Religião

Páginas: 1 2 [>>]
    • Neopentecostalismo e religiões afro-brasileiras: Significados do ataque aos símbolos da herança reli (nuevo) 

      Neste trabalho, pretendo analisar as relações de proximidade e antagonismo existentes entre o neopentecostalismo e as religiões afro-brasileiras, e suas conseqüências na transformação do imaginário social brasileiro construído a partir dos valores existentes nesses dois campos. O neopentecostalismo, em conseqüência da crença de que é preciso eliminar a presença e a ação do demônio no mundo, tem como característica classificar as outras denominações religiosas como pouco engajadas nessa batalha, ou até mesmo como espaços privilegiados da ação dos demônios, os quais se "disfarçariam" em divindades cultuadas nesses sistemas. é o caso, sobretudo, das religiões afro-brasileiras, cujos deuses, principalmente os exus e as pombagiras, são vistos como manifestações dos demônios. Uma outra face desse processo é, paradoxalmente, a "incorporação" da liturgia afro-brasileira nas práticas neopentecostais de algumas igrejas. Neste trabalho, pretendo analisar as relações de proximidade e antagonismo existentes entre estes dois campos religiosos, o neopentecostal e o afro-brasileiro, e suas conseqüências na transformação de certo imaginário brasileiro construído a partir dos valores aí existentes.

      (Adicionado: 4ªf Dez 31 2008 | Visitas: 132 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • O naturalista como criador: o enigma da mensagem na garrafa (nuevo) 

      Ao propor-me desenvolver o tema do homem como Criador*, esperava encontrar autores em que me apoiar. Tanto quanto apurei, entretanto, nenhum sistema de ideias aceita que o homem o seja, a não ser talvez o dos frequentadores do palácio de Satã, que não investiguei. Para as religiões convencionais, o Criador é um só, tenha embora muitos nomes - Deus, Ente Supremo, Grande Arquitecto do Universo, etc.. Para a ciência, na origem do universo e da vida está o acaso. Se nos colocarmos numa perspectiva ateísta, não haverá objecções a que se diga que Deus é uma criação humana, mas isto é um comentário, não uma teoria. Já sem polémica se aceita o homem como criador minúsculo, em todos os domínios - desde a procriação á pecuária e á agricultura, desde a arte ao infantário. Só neste pacífico relvado posso então pôr o naturalista a desafiar o Criador. No âmbito do projecto Ciência extraordinária: espécies criticas (1), vou apresentar dois exemplos de discurso bifurcado, nos quais vemos mais propósitos além de descrever objectivamente a natureza - o mapa de Alexander (2) de Fernando Pó (Bioko), e uma mensagem que se diz ter sido encontrada dentro de uma garrafa, no cume do Pico de Clarence ou de Santa Isabel. é a epígrafe : "Hoy, 3 de abril de 1860 - Julian Pellón y Rodg. - Punto de ebullición, 195,5. Temperatura, 70º fah." Demonstram mais uma vez que o naturalista é um criador, como o poeta, o pintor ou o alquimista.

      (Adicionado: 4ªf Dez 31 2008 | Visitas: 129 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • A coleção etnográfica de cultura religiosa afro-brasileira do Museu de Arqueologia e Etnologia da Un (nuevo) 

      A contribuição dos valores da chamada cultura afro-brasileira vem sendo mais e mais reconhecida como elemento marcante da cultura e sociedade brasileiras por todo o mundo. Hoje, não apenas a música e a comida, as festas, a capoeira e a religião, mas também elementos menos concretos como um “jeito de ser” herdado dos africanos, têm sido reconhecidos e divulgados como valores nacionais que, inclusive, exportamos para países da Europa e da Ásia, entre outros. O berimbau, o pandeiro, a terrina de feijoada, os orixás, são abertamente valorizados como elementos de nossa cultura, do mesmo modo que o rebolado, o jeito extrovertido, a malícia e a jocosidade. Exportamos o samba, o carnaval e as “mulatas” para todo o mundo; o candomblé e a umbanda para a Argentina, Venezuela, Chile, a Itália, Suécia, França, Alemanha, Estados Unidos e até para o Japão. Hoje, além do crescimento e da adesão de populações diversas às escolas de samba, à capoeira e aos ritmos de origem negra, seja o reggae, o samba ou jazz, há ainda um forte crescimento da adesão às religiões afro-brasileiras, que vêm se tornando mais e mais visíveis em todos os espaços sociais e na mídia impressa e eletrônica, aparecendo em novelas de televisão, minisséries, filmes, exposições, pinturas e esculturas e, mais recentemente, CD-ROMs e sites na Internet. As Ciências Sociais, por sua vez, dedicam-se a compreender o papel do negro na sociedade nacional, onde ainda é discriminado enquanto indivíduo ao mesmo tempo em que suas práticas culturais são absorvidas de modo quase apaixonado.

