,10 ppm mostraram efeito sobre os girinos aos 48, 65 e 115 minutos após a aplicação do produto respectivamente, mas apresentaram-se sem efeito sobre as pós-larvas de carpa comum. A dosagem de 0,15 ppm de niclosamida, aos 27 dias, tendeu a provocar maior mortalidade de girinos, com maior sobrevivência de pós-larvas de carpa comum, e a de 0,10 ppm, o melhor resultado na idade de 21 dias das pós-larvas de carpa comum e girinos.

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    • Efeito de diferentes níveis de proteína bruta em rações para crescimento de Carpas (nuevo) 

      Efeito de diferentes níveis de proteína bruta em rações para crescimento de Carpas (Cyprinus carpio l., 1758) em duas densidades. O efeito de rações com diferentes níveis de proteína bruta sobre o peso, comprimento, conversão alimentar e sobrevivência das carpas foi avaliado no período de 120 dias (19 de novembro a 20 de março de 1996 a 1998. Os peixes foram povoados com peso médio conjunto de 1,38 g e comprimento médio conjunto de 4,15 cm com 60 dias de idade. O delineamento experimental foi o inteiramente casualizado, em um esquema de tratamentos fatorial de 4x2, em que testaram- se 4 doses de proteína bruta em 2 densidades de estocagem (15 e 30 peixes/m2), com 4 repetições por tratamento. Os peixes receberam a ração diariamente, na quantidade de 5% do peso vivo, sendo reajustados a cada 30 dias, quando todos os peixes foram medidos e pesados. O comportamento de cada variável ao longo do tempo para cada tratamento foi estudado pela análise de regressão polinomial. Para a variável peso conjunto, os resultados, usando a densidade 15, foram: 8,88; 10,23; 10,80 e 11,88 g, e com a densidade 30, 5,49; 6,83; 8,06 e 9,19 g, respectivamente nos níveis de 20, 27, 34 e 41 % de proteína bruta, e a equação que melhor descreve o comportamento é Y = 4.23 + 0.27 X. Para o comprimento conjunto, os resultados obtidos com a densidade 15 foram: 8,03; 8,24;8,54 e 8,98 cm, e com a densidade 30, 6,76; 7,11; 7,57 e 7,83 cm, respectivamente nos níveis crescentes de proteína bruta, e a equação que melhor descreve o comportamento é Y = 2.80 + 0.08 X. A variável conversão alimentar conjunta não diferiu significativamente pelas densidades e a equação que melhor descreve o comportamento em função dos níveis de proteína bruta na ração é Y = 4,72 - 0.04 X. Concluindo, podese afirmar que o efeito das densidades não influenciou no crescimento, e que a melhor média de peso médio final foi observada no tratamento com densidade de 15 e 30 peixes/ m2, com 41 % de PB, sendo mais adequada às necessidades da espécie nessa idade.

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    • Efeito do espaçamento e época de semeadura sobre o desempenho do feijão (nuevo) 

      Efeito do espaçamento e época de semeadura sobre o desempenho do feijão. I. Produção de sementes.- O trabalho foi desenvolvido em área experimental pertencente a Faculdade de Engenharia - Campus de Ilha Solteira - UNESP, localizada no município de Selvíria-MS, com objetivo de verificar a influência de dois espaçamentos entre linhas (0,45 e 0,60 m) no primeiro ano (safra 1995) e três espaçamentos (0,30, 0,45 e 0,60 m) no segundo ano (safra 1996) e duas épocas de semeadura (1a quinzena de maio e 1a quinzena de julho) no comportamento de cultivares de feijão (Mineiro Precoce, Carioca, IAC Carioca, Carioca Mineiro, IAC Carioca Pyatã, IAC Bico de Ouro, Ouro, IAPAR 14, IAPAR 16, IAPAR 31, IAPAR 57, IAPAR 65, IAPAR 72 E ISA 1). O delineamento utilizado foi o de blocos ao acaso com quatro repetições. Cada parcela experimental foi constituída por cinco linhas de cinco metros de comprimento.

