Psicologia

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    • A ilusão de sermos pais: lições de etnopsicologia da infãncia

      Longe de mim imaginar que as crianças procuravam ou viviam uma intensa libido erótica entre os quatro meses de concepção e quatro anos, quatro anos e meio de idade, como define Wilfred Bion no seu texto de 1966, citado mais á frente. Ainda mais longe das minhas ideias e sentimentos, que esse ser fosse criança até essa idade, em que adquire a capacidade de desenvolver o entendimento do real: e começa a desenvolver esse entendimento. Orientado pelas ideias da cultura social, pensava que o bebé no ventre da mãe mexia por ser parte da sua fisiologia. A mãe da minha descendência costumava dizer: "anda cá, apalpa, está a mexer..." e, cheio de orgulho e felicidade, beijava a barriga e, evidentemente, com paixão e desejo e com esse profundo carinho que até ao dia de hoje sobrevive no amor e cuidado que dedicamos aos nossos netos, comia com beijos e abraços a minha mulher. Como dizem os Terapeutas não Antropólogos: o bebé nasce no olhar de dois namorados, frase citada e contextualizada no presente texto. Andava como os putos babados, a contar esta linda história aos que me suportavam quer as palavras, quer o nunca parar de dizer o mesmo. Adulto já para tanta brincadeira, a minha próxima paternidade era a minha delícia, a da minha mulher eram as caixas de rosas vermelhas e chocolates com leite. Os beijos para a minha mulher até a hostilizavam: "deixe-me em paz...." E eu, pretenso bom pai, não a queria provocar e largava-a.

      (Adicionado: 3ªf Dez 30 2008 | Visitas: 141 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • A educação como cuidado de si. Sete Princípios Para a Conquista da Cidadania e da Realização Pessoal

      A cidadania e a realização pessoal. Sete princípios para a educação como cuidado de si. Desde a Antigüidade grega a educação permeia os debates entre pensadores, filósofos e discussões feitas por diversos sujeitos sociais. Também tem sido caracterizada como uma prática social. Nesse sentido, vale o registro dos modelos de homem e mulher que em cada período histórico se torna prevalente como finalidade da educação. Os gregos antigos, por exemplo, visavam á formação do homem sábio, sobretudo os aristocratas influenciados por Sócrates, Platão e Aristóteles. Durante a Idade Média, em plena hegemonia do teocentrismo católico, buscava-se formar o santo. Na Modernidade esses ideais formativos cedem lugar a finalidades mais pragmáticas. Formar o homem prático, interventor na natureza por meio do uso do saber tecnocientífico e formar o homem empreendedor passam a ser as finalidades da educação escolar, devidamente massificada para atender ás urgências das sociedades burguesas.

      (Adicionado: 2ªf Dez 29 2008 | Visitas: 136 | Colocação: 7.00 | Votos: 1) Avaliar
    • O Novo Paradigma na Psicanálise

      Neste artigo apresenta-se uma pequena analise sobre a obra de Miguel de Cervantes e a sua relação com os Mecanismos de Defesa. Na obra Don Quixote de La Mancha, percebe-se a manifestação da inteligência e a criatividade do autor utilizada de forma recreativa para neutralizar a repressão num processo de transferência com os personagens. De forma alegre e divertida trouxe a consciência os seus traumas e soube elaborá-los. No desenvolvimento do texto abordam-se: na introdução o Guerreiro e as suas lutas, a figura do Don Quixote de La Mancha, os Mecanismos de Defesa e as suas implicações, a Nova Perspectiva da Psicanálise Humanista Emancipatória, seguidos pela Conclusão e pelas Referencias Bibliográficas. O tema transforma os sentimentos da obra num material excelente para analise. Porem, se sugere a atividade realizada pelo autor como uma excelente estratégia a ser utilizada na Psicanálise de forma alternativa e interativa no intuito de levar o paciente á cura. Uma atividade que trabalha á re-educação e aponta como sugestão o Novo Paradigma da Psicanálise Humanista.

      (Adicionado: 4ªf Dez 17 2008 | Visitas: 158 | Colocação: 1.00 | Votos: 1) Avaliar
    • A solidão no mundo contemporâneo; o jeito é ter um bichinho, mesmo!!!

