Veterinaria

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    • Valor nutritivo de silagem de capim-elefante (Pennisetum purpureum Schum.) com diferentes níveis de

      Avaliaram-se os efeitos de diferentes níveis de casca de café (0, 8,7; 17,4; 26,1; e 34,8 kg de casca de café/100 kg de forragem fresca) sobre a composição bromatológica e a digestibilidade in vitro da matéria seca (DIVMS) da silagem de capim-elefante. Na produção das silagens foram utilizados 15 silos cilíndricos de PVC com de 0,25 m de diâmetro e 0,75 m de altura, adotando-se uma compactação de 550 kg/m³. O teor de MS aumentou em função dos níveis crescentes de casca, estimando-se acréscimo de 0,54% por unidade de casca de café adicionada. Os valores de pH foram menores para as silagens com casca, estimando-se valor mínimo de 3,78 para o nível de 26,87% de casca. O teor de PB (8,9%) da silagem sem casca de café foi inferior aos 11,1% verificados na forragem fresca e nas silagens contendo casca de café. A adição de casca de café ao capim-elefante resultou em silagens com menores teores de fibra em detergente neutro e hemicelulose, ao mesmo tempo em que os teores de lignina das silagens foram aumentados. Foi estimada uma redução de apenas 0,14% na DIVMS das silagens por unidade de casca de café adicionada. A casca de café, em níveis iguais ou superiores a 17,4 kg de casca/100 kg de forragem fresca, revelou ser um bom aditivo para a ensilagem de capim-elefante com alto teor de umidade.

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    • Valor nutritivo de silagens de sorgo

      Foram avaliados os consumos e as digestibilidades aparentes dos nutrientes de silagens de sorgo dos híbridos AG2006, AGX215, AGX213, AGX202 e AG2002. Utilizaram-se 20 carneiros adultos, sem raça definida, castrados, com peso médio de 50,7 kg, distribuídos EM um delineamento em blocos casualizados, com quatro animais por tratamento. Não houve diferença significativa entre as silagens para o consumo dos diversos nutrientes. Os consumos de matéria seca e nutrientes digestíveis totais expressos em g/dia revelaram valores variando de 936,2 (AGX202) a 1156,4 (AG2006) e de 460,9 (AGX215) a 613,4 (AGX213), respectivamente. Os coeficientes de digestibilidade diferiram entre as silagens, registrando-se maiores coeficientes de digestibilidade aparente da matéria seca e da matéria orgânica para a silagem do híbrido AGX213, em relação às silagens dos híbridos AGX215, AG2006 e AG2002. Com base nos consumos e digestibilidades dos nutrientes, excetuando proteína bruta, os híbridos AGX 213e AGX202 mostraram-se promissores para a produção de silagem.

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    • Avaliação do consumo de silagens de sorgo tratadas com amônia anidra e, ou, sulfeto de sódio

      Foram utilizadas oito novilhas ¾ Indubrasil/Holandês de peso médio 160 kg, distribuídas em dois quadrados latinos 4 x 4, em quatro períodos de 21 dias, sendo 15 dias de adaptação e seis dias de coletas de amostras. Os animais receberam dieta na proporção de 60:40 de volumoso:concentrado (base da MS), sendo o volumoso utilizado a silagem de sorgo, ensilada com teor de MS em torno de 30%, e o concentrado à base de milho e farelo de soja, contendo 15,6% de proteína bruta. Os tratamentos foram classificados em: T1 - controle (silagem sem aditivo), T2 - silagem tratada com 2,5% de sulfeto de sódio, T3 - silagem tratada com 2,5% de amônia anidra e T4 - silagem tratada com 2,5% de sulfeto de sódio + 2,5% de amônia anidra, todos com base na MS, sob período de armazenamento de seis meses. Foram estudados o consumo de matéria seca (MS), consumo de proteína bruta (PB), consumo de fibra em detergente neutro (FDN) e consumo de fibra em detergente ácido (FDA), diário, em percentagem do peso vivo e em função do peso metabólico. Verificou-se efeito para as variáveis estudadas, em que os valores de consumo mais elevados foram para a dieta com silagem de sorgo tratada com amônia, enquanto o sulfeto de sódio não mostrou efeito. Estes valores mostram a eficiência da amônia anidra na ação dos constituintes da parede celular, promovendo, dessa forma, melhoria no consumo.