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    • Efeito do espaçamento e época de semeadura sobre O desempenho do feijão. II. (nuevo) 

      Efeito do espaçamento e época de semeadura sobre O desempenho do feijão. II. Qualidade fisiológica das sementes. O objetivo deste trabalho foi verificar o efeito de espaçamentos entre linhas e época de semeadura dentro do período "de inverno" na qualidade fisiológica de sementes de 14 cultivares de feijão (Phaseolus vulgaris L.). O experimento de campo foi desenvolvido em área experimental pertencente a Faculdade de Engenharia de Ilha Solteira - UNESP, localizada no município de Selvíria-MS, utilizando-se dois espaçamentos entre linhas (0,45 e 0,60 m) no primeiro ano (safra 1995) e três espaçamentos (0,30; 0,45 e 0,60m) no segundo ano (safra 1996), duas épocas de semeadura (1a quinzena de maio e 1a quinzena de julho) e os cultivares de feijão (Mineiro Precoce, Carioca, IAC Carioca, Carioca Mineiro, IAC Carioca Pyatã, IAC Bico de Ouro, Ouro, IAPAR 14, IAPAR 16, IAPAR 31, IAPAR 57, IAPAR 65, IAPAR 72 E ISA 1). O delineamento utilizado foi o de blocos ao acaso com quatro repetições.

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    • Efeitos de épocas de semeadura sobre a produção e qualidade fisiológica de sementes (nuevo) 

      O objetivo do trabalho foi avaliar o desempenho de nove cultivares de arroz em cultura irrigada por aspersão (IAC-201, Carajás, Guarani, CNA 7801, Rio Paranaíba, Araguaia, IAC-202, Caiapó e CNA-7800) semeados em diferentes datas (19 set., 20 out., 17 nov., 19 dez., 18 jan. e 16 fev.),caracterizando épocas de semeadura precoce, normal e tardia em cultura irrigada, com a finalidade de obter informações sobre a produção e qualidade das sementes obtidas. Na época tradicional (nov), se observaram as maiores produtividades para a maioria dos cultivares, enquanto que a semeadura mais tardia proporcionou a produção de sementes com melhor qualidade fisiológica, em termos de germinação e vigor em todos os materiais testados. A semeadura tardia se apresentou como boa opção para produção de sementes.

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    • Influência do manejo do solo, lâminas de água e doses de nitrogênio na produtividade do feijoeir (nuevo) 

      O trabalho foi conduzido no ano de 1999, no município de Selvíria, Estado do Mato Grosso do Sul, e teve como objetivo avaliar o comportamento do feijoeiro em função do preparo do solo, do manejo de água e das doses de nitrogênio em cobertura. O delineamento experimental utilizado foi de blocos casualizados, com 4 repetições, sendo os tratamentos constituídos por 3 modalidades de preparo do solo, 4 doses de nitrogênio em cobertura e aplicação de 3 lâminas de água. Foram avaliados: a matéria seca de plantas, o número de vagens e grãos por planta, o número de grãos por vagem, a massa de 100 grãos e a produtividade. As lâminas de água utilizadas influenciaram positivamente a aplicação das doses de nitrogênio, promovendo, assim, incrementos na produtividade de grãos na ordem de 38% e 74% na L2 (190mm) e L3 (230mm), respectivamente, em relação à L1 (128mm), para a dose de 90kg ha-1. O preparo com escarificador e arado de aiveca proporcionou comportamento semelhante para as características produtivas, diferindo da grade aradora que obteve menor desempenho. As modalidades de preparo do solo não interferiram na resposta do feijoeiro às aplicações das doses de nitrogênio.

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    • Manejo da época de aplicação da adubação potássica em arroz de terras altas (nuevo) 

      Manejo da época de aplicação da adubação potássica em arroz de terras altas irrigado por aspersão em solo de cerrado. O emprego de adubos é um dos fatores mais importantes que influenciam na produtividade da cultura do arroz. Com respeito a adubação, há poucos estudos sobre o potássio, principalmente na adubação em cobertura. O presente trabalho foi realizado em um LATOSSOLO VERMELHO Distrófico (LVd) em Selvíria, Estado do Mato Grosso do Sul, com o objetivo de avaliar o comportamento de dois cultivares de arroz (IAC 201 e IAC 202), Oryza sativa L. (Poaceae), em função do manejo da adubação potássica (semeadura, perfilhamento e no início da diferenciação da panícula) em cultivo irrigado por aspersão. O delineamento foi o de blocos casualizados dispostos em esquema fatorial, com quatro repetições. O cultivar IAC 201 apresentou alto nível de acamamento. Já o cultivar IAC 202 apresentou comportamento superior em todas as características avaliadas como altura de plantas, panículas m-2, produção de grãos e peso hectolítrico. A melhor época para se realizar a adubação potássica na cultura do arroz foi na semeadura.

