Politica

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    • Nossa "batalha de argel"

      Da Constituição de 1824. Da Constituição de 1988. De "La vraie bataille d’Alger" do general Massu. Vamos, primeiramente, à situação internacional, como convém a uma análise de situação. No plano nacional e estadual, comecemos pela crítica. O Governo e o Estado, que têm?. O que se segue é um resumo sumário daquela batalha que decidiu a sorte da Quarta República francesa.

      (Adicionado: 2ªf Nov 27 2006 | Visitas: 165 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Representação e Cooptação Politica no Brasil

      O tema deste número trata das relações que se estabeleceram, no decurso da história política brasileira, entre o Estado e a sociedade. Os trabalhos reunidos são o resultado de uma experiência didática realizada com alunos curso de mestrado em Ciência Política e Sociologia do IUPERJ, em 1969, a orientação de Simon Schwartzman. As incursões de sociólogos e cientistas políticos na seara da historiografia trazem consigo todos os inconvenientes e vantagens próprios deste tipo de transgressão. Leigo, o cientista social ignora muitas vezes autores consagrados, toma fontes secundárias por primárias, deixa de considerar teses, teorias e proposições freqüentes na literatura que não domina totalmente. Talvez por isto mesmo, entretanto estes parvenus podem as vezes propor novas interpretações, chamar a atenção para aspectos ignorados, fazer conexões entre fatos isolados ou, simplesmente, trazer a um novo contexto de discussão temas e proposições até então limitados ao especialista. Não há dúvida de que estes trabalhos padecem daqueles defeitos, mas é possível que tenham, também, algumas dessas qualidades.

      (Adicionado: 3ªf Nov 07 2006 | Visitas: 162 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • A Revolução de 30 e o Problema Regional

      Eu gostaria de começar chamando a atenção para a existência de duas maneiras, que considero diferentes, de entender o que se poderia chamar de questão regional. Existe uma maneira que me parece a mais simples, talvez a mais simplista, e que consiste em pensar que as regiões são nada mais que um detalhamento do que ocorre num sistema político nacional como um todo. Então existem os historiadores, digamos das Capitais, que estudam a política nacional, e os historiadores das Províncias, dos Estados, que estudam a política regional. O estudo das regiões seria, simplesmente, uma espécie de aprofundamento no detalhe, sem acrescentar nada de substancial para o entendimento do processo político e social como um todo.

      (Adicionado: 2ªf Out 30 2006 | Visitas: 178 | Colocação: 1.00 | Votos: 1) Avaliar
    • Da Responsabilidade Pública dos Governantes: Paradoxos e Perspectivas

      O problema da responsabilidade pelos atos governamentais é clássico na literatura política e jurídica, e torna-se ainda mais agudo e premente em países que enfrentam problemas sérios de desenvolvimento econômico-social, manutenção de taxas adequadas de emprego, política externa de princípios e objetivos definidos, etc. Como garantir que os governantes, em seus diversos níveis, governem no limite de sua capacidade, com o máximo de responsabilidade por seus atos, e garantindo ao sistema social o máximo de eficiência global?

      (Adicionado: 2ªf Out 30 2006 | Visitas: 169 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Perspectivas politicas para o Brasil: planejamento e responsabilidade

      Prever o futuro é tarefa difícil, tanto para as ciências sociais quanto para qualquer outra área do conhecimento humano. As dificuldades que temos para saber como o sistema político brasileiro será dentro de 2 ou 5 anos não são maiores do que as do serviço de meteorologia em prever se choverá na semana que vem, ou dos centros de sismologia em saber quando e se ocorrerá o terremoto que destruirá São Francisco. Normalmente, previsões só são possíveis em sistemas estáveis e de mecanismos mais ou menos conhecidos - o movimento dos astros, os ciclos biológicos - ou quando condições de ceteribus paribus são criadas e mantidas artificialmente. Fora isto, a predição só é possível quando existe um profundo conhecimento de séries históricas ou relações estatísticas dotadas de estabilidade comprovada - como na área da demografia, ou do comportamento político eleitoral nos Estados Unidos - ou então quando o preditor, ou previsor, tem um "faro" ou uma "intuição" que derivam não de um conhecimento sistemático das coisas, mas antes de uma familiaridade e intimidade tal com o fenômeno que o permite conhecê-lo antes mesmo de conceituá-lo.