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    • Caracterização das frações que constituem as proteínas e os carboidratos, e respectivas taxas

      Avaliaram-se a composição bromatológica, as frações da proteína bruta (A, B1, B2, B3 e C) e dos carboidratos totais (A, B1, B2 e C) e as respectivas taxas de digestão das frações B1, B2 e B3 de proteínas e das frações A + B1 e B2 de carboidratos e do feno de capim-tifton 85, obtido de plantas colhidas com 28, 35, 42 e 56 dias de rebrota, adubadas com 75 kg/ha/corte de N. Os teores protéicos dos fenos com idades de rebrota de 28 a 56 dias variaram de 17,58 a 12,58%. Os valores das frações protéicas A, B1, B2, B3 e C apresentaram-se, respectivamente, entre 22,10 e 35,53%; 0,24 e 4,55%; 30,37 e 31,34%; 26,55 e 36,62%; e 5,75 e 6,76%, como proporções da proteína bruta total, nos fenos com idades de rebrota entre 28 e 56 dias. As taxas de digestão das frações protéicas B1, B2 e B3 encontraram-se entre 0,319 e 1,324; 0,0724 e 0,0936; e 0,0077 e 0,012 h -1, respectivamente, nos fenos com idades de rebrota entre 28 e 56 dias. Os teores de carboidratos totais variaram de 72,98 a 78,77%, em fenos com 28 a 56 dias de rebrota. Os valores das frações A, B1, B2 e C de carboidratos apresentaram-se entre 2,73 e 5,44%; 1,91 e 2,35%; 77,49 e 80,59%; e 13,59 e 17,87%, respectivamente, como proporções dos carboidratos totais, em fenos com idades entre 28 e 56 dias de rebrota. As taxas de digestão das frações de carboidratos A + B1 e B2 encontraram-se entre 0,181 e 0,20 e 0,04 e 0,0466 h -1, respectivamente, em fenos com idades entre 28 e 56 dias de rebrota.

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    • Composição bromatológica e digestibilidade in vitro da matéria seca de silagens de milho e sorgo

      Avaliaram-se a composição bromatológica e a digestibilidade in vitro da matéria seca (DIVMS) de silagens de milho e sorgo, tratadas ou não com inoculantes microbianos, em diferentes períodos de fermentação. Utilizou-se um arranjo fatorial 6 x 2 x 3 (períodos de fermentação x silagens x inoculantes), em delineamento inteiramente casualizado, para avaliação dos teores de matéria seca (MS) e proteína bruta (PB), e um arranjo fatorial 4 x 2 x 3 para avaliação dos constituintes fibrosos e da DIVMS, ambos com três repetições. Observou-se os efeitos da interação período de fermentação ´ silagem ´ inoculante sobre os teores de MS e da interação inoculante ´ período, sobre os teores de PB das silagens. Constatou-se efeito da interação tríplice também sobre os teores de fibra em detergente neutro (FDN) e fibra em detergente ácido (FDA). Estimaram-se teores mínimos de FDN nas silagens de milho tratadas com os inoculantes Silobac e Maize-All, respectivamente, de 52,14 e 50,75%, aos 37,34 e 46,1 dias após a ensilagem. Quanto à celulose, verificou-se, entre as silagens de milho, menores valores nas silagens tratadas, mas não foi detectado efeito de inoculante nas silagens de sorgo. Os teores médios de hemicelulose foram influenciados por silagem, período e inoculante, registrando-se na silagem de milho (29,8%) valor maior que na de sorgo (28,4%). Houve efeito quadrático do período de fermentação sobre a DIVMS da silagem de milho tratada com os inoculantes Silobac e Maize-All, estimando-se valores máximos de 71,1 e 71,7%, aos 42,29 e 50,3 dias de ensilagem, respectivamente. As DIVMS das silagens de sorgo, no entanto, não foram influenciadas pelo período de fermentação.

