6. A dislexia e a formação dos docentes

Os docentes das crianças disléxicas são aqueles que, além da competência, habilidade interpessoal, equilíbrio emocional, tem a consciência de que mais importante do que o desenvolvimento cognitivo é o desenvolvimento humano e que o respeito às diferenças está acima de toda pedagogia..
Eis então os dez passos na direção de uma pedagogia do desenvolvimento das crianças disléxicas
1Ί - Aprimorar o educando como pessoa humana – A nossa grande tarefa como professor ou educador não é a de instruir, mas a de educar nosso aluno como pessoa humana, como pessoa que vai trabalhar no mundo tecnológico, mas povoado de corações, de dores, incertezas e inquietações humanas.
A escola não pode se limitar a educar pelo conhecimento destituído da compreensão do homem real, de carne e osso, de corpo e alma.
De nada adianta o conhecimento bem ministrado em sala de aula, se fora da escola, o aluno se torna um homem brutalizado, desumano e patrocinador da barbárie.
Educamos pela vida como perspectiva de favorecer a felicidade e a paz entre os homens.
2Ί - Preparar o educando para o exercício da cidadania – Se de um lado, primordialmente, devemos ter como grande finalidade do nosso magistério o ministério de fazer o bem às pessoas, fazer o bem é preparar nosso para o exercício exemplar e pleno da cidadania.
O cidadão não começa quando os pais registram seus filhos no cartório nem quando os filhos, aos dezoito anos, tiram suas carteira de identidade civil, a cidadania começa na escola, desde os primeiros anos da educação infantil e se estende à educação superior, nas universidades; começa com o fim do medo de perguntar, de inquirir o professor, de cogitar outras possibilidades do fazer, enfim, quando o aluno aprende a fazer fazer, a construir espaço de sua utopia e criar um clima de paz e bem-estar social, política e econômico no meio social.
3Ί - Construir uma escola democrática – A gestão democrática é a palavra de ordem na administração das escolas. Os educadores que atuarão no novo milênio devem ter na gestão democrática um princípio em que não arredam pé, não abrem mão.
Quanto mais a escola for democrática, mais transparente. Quanto mais a escola é democrática, menos erra, tem mais acerto e possibilidade de atender com eqüidade as demandas sociais. Quanto mais exercitamos a gestão democrática nas escolas, mais no preparamos para a gestão da sociedade política e civil organizada.
Aqui, pois, reside uma possibilidade concreta: chegar à universidade e concluir um curso de educação superior e estar preparado para tarefas de gestão na governo do Estado, nas prefeituras municipais e nos órgãos governamentais.
Quem exercita a democracia em pequenas unidades escolares, constrói um espaço próprio e competente para assumir responsabilidades maiores na estrutura do Estado. Portanto, quem chega à universidade não deve nunca descartar a possibilidade de inserção no meio político e poder exercitar a melhor política do mundo, a democracia.
4Ί - Qualificar o educando para progredir no mundo do trabalho – Por mais que a escola qualifique seus recursos humanos, por mais que adquira o melhor do mundo tecnológico, por mais que atualize suas ações pedagógicas, era sempre estará marcando passo frente às novas transformações cibernéticas, mas a escola, através de seus professores, poderá qualificar o educando para aprender a progredir no mundo do trabalho, o que eqüivale a dizer a oferecer instrumentos para dar respostas, não acabadas ( porque a vida é processo inacabado) às novas demandas sociais, sem medo de perdas, sem medo de mudar, sem medo de se qualificar, sem medo do novo, principalmente o novo que vem nas novas ocupações e empregabilidade.
5Ί - Fortalecer a solidariedade humana – É papel da escola favorecer a solidariedade, mas não a solidariedade de ocasião, que nasce de uma catástrofe, mas do laço recíproco e cotidiano e de amor entre as pessoas. A solidariedade que cabe à escola ensinar é a solidariedade que não nasce apenas das perdas materiais, mas que chega como adesão às causas maiores da vida, principalmente às referentes à existência humana.
