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    • Intoxicação por Ateleia glazioviana (Leg. Papilionoideae) em bovinos - É descrita uma enfermidade caracterizada por manifestações relacionadas aos sistemas nervoso e cardiovascular, que afeta bovinos no oeste de Santa Catarina e noroeste do Rio Grande do Sul. Os animais apresentam "morte súbita" ou edemas de declive, veias jugulares ingurgitadas e pulso venoso positivo, precedida ou não de apatia, letargia e cegueira. A doença atinge bovinos com mais de um ano, principalmente no outono e inverno, com morbidade de 10 a 60% e mortalidade chegando a 95%. As lesões macroscópicas consistem de áreas esbranquiçadas e firmes no miocárdio, principalmente nas proximidades dos vasos coronários e no septo interventricular. Em parte dos animais, o fígado apresenta-se aumentado de volume e com aspecto de noz-moscada. Alterações histológicas incluem tumefação e necrose de miofibras cardíacas, fibrose e infiltrado de macrófagos no interstício do músculo cardíaco e marcada congestão centrolobular e leve fibrose no fígado. No encéfalo dos bovinos com quadro clínico de letargia, a substância branca apresenta degeneração esponjosa (status spongiosus). A doença com manifestações de letargia e cegueira foi reproduzida em bovinos com o fornecimento de folhas de Ateleia. glazioviana no cocho, na dose única de 40 e 50 g/kg e em doses fracionadas de 2,5, 5,0, 7,5 e 10 g/kg. Lesões cardíacas crônicas foram reproduzidas com doses fracionadas de 2,5, 5,0 e 7,5 g/kg por longo período e com dose inicial de 1 g/kg, acrescida de 1g/kg/dia até atingir 15 g/kg, num total de 120 g/kg.
      (Adicionado: Mie Dic 20 2006 | Visitas: 108 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Morfogênese e acúmulo de biomassa foliar em pastagem de capim-elefante avaliada em diferentes épocas - O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito da época do ano nas características morfogênicas e estruturais e no acúmulo de biomassa foliar de uma pastagem de capim-elefante (Pennisetum purpureum Schum.). Vacas mestiças Holandês x Zebu foram manejadas segundo o método de pastejo com lotação rotacionada com três dias de ocupação e 30 dias de descanso. Foi usado delineamento em blocos casualizados com seis repetições. As avaliações foram realizadas em fevereiro/março, abril/maio, julho/agosto e outubro de 2001. As maiores taxas de alongamento e aparecimento de folhas ocorreram durante fevereiro/março. Os perfilhos aéreos superaram os basilares em quantidade, mas apresentaram menores taxas de alongamento (5,1 versus 9,8 cm/dia/perfilho), aparecimento (0,13 versus 0,16 folhas/dia/perfilho) e senescência (0,9 versus 1,3 cm/dia/perfilho) foliares. As produções e taxas de acúmulo de biomassa foliar foram maiores durante fevereiro/março e apresentaram estreita relação com as variáveis morfogênicas. Os perfilhos aéreos contribuíram, em média, com 63% da biomassa foliar do capim-elefante.
      (Adicionado: Mie Dic 20 2006 | Visitas: 90 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Phalaris angusta como causa de enfermidade neurológica em bovinos no Estado de Santa Catarina - São relatados dois surtos de intoxicação natural por Phalaris angusta ("aveia-louca" ou "aveia-de-sangue") em bovinos no Estado de Santa Catarina, nos invernos de 1993 e 1996. Nos dois surtos os animais estavam lotados em piquetes onde P. angusta era a planta dominante. Os sinais clínicos incluíam tremores generalizados, olhar atento, hipermetria, ataxia e convulsões. Alterações macroscópicas eram restritas ao encéfalo e se caracterizavam por coloração cinza-esverdeada no tálamo e mesencéfalo. A doença foi reproduzida experimentalmente em bovinos pela administração de P. angusta.