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    • Composição química e digestibilidade in vitro do feno de Brachiaria decumbens Stapf. tratado

      Avaliaram-se os efeitos da adição de uréia em níveis crescentes sobre a composição química e digestibilidade in vitro da matéria seca (DIVMS) do feno de Brachiaria decumbens colhida no estádio de pós-florescimento. O feno foi tratado com seis níveis de uréia (0, 2, 4, 6, 8 e 10%), com base na matéria seca (MS). A uréia foi dissolvida em quantidade de água suficiente para elevar o teor de umidade do feno para 30%. O delineamento experimental adotado foi o inteiramente casualizado, com três repetições. O feno tratado foi armazenado em sacos plásticos (2 kg/saco) vedados, por 35 dias, e, após abertura, foram coletadas amostras para as análises químicas. Verificou-se que o teor de nitrogênio total (NT) aumentou linearmente em função dos níveis crescentes de uréia. Os teores de NIDN e NIDA, em relação ao nitrogênio total (NIDN/NT e NIDA/NT), tiveram redução linear em função dos níveis crescentes de uréia, demonstrando aumento nos teores de nitrogênio disponível no material amonizado. A adição de uréia promoveu redução no teor de fibra em detergente neutro (FDN), fibra em detergente ácido (FDA) e celulose. Os teores de hemicelulose e lignina não foram alterados pelo tratamento com uréia. A digestibilidade in vitro da matéria seca (DIVMS) foi influenciada de forma quadrática pelos níveis de uréia, estimando-se valor máximo de 68, 9% para o nível de 7, 15% de uréia. A amonização com uréia alterou a composição química e a digestibilidade do feno de Brachiaria decumbens, melhorando o valor nutritivo do material tratado.

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    • Composição químico-bromatológica da casca de café tratada com amônia anidra e sulfeto de sódio

      Um experimento foi conduzido para avaliar os efeitos de diferentes combinações de amônia anidra (0,0; 2,2; 3,2; e 4,2% na matéria seca) e sulfeto de sódio (0,0; 2,1; 3,1; e 4,1%) sobre a composição químico-bromatológica e a digestibilidade in vitro da matéria seca da casca de café (DIVMS). O teor de proteína bruta aumentou em função dos níveis crescentes de amônia anidra. A retenção de nitrogênio diminuiu com os aumentos dos níveis de amônia e de sulfeto. Os teores de nitrogênio insolúvel em detergente neutro e nitrogênio insolúvel em detergente ácido em relação ao nitrogênio total foram sensivelmente reduzidos em função dos níveis crescentes de amônia, sendo, porém, pouco alterados pela adição de sulfeto. Apesar de a aplicação de amônia anidra e sulfeto de sódio nas diferentes combinações utilizadas ter elevado a quantidade de nitrogênio disponível e reduzido os teores de hemicelulose, estas mudanças não foram suficientes para aumentar a DIVMS da casca de café.

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    • Consumo e digestibilidade aparente dos nutrientes da silagem de milho e dos fenos de alfafa

