- Influência da dieta aniônica no balanço macromineral em novilhos holandeses
- O efeito do balanço cátion-aniônico da dieta (BCAD) no balanço macromineral (Ca e P), no pH urinário e fecal, na concentração sérica de cálcio ionizado e total e na ingestão de matéria seca foi estudado utilizando-se quatro novilhos holandeses machos. Inicialmente os animais foram alimentados com dieta basal com BCAD de +74,12mEq/kg de MS e, posteriormente, com dieta suplementada com sulfato de amônio, de maneira a diminuir o BCAD para –154,84mEq/kg de MS. Não foram encontradas diferenças (P>0,05) no pH fecal, no balanço de fósforo e na concentração de cálcio ionizado em função do tempo. A urina acidificou-se com a diminuição do BCAD (P<0,01). Para o balanço de cálcio não foram encontradas diferenças entre tratamentos (P>0,05), entretanto, o cálcio excretado na urina foi maior (P<0,05), com a dieta aniônica. A concentração de cálcio total no soro aumentou significativamente (P<0,05) a partir do 19º dia. Dieta aniônica com uso de sulfato de amônio, em veículo palatável, oferecida na forma de ração total, não interferiu na ingestão de matéria seca. O pH urinário é excelente indicativo da eficiência da dieta aniônica e foram necessários 19 dias de consumo de uma dieta aniônica de –154,84 mEq/kg de MS para aumentar os níveis séricos de cálcio total em bovinos em crescimento.
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- Parâmetros genéticos para a produção de leite de controles individuais de vacas da raça Gir estimado
- Registros individuais perfazendo 8.183 controles de produção de leite (PLC) de 1.273 primeiras lactações de vacas da raça Gir de rebanhos supervisionados pela ABCZ no período 1994/2000 foram utilizados para se estimar componentes de variância e parâmetros genéticos para PLC usando-se REML. Foram comparados um modelo de repetibilidade e modelos de regressão aleatória ajustados com as funções logarítmica (Ali & Schaeffer, 1987), exponencial (Wilmink, 1987) e polinômios ortogonais de Legendre (LP) de ordem 3 a 5, sob as pressuposições de homogeneidade e heterogeneidade de variância residual, definidas respectivamente por uma (ME=1) ou quatro classes de medidas de erro temporário (ME=4) ao longo do período de lactação. Também ajustou-se a produção de leite acumulada na lactação (P305) utilizando-se um modelo animal cuja estimativa de heritabilidade foi 0,22. As estimativas de heritabilidade e repetibilidade para a PLC foram 0,27 e 0,76, respectivamente. As estimativas de heritabilidade com a FAS e a FW alcançaram respectivamente 0,59 e 0,74 ao início da lactação e decresceram para valores próximos de 0,20 ao final do período. Exceto para o LP de quinta ordem com ME=1, as estimativas de heritabilidade diminuíram de 0,70 no início para 0,30 no final da lactação. Menores estimativas de VR foram obtidas para a FAS do que para a FW sob ambas as pressuposições de homogeneidade e heterogeneidade de variância. Em todos os estádios da lactação, as estimativas de VR diminuíram com o aumento da ordem do LP e dependeram da pressuposição sobre o ME. As estimativas das variâncias genética e de ambiente permanente não apresentaram nenhuma tendência com o aumento da ordem do LP e não se observaram diferenças significativas para tais estimativas sob a pressuposição de heterogeneidade de VR ao longo da lactação. Maiores valores de correlação genética entre as PLC foram obtidos com a FW, que também apresentou maior número de estimativas negativas entre as PLC do início e fim da lactação do que a FAS. Exceto para a FAS, observou-se redução das estimativas de correlação genética próximas à unidade entre as PLC adjacentes para valores negativos entre as PLC no início e no fim da lactação. Entre os polinômios de Legendre, o de quinta ordem apresentou um melhor o ajuste das PLC. Os resultados indicam o potencial de uso de regressão aleatória, com os modelos LP5 e a FAS apresentando-se como os mais adequados para a modelagem das variâncias genética e de efeito permanente das PLC da raça Gir.