      (Adicionado: 3ªf Dez 30 2008 | Visitas: 133 | Colocação: 2.00 | Votos: 1) Avaliar
    • Foi conta para todo canto: As religiões afro-brasileiras nas letras do repertório musical popular br (nuevo) 

      Neste artigo analisamos as múltiplas relações entre os valores e símbolos religiosos afro-brasileiros e a música popular nacional. Uma vez que a música é uma linguagem privilegiada na expressão dos valores destas religiões e, também, um elemento marcante na concepção da identidade brasileira, os termos comuns ou intercambiáveis destes campos semânticos constituem um locus privilegiado de trocas simbólicas e constituição do que se poderia chamar de ethos nacional. Este ethos incorpora e privilegia a musicalidade e tudo o que ela permite de extravasamento emocional e utilização do corpo de modo comunicativo e sensual. Não pretendemos discutir neste trabalho o papel da música na religião, mas seu diálogo com a cultura nacional.1 Além disso, embora estejamos cientes do papel fundamental que os ritmos e melodias de inspiração africana desempenharam para o êxito das canções analisadas, priorizaremos, para os fins deste texto, as mensagens contidas nas letras das músicas, deixando de lado seu aspecto melódico. “No terreiro de `preto-véio´, Iaiá, vamos saravá!”. Religião e os primórdios da música popular brasileira Nas religiões afro-brasileiras a música desempenha um papel fundamental.

      (Adicionado: 3ªf Dez 30 2008 | Visitas: 123 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • O Templo, o Tempo e o Som: sobre a expressão musical da liturgia latina (período medieval) (nuevo) 

      Suponho que todos os presentes sabem que o núcleo da Missa cristã é a actualização, através da representação ritual, da Última Ceia, ocupando um sacerdote o lugar de Cristo; e também que o ofício divino é o conjunto dos actos de culto de natureza comunitária, com exclusão da Missa, prestados em momentos pré-determinados ao longo do dia, pela comunidade ou por um grupo que a representa. A Missa inclui diversos textos fixos, alguns dos quais são próprios deste ou daquele dia " constituindo, portanto, o Próprio da Missa " e outros que se mantêm ao longo do ano, o chamado Ordinário da Missa. O ofício divino, largamente baseado na recitação dos Salmos, distribui-se por diversas horas contadas segundo a prática romana: as Laudes (ao nascer do sol), a prima, a tércia, a sexta (ao meio-dia), a noa, as Vésperas (ao pôr do sol), as Completas (ao deitar) e os Nocturnos ou Matinas (já depois da meia-noite). Tanto o sacerdote que celebra a Eucaristia como o grupo laico ou clerical que celebra o ofício divino julga contribuir com as suas acções para a protecção da comunidade e a salvação espiritual dos seus membros individuais. Numa sociedade que crê na eficácia do ritual religioso e da oração, a liturgia dá uma protecção efectiva, ao estabelecer publicamente a autoridade de modelos de comportamento, ao permitir que os clérigos seus intervenientes desempenhem funções de mediação e promoção da paz social e ao determinar que os lugares de culto possam servir de refúgio em momentos de crise.

      (Adicionado: 3ªf Dez 30 2008 | Visitas: 139 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Religiões afro-brasileiras e cultura nacional: uma etnografia em hipermídia (nuevo) 

      Este artigo aborda uma pesquisa em andamento cujo objetivo é interpretar as relações existentes entre o campo religioso afrobrasileiro e a cultura nacional apresentando-as através dos recursos oferecidos pela hipermídia (articulação em meio digital de múltiplos textos - hipertextos -, sons, imagens etc.). Consideramos que o caráter dinâmico desta linguagem permite incorporar na etnografia as diferentes dimensões dos fenômenos culturais analisados. Desta forma, pretendemos mostrar que as inovações científicas e tecnológicas da hipermídia podem ser instrumentos valiosos também na geração de novos conhecimentos no campo da antropologia. Palavras-chave: Campo religioso afro-brasileiro. Cultura nacional. Etnografia. Desde 1999 vimos estudando, com auxílio financeiro da FAPESP (19992000) e do CNPq (2001-2006)1 , as potencialidades etnográficas do uso de novos suportes e tecnologias de registro, organização e análise de dados, especialmente no que diz respeito á representação etnográfica.

