Identificação do paciente: medida de segurança

 

A identificação do paciente é primordial para que ocorra uma rotina de cuidados seguros, minimizando erros, como: administração incorreta de medicamentos e hemocomponentes, realização de infusões em vias inadequadas e procedimentos equivocados em pacientes errados, que podem ser irreversíveis a saúde dos clientes. Identificar o paciente é distingui-lo dos demais, para isso é fundamental saber qual o seu nome, idade, cor, patologia, cidade de origem, dentre outras informações. Portanto, para que a assistência de enfermagem seja segura é essencial conhecer e implementar, os dez passos para segurança do paciente. Esta pesquisa é de caráter bibliográfico e de campo, descritiva, com abordagem quanti-qualitativa, que tem como objetivo conhecer como é realizada a identificação dos pacientes pela equipe de enfermagem da sala vermelha de acordo com os cuidados prestados, efetivada através da aplicação de um formulário e um instrumento observacional aos profissionais de enfermagem da sala vermelha do Hospital Público do Tocantins. Os resultados mostram que 100% dos pesquisados relatam chamar o paciente pelo nome, o prontuário e a etiqueta de soro são os meios mais utilizados pelos profissionais para identificar o paciente. Em relação a lavagem das mãos os profissionais afirmam lavar as mãos antes e depois de manipular o paciente, mas a prática desenvolvida por estes revelam não adesão desta medida importante para o controle e redução das infecções. Portanto a pesquisa revela que a equipe tem um conhecimento superficial sobre o tema, e que não utilizam todas as formas de garantir uma assistência segura aos pacientes.

Palavras-Chave: Identificar o paciente com segurança. Enfermagem e assistência segura. Enfermagem e a segurança do paciente.

A segurança do paciente é algo mais além do que ter certeza e estar livre de riscos, é proporcionar a seus clientes um atendimento humanizado e qualificado, que atenda aos critérios exigidos pela ANVISA.

A identificação do paciente é primordial na rotina de cuidados seguros, minimizando erros, como: administração incorreta de medicamentos e hemocomponentes, realização de infusões em vias inadequadas e procedimentos equivocados, que podem ser irreversíveis a saúde dos clientes.

De acordo com Rosin (2009), após analisar dados estatísticos de processos éticos julgados no COREN-SP, no período de 2004 a 2007, constatou-se que cerca de 65% dos erros estão relacionados à realização de procedimentos técnicos de enfermagem, como administração incorreta de medicamentos, administração de hemoderivados incompatíveis com o tipo sanguíneo do paciente, passagem de sonda vesical em acesso vaginal, administração de dieta nasoenteral em acesso venoso.

 



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Ana Ligya P. Farias
annally_12[arroba]hotmail.com

 
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