      "Prefere a solidão á má companhia, mas prefere uma boa companhia á solidão" (Recomendações de Maomé (Muhamad), de acordo com a tradição). "Obrigada por razões profissionais a me transferir para São Paulo, me encontro sozinha e sem amigos. A cidade me sufoca durante o dia e me isola á noite num pequeno apartamento de bairro. Não sei o que fazer, não tenho a quem recorrer, ás vezes chego quase ao desespero. Quero gente para conversar e para conviver. Ajude-me, por favor. Cartas para "Solitária desesperada", Jornal... etc.."

      (Adicionado: 3ªf Out 28 2008 | Visitas: 180 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Individualidade e singularidade nas correlações mente/corpo

      Resumo: Pretende-se, num primeiro momento, evidenciar que, mau grado uma afinidade aparente, os conceitos de individualidade e singularidade, tal como, na sua raiz, os de unidade e de unicidade, revelam um regime de convivência difícil, onde contrastam reconhecimento e resistência, repetição e o seu contrário, idealidade e acontecimento. Num segundo momento, procura-se concretizar esta mesma dificuldade num contexto particular, o da identificação de correlações mente/corpo. Aí, o esforço de reconhecer estados ou padrões mentais individuais encontra resistência na singularidade distintiva dos qualia. Mas, já por outro lado, se a singularidade é apenas atestável diferencialmente, i.e, sob a assunção de uma externalidade de que se distingue, então, no que respeita aos qualia e, por maioria de razão, aos estados de uma vida mental, a possibilidade de um apercebimento depende de uma auto-representação da vida mental.

      (Adicionado: 3ªf Out 28 2008 | Visitas: 168 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Potencialidades internas do ser humano. A compreensão de nossas magníficas possibilidades internas a

      Antes de tudo, um conceito básico, expressado por Maltz em apenas meia linha: "Se você pode concebê-lo, você pode realizá-lo". Medite profundamente nesta idéia e verá que ela lhe abre uma base imensa para trabalhar criativa e construtivamente. Em capítulos anteriores temos feito referencia, de uma forma ou outra, á Lei de Causa e Efeito como um princípio básico para compreender a vida e as potencialidades que jazem em nosso interior. A Lei de Causa e Efeito define claramente que não pode existir um resultado sem um motivo definido. Ou seja, se algo acontece (Efeito), deve existir um fator causador e não a simples casualidade. Se André e Maria são felizes, isto não se deve á sorte, capricho divino ou privilégio social. Se Javier e Marta são infelizes, tampouco pode‑se atribuir a esses eventos seu sofrimento e sua insatisfação.

      (Adicionado: 3ªf Out 28 2008 | Visitas: 171 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Sartre e o Inconsciente

      1. As perspectivas de Jean-Paul Sartre sobre a psicanálise, a sua crítica á hipótese freudiana de um inconsciente, o seu próprio programa de psicanálise existencial suscitaram ao longo da segunda metade deste século muitas reacções, não raras vezes excessivas, redundando em leituras equívocas do seu pensamento. Aqui, perfilharei a posição de Betty Cannon quando afirma que o existencialista francês "(…)concebeu uma filosofia ao mesmo tempo por e contra Freud."> Longe, pois, estou daqueles que denunciam um eventual problema narcísico de personalidade ou um mundo esquizóide em Sartre (posições defendidas por James Masterson e Douglas Kirsner, respectivamente). Mesmo que fosse o caso, é difícil estabelecer alguma relevância neste forma de argumentar, sobretudo para alguém, como Sartre, que recusou classificar o outro de "doente mental" e afirmou, como ainda recentemente Michel Contat lembrou, que "(…)a "loucura" é apenas uma maneira entre outras, possíveis, de "realizar a condição humana"." Limitar-me-ei, na presente ocasião, a introduzir o programa sartreano de uma psicanálise existencial, mas centrando a atenção no debate sobre a existência, ou não, de uma tópica do psiquismo humano que reserve um lugar para o Inconsciente (Ics). Isto, tendo como interlocutor privilegiado Sigmund Freud. Assim, procederei a uma exposição em três partes: 1.1. Primeiramente, exporei um conjunto de objecções, que classificarei de ordem ontológica ou pelo menos ôntica, á hipótese freudiana de um Ics, objecções que valem sobretudo como afirmação de um determinado entendimento do que é, e deve ser segundo Sartre, o Cs. 1.2. Em segundo lugar, exporei outro grupo de objecções, estas de natureza epistemológica, e das quais Sartre deduz a necessidade de uma psicanálise distinta, que designará por psicanálise existencial. 1.3. Finalmente, terminarei fazendo um balanço, inevitavelmente exíguo, e talvez panfletário da importância do pensamento de Sartre hoje e para psicanálise.