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- Parâmetros genéticos para as produções de leite no dia do controle e da primeira lactação de vacas d
- Foram utilizados 263.390 registros de produção de leite no dia do controle (PDC) de 32.448 primeiras lactações de vacas da raça Holandesa com parto no período de 1991 a 2001, para estimar componentes de variância e parâmetros genéticos utilizando um modelo animal e a metodologia REML. Os dados de produção foram coletados pelo Serviço de Controle Leiteiro da Associação Brasileira de Criadores de Bovinos da Raça Holandesa e suas afiliadas estaduais e disponibilizados pela Embrapa Gado de Leite. O modelo para ajuste da produção de leite até 305 dias (P305) incluiu os efeitos fixos de rebanho-ano de parto, época do parto e idade da vaca ao parto, com termos linear e quadrático, e os efeitos aleatórios de animal e erro. Os mesmos efeitos foram incluídos no modelo para as produções de leite no dia do controle (PDC) tanto sob modelo uni- e bi-caráter como sob modelo de repetibilidade (MRS), exceto para o efeito fixo de grupo contemporâneo, definido por rebanho-ano-mês do controle. Alternativamente, ajustou-se um segundo modelo de repetibilidade (MRF), que além dos efeitos presentes no MRS, incluiu as covariáveis que descrevem a curva da lactação: dias em lactação (DEL)/305 e ln(305/DEL) com termos linear e quadrático. As estimativas de h2 para as PDC, com MRS e MRF foram 0,43 e 0,30, respectivamente. As estimativas de herdabilidade (h2) para as PDC variaram de 0,22 (PDC1) a 0,36 (PDC4) com o modelo uni-caráter. Para o modelo bi-caráter, as estimativas variaram de 0,23 (PDC1) a 0,33 (PDC3 e PDC4). Em ambos os modelos, observaram-se valores inferiores de h2 no início e no fim do período de lactação. A estimativa h2 para a P305 com o modelo uni-caráter foi 0,27, enquanto, pelo modelo bi-caráter, estas estimativas variaram de 0,27 a 0,30. As correlações genéticas (rg) entre as PDC e a P305 foram altas, variando de 0,86 (PDC1 e P305) a 0,99 (PDC3 e P305). Estimativas de herdabilidade maiores para as PDC que para a P305 e a alta correlação com a mesma indicam potencial de uso das PDC nas avaliações genéticas de animais da raça Holandesa no Brasil. Embora predominantemente altas, as estimativas de rg entre as PDC não foram homogêneas (0,64-1,0); entretanto as maiores freqüências foram para valores próximos ou iguais a 1. Assim, modelos de regressão aleatória devem ser também avaliados para se concluir sobre a melhor utilização das PDC da raça Holandesa no Brasil.
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- Análises da persistência na lactação de vacas da raça Holandesa, usando produção no dia do controle
- Foram utilizados 87.045 registros de produção de leite, na primeira lactação, de 11.023 vacas da raça Holandesa, obtidos nos anos de 1997 a 2001, em diferentes rebanhos distribuídos em dez núcleos do Estado de Minas Gerais. Foram avaliados seis tipos de mensuração da persistência na lactação utilizando-se os valores genéticos da produção de leite, obtidos por meio do modelo de regressão aleatória - MRA. Utilizou-se a função de Wilmink na descrição dos efeitos aleatórios e fixos, pelo MRA. As estimativas de herdabilidade e de correlação genética, para as várias mensurações da persistência na lactação, variaram em decorrência da definição da persistência. As estimativas de herdabilidade para persistência na lactação variaram de 0,11 a 0,27 e as estimativas de correlação genética entre as mensurações da persistência na lactação e produção de leite até 305 dias, de -0,31 a 0,55, indicando que a persistência na lactação é uma característica de moderada herdabilidade e pouco correlacionada com a produção de leite até 305 dias. A seleção de animais para persistência na lactação, com o objetivo de alterar a forma da curva de lactação, pode ser eficiente.
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- Avaliação de colheita de líquido ruminal por fístula ou sonda esofágica em bovinos
- Estudaram-se os efeitos do método de colheita de líquido ruminal, por sonda ou fístula ruminal, e do momento de colheita, antes e depois da alimentação, sobre a concentração e proporção de AGVs, concentração de nitrogênio amoniacal, concentração de minerais e pH do líquido ruminal, utilizando-se quatro bovinos machos da raça Nelore, com fístula ruminal e peso médio de 237kg. Observou-se maior concentração total de ácidos graxos voláteis no líquido colhido por fístula antes e depois da alimentação. Maior porcentagem de ácido acético, menor de ácido propiônico e butírico, menor concentração de nitrogênio amoniacal, maior valor do pH e menor concentração de cálcio, de fósforo e de potássio foram obtidas no líquido colhido por sonda esofagiana. Tanto o líquido ruminal colhido por fístula como o por sonda esofagiana antes da alimentação apresentaram menor concentração de AGVs, menor porcentagem de ácido propiônico, menor concentração de nitrogênio amoniacal, maior porcentagem de ácido butírico, maior relação AC/PRO e maior pH do que o colhido após a alimentação. Sugere-se trabalhar com colheitas por fístula ruminal após a administração do alimento em experimentos em que se queira observar os primeiros efeitos dos tratamentos sobre o metabolismo ruminal. Com conhecimento prévio da ação do tratamento no metabolismo ruminal e sendo utilizado um tratamento-controle, a colheita por sonda esofagiana poderá ser utilizada, mas apenas para experimentos em que os parâmetros ruminais sejam o enfoque secundário.