Enfim, é na solidariedade que a escola pode desenvolver, no aluno-cidadão, o sentido de sua adesão às causas do ser e apego à vida de todos os seres vivos, aos interesses da coletividade e às responsabilidades de uma sociedade a todo instante transformada e desafiada pela modernidade.
6Ί - Fortalecer a tolerância recíproca – Um dos mais importantes princípios de quem ensina e trabalha com crianças, jovens e adultos é o da tolerância, sem o qual todo magistério perde o sentido de ministério, de adesão aos processos de formação do educando.
A tolerância começa na aceitação, sem reserva, das diferenças humanas, expressas na cor, no cheiro, no falar e no jeito de ser de cada educando.
Só a tolerância é capaz de fazer o educador admitir modos de pensar, de agir e de sentir que diferente dos de um indivíduo ou de grupos determinados, políticos ou religiosos.
7Ί - Zelar pela aprendizagem dos alunos – Muitos de nós professores, principalmente os do magistério da educação escolar, acreditam que o importante, em sala de aula, é o instruir bem, o que pode ser traduzido, ter domínio de conhecimento da matéria que ministra aula.
No entanto, o domínio de conhecimento não deve estar dissociado da capacidade de ensinar, de fazer aprender. De que adiante e conhecimento e não saber, de forma autônoma e crítica, aplicar as informações?
O conhecimento não se faz apenas com metalinguagem, com conceitos a, b ou c, e sim, com didática, com pedagogia do desenvolvimento do ser humano, sua mediação fundamental.
O zelo pela aprendizagem passa pela recuperação daqueles que têm dificuldade de assimilar informações, sejam por limitações pessoais ou sociais. Daí, a necessidade de uma educação dialógica, marcada pela troca de idéias e opiniões, de uma conversa colaborativa em que não se cogita o insucesso do aluno.
Se o aluno fracassa, a escola também fracassou. A escola deve riscar do dicionário a palavra FRACASSO. Quando o aluno sofre com o insucesso, também fracassa o professor. A ordem, pois, é fazer sempre progredir, dedicar-se mais do que as horas oficialmente destinadas ao trabalho e reconhecer que nosso magistério é missão, às vezes árdua, mas prazerosa, às vezes sem recompensa financeira condigna que merecemos, mas que pouco a pouco vamos construindo a consciência na sociedade, principalmente a política, de que a educação, se não é panacéia, é o caminho mais seguro para reverter as situações mais inquietantes e vexatórias da vida social.
8Ί- Colaborar com a articulação da escola com a família – O professor do novo milênio deve ter em mente que o profissional de ensino não é mais pedestal, dono da verdade, representante de todos os saberes, capaz de dar respostas para tudo. Articular-se com as famílias é a primeira missão dos docentes, inclusive para contornar situações desafiadoras em sala de aula.
Quanto mais conhecemos a família dos nossos alunos, mais os entendemos e mais os amamos. Uma criança amada é disciplinada. Os pais, são, portanto, coadjuvantes do processo ensino-aprendizagem, sem os quais nossa ensinança fica coxa, não vai adiante, não educa.
A sala de aula não é sala-de-estar do nosso lar, mas nada impede que os pais possam ajudar nos desafios da pedagogia dos docentes nem inoportuno é que os professores se aproximam dos lares para conhecerem de perto a realidade dos alunos e possam juntos, pais e professores, fazer a aliança de uma pedagogia de conhecimento mútuo, compartilhado e mais solidário.
9Ί - Participar ativamente da proposta pedagógica da escola – A proposta pedagógica não deve ser exclusividade dos diretores da escola. Cabe ao professor participar do processo de elaboração da proposta pedagógica da escola até mesmo para definir de forma clara os grandes objetivos da escola para seus educandos.
Um professor que não participa, se trumbica, se perde na solidão de suas aulas e não tem como pensar-se como ser participante de um processo maior, holístico e globalizado. O mundo globalizado para o professor começa por sentir-se parte no seu chão das decisões da escola, da sua organização administrativa e pedagógica.