      (Adicionado: 3ªf Out 28 2008 | Visitas: 172 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Crença pré-atitudinal. Da não conformação da crença a uma teoria das atitudes proposicionais

      Cunhada por Bertrand Russell, a expressão ‘atitude proposicional’ designa qualquer estado mental que apresente explicitamente uma dada atitude, por parte de um sujeito, face a uma dada proposição. Exemplarmente, enunciam-se atitudes face a uma dada proposição p da seguinte forma: ‘Eu creio que p’, ‘Tu desejas que p’, ‘Ele espera que p’, etc.. Os verbos conjugados ‘Crer’, ‘Desejar’, ‘Esperar’ expressam linguisticamente os diferentes tipos de atitude assumíveis face a uma dada proposição. O módulo dual atitude/proposição tem tido particular importância no quadro da caracterização daqueles estados mentais que são acerca de algum conteúdo e que, por isso, se dizem intencionais. Com efeito, não é raro encontrar-se na bibliografia filosófica sobre filosofia da mente a ideia de que, no essencial, a vida mental é composta por duas classes de elementos, por um lado os estritamente sensoriais, base hilética e não intencional da percepção, e por outro as ditas atitudes proposicionais.

      (Adicionado: 2ªf Out 27 2008 | Visitas: 162 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Liberdade e má-fé

      A principal intuição que regula todo o pensamento de Sartre sobre a primeira questão, a que tem a consciência por objecto, é explicitada por Sartre logo no seu artigo de 1936, 'A transcendência do Ego', e em mais não consiste do que na rejeição de que a consciência possa ser pensada como dispondo de conteúdo. Nem os objectos visados pela consciência, nem o mundo como seu correlato exterior, nem o próprio Eu estão na consciência. A consciência vive sob a paradoxal condição de não ter interior tendo exterior. A consciência não se “alimenta”, não “digere”, não “assimila” o estranho; a sua relação com o mundo não é uma relação de apropriação, seja no sentido de posse, seja no de tornar próprio o estranho. Isto porque o mais íntimo e próximo objecto de uma consciência não lhe é menos exterior que o mais estranho e distante objecto de consciência - este copo de água de que sou agora consciente não me é, segundo Sartre, mais exterior do que qualquer sentimento que me pudesse assaltar a consciência. Falar do copo de água ou do desejo que dele tenho é sempre falar de uma exterioridade relativamente à consciência. E, nisto a menor ou maior intimidade, a acessibilidade ou inacessibilidade pública não servem de critério para demarcar o transcendente do imanente, sequer o objectivo do subjectivo. O Eu, por mais íntimo e privado que seja, está do lado de fora do círculo sem interior que é a consciência, habitante do mundo como qualquer outro habitante, seja outro Eu seja este simples copo de água. A esta luz, ser o meu próprio Eu privado, e inacessível a outrem, é uma contingência que não traz nenhuma implicação quanto ao que se diz ser próprio à consciência. A inacessibilidade é condição necessária à subjectividade, mas não é seu fundamento. Daqui retira-se, com algum proveito, uma consequência para os debates hodiernos na Filosofia da Mente - não é pela distinção entre qualia e percepta, entre perspectiva na primeira e na terceira pessoas que se poderá realmente enfrentar o problema habitualmente reconhecido como “problema duro” acerca da relação mente/corpo.

