Politica

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    • Planos diretores para pequenos municípios paranaenses (nuevo) 

      Alternativas ao estatuto da cidade. Planos Diretores para pequenos municípios paranaenses: alternativas ao Estatuto da Cidade (Resumo). Reflexões sobre a Lei Estadual Paranaense - Obrigatoriedade da construção do processo participativo de elaboração de Planos Diretores. Reflexões sobre os instrumentos utilizados. O processo participativo. Estrutura da Gestão Democrática nos três municípios. Considerações finais: alternativas para o planejamento de pequenos municípios.

      (Adicionado: 6ªf Abr 03 2009 | Visitas: 38 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Política Exterior do Brasil – De FHC a Lula (nuevo) 

      Após um período de crescentes dificuldades entre o Brasil e os Estados Unidos, no curso nas décadas de 1970 e 1980, Fernando Collor de Melo (1990-1992), o primeiro presidente da República eleito pelo voto direto desde 1960, prometeu que sua visita a Washington, em 1991, marcaria o fim de uma "fase amadorística (sic) e romântica" nas relações dois países. Empenhou-se em esvaziar o contencioso, que havia, e iniciou a desregulamentação e liberalização do economia, fazendo diversas concessões aos Estados Unidos, cedendo e concedendo, sem exigir reciprocidade. Seu sucessor, Itamar Franco (1992-1995), com viés nacionalista, moderou o discurso e a prática liberalizante do governo de Collor de Mello, ao mesmo tempo em que tratou de conter a inflação e estabilizar a moeda, mediante a execução do Plano Real. Fernando Henrique Cardoso, seu sucessor, assumiu a presidência da República em 1995, com a pretensão de revitalizar a agenda Brasil-Estados Unidos, "sem as incompreensões do passado". Reconheceu as divergências que existiam como "próprias dos relacionamentos caracterizados pela amplitude de interesses recíprocos" e, através do diálogo, procurou sobrepor ao contencioso bilateral cotidiano uma agenda mais abrangente, incluindo a "crescente democratização das relações internacionais". Ao longo de seus dois mandatos (1995-1999 e 1999-2003), procurou ajustar os objetivos do Brasil aos interesses dos Estados Unidos, ou seja, à nova ordem internacional unipolar, de modo a facilitar-lhe a inserção, harmoniosamente, no processo de globalização econômica e permitir-lhe a obtenção de um lugar permanente no Conselho de Segurança da ONU. A adesão ao TNP, ao Regime de Controle de Tecnologia de Mísseis (MTCR), e a outros tratados assimétricos e discriminatórios, como a Organização Mundial do Comércio (OMC), que sagravam a predominância dos Estados Unidos e das potências ricas e nucleares, constituíram aspectos marcantes de tal esforço.

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    • Por um mundo onde caibam muitos mundos (nuevo) 

      Por um mundo onde caibam muitos mundos: o zapatismo e as não-fronteiras da resistência e da esperança. Este artigo se limita a levantar questões interpretativas que, esperamos, possam lançar certa luz para a compreensão do papel desempenhado atualmente por alguns movimentos sociais na América Latina. Movimentos que, não esquecendo suas particularidades e especificidades, são inteligíveis nos marcos de uma análise centrada na luta de classes. Trataremos sobre o Exército Zapatista de Libertação Nacional, que tem sua natureza no campo e em comunidades indígenas mexicanas. Atentaremos, sobretudo, para as formas de conflitualidades desenvolvidas contra o sistema social vigente.

      (Adicionado: 6ªf Abr 03 2009 | Visitas: 39 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Revolução e contra-revolução, fator subjetivo e objetividade (nuevo) 

      Contra-revolução e esgotamento do modo de produção capitalista. Da defensiva democrática à ofensiva socialista. A evolução do marxismo tornou muito difícil o debate entre tradições revolucionárias distintas. Não apenas porque as opções políticas na maior parte das vezes contribuíram para que as dificuldades teóricas se tornassem ainda maiores, mas fundamentalmente porque os pressupostos foram se tornando tão distintos que até o mero entendimento das posições se tornou problemático. Além disso, a fragmentação dos marxistas se intensificou nas últimas cinco ou seis décadas. Inicio o artigo por esse fato para reconhecer, desde já, a possibilidade de incompreensões e mal-entendidos na leitura do texto de Valério Arcary. Minha formação política e teórica é tão distinta, e os referenciais são tão diferentes, que seria surpreendente se equívocos não ocorressem. Todavia, foi a convicção da possibilidade de um rico debate que possa, na pior das hipóteses, esclarecer reciprocamente nossas posições, que me levou à redigi-lo.