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- Avaliação genética de touros da raça Gir para produção de leite no dia do controle e em 305 dias de
- A seleção ou escolha dos melhores indivíduos para serem pais da próxima geração é um processo indispensável para a melhoria genética dos animais de raças puras. Programas de seleção eficientes devem estar alicerçados nos valores genéticos preditos dos animais. O ganho genético máximo pela seleção é obtido pela identificação de animais com genética superior e multiplicação destes mediante difusão de sêmen dos touros provados. A avaliação genética de touros consiste na utilização de metodologia apropriada e de modelo adequado sobre o conjunto de dados previamente coletados e verificados (Verneque et al., 1997), condição 'sine qua non' para que os valores genéticos previstos dos animais avaliados sejam corretos. Goddard (1991) destacou que as informações sobre o controle leiteiro são usadas também para a avaliação genética, o que juntamente com a inseminação artificial são considerados os pilares sobre os quais se baseia o melhoramento genético dos bovinos leiteiros...
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- Balanço cátion-aniônico da dieta no metabolismo de cálcio em ovinos
- O objetivo deste trabalho foi estudar o efeito do balanço cátion-aniônico da dieta (BCAD) no balanço e concentração sérica de cálcio em ovinos da raça Santa Inês. O delineamento experimental foi em blocos para controlar o efeito do peso inicial dos animais. Foram utilizados cinco tratamentos com níveis crescentes de BCAD (-160, -40, 140, 250 e 500mEq/kg de matéria seca) com cinco repetições em 25 animais. O BCAD influencia o metabolismo de cálcio em ovinos machos da raça Santa Inês. Com a diminuição do BCAD o cálcio sérico aumentou. Dietas aniônicas aumentaram a excreção urinária de cálcio, entretanto a retenção não foi afetada.
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- Correlações genéticas e fenotípicas entre características de tipo e produção de leite em bovinos da
- Correlações genéticas e fenotípicas entre 21 características lineares de tipo e produção de leite em até 305 dias de lactação foram estimadas pela máxima verossimilhança restrita sob modelo animal, a partir de dados da Associação de Criadores de Gado Holandês de Minas Gerais. Nas análises das características lineares, os efeitos fixos utilizados no modelo incluíram estádio da lactação, idade do animal, grupo contemporâneo de rebanho, ano e estação de classificação, e o efeito aleatório do pai da vaca. As características lineares que apresentaram maiores correlações genéticas com produção de leite foram largura do úbere posterior (0,60) e largura de garupa (0,37), indicando não haver antagonismo genético entre a seleção para essas características e a produção de leite. As correlações fenotípicas entre características lineares de tipo e produção de leite foram, em geral, menores do que as correlações genéticas correspondentes. As correlações fenotípicas entre as características lineares apresentaram-se altas dentro das seções de conformação/capacidade e de sistema mamário. Correlações genéticas entre algumas características lineares foram altas, possibilitando a exclusão de algumas delas do programa de classificação linear adotado para a raça Holandesa no Brasil.
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- Desempenho de novilhos consumindo suplemento mineral proteinado convencional ou com uréia
- Foram utilizados 48 bovinos mestiços, com a finalidade de testar quatro suplementos minerais comerciais: Tratamento A - Sal proteinado sem uréia (com 20% de proteína bruta); B - Sal proteinado com uréia (com 52,5% de proteína bruta); C - Sal mineral; e D - Sal mineral com uréia (91% de proteína bruta). Os 48 animais foram distribuídos em 24 piquetes de capim Braquiaria decumbens, com suplementação de 10,5 kg de cana-de-açúcar/cab./dia, durante 112 dias, sendo 28 de adaptação e 84 de coleta de dados. Os animais foram pesados no início e no final do experimento, sendo que o controle da ingestão do suplemento mineral foi realizado semanalmente. O ganho de peso e o consumo do suplemento, em g/dia, nos tratamentos A, B, C e D, foram: 86 e 325; 357 e 650; -96 e 57; e 207 e 135, respectivamente. O pior resultado foi obtido pelos animais que receberam apenas sal mineral e o melhor, pelos animais que receberam o suplemento proteinado com uréia. O grupo que recebeu proteinado sem uréia apresentou desempenho semelhante ao do grupo que recebeu apenas sal mineral com uréia.