      (Adicionado: 2ªf Out 27 2008 | Visitas: 168 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Da experiência mental sem consciência – Ou o problema mente/corpo para lá da consciência de acesso e

      Experiência mental sem intencionalidade. Consciência sem intencionalidade. Direcções de investigação do problema mente/corpo. Experiência mental sem intencionalidade nem consciência. Uma nova direcção de investigação do problema mente/corpo: naturalizar a experiência mental. A experiência mental não consciente no debate sensorialismo/perceptualismo. Consequências para uma teoria da percepção e da alucinação. Conclusão: por uma experienciologia. É a Brentano que se deve a apresentação da propriedade da intencionalidade como critério para demarcar o mental do não mental. Na sua esteira, a fenomenologia de Husserl, enquanto programa para uma ciência das vivências intencionais, assumiu a mesma intencionalidade como propriedade definidora da consciência. Ambas as teses se reportam á intencionalidade; não obstante, não dizem o mesmo. A psicanálise de Freud evidencia-o na sua difícil relação com a fenomenologia - os dois programas são contemporâneos e ambos assumem o critério de Brentano; contudo, enquanto a psicanálise de Freud presumiu um Inconsciente, que tomou como seu objecto de estudo, e que ainda seria mental em virtude da sua natureza intencional, a fenomenologia recusou, particularmente com Sartre, a hipótese do Inconsciente com base na ideia de que a intencionalidade não só seria necessária á consciência mas também exclusiva á consciência. Neste sentido, de acordo com Sartre, afirmar um inconsciente intencional mais não seria do que afirmar um absurdo: um "inconsciente consciente". Daqui seguir-se-iam consequências bem conhecidas do pensamento de Sartre. Por exemplo, a de que supor um inconsciente por detrás da consciência a mais não corresponderia do que a uma forma de "má-fé".

      (Adicionado: 5ªf Out 23 2008 | Visitas: 164 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Envelhecimento, amor e sexualidade: utopia ou realidade?

      O envelhecimento mundial é um fenômeno que tem sido muito discutido na última década, sobretudo por seu significativo crescimento. Muitos pesquisadores de diferentes áreas têm mostrado interesse em estudar essa fase da vida. Infelizmente, os idosos são vistos com preconceito, porque ainda hoje a idéia de envelhecer é vista como sinônimo de doença e incapacidade. Outro tema bastante comum para o nosso cotidiano é discorrer a respeito do conceito de amor. Versar sobre essas duas temáticas é um árduo trabalho, em razão de algumas dificuldades metodológicas e impropriedades conceituais que lhes são inerentes. Contudo, é possível atingir a velhice de forma saudável, expressando o amor e a sexualidade, elementos por vezes negligenciados pelos próprios idosos. O objetivo deste estudo foi realizar uma análise criteriosa de algumas publicações que estudam o envelhecimento, o amor e a sexualidade, para oferecer ao leitor um panorama desses temas tão importantes, que, por vezes, representam lacunas teóricas e vivenciais em si mesmos. Palavras-chave: envelhecimento; amor; sexualidade.

      (Adicionado: 5ªf Out 23 2008 | Visitas: 177 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Fazer ciência em Psicopedagogia: Uma convergência de olhares para o lugar transdisciplinar do ser o

      Este artigo é o resultado de uma reflexão sobre as potencialidades da Psicopedagogia enquanto escopo teórico derivado de múltiplas interações epistêmicas. Uma área de conhecimento que permite investigações num nível mais aprofundado e que concebe o ser integral inserido em um contexto histórico apresentando inúmeras dimensões no que tange aos processos cognitivos, mesológicos, afetivos, psico-sociais, energéticos e relacionais como uma complexa teia que tem seu ponto centralizador nas subjetividades. A contribuição da psicopedagogia na construção de uma sociedade mais operativa é de extrema importância visto que a mesma propõe oferecer aos sujeitos um "modus operandi" de estabelecer um contato mais fidedigno e criativo com as próprias potencialidades. Este artigo é o resultado de uma reflexão sobre as potencialidades da Psicopedagogia enquanto escopo teórico derivado de múltiplas interações epistêmicas. Uma área de conhecimento que permite investigações num nível mais aprofundado e que concebe o ser integral inserido em um contexto histórico apresentando inúmeras dimensões no que tange aos processos cognitivos, mesológicos, afetivos, psico-sociais, energéticos e relacionais como uma complexa teia que tem seu ponto centralizador nas subjetividades. A contribuição da psicopedagogia na construção de uma sociedade mais operativa é de extrema importância visto que a mesma propõe oferecer aos sujeitos um "modus operandi" de estabelecer um contato mais fidedigno e criativo com as próprias potencialidades.