      (Adicionado: 6ªf Abr 03 2009 | Visitas: 34 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • A marcha, o terço e o livro: catolicismo conservador e ação política na conjuntura do golpe de 1964 (nuevo) 

      "Tomando o poder dos corruptos, dos caudilhos, dos extremistas de baixa extração...". Os tenentes, os bacharéis e os demais. Uma outra marcha: o "livro único" e a encampação das escolas particulares. A alma dos paulistas e o chão do paraná. Este ensaio discute a atuação política dos grupos conservadores que, em São Paulo e no Paraná, apoiaram a intervenção militar de 1964. Analisamos a "Marcha da Família com Deus pela Liberdade". Conclui-se que, em Curitiba, o evento (rebatizado para "Marcha a favor do Ensino Livre") priorizou a luta pelas "liberdades individuais", deixando em segundo plano os valores tradicionais cristãos, diferentemente do enredo seguido em outras cidades. O caso em questão ilustra a complexidade da conjuntura ideológica no pré-1964, a natureza crítica das iniciativas do governo Goulart para levar adiante sua agenda reformista e as diferentes motivações não somente sociais, mas também regionais no engajamento da "sociedade civil" na campanha golpista.

      (Adicionado: 6ªf Mar 27 2009 | Visitas: 42 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Modelo e método de representação política durante o Estado Novo (nuevo) 

      O historiador Thomas Skidmore, no seu estudo clássico sobre a política brasileira no século XX, Politics in Brazil, 1930-1964, insistiu em diferenciar o Estado Novo (1937-1945) dos seus congêneres europeus. Ele lembrou que, ao contrário do fascismo, Getúlio Vargas não organizou nenhum movimento político para legitimar o regime, não fabricou uma ideologia específica, ainda que às vezes o trabalhismo tivesse desempenhado algum papel, e muito menos criou um Partido para o governo. Aliás, todos os partidos políticos foram abolidos em dezembro de 1937. Isso deu origem, segundo Skidmore, a uma estrutura de poder peculiar: uma política sem políticos e um modelo de dominação baseado apenas na capacidade de manipulação e conciliação das facções políticas rivais nos estados. Nas suas próprias palavras: "O sistema "não-político" [sic] do Estado Novo oferecia o veículo perfeito para os seus [de Getúlio Vargas] grandes talentos de conciliação e manipulação, que por sua vez dependiam de contato altamente pessoal, com adversários e aliados".

      (Adicionado: 6ªf Mar 27 2009 | Visitas: 39 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • De Hitler a Bush: o Iraque e o New American Century (nuevo) 

      "Este será um governo republicano e militar. Entre les deux mon coeur halance sem saber qual o pior. A Wall Strect será o Estado-Maior. A reação virá para o mundo destas duas forças conjugadas no maior poderio já alcançado por um povo e na hora mais incerta e insegura para a vida de todos os povos. 0 capitalismo no poder não conhece limitações, sobremodo as de ordem internacional. 0 esforço para voltar à ordem mundial é o espetáculo que iremos assistir. A nova ordem, que se iniciava pela libertação dos povos do regime colonial, vai sofrer novos embates. Mas acabará por vencer. mesmo porque este povo. ao que me parece, não está unido no sentido de apoiar esta volta violenta a um passado internacional, que levará inevitavelmente o país à guerra com quase todos os demais povos". (Oswaldo Aranha - 1952) Em 1933, agentes da Gestapo induziram Marinus van der Lubbe, doente mental e fichado como comunista a empreender o incêndio do Reichstag (Parlamento alemão), conforme a idéia de dois próceres do nazismo, Joseph Goebbels e Hermann Goering, fato esse que permitiu a Adolf Hitler obter poderes extraordinários e implantar a ditadura, legalmente, sem revogar uma linha sequer da Constituição de Weimar . Em 25 de outubro de 1939, pouco antes de invadir a Polônia, Adolf Hitler, falando ao Alto Comando da Wehrmacht, disse: "Darei uma razão propagandística para começar a guerra, não importa se é plausível ou não.Ao vencedor não se pergunta depois se ele disse ou não a verdade".