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    • Manejo do solo e época de aplicação de nitrogênio na produção de arroz de terras altas (nuevo) 

      A utilização de práticas culturais mais adequadas permite aumentar a produtividade bem como melhorar a qualidade dos grãos produzidos pelas culturas. Assim, o trabalho foi desenvolvido com o objetivo de avaliar o efeito de manejos do solo (grade pesada + grade niveladora; escarificador + grade niveladora; plantio direto) e da aplicação de nitrogênio, em diferentes épocas de desenvolvimento da cultura do arroz de terras altas, sendo conduzido no município de Selvíria, Estado do Mato Grosso do Sul, durante os anos agrícolas 2001/02 e 2002/03, em solo do tipo Latossolo Vermelho distrófico, originalmente sob vegetação de cerrado. O manejo do solo praticamente não interfere nos componentes do rendimento de engenho do arroz de terras altas irrigado por aspersão, com os preparos do solo com grade aradora ou escarificador proporcionando produtividade semelhante. A adubação nitrogenada na semeadura e/ou no perfilhamento proporciona maior produtividade de grãos em relação à testemunha sem nitrogênio.

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    • Método para multiplicação da alga para alimentação inicial de um sistema de produção de peixes fitop (nuevo) 

      Buscando viabilizar a multiplicação de uma alga (Chlorella minutissima) para alimentação inicial de peixes fitoplantofagos, foram realizados cultivos na água doce em sacos plásticos de polietileno transparente de 50 x 35 cm com capacidade para 7 litros e preenchido com volume de 3.5 litros, enriquecidos com um meio de cultura Myer’s modificado e estabilizado com pH 7.5. O meio de cultura com as algas foi submetida a aeração forçada contínua, e luz fluorescente contínua com 1 200 lux de intensidade e temperatura constante de 27ºC conseguidos através de ar condicionado. Foram inoculadas as algas nas densidades de 3.9 x 103 células/ml por um período de 8 dias; 1.6 x 103 células/ml por um período de 9 dias e 3.9 x 103 células/ml por um período de 10 dias. Obteve-se concentrações de até 2.7 x 107 células/ml entre o oitavo e décimo dia de cultivo, ficando a média de 1.5 x 107 células/ml, podendo ser estocado em frezzer ou geladeira para conservação ou futura multiplicação.

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    • Molibdênio foliar e nitrogênio em feijoeiro cultivado no sistema plantio direto (nuevo) 

      O nitrogênio é o nutriente absorvido em maior quantidade pelo feijoeiro e seu metabolismo pode ser seriamente prejudicado em condições de deficiência de molibdênio. O objetivo do trabalho foi avaliar a resposta do feijoeiro de inverno, cultivado no sistema plantio direto à aplicação de molibdênio (0, 40, 80 e 120 g/ha) via foliar e adubação nitrogenada na semeadura (0 e 20 kg/ha) e em cobertura (0 e 70 kg/ha). Utilizou-se o delineamento experimental de blocos casualizados, com quatro repetições. O solo do local é um latossolo vermelho Distrófico típico. Analisaram-se: população de plantas, teor de nitrogênio, matéria seca da planta, número de vagens e grãos por planta, número de grãos/vagem, massa de 100 grãos e rendimento de grãos. Conclui-se que a aplicação de molibdênio foliar, de nitrogênio na semeadura ou em cobertura propicia incrementos no rendimento de grãos do cultivar Pérola. O cultivar IAC Carioca - Eté não responde à adubação molíbdica e nitrogenada.

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    • Nitrogênio via foliar e em cobertura em feijoeiro irrigado (nuevo) 

      O nitrogênio é um elemento fundamental nos programas de adubação, embora sua inclusão nem sempre conduza a um diferencial de produtividade na cultura do feijão, Phaseolus vulgaris L. (Leguminosae-Faboideae). O trabalho foi desenvolvido em duas safras, procurando verificar a influência de concentrações de uréia, (0, 30, 60, 90 e 120 g . L-1), em duas pulverizações e níveis de nitrogênio em cobertura, (0, 25, 50 e 75 kg . ha-1), no feijoeiro irrigado. O delineamento utilizado foi blocos casualizados, esquema fatorial 5x4, com quatro repetições. As semeaduras foram realizadas mecanicamente em 06/05/1997 e 08/06/1998, utilizando os cultivares Pérola e IAC Carioca, respectivamente. Em área considerada de baixa resposta, não houve efeito do N aplicado via foliar ou no solo na produtividade. Em área com incorporação de material com alta relação C/N, a aplicação de nitrogênio via foliar aumentou a produtividade, enquanto a aplicação no solo proporcionou aumento no teor de N foliar, massa de 100 sementes e produtividade.