10Ί - Respeitar as diferenças – Se de um lado, devemos levantar a bandeira da tolerância, como um dos princípios do ensino, o respeito às diferenças conjuga-se com esse princípio, de modo a favorecer a unidade na diversidade, a semelhança na dessemelhança. Decerto, o respeito às diferenças de linguagem, às variedades lingüísticas e culturais, é a grande tarefa dos educadores do novo milênio.
O respeito às diferenças não tem sido uma prática no nosso cotidiano, mas, depois de cinco séculos de civilização tropical, descobrimos que a igualdade passa pelo respeito às diferenças ideológicas, às concepções plurais de vida, de pedagogia, às formas de agir e de ser feliz dos gêneros humanos.
O educador, pois, deve ter a preocupação é reeducar-se de forma contínua uma vez que nossa sociedade ainda traz no seu tecido social as teorias da homogeneidade para as realizações humanas, teoria que, depois de 500 anos, conseguiu apenas reforçar as desigualdades sociais. Nossa missão, é dizer que podemos amar, viver e ser felizes com as diferenças, pois, nelas, encontraremos nossas semelhanças históricas e ancestrais: é, dessa maneira, a nossa forma de dizer ao mundo que as diferenças nunca diminuem, e sim, somam valores e multiplicam os gestos de fraternidade e paz entre os homens.

7. Webliografia do autor

Vicente Martins, brasileiro, é professor de Lingüistica e Leitura do Centro de Letras e Artes da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA), de Sobral, Estado do Ceará, Brasil. Graduado e pós-graduado em Letras pela Universidade Estadual do Ceará (UECE) com mestrado em educação brasileira pela Universidade Federal do Ceará (UFC).

MARTINS, Vicente. (2001). "Como se preparar para o provão de Letras". Disponível na Internet: http://www.estudando.com/. [Letras]. Capturado em 13 de setembro de 2001.
2. MARTINS, Vicente. (2001). "Como as mulheres superaram os homens nas letras". Disponível na Internet: http://www.estudando.com/. [Letras]. Capturado em 13 de setembro de 2001.
3. MARTINS, Vicente. (2001). "O latim e as mudanças de valores no século XXI". Disponível na Internet:
4. http://www.estudando.com/. [Letras]. Capturado em 13 de setembro de 2001.
5. MARTINS, Vicente. (2001). "Uma doença da classe média". Disponível na Internet: http://www.estudando.com/. [Letras]. Capturado em 13 de setembro de 2001.
6. MARTINS, Vicente. (2001). "Delinqüência juvenil e leitura". Disponível na Internet: http://www.estudando.com/. [Letras]. Capturado em 13 de setembro de 2001.
7. MARTINS, Vicente. (2001). "Como descobrir uma criança disléxica". Disponível na Internet: http://www.estudando.com/. [Letras]. Capturado em 13 de setembro de 2001.
8. MARTINS, Vicente. (2001). "Encontro com os poetas da geração de 45". Disponível na Internet: http://www.estudando.com/. [Letras]. Capturado em 13 de setembro de 2001.
9. MARTINS, Vicente. (2001). "Os profissionais de Letras na sociedade informática". Disponível na Internet: http://www.estudando.com/. [Letras]. Capturado em 13 de setembro de 2001.
10. MARTINS, Vicente. (2001). "Como ensinar português". Disponível na Internet: http://www.estudando.com/. [Letras]. Capturado em 13 de setembro de 2001.
11. MARTINS, Vicente. (2001). "A gramática do apagão". Disponível na Internet: http://www.estudando.com/. [Letras]. Capturado em 13 de setembro de 2001.

8. Bibliografia

ALÉGRIA, Jésus, LEYBAERT, Jacqueline e MOUSTY, Philippe. (1997). " Aquisição da leitura e distúrbios associados: avaliação, tratamento e teoria" In GREGÓIRE, Jacques, PIÉRART, Bernadette (orgs.). Avaliação dos problemas de leitura: os novos modelos teóricos e suas implicações diagnósticas. p. 105-124.