      (Adicionado: 3ªf Dez 30 2008 | Visitas: 126 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • S. Frei Gil, um santo carbonário (nuevo) 

      Uma história de S. Frei Gil. Gil: Nemo ou Todos-os-Santos? Literatura egidiana. As três ciências. Legenda: o que está escrito. Titivetilarius, ou a escrita do Diabo. Era uma vez um rapazinho muito dotado intelectualmente, filho de gente da corte - o pai, alcaide-mor de Coimbra, fora da roda de D. Afonso Henriques, nosso primeiro rei. Tão dotado era que, diz Eça de Queirós, mal aprendeu a ler, logo devorou os 33 volumes que constituiam a bem dotada livraria do mosteiro de Santa Cruz. Depois disto, nada mais teria o mosteiro para lhe oferecer, de modo que pensou partir para estudar medicina na Universidade de Paris. Nesta decisão lhe foi favorável o próprio rei, D. Sancho I, que muito desejava ter médicos no reino, e para tanto, em 14 de Setembro de 1199, destinou 400 morabitinos para bolsas de estudo aos escolares do mosteiro de Santa Cruz que quisessem ir doutorar-se a França. No tempo de Gil Rodrigues, ainda só havia um médico em Santa Cruz, doutorado em Paris, Mendo de nome.

      (Adicionado: 3ªf Dez 30 2008 | Visitas: 130 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • A sinagoga ortodoxa: Novo espaço de sociabilidade para jovens judeus não-religiosos (nuevo) 

      O artigo trata da construção da identidade judaica por parte de um grupo de jovens judeus cariocas de classe média. A partir da entrada na faculdade, a falta de opções não-religiosas para o exercício da "judeidade" leva muitos dele a freqüentarem uma sinagoga ortodoxa, apesar de não serem religiosos. O artigo tenta analisar o porquê deste fenômeno se, aparentemente, a ortodoxia desafia seu estilo de vida moderno. O que leva jovens não-religiosos a freqüentarem uma sinagoga que simboliza o que há de mais tradicional na religião judaica? Esta pergunta surgiu durante meu trabalho de campo para o mestrado, quando me interessava por analisar os processos utilizados por um grupo de jovens cariocas na elaboração de sua identidade judaica.2 Levando em conta sua inserção na sociedade brasileira e sem a sombra do anti-semitismo, ao menos na forma institucionalizada que caracterizou uma parte da história européia e brasileira anterior, pretendia revelar o significado que estes jovens davam á sua judeidade, a importância de se afirmarem enquanto parte de uma minoria num país que tem na ideologia assimilacionista a base de suas relações sociais e o valor dado á endogamia, historicamente um importante determinante na definição de quem é e quem não é judeu.

      (Adicionado: 2ªf Nov 10 2008 | Visitas: 145 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • As aventuras do peregrino: negociando identidades em casais formados por judeus e não judeus (nuevo) 

      Este artigo é um desdobramento de minha tese de doutorado, intitulada Individualismo, família e projeto: negociando identidades em casais formados por judeus e não judeus, defendida em dezembro de 2006 no PPGAS/MN/UFRJ. Minha intenção foi apreender a lógica e os valores que regem este tipo de união matrimonial, as afinidades que criaram as condições para o encontro e o modo como a nascente família nuclear lida com as diferenças culturais que permanecem a despeito da união. Diferenças estas que não se resumem, necessariamente, ao pertencimento étnico, ao menos no caso do parceiro judeu. Tratei especificamente de casais formados por judeus e não judeus oriundos das camadas médias moradores da zona sul da cidade do Rio de Janeiro. O foco, aqui, recai sobre o modo como os parceiros vivem a experiência do casamento com alguém que exibe uma identidade étnica ou religiosa distinta, as convergências e divergências internas e os desafios relativos á educação dos filhos. Não se trata, simplesmente, de contrariar a visão exterior, romantizando o casal "misto", mas sim de dar voz aos atores diretamente envolvidos, possibilitando a construção de uma narrativa distinta daquela fornecida pela simples, estigmatizada e empobrecida, rotulação da díade como uma "mistura" de elementos díspares. O casamento "misto" é entendido como a ante-sala da assimilação (no sentido de indiferença á identidade étnica) pelos gatekeepers da etnia*, no caso dos judeus, a tal ponto que esse tipo de casamento merece uma denominação própria. é por isso que a referência á "mistura" como um problema social estará associada, sobretudo, á manutenção da identidade judaicas nas gerações futuras nos depoimentos de ambos os parceiros, judeus e não judeus.

      (Adicionado: 2ªf Nov 10 2008 | Visitas: 156 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Ateu, humanamente ateu - as razões de Sartre (nuevo) 

      Nos seus Elementos de Teologia Filosófica, Battista Mondin classifica diversas classes e subclasses de ateísmo, inscrevendo os ateísmos de Sartre e Camus no que designou por «ateísmo niilista»1. Esta forma de ateísmo contrapor-se-ia a um «ateísmo utópico» pelas diferentes e antagónicas maneiras com que um e outro negam a existência de Deus. Se utópicos, como Ernst Bloch, crêem fazer do homem o sucessor de Deus, homem que, sob os auspícios de um Prometeu libertador, teria Deus por idealização do humano, já os niilistas, na sombra do sofrimento de Sísifo, negariam a existência de Deus precisamente por a realidade lhes desmentir a utopia. À esperança crédula do ateu utópico opor-se-ia a desesperança e inquietude incrédulas do ateu niilista.