      (Adicionado: 2ªf Out 30 2006 | Visitas: 190 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • A Política Externa do novo Governo do Presidente Luís Inácio Lula da Silva retrospecto histórico e a

      A primeira constatação que se pode fazer a propósito da provável política externa do futuro governo do presidente Luís Inácio Lula da Silva é a de que se tratará de uma diplomacia evolutiva, tanto em seus contornos conceituais como em seu modus operandi. No dia seguinte à sua eleição consagradora no segundo turno das eleições presidenciais, e não conhecido ainda o nome que integrará seu futuro governo na qualidade de chanceler – que poderia ser tanto um representante da diplomacia profissional, como um “civil” com conhecimento da área –, pode-se dizer que o PT percorreu um longo caminho de construção tentativa de um pensamento em política externa, desde o programa de cunho socializante do partido criado mais de duas décadas atrás, até o programa da campanha presidencial de 2002 e, mais importante, o primeiro pronunciamento oficial do presidente eleito, em 28 de outubro de 2002.

      (Adicionado: 3ªf Out 17 2006 | Visitas: 186 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Uma política externa engajada: a diplomacia do governo Lula

      A política externa do governo Luiz Inácio Lula da Silva é, provavelmente, a vertente da atividade governamental que mais reflete as antigas propostas e as posições tradicionais do Partido dos Trabalhadores. Com efeito, nem na política econômica, nem em ações setoriais tomadas até o momento pelos vários ministérios é tão nítida a “filiação genética” com posições ostentadas historicamente pelo PT – tal como refletidas em teses programáticas e em declarações e textos de seus líderes ao longo dos últimos vinte anos – como nas iniciativas tomadas desde o início de 2003 no âmbito da diplomacia.

      (Adicionado: 3ªf Out 17 2006 | Visitas: 168 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • A globalização e o desenvolvimento: vantagens e desvantagens de um processo indomável

      A temática deste ensaio aborda um dos mais complexos problemas da agenda econômica contemporânea (ou da própria política prática), a saber, a questão das relações causais ou, em sentido amplo, a das interações entre, de um lado, o processo de integração crescente dos sistemas produtivos nacionais, dos fluxos financeiros e dos intercâmbios globais de bens e serviços, sob a égide do sistema multilateral de comércio, e, de outro, o crescimento sustentável de uma determinada economia nacional, com modernização de suas estruturas sociais e políticas.

      (Adicionado: 4ªf Out 11 2006 | Visitas: 188 | Colocação: 7.00 | Votos: 3) Avaliar
    • Marx: a reduçao da politica

      Política, para Marx, é uma daquelas coisas que devemos fazer para ficarmos livres de fazê-las. O Estado, nesta perspectiva, é somente um braço da classe dominante, e a única ação política realmente legítima é aquela que conduz à eliminação da política e do Estado. Duas críticas interligadas são normalmente dirigidas a esta concepção. A primeira é que Marx "reduz" o conceito de Estado a um simples reflexo do econômico. A segunda é que a ação política tem uma especificidade que não somente é diferente de outros tipos de atividade, mas é de fato o que é mais caracteristicamente humano em toda a atividade do homem. A intenção deste texto é avaliar estas críticas à luz de uma interpretação específica de Marx - o Marx jovem e filósofo. Esta discussão terá, se bem conduzida, implicações em relação ao status epistemológico da análise de Marx do Estado e da política, e terminará com uma breve referência às relações entre a filosofia de Marx e o existencialismo.

      (Adicionado: 4ªf Out 11 2006 | Visitas: 167 | Colocação: 7.00 | Votos: 1) Avaliar
    • Uma frase (in)feliz?: o que é bom para os EUA, é bom para o Brasil?

      Ao ser confrontado com uma pergunta marota, no National Press Club, em sua primeira visita a Washington como presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva utilizouse de forma inteligente de uma antiga frase infeliz para revertê-la em seu favor. Perguntado por que razão o PT havia estabelecido uma parceria com o Partido Comunista da China, Lula saiu-se da seguinte maneira, tendo sido muito aplaudido, durante e após sua resposta: “Eu não conhecia a China muito bem, até que o governo americano fez da China seu parceiro comercial preferencial. E eu pensei comigo mesmo: ‘se é bom para os americanos, deve ser bom para os brasileiros.’ Nós vamos trabalhar muito estreitamente com a China, porque ela é um parceiro importante para os nossos objetivos comerciais.” (Transcrição parcial da seção de perguntas e respostas ocorrida no National Press Club, Washington, em 10 de dezembro de 2002.).