BRAIBANT, Jean-Marc. (1997). " A decodificação e a compreensão: dois componentes essenciais da leitura no 2Ί ano primário" In GREGÓIRE, Jacques, PIÉRART, Bernadette (orgs.). Avaliação dos problemas de leitura: os novos modelos teóricos e suas implicações diagnósticas. p. 167-187.
BUNCE, Betty H. (1996). Processos normais relacionados à linguagem e à aprendizagem – A linguagem de sala de aula. In GERBER, Adele. Problemas de aprendizagem relacionados à linguagem: sua natureza e tratamento. Tradução de Sandra Costa. Porto Alegre: Artes Médicas. P.136-157
CONDEMARÍN, Mabel, BLOMQUIST, Marlys. (1989). Dislexia:manual de leitura corretiva. Tradução de Ana Maria Netto Machado;;
DAMICO, Jack S., SIMON, Charlann S. (1996). Prestação de serviços a estudantes com distúrbios de aprendizagem relacionados à linguagem – Avaliando capacidades de linguagem em crianças em idade escolar. In GERBER, Adele. Problemas de aprendizagem relacionados à linguagem: sua natureza e tratamento. Tradução de Sandra Costa. Porto Alegre: Artes Médicas. P. 268-285.
DEHANT, André. (1997). " Aprender a ler na escola maternal". In GREGÓIRE, Jacques, PIÉRART, Bernadette (orgs.). Avaliação dos problemas de leitura: os novos modelos teóricos e suas implicações diagnósticas. Tradução de Maria Regina Bordes Osório. Porto Alegre: Artes Médicas.p.81-94.
DEJONG-ESTIENNE, Françoise. (1997). " O exame da leitura e sua problemática: reflexões de uma terapeuta". In GREGÓIRE, Jacques, PIÉRART, Bernadette (orgs.). Avaliação dos problemas de leitura: os novos modelos teóricos e suas implicações diagnósticas. Tradução de Maria Regina Bordes Osório. Porto Alegre: Artes Médicas.p.95-102.
DEMONT, Élisabeth (1997). " Consciência fonológica, consciência sintática: que papel(ou papéis) desempenha na aprendizagem eficaz da leitura?" In GREGÓIRE, Jacques, PIÉRART, Bernadette (orgs.). Avaliação dos problemas de leitura: os novos modelos teóricos e suas implicações diagnósticas. p. 189-214.
DOCKRELL, Julie e MESHANC, John. (2000). Crianças com dificuldades de aprendizagem: uma abordagem cognitiva. Tradução de Andrea Negreda. Porto Alegre: Artes Médicas.
ELLIS, Andrew W. (1995). Leitura, escrita e dislexia: uma análise cognitiva. Tradução de Dayse Batista. Porto Alegre: Artes Médicas.
ESTIENNE, Francoise, HAZAN, K. (2001). Tratamento - Orientações psicognitivas – As terapias integradas, inspiradas na Análise Transacional e na Programação neurolingüística. In: HOUT, Anne Van, ESTIENNE, Françoise. Dislexias: descrição, avaliação, explicação e tratamento. Tradução de Cláudia Schilling. Porto Alegre: Artmed
ESTIENNE, Francoise. (2001). Avaliação – O procedimentodo exame. In: HOUT, Anne Van, ESTIENNE, Françoise. Dislexias: descrição, avaliação, explicação e tratamento. Tradução de Cláudia Schilling. Porto Alegre: Artmed.
ESTIENNE, Francoise. (2001). Tratamento – Retrospectiva histórica – As terapias da linguagem escrita: retrospectiva das correntes da Escola Francesa. In: HOUT, Anne Van, ESTIENNE, Françoise. (2001). Dislexias: descrição, avaliação, explicação e tratamento. Tradução de Cláudia Schilling. Porto Alegre: Artmed.