      (Adicionado: 4ªf Mar 25 2009 | Visitas: 46 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Lênin e os meandros da questão camponesa (nuevo) 

      Com o surgimento de movimentos agrários significativos no Brasil, e em outros países da América Latina, a questão camponesa volta novamente à cena, imbricada agora com temas de identidade cultural, ambientais, de distribuição de recursos naturais e de utilização de novas técnicas agrícolas. Observando, ainda, que as grandes revoluções sociais do século XX contaram com o campesinato como um ator decisivo e considerando que Lênin foi o primeiro autor dentro do marxismo a esmiuçar essa questão, o objetivo geral deste trabalho é acompanhar a reflexão desse autor sobre a questão agrário-camponesa, através da análise de seus escritos mais importantes sobre este tema, entre os anos de 1893 e 1923.

      (Adicionado: 4ªf Mar 25 2009 | Visitas: 45 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Para além da legalidade: A importância pedagógica dos Movimentos Sociais Populares (nuevo) 

      As reflexões que seguem são resultado, por um lado, de nossa práxis de educação popular junto aos Movimentos Sociais Populares (MSP) do Brasil, especialmente do estado do Rio Grande do Sul, no trabalho que realizamos, como integrante da equipe de assessores do CAMP (Centro de Assessoria Multiprofissional) , de Porto Alegre. Por outro lado, buscamos enriquecer estas reflexões com instrumentais teóricos, no sentido de evidenciar e desenvolver potencialidades inerentes aos MSP, enquanto espaços privilegiados de transformação social. Faremos isto buscando demonstrar o caráter político e pedagógico dos MSP para os indivíduos e para a sociedade. A partir de elementos das micro-relações até as estruturais, apontaremos para a essencialidade dos mesmos numa estratégia de transformação social em vista de uma sociedade plural e autogerida pelo poder popular. Ao demonstrarmos os limites de uma visão de movimento social como expressão de anomalias a serem resolvidas e incorporadas pelos sistemas, pretendemos afirmar o caráter propositivo e transformador dos mesmos.

      (Adicionado: 4ªf Mar 25 2009 | Visitas: 44 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Parâmetros para uma análise empírica da relação entre idéias, elites e instituições (nuevo) 

      A crise profissional e ideológica que tomou conta do estado-maior da política paulista depois de 1930 pode ser medida pela coleção de posições divergentes que os dirigentes do estado assumiram diante do governo federal, pela quantidade de vezes que eles romperam e reataram com o Presidente da República e pela exuberância das justificativas que deram ao público doméstico para cada um desses rodopios. Uma maneira objetiva de decidir esse drama foi não dispensar os atores, mas trocar de teatro. Na década seguinte, já sob o Estado Novo, o futuro Ministro do Trabalho (e, posteriormente, também da Justiça) Marcondes Filho, Vice-Presidente do Departamento Administrativo do Estado de São Paulo, exaltou o que seria, de fato, um feito. Muitos e admiráveis milagres, de ordem moral e material, o Sr. Getúlio Vargas terá realizado e ainda realizará no desempenho da missão histórica que a Providência lhe confiou [sic]. Mas, a meu ver, nenhum será mais belo, mais profundo e de maior ressonância do que este, que nos fez recuperar o verdadeiro e glorioso sentido de nós mesmos e ver que ele está, ainda e sempre, no âmago do próprio destino excelso do Brasil (MARCONDES FILHO, 1941, p. 195).

      (Adicionado: 4ªf Mar 25 2009 | Visitas: 40 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Uma história política da transição brasileira: da ditadura militar à democracia (nuevo) 

      Introdução: questões de terminologia e periodização. Um modelo de análise. A história política da transição brasileira. Algumas variáveis de análise política. A dinâmica da abertura política no brasil. Uma democracia autoritária?. O artigo trata da história política brasileira do golpe político-militar de 1964 ao segundo governo de Fernando Henrique Cardoso. Escrito sob a forma de um resumo explicativo, três temas unificam a narrativa sobre a transição do regime ditatorial-militar para o regime liberal-democrático: o militar, o político e o burocrático. Procura-se estabelecer inferências causais entre o conteúdo, o método, as razões e o sentido da mudança política a partir de 1974 e a qualidade do regime democrático na década de 1990. A explicação destaca a necessidade de se analisar dois espaços políticos diferentes, mas combinados: as transformações no sistema institucional dos aparelhos do Estado e as evoluções da cena política. Conclui-se que as reformas econômicas neoliberais não apenas prescindiram de uma verdadeira reforma política que aumentasse a representação, e de uma reforma do Estado que favorecesse a participação. As reformas neoliberais tiveram como precondição o arranjo autoritário dos processos de governo herdados do período político anterior.