      (Adicionado: 2ªf Out 27 2008 | Visitas: 156 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Células-tronco embrionárias: o STF, a Ciência e a religião (nuevo) 

      Em 1859 Charles Darwin publicou sua teoria sobre a origem das espécies, que integrou ao homem no mundo animal e transformou para sempre o modo de pensar de todas as pessoas ilustradas do planeta. Um fato que seria qualificado por Freud como "a segunda maior ofensa da humanidade". Cinco anos depois, o papa Pio IX editou um anatema contra a modernidade no qual se condenavam os horrores perpetrados pelo homem contra Deus, entre eles a teoria da evolução das espécies. A obra teve, como se sabe, uma repercussão enorme e ainda hoje se enfrenta a opositores viscerais. Por quê? Porque existe certa concepção teológica da vida que defende um criacionismo plano, de muito escassa consistência para além dos limites da fé. Segundo essa concepção, posto que Deus é criador, as criaturas devem manter-se sujeitas em tudo a Sua vontade, de modo que qualquer intervenção em sua "obra" já é sintoma de pecado.

      (Adicionado: 4ªf Out 22 2008 | Visitas: 239 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Sobre a natureza mística e humana de um milagre

      Recentemente diversos eventos ligados aos mais variados meios de comunicação trouxeram à baila uma discussão que já fora anteriormente eternizada por comentários limitados apenas aos meios acadêmicos e religiosos: o fato de que existe, além da natureza mística dos atos e passagens que envolvem JESUS CRISTO, uma outra natureza mais obscura e desconhecida: a sua própria natureza humana, suas características, seu comportamento, bem como os anseios e aspirações mais recônditas e desconhecidas até então.

      (Adicionado: 2ªf Set 22 2008 | Visitas: 179 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Desconstruindo Huntington

      Se em vez de terrorista, Osama Bin Laden fosse um acadêmico de prestígio, um frio analista da política mundial, ele teria escrito O Choque de Civilizações, de Samuel P. Huntington. Podemos pegar o livro e lê-lo como um espelho imaginário. Invertidos os juízos de valor sobre a civilização de cada um, o arcabouço metafísico subjacente à análise permaneceria igual: as noções de identidade e superioridade da (sua) civilização, o direito à guerra, justa, é claro, pois se trata de preservação de sua própria cultura e do Bem que ela encarna, o direito à vingança pelos sofrimentos infligidos pela outra.

      (Adicionado: 6ªf Set 19 2008 | Visitas: 172 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • As aventuras do peregrino: negociando identidades em casais formados por judeus e não judeus

      Este artigo é um desdobramento de minha tese de doutorado, intitulada Individualismo, família e projeto: negociando identidades em casais formados por judeus e não judeus, defendida em dezembro de 2006 no PPGAS/MN/UFRJ. Minha intenção foi apreender a lógica e os valores que regem este tipo de união matrimonial, as afinidades que criaram as condições para o encontro e o modo como a nascente família nuclear lida com as diferenças culturais que permanecem a despeito da união. Diferenças estas que não se resumem, necessariamente, ao pertencimento étnico, ao menos no caso do parceiro judeu. Tratei especificamente de casais formados por judeus e não judeus oriundos das camadas médias moradores da zona sul da cidade do Rio de Janeiro.

      (Adicionado: 5ªf Set 18 2008 | Visitas: 194 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Fé e Poder no Cristianismo e no Budismo na Atualidade

      Este texto procura explorar as relações entre fé e poder no cristianismo e no budismo utilizando a vertente da Teologia da Libertação latino americana e o budismo mahayana ou grande veículo de salvação. Apresentamos essencialmente dois textos, o primeiro de João Batista Libâneo, eminente teólogo brasileiro e o segundo do Lama Padma Santem, também brasileiro, com grande experiência em trabalhos comunitários. O budismo vem se expandindo com força no ocidente e atrai muitas pessoas no Brasil graças a sua delicadeza e profunda erudição, ao passo que a Teologia da Libertação, ao lado de outras teologias críticas de raiz ocidental, se constitui, apesar das disputas internas à Igreja um enorme vigor capaz de vivificar as arcaicas estruturas em que o passado solidificou a fé num mundo marcado por pobreza, alienação, arbítrio político e outras mazelas. Pensamos assim que uma fé pode servir para esclarecer e servir de contraponto enriquecedor à outra.

      (Adicionado: 5ªf Set 11 2008 | Visitas: 187 | Colocação: 10.00 | Votos: 1) Avaliar
Próximos 15