FIJALKOW, Jacques e LIVA, Angeline. (1997). " Clareza cognitiva e iniciação na escrita: elaboração de um instrumento de avaliação" In GREGÓIRE, Jacques, PIÉRART, Bernadette (orgs.). Avaliação dos problemas de leitura: os novos modelos teóricos e suas implicações diagnósticas. p. 217-245
FONSECA, Vítor. (1995). Introdução às dificuldades de aprendizagem. Porto Alegre: Artes Médicas.
GARCÍA, Jesus Nicasio. (1998). Manual de dificuldades de aprendizagem: linguagem, leitura, escrita e matemática. Tradução de Jussara Haubert Rodrigues. Porto Alegre: Artes Médicas.
GÉRARD, C. L. (2001). Explicação – Transtornos lingüísticos – Transtornos da linguagem oral e da leitura. In: HOUT, Anne Van, ESTIENNE, Françoise. Dislexias: descrição, avaliação, explicação e tratamento. Tradução de Cláudia Schilling. Porto Alegre: Artmed.
GERBER, Adele . (1996). A intervenção da linguagem interdisciplinar na educação. In GERBER, Adele. Problemas de aprendizagem relacionados à linguagem: sua natureza e tratamento. Tradução de Sandra Costa. Porto Alegre: Artes Médicas. P. 288-303.
GERBER, Adele . (1996). A natureza dos distúrbios de aprendizagem – Correlatos neuropsicológicos dos distúrbios de aprendizagem. In GERBER, Adele. Problemas de aprendizagem relacionados à linguagem: sua natureza e tratamento.
Tradução de Sandra Costa. Porto Alegre: Artes Médicas. P. 162-182.
GERBER, Adele . (1996). A natureza dos distúrbios de aprendizagem –Correlatos lingüísticos dos distúrbios de aprendizagem. In GERBER, Adele. Problemas de aprendizagem relacionados à linguagem: sua natureza e tratamento. Tradução de Sandra Costa. Porto Alegre: Artes Médicas. P. 184-231.
GERBER, Adele . (1996). A natureza dos distúrbios de aprendizagem –Correlatos cognitivos e psicossociais dos distúrbios de aprendizagem. In GERBER, Adele. Problemas de aprendizagem relacionados à linguagem: sua natureza e tratamento. Tradução de Sandra Costa. Porto Alegre: Artes Médicas. P. 234-264.
GERBER, Adele . (1996). Apêndice: lendo passagens de elevada e baica complexidade sintática e semântica. In GERBER, Adele. Problemas de aprendizagem relacionados à linguagem: sua natureza e tratamento. Tradução de Sandra Costa. Porto Alegre: Artes Médicas. P. 371-372.
GERBER, Adele . (1996). Apêndice: questionários sobre o desempenho do estudante. In GERBER, Adele. Problemas de aprendizagem relacionados à linguagem: sua natureza e tratamento. Tradução de Sandra Costa. Porto Alegre: Artes Médicas. P. 305-307.
GERBER, Adele . (1996). Intervenção: prevenindo ou revertendo o ciclo de fracasso. In GERBER, Adele. Problemas de aprendizagem relacionados à linguagem: sua natureza e tratamento. Tradução de Sandra Costa. Porto Alegre: Artes Médicas. P. 310-369.
GERBER, Adele . (1996). Problemas de aprendizagem relacionados à linguagem: sua natureza e tratamento. Tradução de Sandra Costa. Porto Alegre: Artes Médicas. 362p.
GILLEROT, Y. (2001). Modelos biológicos - Os aspectos genéticos. In HOUT, Anne Van, ESTIENNE, Françoise. Dislexias: descrição, avaliação, explicação e tratamento. Tradução de Cláudia Schilling. Porto Alegre: Artmed.
GREGÓIRE, Jacques e PIÉRART, Bernardette. (1997). Avaliação dos problemas de leitura: os novos modelos teóricos e suas implicações diagnósticas. Tradução de Maria Regina Borges Osório. Porto Alegre: Artes Médicas.