      (Adicionado: 5ªf Out 23 2008 | Visitas: 179 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Amor e sexo após os 60 anos: Utopia ou realidade?

      Desde o nascimento a vida se desenvolve de tal forma que a idade cronológica passa a se definir pelo tempo que avança. E o tempo fica definido como uma sinonímia para uma eternidade quantificada, ou seja, uma cota. Desta forma, o homem e o tempo se influenciam mutuamente, produzindo profundas mudanças nas subjetividades e diferentes representações que lhe permitem lidar com a questão temporal (Goldfarb, 1998). As limitações corporais e a consciência da temporalidade passam a ser problemáticas fundamentais no processo do envelhecimento humano, e aparecem de forma reiterada no discurso dos idosos, embora possam adquirir diferentes nuanças e intensidades dependendo da sua situação social e da própria estrutura psíquica (Goldfarb, 1998). Corpo e tempo se entrecruzam no devir do envelhecimento, e como conseqüência disso, nascerão as diversas velhices e suas conseqüentes múltiplas representações. Entretanto, se cada pessoa tem a sua velhice singular, as velhices passam a ser incontáveis e a definição do próprio termo torna-se um impasse. Afinal, uma pessoa é tão velha, tendo como referencial algum tipo de declínio orgânico, ou são as maneiras pelas quais as outras pessoas passam a encará-las que as confinam num reduto denominado Terceira Idade? E quando uma pessoa se torna velha? Há uma idade ou um intervalo específico para a Terceira Idade? Não precisa ir muito longe para constatar que o que se percebe, então, é a impossibilidade de se estabelecer uma definição ampla e aceitável em relação ao envelhecimento (Veras, 1994). Percebe-se atualmente que nossos referenciais sobre a terceira idade e tudo o que se supunha saber é insuficiente para definir o que se atualmente concebe como terceira idade.

      (Adicionado: 4ªf Out 22 2008 | Visitas: 214 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Violência doméstica: proposta para elaboração de lei e criação de varas especializadas

      É desnecessário destacar a importáncia da questão da violência doméstica. é problema antigo - não se pode dizer há quanto tempo se constata sua existência, sendo provavelmente concomitante com o surgimento da própria unidade familiar. é comum - nota-se que ocorre com indesejável freqüência na sociedade. é generalizado - não discrimina pobres e ricos, negros e brancos, cultos e incultos. é grave - inúmeras são as tragédias e danos surgidos em decorrência dele. é universal - ocorre em todos os países, das mais diversas culturas, em todos os pontos do planeta. Tem, por conseguinte, infelizmente, todas as características de um grande problema, razão pela qual não se devem poupar esforços para tentar resolvê-lo. Katherine Culliton registra ser a violência doméstica a maior causa de lesões em mulheres nos EUA, tendo 50% das mulheres sofrido agressão por seus companheiros em algum momento de suas vidas (Finding..., p. 507). A Lei de Violência Doméstica de Porto Rico, o "Ato 54", de agosto de 1989 (Puerto Rico Domestic Abuse Prevention and Intervention Act), reconhece expressamente a gravidade e complexidade do problema no seu próprio texto, no art. 1.1: "The Government of Puerto Rico recognizes that domestic abuse is one of the gravest and most complex problems of your society. (...)".

      (Adicionado: 4ªf Out 15 2008 | Visitas: 173 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Oficinas Psicopedagógicas e Subjetividade: movimentos de vida situados no ser e no saber

      Este escrito se justifica meu interesse de estar sempre buscando referenciais teóricos para minha prática educativa. Motivado pelas leituras que tenho feito e pelos desafios de estar sempre em movimento de pensamento na montagem de módulos para cursos de pós-graduação em Psicopedagogia, aqui procuro estabelecer alguns pontos de reflexão sobre a importância dos processos de formação profissional, principalmente quando o desejo é compreender a constituição da subjetividade humana a partir da autoria de pensamento. Trata-se de uma sistematização de idéias que reside na procura de organizar pensamentos sobre o tema, construindo sentidos para compreender os significados da minha vivência, como sujeito pesquisador, ensinante e aprendente no instigante campo da Psicopedagogia.

      (Adicionado: 3ªf Set 23 2008 | Visitas: 138 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
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