      (Adicionado: Mie Dic 20 2006 | Visitas: 84 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Predição do consumo voluntário do capim-tanzânia (Panicum maximum, J. cv. tanzânia) - O consumo de matéria seca (CMS) do capim tanzânia de 24 vacas lactantes mestiças (HPB x Gir) e Gir, sob pastejo, foi estimado no mês de janeiro de 1998, a partir da relação entre a digestibilidade da MS da forragem e a produção fecal obtida com auxílio do cromo mordente por meio de um modelo não-linear. Os resultados do consumo estimado foram comparados aos consumos preditos por diferentes equações baseadas nos dados de degradabilidade do capim, no rúmen. A pastagem foi manejada com taxa de lotação de dois animais/ha, em sistema de pastejo rotativo com três dias de ocupação do piquete e 39 dias de descanso. Foram utilizadas para predizer o CMS diferentes equações: CMS = -1,19 + 0,035 (a+ b) + 28,5c (1), CMS = -0,822 + 0,0748 (a+ b) + 40,7c (2), CMS = -8,286 + 0,266a + 0,102b +17,696c (3) e CMS = [%FDN na MS]* [consumo de FDN ] / [(1-a-b)/KP +b/(c+ kp)]/24] (4). As equações, em geral, subestimaram o consumo obtido no modelo não-linear (9,6 kg/vaca/dia). Os consumos médios de capim de 6,2 e 6,0 kg MS/vaca/dia obtidas, respectivamente, nas equações de (2) e (4) foram semelhantes entre si e inferiores ao das equações de (1) (12,7 kg/vaca/dia) e (3) (8,1 kg/vaca/dia). A predição do consumo de forrageiras tropicais, sob pastejo, utilizando-se as equações baseadas nas variáveis da degradação in situ, constitui um importante potencial para estas avaliações. Entretanto, mais estudos dessa natureza devem ser realizados para validar o uso destas equações na prática.
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    • Produção de leite de vacas mestiças Holandês ´ Zebu em pastagem de capim-elefante, com e sem supleme - O objetivo do experimento foi estudar o efeito da suplementação da pastagem de capim-elefante com concentrado na época das chuvas e início da seca, entre dezembro e junho, sobre a produção e composição do leite e ganho de peso de vacas mestiças Holandês ´ Zebu. Os tratamentos foram pastagem de capim-elefante sem concentrado (SC) e com 2,0kg de concentrado/vaca/dia (CC). A área experimental de pastagem foi dividida em 44 piquetes de 606m2 cada um, 22 por tratamento, com duas repetições de área. Foram usadas 12 vacas, sendo seis por tratamento. O delineamento experimental foi em blocos ao acaso. A pastagem foi manejada em pastejo rotativo com três dias de ocupação por piquete e 30 dias de descanso. A taxa de lotação foi de 4,5 vacas/ha. A pastagem foi adubada com 200kg/ha/ano de N e de K2O. As produções médias de leite corrigido para 4% de gordura foram de 11,6± 0,3 e 12,5± 0,3kg/vaca/dia e o ganho médio diário por vaca de 211 e 244g, para os tratamentos SC e CC, respectivamente. Houve diferença (P<0,05) entre os tratamentos quanto a produção de leite e a porcentagem de proteína do leite, mas não quanto ao ganho de peso das vacas e porcentagens de gordura e de estrato seco total do leite.
      (Adicionado: Mie Dic 20 2006 | Visitas: 79 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Relações entre as capacidades preditas de transmissão de touros Gir e a produção de leite de suas fi - Os registros de produção de leite de 5258 lactações ao primeiro parto, provenientes de vacas puras Gir e mestiças Gir:Holandês, foram utilizados para se avaliar a relação entre a capacidade predita de transmissão (PTA) de um touro e a produção de leite de suas progênies. O modelo animal foi utilizado para se estimarem as PTAs dos touros, considerando-se apenas as filhas puras Gir, apenas as filhas mestiças e todas as filhas ao mesmo tempo. Posteriormente, estimaram-se as regressões e correlações das PTA dos touros, obtidas sob as diferentes alternativas, com as produções de leite de suas filhas puras e/ou mestiças. O coeficiente de regressão estimado das PTAs de 48 touros Gir avaliados com filhas puras sobre a produção de suas filhas mestiças foi de 0,75, enquanto o da regressão das PTAs de 50 touros Gir avaliados com base na produção de filhas mestiças, sobre a produção de suas filhas puras, foi de 1,11. Os coeficientes de correlação entre as PTAs dos touros e a produção de leite de suas filhas, para as diferentes alternativas, variaram de 0,05 a 0,17. As correlações de ordem entre os valores das PTA variaram de 0,34 a 0,94, em que a menor foi observada entre as PTAs com informações das filhas mestiças e as PTAs obtidas com informações das filhas puras, e a maior, entre as PTAs obtidas pela média ponderada das PTAs obtidas com as filhas puras e mestiças com as PTAs obtidas com dados de filhas puras.