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- Desempenho e resposta metabólica de bezerros recebendo dietas suplementadas com cromo
- Quatorze bezerros com quatro meses de idade, foram distribuídos em dois tratamentos, sendo um controle e um com suplementação de 0,4 mg de cromo orgânico por kg/M.S de ração basal. A ração basal foi constituída de 52% de feno de coastcross e 48% de concentrado à base de fubá de milho e soja extrusada, e foi oferecida ao animais durante 98 dias. Foi efetuado o controle diário da ingestão de alimentos. Na última semana foi realizado um teste de tolerância à glicose, com os animais em condições de conforto térmico. Para os grupos controle e tratado , o ganho em peso (1,330 e 1,320 kg/dia), a eficiência alimentar (0,24 e 0,25 kg) e a conversão alimentar (4,13 e 4,07 kg), foram semelhantes. Apesar de o grupo tratado apresentar tendência de eliminar a glicose mais rapidamente, os grupos não diferiram entre si.
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- Efeito da interação reprodutor x rebanho na acurácia da avaliação genética de reprodutores da raça H
- Registros de produção de leite referentes a 37.006 lactações provenientes de 18.540 vacas, filhas de 98 reprodutores e distribuídas em 455 rebanhos de vacas da raça Holandesa foram utilizados com o objetivo de verificar qual seria o efeito nas estimativas dos valores genéticos e na acurácia dessas estimativas, incluindo no modelo o termo de interação reprodutor x rebanho, em comparação com as estimativas de um modelo que não incluía o termo de interação reprodutor x rebanho. A produção de leite foi previamente ajustada para 305 dias de lactação e idade adulta da vaca. Os componentes de variância para produção de leite foram estimados pela máxima verossimilhança restrita, O teste da razão de verossimilhança foi utilizado na verificação da efetividade da inclusão da interação no modelo. A média da produção de leite foi de 6.936,13 ± 1.508,36 kg. As estimativas de componentes de variância, obtidas pelo modelo que incluía a interação reprodutor x rebanho, foram ligeiramente menores do que as dos modelos sem interação, exceto a variância residual, cujas estimativas, nos dois modelos, foram bastante próximas. As estimativas de herdabilidade foram de 0,247 ± 0,021 e 0,237 ± 0,021, para os modelos com e sem interação reprodutor x rebanho, respectivamente. A proporção da variância fenotípica da produção de leite, devido à variância da interação reprodutor x rebanho foi de 0,034±0,005%. O logaritmo natural da função de verossimilhança aumentou significativamente, quando se incluiu a interação reprodutor x rebanho no modelo. Os valores genéticos preditos dos reprodutores para a produção de leite ajustada para 305 dias e para idade adulta da vaca foram menores quando o modelo incluiu o termo de interação, embora o valor para a correlação de Spearman tenha sido próximo da unidade.
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- Efeito da suplementação de selênio e vitamina E sobre a incidência de mastite clínica em vacas da ra
- Oitenta e quatro vacas da raça holandesa foram distribuídas em quatro tratamentos (grupos): o grupo A recebeu 5mg Se/dia, o B recebeu 1000 UI vit. E/dia, o C 5mg Se + 1000 UI vit. E/dia e o D foi usado como controle. A suplementação foi iniciada 30 dias antes da provável data de parição, prolongando-se até o parto. Amostras do volumoso e do concentrado foram colhidas quinzenalmente para análise bromatológica completa e levantamento dos níveis de Se e de vit. E. O sangue foi colhido antes do início da suplementação, ao parto, aos 30 e aos 60 dias após o parto para determinação dos níveis de Se no soro sangüíneo das vacas. O teste de Tamis foi realizado semanalmente para detecção dos casos clínicos de mastite e iniciado logo após o parto, prolongando-se até a 12ª semana da lactação. Um mês após a suplementação, as vacas que receberam selênio apresentaram níveis séricos de Se superiores (P<0,05) aos do grupo-controle. A administração de vitamina E (P<0,05) e de selênio (P<0,08) diminuiu a incidência de mastite clínica nas 12 primeiras semanas de lactação.