      Avaliaram-se o consumo e a digestibilidade aparente dos nutrientes, e o balanço de nitrogênio da silagem de milho e dos fenos de alfafa e de capim- coastcross, em ensaio com ovinos. Foram utilizados 15 animais, sem raça definida, castrados, com peso médio de 47,5 kg, distribuídos em um delineamento em blocos casualizados com cinco repetições. O consumo de matéria seca, em g/Kg0,75, foi influenciado pelos alimentos, registrando-se maior valor (68,06), para os animais que receberam feno de alfafa. Os consumos de fibra em detergente neutro e extrato etéreo foram menores para os animais que receberam silagem de milho. Já os consumos de proteína bruta e nutrientes digestíveis totais, de 201,97 e 643,42 g/dia, respectivamente, foram maiores para os animais alimentados com feno de alfafa. Este resultado deve-se ao fato de o feno de alfafa possuir melhor valor nutritivo e estar associado ao teor mais elevado de matéria seca. As digestibilidades aparentes da matéria seca e proteína bruta, de 56,47 e 73,92%, respectivamente, também foram maiores para os animais que receberam feno de alfafa. O balanço de nitrogênio foi positivo apenas para os animais alimentados com fenos, os quais apresentaram ganhos de peso de 100,79 e 147,62 g/dia para feno de capim-coastcross e feno de alfafa, respectivamente, enquanto que os animais alimentados com silagem de milho apresentaram perda de peso (-34,92 g/dia). Este fato pode ser atribuído a superioridade da composição química dos fenos em relação à da silagem de milho.

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    • Consumo e digestibilidade aparente total dos nutrientes e ganho de peso de bovinos

      Avaliaram-se o consumo e as digestibilidades aparentes totais dos nutrientes e o ganho de peso de bovinos de corte recebendo dietas contendo concentrado e silagem de Brachiaria brizantha cv. Marandu nas seguintes proporções: 20:80, 35:65, 50:50 e 65:35, com base na matéria seca. Foram utilizados vinte e quatro animais castrados Holandês x Zebu, com peso vivo inicial médio de 364 kg, distribuídos em um delineamento em blocos casualizados. Por ocasião da ensilagem, procedeu-se o tratamento do capim com o inoculante enzimo-bacteriano Nutroeste 50 t. Para o cálculo da matéria seca fecal, utilizou-se a fibra em detergente ácido indigestível (FDAI) como indicador. Os animais foram alojados em baias individuais e alimentados ad libitum. O ensaio teve duração de 84 dias, divididos em três períodos de 28 dias após 15 dias de adaptação. Os consumos médios de matéria seca (MS), matéria orgânica (MO), proteína bruta (PB), extrato etéreo (EE) e carboidratos totais (CHO) e as digestibilidades aparentes totais de MS, MO, CHO e carboidratos não-fibrosos (CNF) elevaram linearmente com o aumento dos níveis de concentrado nas dietas. Comportamento semelhante foi observado para o ganho de peso médio diário, estimando-se incrementos de 0,0184 kg/unidade de concentrado adicionado. Contudo, as digestibilidades aparentes de PB, EE e fibra em detergente neutro (FDN) não foram influenciadas pelas dietas, registrando-se, respectivamente, valores médios de 77, 88 e 60%. Silagem de Brachiaria brizantha não-emurchecida, constituindo 50% da dieta de bovinos H x Z, promoveu ganhos de peso em torno de 1,0 kg/dia.

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    • Consumo e digestibilidades aparentes total e parcial, de nutrientes, em bovinos recebendo rações

      Avaliaram-se o consumo, a digestibilidade aparente total e as digestibilidades aparentes ruminal e intestinal de rações contendo feno de capim-tifton 85 (Cynodon spp.) de diferentes idades de rebrota, em bovinos. Utilizaram-se quatro animais, fistulados no rúmen e abomaso, distribuídos em quadrado latino 4 x 4. Todas as rações continham 60% de volumoso e 40% de concentrado. O volumoso era constituído de feno de capim-tifton 85 de 28, 35, 42 e 56 dias de rebrota, e o concentrado continha somente fubá de milho e mistura mineral. Os consumos de matéria seca (MS), matéria orgânica (MO), proteína bruta (PB), fibra em detergente neutro (FDN), carboidratos totais (CHOS), nutrientes digestíveis totais (NDT), matéria orgânica digestível (MOD) e carboidratos digestíveis totais (CHOSD) foram influenciados pela idade do feno na ração, com valores máximos estimados em 5,81; 5,51; 0,71; 3,4; 4,69; 4,17; 4,04; e 3,5 kg/dia, respectivamente, às idades de 40,6; 40,6; 32,6; 41,5; 42,2; 37,6; 37,7; e 39 dias. As digestibilidades aparentes totais da FDN e dos CHOS totais reduziram-se 0,33 e 0,21 unidades percentuais, para cada dia de avanço na idade do feno na ração, variando de 68,5 a 59,1% e de 76,9 a 71,1%, respectivamente. As digestibilidades aparentes totais da MS, MO, PB e EE não foram influenciadas pela idade do feno na ração, apresentando valores médios de 70,9; 72,6; 60,0; e 74,4%, respectivamente. As digestibilidades aparentes ruminal e intestinal dos nutrientes também não foram influenciadas pela idade do feno na ração.