      (Adicionado: 2ªf Out 09 2006 | Visitas: 156 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • As Condições Políticas para a ação governamental

      A Nova República encontrou o Brasil profundamente transformado, depois de 20 anos de regime militar. Era um país muito mais urbanizado, industrializado e populoso do que nos anos 60. Ao mesmo tempo, as condições sociais pareciam ter piorado: aumentou a desigualdade da renda, a criminalidade urbana parece fora de controle, os problemas de saúde pública são críticos. Ao final do Governo Sarney, a crise social não diminuiu, e a crise econômica parece fora de controle. Quantos destes problemas se devem ao regime político que imperou nas últimas décadas? Quantos ao governo Sarney? Quantas ocorreriam independentemente de um ou outro?.

      (Adicionado: 6ªf Out 06 2006 | Visitas: 179 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • A abertura política e a dignificação do função pública

      A reativação da vida político-partidária no Brasil nos últimos anos tem afetado o exercício da função pública em pelo menos duas formas essenciais. Primeiro, através de um ataque generalizado aos chamados "tecnocratas", ou seja, aos funcionários públicos que tratam de fazer valer seus critérios próprios ou técnicos de decisão sobre os mais variados temas, da política social à política econômica, sem submetê-los às injunções político-partidárias do momento. Segundo, pela utilização bastante ampla do emprego público como "moeda" política, ou seja, como um recurso utilizado não para o cumprimento de uma função pública qualquer, mas como um bem - um emprego - que se dá em troca de um apoio político específico, ou de um certo número de votos.

      (Adicionado: 4ªf Out 04 2006 | Visitas: 172 | Colocação: 9.00 | Votos: 1) Avaliar
    • Alienação Política

      Alienação Política - incapacidade de um povo em se orientar politicamente conforme seus próprios interesses. Crença na operosidade de instrumentos inoperantes, de um lado; desinteresse total pelos fatos políticos, de outro. E, em sua forma mais grave - recusa em decidir o próprio destino, de raciocinar, de traçar seu próprio projeto; criação do mito do Chefe, do Messias, do Pai, do Salvador da Pátria. Compreender o significado destes fenômenos, ver neles o sentido que possam ter, tal é a grande tarefa de quem se preocupa com o problema politico do Brasil de hoje.

      (Adicionado: 4ªf Out 04 2006 | Visitas: 162 | Colocação: 2.67 | Votos: 3) Avaliar
    • Atualidade do liberalismo politico e do corporativismo

      Nada mais parecido com um momento de crise do que um outro. Eis como a política brasileira ao final da década de 20 foi descrita, em uma crítica à política liberal que seria retomada com ímpeto em 1937, na implantação do Estado Novo: ""Regionalismos desenfreados comprometiam a todo o momento a integridade nacional; a máquina político-administrativa estava nas mãos de chefetes eleitorais e a serviço de inconfessáveis manobras partidárias de que se excluía o interesse geral; sob os efeitos de um liberalismo de aparência, explorado por numerosa clientela de agitadores oportunistas e de oligarcas experimentados na manipulação das fraudes, a democracia se tornara um mito e a opinião nacional, já cansada dos desmandos do poder e também desiludida dos que antes a conduziam para inoperantes campanhas demagógicas, traduzia seu desgosto pela forma neutra, porém desesperada, de uma indiferença desdenhosa. Os maiores problemas econômicos e sociais serviam apenas de ornamentos decorativos para a composição de plataformas. As fontes de riqueza viviam abandonadas. O trabalho, sem proteção ou estímulo de qualquer natureza, apelava para o recurso explosivo e desorganizador das greves como único processo de exigir satisfação aos seus anseios oprimidos.

      (Adicionado: 4ªf Out 04 2006 | Visitas: 166 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Avaliando a transição: Balanço da vitória, no momento da subida ao poder (da série: Conseqüências ec

      Em texto elaborado no dia 20 de outubro de 2002, intitulado “Como vencer a transição” e inscrito na série “conseqüências econômicas da vitória” (transcrito in fine deste trabalho, para fins de verificação), eu apresentava uma espécie de “decálogo” para o período que se estenderia desde a vitória, no dia 27 seguinte (do que já estava seguro, muito tempo antes), até a posse, em 1º de janeiro de 2003. Em dez pontos sintéticos, eu apresentava então alguns desafios de caráter imediato e outros de ordem mais estratégica, pois que vinculados à maneira de governar e de se relacionar com os aliados.

      (Adicionado: 4ªf Out 04 2006 | Visitas: 152 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
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