GREGÓIRE, Jacques, PIÉRART, Bernadette (orgs.). (1997). Avaliação dos problemas de leitura: os novos modelos teóricos e suas implicações diagnósticas. Tradução de Maria Regina Bordes Osório. Porto Alegre: Artes Médicas.
GRÉGOIRE, Jacques. (1997). " O diagnóstico dos distúrbios de aquisição da leitura". In GREGÓIRE, Jacques, PIÉRART, Bernadette (orgs.). Avaliação dos problemas de leitura: os novos modelos teóricos e suas implicações diagnósticas. Tradução de Maria Regina Bordes Osório. Porto Alegre: Artes Médicas.p.35-49.
HARRIS, Theodore L, HODGES, Richard E. (1999). Dicionário de alfabetização: vocabulário de leitura e escrita. Porto Alegre: Artes Médicas
HERMANS, B. (2001). Explicação – Distúrbios instrumentais – Distúrbios de ordem temporal. In: HOUT, Anne Van, ESTIENNE, Françoise. Dislexias: descrição, avaliação, explicação e tratamento. Tradução de Cláudia Schilling. Porto Alegre: Artmed.
HOUT, Anne Van, ESTIENNE, Françoise. (2001). Dislexias: descrição, avaliação, explicação e tratamento. Tradução de Cláudia Schilling. Porto Alegre: Artmed.
HOUT, Anne Van, EVRARD, Ph. (2001). Tratamento – Orientações Orientações neurológicas e neuropsicológicas – Os medicamentos: ferramentas preciosas e abusos irresponsáveis. In: HOUT, Anne Van, ESTIENNE, Françoise. Dislexias: descrição, avaliação, explicação e tratamento. Tradução de Cláudia Schilling. Porto Alegre: Artmed.
HOUT, Anne Van. (2001). Tratamento – Orientações Orientações neurológicas e neuropsicológicas – Reeducação dos erros e dos distúrbios cognitivos. In: HOUT, Anne Van, ESTIENNE, Françoise. Dislexias: descrição, avaliação, explicação e tratamento. Tradução de Cláudia Schilling. Porto Alegre: Artmed
HOUT, Anne Van. (2001). Tratamento – Orientações Orientações neurológicas e neuropsicológicas – Reeducação da predominância ou das estratégias hemisféricas. In: HOUT, Anne Van, ESTIENNE, Françoise. Dislexias: descrição, avaliação, explicação e tratamento. Tradução de Cláudia Schilling. Porto Alegre: Artmed
HOUT, Anne Van. (2001). Tratamento – Orientações Orientações neurológicas e neuropsicológicas – Reeducação da motilidade ocular. In: HOUT, Anne Van, ESTIENNE, Françoise. Dislexias: descrição, avaliação, explicação e tratamento. Tradução de Cláudia Schilling. Porto Alegre: Artmed.
HOUT, Anne Van. (2001). Tratamento – Orientações Orientações neurológicas e neuropsicológicas – Isso não é uma conclusão. In: HOUT, Anne Van, ESTIENNE, Françoise. Dislexias: descrição, avaliação, explicação e tratamento. Tradução de Cláudia Schilling. Porto Alegre: Artmed.
HOUT, Anne Van. (2001). Descrição- Descobertas e definições. In: HOUT, Anne Van, ESTIENNE, Françoise. Dislexias: descrição, avaliação, explicação e tratamento. Tradução de Cláudia Schilling. Porto Alegre: Artmed.
HOUT, Anne Van. (2001). Avaliação – As análises de erros - Primeiras abordagens neurolingüísticas. In: HOUT, Anne Van, ESTIENNE, Françoise. (2001). Dislexias: descrição, avaliação, explicação e tratamento. Tradução de Cláudia Schilling. Porto Alegre: Artmed.
HOUT, Anne Van. (2001). Avaliação – As análises de erros – Comparações entre as dislexias de desenvolvimento e as alexias do adulto. In: HOUT, Anne Van, ESTIENNE, Françoise. Dislexias: descrição, avaliação, explicação e tratamento. Tradução de Cláudia Schilling. Porto Alegre: Artmed.