      (Adicionado: Mie Dic 20 2006 | Visitas: 80 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Resposta do tifton 68 a doses de nitrogênio e a intervalos de cortes - Este trabalho foi conduzido no período de outubro de 1995 a outubro de 1997, na Embrapa-Centro Nacional de Pesquisa de Gado de Leite, situada em Coronel Pacheco, MG. Foram avaliados cinco doses de N (0, 100, 200, 400 e 600 kg/ha/ano) e três intervalos de cortes do tifton 68 (duas, quatro e seis semanas, nas chuvas, e quatro, seis e oito semanas, na seca) sobre a produção de matéria seca e teores de proteína bruta. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos ao acaso, em parcelas divididas, com três repetições. Nas parcelas foram alocados os intervalos de cortes e nas subparcelas as doses de N. A produção anual de matéria seca do tifton 68 cresceu com o aumento da dose de N até 400 kg/ha/ano e até o intervalo de cortes de seis semanas, nas chuvas, e oito semanas, na seca. A maior produção de matéria seca foi de 20,8 t/ha/ano, com 14,3 t/ha obtida na época das chuvas. A menor produção foi de 3,9 t/ha/ano, sendo 2,8 t/ha alcançada nas chuvas. O teor de proteína bruta aumentou com maiores doses de N, tanto nas chuvas quanto na seca, e com a redução do intervalo de cortes. O maior teor de proteína bruta obtido foi de 20,3%, e o menor foi de 5,2%.
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    • Resposta do tifton 85 a doses de nitrogênio e intervalos de cortes - Este experimento foi conduzido na Embrapa-Centro Nacional de Pesquisa de Gado de Leite, situada em Coronel Pacheco, MG, de outubro de 1995 a outubro de 1997, para avaliar o efeito de cinco doses de nitrogênio (zero, 100, 200, 400 e 600 kg/ha/ano) e três intervalos de cortes (2, 4 e 6 semanas, nas chuvas, e 4, 6 e 8 semanas, na seca) na produção de matéria seca e teor de proteína bruta do capim tifton 85. O delineamento experimental adotado foi em blocos ao acaso, em parcelas divididas e três repetições. Nas parcelas foram alocados os intervalos de cortes, e nas subparcelas, as doses de nitrogênio. A produção anual de matéria seca do tifton 85 cresceu com a dose de nitrogênio até a aplicação de 600 kg/ha/ano, e até o intervalo de cortes de quatro semanas, nas chuvas, e seis semanas, na seca. A maior produção de matéria seca foi de 23,1 t/ha/ano, com 17,8 t/ha obtidas na época das chuvas. A menor produção foi de 2,6 t/ha/ano, sendo 1,9 t/ha alcançada nas chuvas. O teor de proteína bruta aumentou com a elevação da dose de nitrogênio até 600 kg/ha/ano, tanto nas chuvas quanto na seca, e com a redução do intervalo de cortes, na seca. Nas chuvas, não houve efeito do intervalo de cortes sobre o teor de proteína bruta. O teor máximo de proteína bruta obtido foi de 21,7%. A persistência do tifton 85 foi comprometida pela ausência da adubação nitrogenada e pelo menor intervalo de cortes.