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- Efeitos da monensina no desempenho de bezerras leiteiras em crescimento
- Foi estudado o efeito da suplementação de monensina sobre o desempenho de 32 novilhas Holandesas em crescimento, com peso médio de 84 kg, durante quatro meses . Os animais suplementados com monensina apresentaram maior peso e perímetro torácico aos 90 e 120 dias de experimentação, maior ganho de peso, mostrando um valor de 26,56% maior do que os animais controle. Não foi observada diferença no comprimento corporal e glicose sangüínea, enquanto a altura na cernelha apresentou tendência a valores mais altos nos animais suplementados. Concluiu-se que a suplementação de monensina resultou em maior desenvolvimento dos animais, podendo proporcionar precocidade reprodutiva e produtiva de novilhas leiteiras de reposição.
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- Intervalos do início e do final do estro à ovulação em vacas das raças Gir e Guzerá
- Após luteólise natural ou induzida por prostaglandina. A duração do estro e os intervalos início do estro-ovulação e fim do estro-ovulação após luteólise induzida ou espontânea, e os intervalos administração de prostaglandina-início do estro e administração de prostaglandina-ovulação foram avaliados em 35 vacas da raça Gir e 12 da raça Guzerá, no inverno e no verão de dois anos consecutivos. A duração do estro não diferiu (P>0,05) entre as raças Gir (12,13±0,47h) e Guzerá (12,30±0,63h) e não foi influenciada (P>0,05) pelo tipo de luteólise e pela estação do ano. Os intervalos do início e final do estro à ovulação não diferiram (P>0,05) entre as raças Gir (29,30± 0,96h e 17,28± 0,93h, respectivamente) e Guzerá (28,33± 1,26h e 16,04± 1,21h, respectivamente) e foram similares (P>0,05) entre os estros induzido e natural, e entre estações. O intervalo aplicação de prostaglandina-início do estro foi menor (P<0,05) na raça Gir (64,68± 2,41h) do que na Guzerá (73,47± 3,45h) e não diferiu (P>0,05) entre as estações. O intervalo administração de prostaglandina-ovulação foi similar (P>0,05) entre as raças Gir e Guzerá (96,62± 4,25h e 104,01± 6,51h, respectivamente). Observou-se ampla variação no intervalo prostaglandina-início do estro e alta correlação entre este e o momento de ovulação, sugerindo que as sincronizações do estro e da ovulação não foram suficientemente precisas para permitir a adoção de IA programada.
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- Intoxicação experimental pelos frutos de Xanthium cavanillesii em bovinos
- Os frutos moídos de Xanthium cavanillesii Schouw, foram administrados por via oral, em doses única ou repetidas, com intervalo semanal, a onze bovinos. Desses, quatro morreram. Doses únicas a partir de 5 g/kg foram letais para bovinos. Dose de 3 g/kg produziu sinais clínicos e recuperação em um bovino. Repetições de 4 doses de 3 g/kg para um bovino e 2 doses de 5 g/kg para outro bovino não foram tóxicas. Foram constatadas hipoglicemia e elevação dos níveis séricos de aspartato aminotransferase (AST) nos bovinos que apresentaram sinais clínicos da intoxicação. Os primeiros sinais clínicos nos animais que morreram foram observados entre 6 e 12 horas após a administração dos frutos. A evolução do quadro clínico variou entre 5h30min e 8 horas. O quadro clínico foi semelhante nestes animais sendo que os principais sinais clínicos foram anorexia, apatia, salivação profusa e tremores musculares. Ocorreram também hipomotilidade e atonia ruminal, cólicas abdominais, gemidos freqüentes, ranger de dentes, sudorese generalizada e endoftalmia. As alterações de locomoção observadas foram incoordenação motora, instabilidade do trem posterior, decúbito permanente com movimentos de pedalagem, espasmos musculares e opistótono. As alterações respiratórias foram aumento da freqüência respiratória, respiração laboriosa com ruídos e momentos de apnéia. Finalmente ocorria perda do reflexo palpebral, ausência de reflexo pupilar e morte. No bovino que se recuperou, os primeiros sinais clínicos foram observados 18 horas após a administração e evoluíram num período de aproximadamente 72 horas. Neste bovino, através de biópsias hepáticas, observou-se necrose hepática coagulativa centrolobular associada a congestão e hemorragias. Necrose hepática coagulativa massiva foi observado por biópsias hepáticas em um bovino que morreu, a partir de 12 horas após a administração dos frutos, associada com alterações nos níveis séricos de glicose e AST. As principais lesões encontradas na necropsia foram no fígado e consistiam de aumento do padrão lobular na superfície capsular e de corte, distensão da vesícula biliar e edema moderado da parede da vesícula biliar. A principal alteração microscópica era caracterizada por necrose coagulativa centrolobular ou massiva associada a congestão e hemorragia e alterações degenerativas nos hepatócitos circunjacentes.
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