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    • Consumo, digestibilidade e desempenho de novilhos

      Objetivou-se avaliar o consumo e as digestibilidades aparentes de matéria seca (MS), proteína bruta (PB), extrato etéreo (EE), carboidratos totais (CT) e fibra em detergente neutro (FDN), o ganho de peso e a conversão alimentar em bovinos Nelore, recebendo rações contendo feno de capim-tifton 85 com 35, 42 e 56 dias de rebrota. Foram utilizados 18 novilhos, não-castrados, com peso vivo médio inicial de 345 kg, distribuídos em um delineamento em blocos casualizados, com seis repetições. Todas as rações continham 60% de volumoso e 40% de mistura concentrada constituída por fubá de milho e minerais, na base da matéria seca. O experimento teve duração de 100 dias, 16 dias de adaptação e três períodos de 28 dias para a avaliação do desempenho. O avanço da idade de rebrota do capim-tifton 85 produziu comportamento linear decrescente para consumos de MS, PB e EE, enquanto os consumos de CT e FDN não foram afetados pela idade de rebrota. O ganho médio diário de peso (1,23 kg) e a conversão alimentar (6,35) não foram influenciados pela idade de rebrota. Os coeficientes de digestibilidade de MS (59,6), PB (48,0), EE (53,2), CT (63,6) e FDN (41,5) também não foram influenciados pela idade de rebrota do feno de capim-tifton 85. Embora as dietas utilizadas sejam eqüivalentes nutricionalmente, recomenda-se a idade de corte de 42 dias de rebrota.

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    • Desempenho de novilhos Simental alimentados com silagem de sorgo, cana-de-açúcar e palhada de arroz

      Avaliou-se o desempenho de novilhos alimentados com dietas contendo palhada de arroz amonizada, palhada de arroz + uréia, cana-de-açúcar + uréia e silagem de sorgo. Utilizaram-se 16 novilhos, Simental PO, com peso vivo médio de 400 kg, distribuídos em delineamento inteiramente casualizado. O experimento teve duração de 88 dias, sendo 15 de adaptação e 61 dias de avaliação, divididos em três períodos de 21 dias. O consumo total de MS, que variou de 7,1 a 10,0 kg/dia, diferiu entre as dietas, registrando-se maiores consumos para os animais que receberam dietas contendo palhada de arroz amonizada e silagem de sorgo, que, por sua vez, não diferiram entre si. A conversão alimentar não diferiu entre as diferentes dietas, registrando-se valor médio de 6,6. Observou-se maior ganho de peso para os animais que receberam palhada de arroz amonizada (1,59 kg/dia) em relação à palhada mais uréia (1,25 kg/dia). O efeito da amonização, melhorando o valor nutritivo da palhada de arroz, resultou em maior consumo voluntário deste volumoso e, conseqüentemente, em maior ganho diário de peso vivo dos animais, em relação à palhada de arroz não-tratada e suplementada com uréia.

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    • Efeito do corte da parte aérea na sobrevivência do marmeleiro (Croton Sonderianus Muell.Arg.)