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    • Restrição alimentar e atividade ovariana luteal cíclica pós-parto em vacas Girolanda - Objetivou-se neste trabalho verificar se a restrição alimentar no pós-parto em vacas Girolanda, multíparas, de bom escore de condição corporal (ECC = 3,5 a 4,5) ao parto será suficiente para impedir o reinício da atividade ovariana luteal cíclica (AOLC) pós-parto. Os animais foram distribuídos em três tratamentos: Grupo I (n = 15), mantença; Grupo II (n = 10) e Grupo III (n = 13), sendo que os grupos II e III receberam restrição alimentar até 90 e 180 dias pós-parto, respectivamente. As pesagens e avaliações do ECC foram efetuadas logo após o parto, e depois semanalmente. A AOLC foi avaliada por palpação retal, observação de cio e concentração de progesterona no leite. Os intervalos do parto ao primeiro cio foram de 53,1, 63,2 e 51,2 dias (P>0,05), respectivamente para os Grupos I, II e III, que apresentaram perdas de peso de 7,3 kg, 57,0 kg e 63,7 kg nesse período; e de 14,2 kg, 63,8 kg e 78,4 kg do parto até 90 dias pós-parto, repectivamente. Em vacas Girolanda de bom escore de condição corporal ao parto, a perda de 15,2% do peso nos três primeiros meses de lactação, e de 16,3% do peso até 180 dias pós-parto, não é suficiente para atrasar o reinício ou interromper a AOLC nos respectivos períodos.
      (Adicionado: Mie Dic 20 2006 | Visitas: 89 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Sensibilidade e especificidade do "California Mastitis Test" como recurso diagnóstico da mastite sub - O "California Mastitis Test" (CMT) estima o conteúdo de células somáticas no leite e é interpretado subjetivamente, estabelecendo-se escores que, na maioria dos casos, variam de 1 a 5. O escore 1 indica uma reação completamente negativa e os de 2-5 indicam graus crescentes de resposta inflamatória do úbere, sendo normalmente considerados como indicativos de mastite subclínica. Dependendo da interpretação dos escores, o CMT pode produzir resultados falso-positivos ou falso-negativos. Esse trabalho teve o objetivo de avaliar a sensibilidade e a especificidade do CMT em relação à contagem de células somáticas (CCS). Foram utilizadas 3.012 amostras de leite provenientes de 760 vacas Holandesas ou mestiças Holandês-Zebu, pertencentes a 15 rebanhos. Todas as amostras foram submetidas ao CMT e processadas para CCS em equipamento Fossomatic 90. Os valores médios de CCS (x 1.000 células/ml) obtidos para os escores de CMT foram 1 (79,9), 2 (333,5), 3 (670,3), 4 (1.354,0) e 5 (4.455,6). Três opções de interpretação (doente/não-doente) para o CMT foram testadas, em relação aos valores de CCS, iniciando com 100.000 células/ml: (a) 1 versus 2, 3, 4, e 5; (b) 1 e 2 versus 3, 4 e 5; (c) 1, 2, 3 versus 4 e 5. As sensibilidades do CMT em identificar corretamente quartos mamários acima de 200.000 células/ml foram 79%, 61% e 34%, para as opções a, b e c, respectivamente. Para identificar corretamente contagens acima de 500.000 células/ml, as sensibilidades do CMT, para as opções a, b e c, foram, respectivamente: 93%, 82% e 54%. A sensibilidade do CMT em identificar quartos mamários com mastite subclínica foi adequada (acima de 80%) quando a interpretação do teste foi mais rigorosa (opções a e b). A interpretação da reação 3 como negativa (opção c) só alcançou sensibilidade de 80% para contagens entre 1.200.000 e 1.400.000 células/ml. As especificidades do CMT, para CCS de 200.000 e 500.000 foram, respectivamente, 90% e 80% (opção a), 97% e 90% (opção b) e 99% e 97% (opção c).