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    • Resposta de cultivares de arroz de sequeiro ao preparo do solo e à irrigação por aspersão (nuevo) 

      O presente trabalho teve o objetivo de avaliar o comportamento de cultivares de arroz de sequeiro em diferentes modalidades de preparo de solo e lâminas de água aplicadas por aspersão, no Município de Selvíria, MS. Os tratamentos consistiram na combinação de três cultivares de arroz (IAC 201, Carajás e Guarani), três sistemas de preparo do solo (arado de aiveca + grade niveladora, escarificador + grade niveladora e grade pesada + grade niveladora) e três níveis de irrigação por aspersão (sequeiro e duas lâminas de água), com quatro repetições. O uso da irrigação por aspersão reduziu o número de dias para o florescimento e o ciclo da cultura. A cultivar Carajás apresentou a maior produtividade de grãos e praticamente ausência de acamamento em relação às cultivares IAC 201 e Guarani. O preparo do solo com arado de aiveca e escarificador propiciaram a obtenção de maior produtividade de grãos em relação ao preparo com grade aradora em ano com presença de veranico, e as duas lâminas de água promoveram incrementos de 113% e 177% na produção de grãos, em ano com ocorrência de veranico.

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    • Resposta de dois cultivares de arroz à adubação nitrogenada e tratamento foliar com fungicidas (nuevo) 

      O nitrogênio é o nutriente mais absorvido pela cultura do arroz, depois do potássio. Seus efeitos na fisiologia das plantas são observados nos componentes de produtividade. Estudou-se, neste trabalho, a resposta de dois cultivares de arroz (IAC 201 e IAC 202) submetidos a quatro doses de nitrogênio (0, 50, 100 e 150 kg ha-1), com e sem tratamento da parte aérea com fungicidas (tebuconazole e tricyclazole). O experimento foi conduzido em um solo argiloso, na Fazenda Experimental da Unesp, em Selvíria, Estado do Mato Grosso do Sul, com irrigação por aspersão. O delineamento estatístico foi em blocos ao acaso, com quatro repetições. O nitrogênio foi aplicado em cobertura, aos 40 dias após a emergência das plantas. A aplicação dos fungicidas foi realizada aos 30 e 50 dias após a emergência das plantas. O número de panículas por m2 não variou com o aumento das doses de N. O cultivar IAC 202 proporcionou maior número de grãos formados por panícula e maior massa de 100 grãos, resultando assim em maior produtividade de grãos, sendo de 4512 kg ha-1para o IAC 202 e 3800 kg ha-1 para o IAC 201. A máxima produtividade foi alcançada com a aplicação de 90 kg ha-1de N em cobertura. A aplicação de fungicida não influenciou nenhuma das características avaliadas.

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    • Resposta do feijoeiro à aplicaç ão de nitrogênio em cobertura e molibdênio via foliar (nuevo) 

      O nitrogênio é o nutriente absorvido em maior quantidade pelo feijoeiro, e o molibdênio (Mo), além da importância no processo de fixação de nitrogênio atmosférico, está associado ao metabolismo nitrogenado. Assim, a carência deste micronutriente produz sintomas semelhantes aos causados pela deficiência de nitrogênio. O trabalho teve como objetivo avaliar, na cultura do feijão, o efeito da aplicação de doses de nitrogênio em cobertura (0, 30, 60 e 90kg ha-1),além de avaliar sua interação com a aplicação foliar de molibdênio (0 e 80g ha-1) nas fases de desenvolvimento V3 e V4, em sistema de plantio direto. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados com 16 tratamentos e 4 repetições. O estudo foi realizado no município de Selvíria-MS, em solo cultivado anteriormente com milho. A aplicação de Mo via foliar nas duas épocas estudadas não interfere na produtividade, e a aplicação de doses crescentes de nitrogênio em cobertura proporcionou um crescente aumento no teor de nitrogênio nas folhas, porém não interferiu na produtividade de grãos.