HOUT, Anne Van. (2001). Avaliação – As análises de erros – O debate do racicínio analógico. In: HOUT, Anne Van, ESTIENNE, Françoise. Dislexias: descrição, avaliação, explicação e tratamento. Tradução de Cláudia Schilling. Porto Alegre: Artmed.
HOUT, Anne Van. (2001). Explicação – Distúrbios instrumentais – Distúrbios visuoespaciais. In: HOUT, Anne Van, ESTIENNE, Françoise. (2001). Dislexias: descrição, avaliação, explicação e tratamento. Tradução de Cláudia Schilling. Porto Alegre: Artmed.
HOUT, Anne Van. (2001). Explicação – Distúrbios metalingüísticos – Distúrbios da denominação. In: HOUT, Anne Van, ESTIENNE, Françoise. (2001). Dislexias: descrição, avaliação, explicação e tratamento. Tradução de Cláudia Schilling. Porto Alegre: Artmed.
HOUT, Anne Van. (2001). Explicação – Distúrbios metalingüísticos – Distúrbios metafonológicos. In: HOUT, Anne Van, ESTIENNE, Françoise. (2001). Dislexias: descrição, avaliação, explicação e tratamento. Tradução de Cláudia Schilling. Porto Alegre: Artmed.
HOUT, Anne Van. (2001). Explicação – Distúrbios metalingüísticos – Distúrbios da memória verbal. In: HOUT, Anne Van, ESTIENNE, Françoise. Dislexias: descrição, avaliação, explicação e tratamento. Tradução de Cláudia Schilling. Porto Alegre: Artmed.
HOUT, Anne Van. (2001). Explicação – Distúrbios neurológicos – Distúrbios da lateralidade e falta de habilidade manual. In: HOUT, Anne Van, ESTIENNE, Françoise. Dislexias: descrição, avaliação, explicação e tratamento. Tradução de Cláudia Schilling. Porto Alegre: Artmed.
HOUT, Anne Van. (2001). Explicação – Distúrbios neurológicos – Os canhotos e a segunda hipótese de Geschwind... In: HOUT, Anne Van, ESTIENNE, Françoise. Dislexias: descrição, avaliação, explicação e tratamento. Tradução de Cláudia Schilling. Porto Alegre: Artmed.
HOUT, Anne Van. (2001). Explicação – Distúrbios neurológicos – Disúrbuios do movimento ocular. In: HOUT, Anne Van, ESTIENNE, Françoise. Dislexias: descrição, avaliação, explicação e tratamento. Tradução de Cláudia Schilling. Porto Alegre: Artmed.
HOUT, Anne Van. (2001). Explicação – Distúrbios neurológicos – A teoria parietal e a primeira hipótese de Geschwind.. In: HOUT, Anne Van, ESTIENNE, Françoise. Dislexias: descrição, avaliação, explicação e tratamento. Tradução de Cláudia Schilling. Porto Alegre: Artmed.
HOUT, Anne Van. (2001). Explicação – Distúrbios neurológicos – Distúrbios da lateralização hemisférica.. In: HOUT, Anne Van, ESTIENNE, Françoise. Dislexias: descrição, avaliação, explicação e tratamento. Tradução de Cláudia Schilling. Porto Alegre: Artmed.
HOUT, Anne Van. (2001). Modelos biológicos - As alexias e as suas bases anatômicas. In: HOUT, Anne Van, ESTIENNE, Françoise. Dislexias: descrição, avaliação, explicação e tratamento. Tradução de Cláudia Schilling. Porto Alegre: Artmed.
HOUT, Anne Van. (2001). O acesso ao sentido na leitura - No leitor competente. In: HOUT, Anne Van, ESTIENNE, Françoise. Dislexias: descrição, avaliação, explicação e tratamento. Tradução de Cláudia Schilling. Porto Alegre: Artmed.