      (Adicionado: Mie Dic 20 2006 | Visitas: 90 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Zoneamento da pecuária leiteira da região sul do Brasil - Dados do recenseamento de 1996, disponíveis no IBGE em formato digital, juntamente com os dados edafoclimáticos, constituíram a base de dados georreferenciados que foi usada neste estudo. Utilizou-se a análise de grupamento, seguida de análise discriminante, com o objetivo de reunir os municípios da Região Sul em áreas de produção de leite com o mesmo padrão de similaridade, considerando cada conjunto de variáveis. Adicionalmente, foi avaliada a importância relativa de cada variável, dentro de cada grupo, para o estabelecimento dos grupos. O zoneamento da pecuária leiteira da Região Sul revelou a existência de quatro grupos ou zonas distintas, com relação ao padrão de produção regional. A zona de menor produtividade animal (1.249 litros por vaca ordenhada por ano) e da terra (193,5 litros por hectare por ano) envolve 119 municípios, que agregam o maior rebanho da região, porém com tradição em pecuária de corte (apenas 55% do rebanho é voltado para a produção de leite). A pecuária leiteira mais especializada foi observada na zona que engloba municípios com produtividade média animal de 2.864 litros de leite por vaca ordenhada por ano, e da terra de 6.700 litros de leite por hectare por ano. Esta zona é composta de 26 municípios que se localizam, basicamente, no Noroeste Rio-Grandense (26,0%), Centro-Oriental Rio-Grandense (21,8%) e Centro-Oriental Paranaense (16,5%).
      (Adicionado: Mie Dic 20 2006 | Visitas: 79 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Efeito do manejo pós-plantio no estabelecimento de pastagem de capim-elefante - O bom estabelecimento é um dos fatores que garantem índices satisfatórios de produtividade em pastagens de capim-elefante. No entanto, deve-se considerar que, além da adoção das práticas agronômicas recomendadas no plantio dessa gramínea, é importante adotar manejos pós-plantio adequados, que não interfiram negativamente na produtividade e na persistência da pastagem. Com o objetivo de se obter boa densidade inicial da pastagem de capim-elefante, foram estudados os seguintes tratamentos de manejos pós-plantio: pastejo com três meses de idade seguido de corte com alturas de resíduo de 20 (P20-3), 40 (P40-3) e 80 cm do solo (P80-3); corte com três meses de idade, com altura de corte de 20 cm do solo (C20-3); corte com quatro meses de idade, a uma altura do solo de 20 cm (C20-4). O experimento foi conduzido no campo experimental da Embrapa Gado de Leite, localizado em Coronel Pacheco, MG, em Latossolo Vermelho-Amarelo. O delineamento experimental foi o de blocos ao acaso, com quatro repetições, com parcelas de 8 x 10 m. A disponibilidade de forragem, o número de touceiras/ha e a cobertura do solo não apresentaram diferenças significativas entre os tratamentos estudados. O corte realizado a 20 cm do solo aos três meses de idade não proporcionou aumento na densidade de touceiras e no rendimento do capim-elefante. A formação de perfilhos basais também não foi afetada pelos tratamentos. Concluiu-se que o capim-elefante pode ser pastejado três meses após o plantio, sem afetar seu rendimento futuro.
      (Adicionado: Lun Dic 11 2006 | Visitas: 89 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Estimativas de consumo do capim-elefante fornecido picado - Estimativas de consumo do capim-elefante fornecido picado para vacas lactantes utilizando a técnica do óxido crômico. O consumo de matéria seca (CMS) de vacas mestiças Holandês-Zebu, fistuladas no rúmen, em lactação, foi medido pela diferença de peso do alimento oferecido e das sobras e estimado com auxílio do óxido crômico (Cr2O3) pela produção fecal (PF) e indigestibilidade do alimento. O delineamento experimental foi em três quadrados latinos (3x3) e os tratamentos consistiram de capim-elefante cortado nas idades de 30, 45 e 60 dias. A digestibilidade in vitro da matéria seca (DIVMS) foi determinada nas amostras do capim-elefante e estimada a partir do consumo medido diretamente e pela produção fecal obtida com o Cr2O3. A produção fecal foi também calculada (PFc) a partir dos valores do consumo (direto) e da DIVMS e foi estimada pela relação do indicador administrado/indicador excretado. Foram observadas diferenças entre os CMS obtidos nas três idades de corte do capim-elefante pelos dois métodos avaliados. Os CMS médios obtidos pelo método direto foram de 8,00; 10,00 e 11,02 kg/vaca/dia, respectivamente, para o capim cortado com 30, 45 e 60 dias. Os CMS estimados com auxílio do Cr2O3 foram de 9,00; 11,10 e 12,00 kg/vaca/dia, para os mesmos tratamentos. As estimativas de consumo utilizando o Cr2O3 foram superestimadas em 9,25% em relação aos resultados obtidos pelo método direto.