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    • Resposta do feijoeiro à aplicação de doses e fontes de nitrogênio em cobertura no sistema de plantio (nuevo) 

      O trabalho foi conduzido nos anos de 1999 e 2000, no município de Selvíria, Estado do Mato Grosso do Sul, e teve por objetivo avaliar o efeito da aplicação de nitrogênio em cobertura, na cultura do feijão cv. Pérola, em plantio direto. O delineamento experimental utilizado foi de blocos casualizados, em esquema fatorial 6x2 envolvendo seis doses (0, 25, 50, 75, 100 e 125 kg ha-1) e duas fontes (nitrato de amônio e uréia) de N em cobertura, com quatro repetições. Foram avaliados: dias para o florescimento pleno, matéria seca de plantas, teor de nitrogênio na parte aérea, componentes de produção, ciclo da cultura e produtividade de grãos. Não existe diferença de produtividade do feijoeiro em relação à utilização de uréia ou nitrato de amônio como fonte de nitrogênio em cobertura; a produtividade do feijoeiro irrigado cultivado no inverno pode ser aumentada pela adição de nitrogênio em cobertura, pois a cultura responde à aplicação de doses de nitrogênio acima de 100 kg ha-1.

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    • Resposta do feijoeiro ao preparo do solo, manejo de água e parcelamento do nitrogênio (nuevo) 

      Com o objetivo estudar o comportamento do cultivar de feijoeiro IAC Carioca Eté, em função do preparo do solo, manejo de água e parcelamento da adubação nitrogenada, no período "de inverno", foi instalado um experimento no município de Selvíria-MS, no ano de 2000. O delineamento foi em blocos casualizados no esquema de parcelas subsubdivididas, com as subparcelas em faixas e quatro repetições. Foram utilizados três preparos do solo (grade pesada, escarificador e plantio direto), três níveis de irrigação por aspersão (L1 = 0,75L2, L2 = lâmina calculada com base nos Kcs recomendados por Doorenbos e Kassan (1979) e L3 = 1,25L2) e quatro formas de parcelamento do nitrogênio (0-75, 25-50, 50-25 e 75-0 kg ha-1 na semeadura e em cobertura, respectivamente). O preparo do solo com grade proporcionou maior produtividade do feijoeiro comparado com plantio direto e não diferiu do escarificador. O feijoeiro não apresentou redução na produtividade, mesmo com utilização de um coeficiente de cultura 25% menor que o recomendado, para reposição de água na cultura. A aplicação de todo o nitrogênio em cobertura proporcionou maior produtividade do feijoeiro.

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    • Teor de clorofila e produtividade do feijoeiro em razão da adubação nitrogenada (nuevo) 

      Recomendações de adubação nitrogenada para o feijoeiro referem-se ao sistema de preparo convencional do solo, e pode ocorrer subestimação da necessidade da cultura em sistema de plantio direto, já que nesse sistema pode haver demanda de nitrogênio. O objetivo deste trabalho foi avaliar a resposta do feijoeiro (Phaseolus vulgaris L.) a doses de N, em dois sistemas de manejo do solo, como também a possibilidade de uso do teor de clorofila como indicativo do teor de N nas folhas. O delineamento experimental foi em blocos ao acaso, em esquema de parcela subdividida, com quatro repetições. As parcelas foram constituídas pelos sistemas de manejo do solo: plantio direto e preparo convencional (uma gradagem pesada + duas gradagens leves). Cinco doses de N (0, 35, 70, 140 e 210 kg ha-1, como uréia), aplicadas em cobertura, constituíram as subparcelas. O feijoeiro demonstrou maior necessidade de N quando cultivado em plantio direto do que no sistema convencional de preparo do solo. O sistema de plantio direto do feijoeiro proporcionou maior eficiência na utilização do N aplicado em cobertura, acarretando maior produtividade por unidade do nutriente aplicado em relação ao sistema convencional. A avaliação indireta do teor de clorofila mostrou-se viável em indicar o estado nutricional de N do feijoeiro, em ambos sistemas de manejo.