      O trabalho foi conduzido na Embrapa Caprinos, em Sobral, Ceará, com o objetivo de avaliar os efeitos do corte da parte aérea em relação à altura da rebrota na sobrevivência, persistência e no vigor da rebrota do marmeleiro e produção subseqüente de fitomassa do estrato herbáceo. O corte das plantas foi realizado a 10,0 cm de altura, quando suas rebrotas alcançaram quatro diferentes alturas (25, 50, 75 e 100 cm). Os tratamentos de corte foram aplicados em parcelas de 5 m x 30 m. A avaliação da mortalidade das plantas foi realizada mediante a contagem de todas as plantas mortas e vivas dentro das parcelas experimentais. Os dados foram analisados por intermédio do teste não-paramétrico do qui-quadrado. Verificou-se que houve dependência entre a mortalidade das plantas e o corte das rebrotas e que todos os tratamentos foram diferentes entre si. O melhor resultado foi alcançado quando as rebrotas foram cortadas à altura média de 75 cm, diminuindo a densidade do marmeleiro em até 96%. A redução da densidade proporcionou aumentos significativos na produção de fitomassa herbácea, em relação à área não tratada.

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    • Grãos de soja como fonte de urease na amonização do bagaço de cana-de-açúcar com uréia

      A urease é a enzima responsável pela hidrólise da uréia em amônia. A utilização de fonte de urease no tratamento de bagaço de cana-de-açúcar com uréia pode melhorar o processo da decomposição da uréia em amônia, beneficiando o tratamento de amonização e, conseqüentemente, o valor nutritivo do material. O objetivo do trabalho foi avaliar o efeito de níveis de soja crua, como fonte de urease, na amonização do bagaço de cana através da uréia. Utilizaram-se quatro níveis de soja crua (0; 2,5; 3,75; e 7,5% da matéria seca) em bagaço de cana-de-açúcar tratado com 7,5% de uréia (da matéria seca), armazenados por um período de 96 dias, em sacos de polietileno com capacidade de 50 litros. Foi utilizado o delineamento inteiramente casualizado com quatro níveis de soja crua e três repetições. Os teores de matéria seca, proteína bruta e hemicelulose não foram afetados pelos níveis de urease; entretanto, verificou-se efeito quadrático positivo para digestibilidade in vitro da matéria seca e linear negativo para o teor de fibra detergente neutro. A utilização de até 3,75% de soja crua na amonização com uréia propiciou melhoria na digestibilidade da matéria seca do bagaço de cana.

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    • Produção e características do efluente e composição bromatológica da silagem de capim-elefante

      Foram avaliados os efeitos da adição de 10, 20, 30 e 40% de casca de café ao capim-elefante, com base na matéria natural, sobre a composição bromatológica, a digestibilidade in vitro da matéria seca (DIVMS) e a produção e composição do efluente resultante do processo de ensilagem. Utilizaram-se 20 silos cilíndricos de PVC com 0,25 m de diâmetro por 0,75 m de altura, distribuídos em delineamento inteiramente casualizado, com quatro repetições. A casca de café foi eficiente na redução da umidade da silagem, estimando-se acréscimo de 0,69% no teor de matéria seca para cada unidade percentual de casca adicionada. Houve redução linear do pH com o aumento dos níveis do aditivo. Verificou-se efeito quadrático da adição de casca de café nos teores de proteína bruta, estimando-se teor máximo de 10,0% com a adição de 26,3% de casca. A adição de casca promoveu reduções nos teores de nitrogênio amoniacal, fibra em detergente neutro e na DIVMS e aumentos lineares dos teores de nitrogênio insolúvel em detergente ácido e lignina. Os teores de fibra em detergente ácido e de celulose não foram influenciados pela adição de casca de café. Observou-se produção de efluente apenas nas silagens com 0 e 10% de casca de café. As concentrações de sólidos totais, P, Na e K do efluente não foram influenciadas pelos dias de coleta. Todavia, registrou-se redução linear da concentração de Mg e aumento da concentração de nitrogênio total. Os valores de demanda biológica de oxigênio e demanda química de oxigênio não foram influenciados pelos dias de coleta. Conclui-se que a adição de 20% de casca garantiu boa preservação da silagem e eliminou a produção de efluente.

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