Páginas: [<<] 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 [>>]
|
Nicolau Maquiavel e a teorização sobre o Estado. Idéias essenciais da obra O Príncipe de Maquiavel. O Leviatã: o deus mortal de Thomas Hobbes. O sonho de construir a "cidade terrena" torna-se irrealizável, em virtude do esfacelamento da unidade política-religiosa, tão esperada pelos reis e papas, representantes da entidade temporal e espiritual. Os imperadores nomeavam bispos e influenciavam na escolha dos papas. A ruptura se dá também dentro do próprio Estado. Com o descobrimento da pólvora, o regime feudal entra em falência, porque termina a segurança dos castelos. As nações, originárias da Idade Média, organizam-se em Estados e conquistam autonomia completa. Os filósofos da época já começam a refutar tudo o que se refere a conceitos universais e abstratos e começam um novo tipo de pensar (cultura), baseado na experiência de um homem que buscava a verdade na própria natureza e não somente na revelação divina. A experiência está abrindo os segredos da natureza, desocultada a partir de si mesma. Pode-se afirmar que o homem moderno é o homem da razão experimental, pois se exalta a razão natural e a natureza. Galileu Galilei, Giordano Bruno e Campanella inovam no método de explicar a natureza através da experimentação, que, antes de tudo, era explicada pela revelação divina.
(Adicionado: 4ªf Maio 06 2009 | Visitas: 41 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarOrigem do conceito democracia na Grécia. Uma democracia escravista. A filosofia é "filha" da pólis. Os pré-socráticos. A contribuição dos sofistas na construção da política grega. A palavra política é grega: ta politika, vinda de pólis.[1] Segundo a descrição de Chauí, polis significa cidade, entendida como comunidade organizada, formada pelos cidadãos (politikos), isto é, pelos homens nascidos no solo da cidade, livres e iguais, portadores de dois direitos inquestionáveis, a isonomia (igualdade perante a lei) e a isegoria (o direito de expor e discutir em público opiniões sobre ações que a Cidade deve ou não realizar)[2]. Ser cidadão, para os gregos significava usufruir certas vantagens que nenhum outro homem conhecera. Como afirma Minogue: "Os cidadãos tinham riqueza, beleza e inteligência diversas, mas como cidadãos eram iguais[3]
(Adicionado: 4ªf Maio 06 2009 | Visitas: 33 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarConcepção de educação do campo no brasil. Antecedentes históricos da educação do campo na sociedade brasileira. Política de educação: rural versus campo. A educação do campo na amazônia paraense e a multissérie. Constam no artigo reflexões teórico-conceituais preliminares sobre Educação do Campo no cenário das políticas públicas brasileiras. A referência é o contexto educacional do campo na Amazônia Paraense. O objetivo é refletir e debater a educação, mostrando as nuance conceituais que vem ganhando. A metodologia inicia-se por estudos bibliográficos a fim de problematizar a temática. E na busca de resultados, os estudos demonstraram que a educação do campo, possuí uma trajetória histórica relevante, que precisa ser mais estudada. Mas, já se evidência em alguns pesquisadores, a ausência de políticas públicas especifica para a educação do campo.
(Adicionado: 2ªf Maio 04 2009 | Visitas: 31 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarDemocracia e progresso da cultura. A relação entre governantes e governados. Uma tipologia da democracia. Os novos filósofos e o rebanho. Em seus livros, Friedrich Nietzsche demonstra-se fundamentalmente contrário à democracia moderna, destacando que esta representa a supervalorização da igualdade e, neste sentido, impede o crescimento de grandes homens que promovam o progresso da cultura e da humanidade. Através da categoria de novos filósofos, Nietzsche propõe uma forma de superar o movimento democrático de modo que a cultura seja reconstruída sob uma nova roupagem que não está centrada nos valores dos escravos (povo), mas nos valores dos homens excepcionais. Conclui-se, assim, que, em Nietzsche, são os governantes que devem se proteger dos governados, e não o inverso tal qual preconizava Karl Marx.