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    • Uréia em cobertura e via foliar em feijoeiro (nuevo) 

      O presente trabalho foi desenvolvido com o objetivo de verificar ainfluência de diferentes concentrações de uréia (0, 40, 60, 80, 100 e 120 g kg-1)em solução, para fornecimento de N via foliar, em diferentes horários (08h, 16h e 20h),na presença e ausência de adubação nitrogenada em cobertura (via solo). O solo dolocal do ensaio é do tipo Latossolo Vermelho-Escuro álico. O delineamento experimentalseguiu o esquema fatorial 6x3x2, com quatro repetições. A semeadura foi realizadamecanicamente no dia 24.06.1996, utilizando-se o cultivar IAC Carioca, conduzido em regimede irrigação. Aplicaram-se 200 L ha-1 de calda, em cada pulverização comuréia. A adubação nitrogenada em cobertura foi realizada aos 32 dias após aemergência (dae), aplicando-se 40 kg ha-1 de N. Foram realizadas as seguintesavaliações: teor de agua e grau de fitotoxicidade nas folhas, número de dias para oflorescimento pleno, matéria seca de plantas, teor de N total em folhas, número devagens/planta, número de grãos/vagem, peso médio de 100 grãos e rendimento de grãos.A adubação nitrogenada em cobertura, aumentou a produtividade, o mesmo não ocorrendocom a adubação foliar. É importante a época de aplicação e a concentração dauréia foliar, devido a fitotoxicidade.

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    • Viabilidade econômica de estocagem de alevinos de Carpa Comum (nuevo) 

      Viabilidade econômica de estocagem de alevinos de Carpa Comum (Cyprinus Carpio Var. Specularis) no Inverno em alta densidade. O objetivo desta pesquisa foi estudar o efeito econômico de povoamento de alevinos I de carpa comum (Cyprinus carpio L.), no inverno em alta densidade, com suplementação artificial e adubação química. O delineamento foi inteiramente casualizado com quatro tratamentos (5; 10; 15 e 20 peixes/m2) e nove repetições. Os peixes foram estocados com peso e comprimento médios de 0,48 g e 3,15 cm, respectivamente, em todos tratamentos, por 45 dias de idade. As dietas foram formuladas com 27% de PB e 2925 kcal/kg de ração, sendo fornecidas diariamente, em duas vezes, na quantidade de 3% do peso vivo. O comportamento das variáveis explicativas em função dos tratamentos foi estudado por intermédio da análise de regressão. Os resultados para o comprimento e peso médio final nas densidades de 5; 10; 15 e 20 foram 8,67; 8,06; 7,81 e 7,47 cm e 3,64; 2,80; 2,31 e 2,25 g, respectivamente. O comportamento do peso em função das densidades estudadas é descrito pela equação de regressão quadrática Y= 4,41 - 0,29 X + 0,0077X2 . O comportamento do comprimento e da conversão alimentar, em função das densidades, é explicado por regressão linear, por intermédio das equações Y= 5,83 - 0,077X e Y= 0,9978 + 0,0844X, respectivamente. A sobrevivência foi de 98,41; 97,61; 97,35 e 97,21%, respectivamente, nas densidades de 5 a 20. Em condições similares, pode-se recomendar todas as densidades estudadas e, economicamente, a lucratividade da atividade é crescente com o aumento da densidade, havendo diminuição do custo médio ou unitário.

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    • Viabilidade econômica do cultivo de carpa comum (Cyprinus carpio Linnaeus, 1758) (nuevo) 

      Viabilidade econômica do cultivo de carpa comum (Cyprinus carpio Linnaeus, 1758) em monocultivo em densidades diferentes. Objetivou-se com esta pesquisa estudar o efeito econômico do povoamento de alevinos I de carpa comum (Cyprinus carpio LINNAEUS, 1758) com densidade diferenciada e com alimentação artificial e adubação química. O delineamento foi inteiramente casualizado com três tratamentos (1; 0,5 e 0,33 peixes/m2) avaliados ao longo do tempo e três repetições. Os peixes foram estocados com peso e comprimento médios de 2,40 g e 5,35; 5,40 e 5,39 cm, respectivamente, nos tratamentos, e com 45 dias de idade. As dietas foram formuladas com 27% de PB e 2925 Kcal/Kg de ração, sendo fornecidas diariamente na quantidade de 3% do peso vivo. Os resultados para o comprimento e peso dos peixes foram 25,68; 28,66 e 31,21 cm e 255,00; 424,00 e 519,66 g, respectivamente. A analise econômica foi estudada por meio de planilha de custo. Na produção total, os resultados foram 1882; 1513 e 1367 kg/hectare em um ciclo. Em condições similares, pode-se recomendar zootecnicamente todas as densidades estudadas e, economicamente, a lucratividade da atividade é crescente com o aumento da densidade, havendo diminuição do custo médio ou unitário.

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