Práticas de gerenciamento de projetos no tratamento de crianças autistas dirigido pelos pais

 

O autismo é uma síndrome que afeta o desenvolvimento social e comportamental de crianças e que tem se tornado comum nas últimas duas décadas. Deixou de ser um transtorno raro para ser parte do dia-a-dia da sociedade moderna. Por existirem diversos graus e variâncias, a síndrome é hoje vista como um espectro, sendo seu diagnóstico complexo e multidisciplinar.

Embora pouco se saiba sobre suas causas, é seguro afirmar, com base nos estudos do Autism Research Institute (EUA), que um tratamento amplo e estruturado aumenta as chances de melhorar a qualidade de vida da criança. O tratamento de uma criança autista possui diversas facetas com características bastante diversas, o que exige uma integração de todas as partes.

Sendo assim, é recomendado que o processo de tratamento seja realizado através de um conjunto de projetos ou programa.

O objetivo deste trabalho é aplicar os conceitos de gerenciamento de projetos criando melhores práticas para o gerenciamento do programa de tratamento de crianças autistas. As metodologias de gerenciamento de projetos são comprovadamente eficientes e eficazes na realização de objetivos estratégicos de empresas. Por serem suficientemente genéricos, podemos extrapolar os mesmos conceitos em quaisquer projetos onde exista um objetivo bem definido. Muitos pais se vêem em uma situação difícil e sem opções ao receber a notícia do diagnóstico. Este trabalho tem a pretensão de explorar as opções existentes dentro de uma forma estruturada e planejada, bem como fornecer uma metodologia aos pais para implantação de um programa de tratamento da criança autista.

Palavras Chave: Autismo, Gerenciamento de Projetos, Tratamento.

O Autismo Infantil é um transtorno global do desenvolvimento social e comportamental que incide sobre crianças com poucos anos de vida. Esta síndrome tem pouca pesquisa realizada sobre as suas causas e origens, porém devemos citar que existem hoje diversos institutos de pesquisa trabalhando de forma independente sobre este assunto. Apesar das pesquisas em andamento, não há integração entre as pesquisas e nem esforço global tal como existe em pesquisas contra o câncer e a AIDS. Isso tem mudado nos últimos anos, mas ainda é um esforço tímido para o tamanho de sua incidência e pelo impacto que causa nas famílias.

Por ser um transtorno que ainda requer pesquisa, a medicina conta com poucas ferramentas e procedimentos estabelecidos e reconhecidos para diagnosticar, determinar o prognóstico e até mesmo para tratar. Apesar de o autismo ter sido mapeado pela OMS1 e possuir um código dentro das CID-102 desta organização, não existe tratamento específico estabelecido para o mesmo.

 



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Rodrigo Anami 
rodrigo_anami[arroba]yahoo.com

 
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