      (Adicionado: 4ªf Mar 25 2009 | Visitas: 41 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • A importância geopolítica da América do Sul na estratégia dos Estados Unidos (nuevo) 

      Doutrina Monroe. Importância geopolítica da América do Sul. Zona estratégica. América do Sul e a formação de identidade própria. Militarização da Colômbia. Os recursos energéticos da América do Sul. O Brasil no mapa geopolítico do petróleo. Objetivos da IV Frota.

      (Adicionado: 6ªf Mar 20 2009 | Visitas: 40 | Colocação: 9.00 | Votos: 1) Avaliar
    • Abaixo e à Esquerda: Uma análise histórico-social da práxis do Exército Zapatista de Libertação Naci (nuevo) 

      Pretende-se estudar o Exército Zapatista de Libertação Nacional, movimento indígena político-social armado, que irrompe na cena pública em primeiro de janeiro de 1994, no sudeste do México, Chiapas. Através da apreensão analítica das causas e motivações destes insurgentes, bem como do desenvolvimento de seu processo de luta e do seu projeto político, relacionar suas “inovações” no quadro da conflitualidade social, com vistas a realizar um quadro analítico que possibilite apontar o papel ocupado pelo zapatismo na luta social, bem como as possíveis limitações e superações que estas experiências trazem consigo para o pensamento e para os movimentos sociais.

      (Adicionado: 6ªf Mar 20 2009 | Visitas: 31 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Estado, desenho institucional e política econômica no Brasil: 1964-1985 (Módulo IV. Políticas govern (nuevo) 

      Este paper discute os diferentes desenhos institucionais de política econômica no Brasil pós-64. Tomando como objeto de análise uma agência específica — o Conselho de Desenvolvimento Econômico (CDE) —, procura entender as razões que levaram o governo Geisel (1974-1979) a armar uma estrutura burocrática capaz de processar, com relativa autonomia, as múltiplas demandas colocadas sobre o Estado ditatorial. O crescimento "desordenado" do aparelho do Estado e do setor público descentralizado no Brasil pós-64, sua fragmentação em múltiplas esferas burocráticas, várias delas gozando de autonomia decisória e/ou financeira, e a transformação das agências do Estado capitalista em arenas políticas e centros de agregação e representação de interesses burgueses, encontram-se na origem das transformações institucionais aqui discutidas, cujo traço mais marcante foi a concentração do poder real em um centro decisório único situado na cúpula do sistema estatal e bastante fechado às pressões e influências "externas" (i.e., sociais). Sustenta-se que a análise detida da trajetória institucional do CDE permite ver alguns dos principais dilemas político-burocráticos enfrentados pelo Estado ditatorial.

      (Adicionado: 6ªf Mar 20 2009 | Visitas: 33 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Estado, elites, ideologia e instituições: o Estado Novo no Brasil, de novo (nuevo) 

      A Revolução de 1930 e em especial o Estado Novo (1937-1945) são momentos de redefinição das hierarquias na estrutura social e no universo das elites políticas. O regime ditatorial viabilizou, graças ao autoritarismo, uma tripla conversão: i) do predomínio das elites estaduais para o predomínio das elites nacionais; ii) do arranjo político garantido por um Estado federal para um arranjo político garantido pelo Estado centralizado; e iii) a conversão de uma economia baseada exclusivamente no capitalismo comercial para uma economia baseada progressivamente no capitalismo industrial. O segundo e o terceiro processos foram apreendidos como os processos de "construção do Estado brasileiro" e de "modernização do capitalismo nacional", respectivamente. Já as transformações no mundo político, cuja face mais visível e mais espetacular foi o declínio dos partidos da oligarquia e das lideranças tradicionais, foram percebidos ora como conseqüência lógica dessas macrotransformações, ora como pré-requisito histórico para impor um projeto de desenvolvimento. Sustentamos que tanto a construção da capacidade estatal, quanto o "desenvolvimento econômico" no pós-30 não podem ser explicados inteiramente sem entender o destino dos políticos profissionais na nova estrutura de dominação. Esse novo enfoque, ou mais exatamente, esse "novo" objeto permite repensar duas questões mais amplas do que aquelas referidas exclusivamente às trocas de lugar de grupos e partidos na cena política e à comutação da ideologia política oficial (o liberalismo) pelo autoritarismo. Há tanto uma reformação do campo do poder quanto dos fundamentos do poder. Nesse sentido, seria especialmente útil conhecer o perfil da nova classe política. Estudos prosopográficos ou biografias coletivas são, no caso, o instrumento mais adequado para avaliar a profundidade e a direção das mudanças sócio-políticas.

      (Adicionado: 6ªf Mar 20 2009 | Visitas: 32 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
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