      (Adicionado: Lun Dic 11 2006 | Visitas: 86 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Estimativas de herdabilidade e correlações fenotípicas - Os objetivos deste estudo foram estimar herdabilidades e correlações fenotípica, genética e de ambiente entre produção de leite (PL), idade ao primeiro parto (IPP) e intervalo de partos (IDP) na raça Gir, com emprego de análises uni e bicarácteres sob o método da máxima verossimilhança restrita, por meio de algorítmo livre de derivadas (MTDFREML), ajustando modelos-animal. O modelo matemático para estudar a PL incluiu os efeitos fixos de rebanho-ano de parto e época de parto e idade ao parto como covariável (linear e quadrática) e, além do resíduo, os efeitos aleatórios de animal e ambiente permanente. Para a IPP o modelo incluiu os efeitos fixos rebanho-ano de nascimento e época de nascimento, e efeito animal como aleatório. O modelo adotado para estudar IDP contemplou os efeitos fixos rebanho-ano de parto e época de parto e idade da vaca ao parto como covariável, e mais os efeitos aleatórios de animal, ambiente permanente e resíduo. Por meio de análises bicarácteres, as estimativas de herdabilidade foram, respectivamente: PL1 e IPP = 0,25 e 0,18; PL1 e IDP1 = 0,27 e 0,07; PL2 e IDP2 = 0,20 e 0,05; PL3 e IDP3 = 0,17 e 0,05. As estimativas de correlações fenotípica, genética e de ambiente foram, respectivamente: PL1 e IPP = 0,02, -0,29 e 0,11; PL1 e IDP1= 0,23, 0,52 e 0,19; PL2 e IDP2 = 0,26, 0,54 e 0,23; PL3 e IDP3 = 0,25, 0,13 e 0,27.
      (Adicionado: Lun Dic 11 2006 | Visitas: 85 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar
    • Estimativas de parâmetros genéticos e de tendência fenotípica - Genética e de ambiente de algumas características reprodutivas na raça Gir. O objetivo do estudo foi estimar os parâmetros e as tendências fenotípica, genética e ambiental para idade ao primeiro parto (IPP) e intervalo de partos (IDP) na raça Gir, com o emprego de análises uni e bivariadas sob o método da máxima verossimilhança restrita, por meio de algoritmo livre de derivadas (MTDFREML), que ajusta o modelo animal. O modelo matemático adotado para estudo do IDP incluiu os efeitos fixos rebanho-ano de parto, época de parto e idade da vaca ao parto como covariável e os efeitos aleatórios de animal e ambiente permanente. Para a IPP, o modelo incluiu os efeitos fixos rebanho-ano de nascimento e época de nascimento e efeito de animal como aleatório. Por meio de análises bivariadas, as estimativas de herdabilidade foram 0,17 para IPP e 0,06 para IDP. A estimativa de repetibilidade para IDP foi 0,17. As correlações fenotípica, genética e de ambiente entre IPP e IDP foram, respectivamente, 0,06, 0,37 e 0,03. As mudanças anuais fenotípica, genética e de ambiente para IPP foram, respectivamente, –0,446±0,077 (P<0,01), 0,008±0,013 e –0,454 meses, com base no valor genético das vacas, e –0,185± 0,083 (P<0,05), 0,051± 0,059 e –0,236 meses com base no valor genético dos touros. As mudanças anuais fenotípica, genética e de ambiente para IDP foram, respectivamente, –1,25±0,95, –0,98±0,19 (P<0,01) e –0,27 dias com base no valor genético das vacas e –0,88±1,07, –1,62±0,40 (P<0,01) e 0,74 dias, com base no valor genético dos touros.
      (Adicionado: Lun Dic 11 2006 | Visitas: 85 | Colocação: 0.00 | Votos: 0) Avaliar

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