(Adicionado: 2ªf Maio 04 2009 | Visitas: 27 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarA reforma política está novamente na pauta de discussão do Congresso Nacional. Desde 1995, primeira gestão do Governo Cardoso, os principais pontos polêmicos da reforma, como financiamento público das campanhas eleitorais, cláusula de barreira, voto distrital, entre outros, tramitam no Congresso sem serem aprovados.[1] Como nos diz Fleischer, "essa não é a primeira – e provavelmente não será a última vez que o Congresso brasileiro põe em discussão uma ampla reforma política". Certamente não foi a última, pois o tema é recorrente nas discussões acaloradas do meio político, inclusive com grande esforço do Governo Lula para a sua aprovação.[2] Há muitos pontos da reforma que são divergentes, mesmo entre os cientistas políticos e nas agremiações políticas. Ainda que o tema da reforma política esteja há um bom tempo nos meios de comunicação sociais, o desconhecimento é imenso para grande parte da população. O certo é que pouco se avançou na reforma considerada a mais importante pelos brasileiros.[3] A indefinição sobre as propostas polêmicas da reforma continua ano após ano: "Contudo, em todas as legislaturas, desde então, têm-se feitas inúmeras propostas de alterações menores ou maiores na organização política nacional, mas sem chegar a uma decisão final com respeito a elas".[4]
(Adicionado: 2ªf Maio 04 2009 | Visitas: 28 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarDados gerais. Primeiro turno: crescimento e polarização entre PT e PSDB. Segundo turno: resultados gerais no Brasil. Cenário político gaúcho (1º turno). Este artigo tem como objetivo extrair dos resultados das eleições municipais 2004 alguns elementos para análise. Dentre eles, a clara visualização de que o PT e o PSDB saem fortalecidos e o PMDB e PFL vêem declinar sua participação política no cenário nacional. Apesar dos resultados finais apontarem para a vitória do PT em nível nacional (valor quantitativo), o partido foi derrotado na sua principal vitrine administrativa, Porto Alegre, após 4 eleições vitoriosas no Executivo Municipal. A derrota do PT pode ser atribuída a uma espécie de julgamento do Governo Lula? Isto é, os eleitores teriam punido o partido pelo não-cumprimento das expectativas projetadas desde a conquista da Presidência da República por um partido considerado de esquerda? Estas e outras questões este artigo pretende discutir.
(Adicionado: 2ªf Maio 04 2009 | Visitas: 29 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarOs desafios da democracia no Brasil. A chegada da "esquerda" ao poder: eleições 2002 e 2006. Eleições 2002: razões para a vitória. O governo Lula: primeiro mandato. As eleições 2006. Com o quadro político definido após encerrar as eleições gerais 2006, (Lula reeleito, o ministério distribuído, a composição dos partidos no Congresso Nacional), o eleitor espera que as urgentes demandas de ordem sociais, econômicas e políticas sejam gradativamente resolvidas no país. Neste intuito, este artigo tem como objetivo analisar aspectos da conjuntura política nacional, especificamente, do processo eleitoral e da democracia no Brasil, mais especificamente, do déficit democrático em que vive o país: vive-se apenas uma democracia eleitoral (votar e ser votado), ou seja, existe uma democracia formal (poliárquica), é preciso fortalecer e avançar para uma democracia substancial (participativa e cidadã). A segunda seção avalia a evolução do PT nas últimas eleições, o desempenho e as razões para a sua vitória nas eleições 2002 e 2006. A terceira seção avalia o desempenho do primeiro mandato do governo Lula, seus avanços, retrocessos, bem como as expectativas e frustrações por parte do eleitorado.
(Adicionado: 2ªf Maio 04 2009 | Visitas: 30 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarPretende-se neste artigo, partindo de uma breve reconstrução das lutas políticas travadas em Roma no final da República, localizar a importância das rebeliões escravas, em especial a liderada pelo gladiador Espártaco. É nosso objetivo demonstrar a perda do conteúdo histórico e político nas construções posteriores feitas da imagem de Espártaco, no contexto de "fim da história". Espártaco é quase sempre apresentado como uma personagem de pouca importância na história política romana, ofuscado pelo nome dos "grandes" homens, como Júlio César e Crasso. Embora tenha conseguido fazer com que seu nome seja (pelo menos) lembrado, é apresentado como figura marginal, deslocada do contexto social e político em que viveu. Hoje, Espártaco é visto mais como um símbolo da luta contra a opressão da escravidão do que como um homem real. Deixou de ser o escravo que, quando se levantou contra Roma, foi um dos fatores que abalaram a política do período e desnudaram muitas das contradições da sociedade romana. Espártaco se tornou apenas uma personagem, tão real quanto o Werther de Goethe ou o Dedalus de Joyce.
(Adicionado: 2ªf Maio 04 2009 | Visitas: 29 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarA cultura política de almond e verba. Democracia em baixa na América latina. Sobre a democracia poliárquica. A contribuição do capital social na consolidação da democracia. Latinobarômetro: possibilidade de mensurar os níveis de participação social na américa latina. O Seminário ministrado pelo professor Marcello Baquero, junto ao Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da UFRGS, teve como objetivo principal, capacitar os acadêmicos a uma compreensão maior sobre o conceito Cultura Política como disciplina que estuda a dimensão cultural da Ciência Política. Além da dimensão teórica, aprendeu-se algumas técnicas de pesquisas através de surveys existentes na América Latina, como o Latinobarômetro.[1] A proposta do professor foi demonstrar a utilidade da cultura política e a sua contribuição para tentar resolver os problemas da América Latina, isto é, pensar a América Latina sob um enfoque alternativo, através da teorização dos próprios autores latino-americanos.
(Adicionado: 5ªf Abr 30 2009 | Visitas: 34 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarParticipação como pressuposto essencial da democracia. Participação: da cultura política ao capital social. Participação na cultura política brasileira. Participação nas matrizes da cultura política de ijuí. Participação político-social e capital social em ijuí (1960-2005). Análise da variação do capital social de ijuí. O objetivo desta pesquisa foi examinar os níveis de participação político-social do município de Ijuí – Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul. A hipótese principal é que práticas cada vez menos recorrentes de ações cívicas (participativas, associativas e de confiança) entre os membros da comunidade nas últimas décadas constituem a principal causa da variação negativa do capital social do município. O referencial teórico e metodológico utilizado nesta tese segue a abordagem do capital social, proposta por Robert Putnam. A segunda parte deste estudo analisa os resultados do survey aplicado no ano de 2005 (400 entrevistas). A comparação longitudinal entre o survey 2005 com o de 1968, indica o declínio de manifestações cívicas com a diminuição da participação política convencional; altos índices de desconfiança; redução do associativismo e cooperação. Estes resultados comprovam a hipótese central da variação negativa do capital social em Ijuí.
(Adicionado: 5ªf Abr 30 2009 | Visitas: 33 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarEste trabalho busca discorrer acerca da percepção que a sociedade brasileira tem sobre a crise política instalada no cerne da nação. Onde os termos da democracia, do regime de representação eleitoral e da cidadania, estão intimamente ameaçados. Para tanto, foi utilizada uma pesquisa exploratória qualitativa, com a finalidade de proporcionar o exame do tema em questão sob um enfoque diferenciado, gerando novas discussões e conclusões. Ao conduzirmos um exame histórico dos preceitos acerca dos termos da cidadania, podemos ponderar que sua acepção moderna pode ser evidenciada no âmbito do Estado capitalista moderno, sob a égide da ideologia liberal, estando primeiramente vinculada ao princípio de igualdade formal e, em contrapartida a desigualdade inerente à estratificação das classes sociais.
(Adicionado: 5ªf Abr 30 2009 | Visitas: 30 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarCom o objetivo de estudar o regime penitenciário dos Estados Unidos, Alexis de Tocqueville chegou a New York em 1831 com 26 anos de idade, juntamente com seu amigo Gustave de Beaumont. Depois de um ano de estudos in loco, Tocqueville acabou tornando-se um célebre conhecedor do funcionamento do regime político e da vida sociopolítica dos norteamericanos. Como síntese dos seus estudos, surgiu a sua principal obra, A democracia na América (La Démocratie en Amerique), cujo primeiro volume foi impresso em 1835 e o segundo em 1840. Este artigo procura demonstrar, a partir de uma visão panorâmica da obra A democracia na América (1987), a questão da participação e das associações (valores cívicos) como os fundamentos da democracia norte-americana. Trata, ainda, da questão da igualdade das condições, do caráter universal da democracia e do princípio da soberania do povo.
(Adicionado: 5ªf Abr 30 2009 | Visitas: 31 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarTeoria social versus história. Dois princípios explicativos. Os discursos e seus tipos. A primazia do econômico. Aparência e essência. A maioria das interpretações contemporâneas das análises de Karl Marx sobre a política européia da segunda metade do século XIX têm, em comum, a supressão de toda menção à "economia" e sua substituição, ou pela autonomia da política, nas versões heterodoxas, ou pelo caráter performativo da linguagem, nas versões pós-modernas. Neste artigo, sustenta-se que há n'O 18 Brumário de Luís Bonaparte uma interpretação da política que pode ser reduzida, do ponto de vista teórico, a dois princípios explicativos da concepção materialista da história: a primazia do econômico e a oposição entre essência e aparência. O artigo se propõe a verificar a incidência desses postulados naquele texto.
(Adicionado: 6ªf Abr 03 2009 | Visitas: 48 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarSimon Schwartzman concluiu que na década de 1920 a política, para os paulistas, "era uma forma de melhorar seus negócios; para quase todos os outros [agentes políticos], a política era seu negócio". Quando a atividade política tornou-se, para a elite de São Paulo, um negócio como outro qualquer, naquele sentido sugerido tradicionalmente por Joseph Schumpeter? A resposta a essa pergunta depende de como se considere o mundo político. Sua autonomia ou heteronomia em relação ao mundo social define o objetivo da investigação; e a heteronomia ou autonomia dos agentes políticos e dos interesses que eles defendem em relação aos agentes sociais aos quais estão ligados (de várias maneiras) e que, teoricamente, representam, decide o objeto da investigação. Caso se perceba o mundo político como um "reflexo" de fatores extrapolíticos, isso determina, de saída, o objetivo do estudo (que só pode ser "compreender os efeitos do mundo social sobre o mundo político"), bem como o objeto do estudo, que nunca podem ser "os políticos" e o seu mundo. Não se vai estudar a prática dos políticos em si mesma, justamente porque não se acredita que ela seja determinada por si mesma.
(Adicionado: 6ªf Abr 03 2009 | Visitas: 40 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) AvaliarConjunturas. Chiapas: o teatro do levantamento. O México e a nafta. Origens. Identidade indígena. Inovações e objetivos. presente artigo destina-se a apresentar algumas reflexões acerca do Exercito Zapatista de Libertação Nacional. Movimento que estará completando, em janeiro de 2004, dez anos de rebeldia. Pretendemos então, contribuir um pouco com o este debate, trazendo alguns subsídios para entendermos melhor o porque da revolta destes insurgentes e qual o seu relevante papel em uma época em que se preconizava o fim das utopias.
(Adicionado: 6ªf Abr 03 2009 | Visitas: 42 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
15 Anteriores
|
Próximos 15
|