HOUT, Anne Van. (2001). O acesso ao sentido na leitura: -Na patologia (dislexia, hiperlexia). : HOUT, Anne Van, ESTIENNE, Françoise. Dislexias: descrição, avaliação, explicação e tratamento. Tradução de Cláudia Schilling. Porto Alegre: Artmed.
HOUT, AnneVan. (2001). Modelos biológicos - As anomalias do desenvolvimento cerebral. In: HOUT, Anne Van, ESTIENNE, Françoise. Dislexias: descrição, avaliação, explicação e tratamento. Tradução de Cláudia Schilling. Porto Alegre: Artmed.
KAUFMAN, Diana. (1996). Processos normais relacionados à linguagem e à aprendizagem - A natureza da Linguagem e sua aquisição. In GERBER, Adele. Problemas de aprendizagem relacionados à linguagem: sua natureza e tratamento. Tradução de Sandra Costa. Porto Alegre: Artes Médicas. P.51-71
KAUFMAN, Diana. (1996). Processos normais relacionados à linguagem e à aprendizagem – cognição e processamento de informações. In GERBER, Adele. Problemas de aprendizagem relacionados à linguagem: sua natureza e tratamento. Tradução de Sandra Costa. Porto Alegre: Artes Médicas. P.74-108
KAUFMAN, Diana. (1996). Processos normais relacionados à linguagem e à aprendizagem – Processamento da linguagem no discurso. In GERBER, Adele. Problemas de aprendizagem relacionados à linguagem: sua natureza e tratamento. Tradução de Sandra Costa. Porto Alegre: Artes Médicas. P.110-134.
LECOURS, André Roch, MELANÇON, Laurence e PARENTE, Maria Alice de Mattos Pimenta e VIDIGAL, Beatriz. (1997). " Os ares da linguagem escrita" In LECOURS, André Roch, PARENTE, Maria Alice de Mattos Pimenta. Dislexia: implicações do sistema de escrita do português. Porto Alegre: Artes Médicas. p. 153-162.
LECOURS, André Roch, CROISILE, Bernard e PARENTE, Maria Alice de Mattos Pimenta e VIDIGAL, Beatriz. (1997). " Correlações anatomoclínicas" In LECOURS, André Roch, PARENTE, Maria Alice de Mattos Pimenta. Dislexia: implicações do sistema de escrita do português. Porto Alegre: Artes Médicas. p. 143-151.
LECOURS, André Roch, PARENTE, Maria Alice de Mattos Pimenta (1997). Dislexia: implicações do sistema de escrita do português. Porto Alegre: Artes Médicas.
LECOURS, André Roch, PARENTE, Maria Alice de Mattos Pimenta. (1997). "O cérebro e o espírito" In LECOURS, André Roch, PARENTE, Maria Alice de Mattos Pimenta. Dislexia: implicações do sistema de escrita do português. Porto Alegre: Artes Médicas. p. 163-170
LECOURS, André Roch, TAINTURIER, Marie Joseph e PARENTE, Maria Alice de Mattos Pimenta. (1997). " Teoria dos códigos alfabéticos" In LECOURS, André Roch, PARENTE, Maria Alice de Mattos Pimenta. Dislexia: implicações do sistema de escrita do português. Porto Alegre: Artes Médicas. p. 57-84.
LECOURS, André Roch, TAINTURIER, Marie Joseph, PARENTE, Maria Alice de Mattos Pimenta e VIDIGAL, Beatriz. (1997). " Dislexias e disgrafias" In LECOURS, André Roch, PARENTE, Maria Alice de Mattos Pimenta. Dislexia: implicações do sistema de escrita do português. Porto Alegre: Artes Médicas. p. 123-141.
LECOURS, André Roch, TAINTURIER, Marie Joseph. (1997). " Arquiteturas funcionais". In LECOURS, André Roch, PARENTE, Maria Alice de Mattos Pimenta. Dislexia: implicações do sistema de escrita do português. Porto Alegre: Artes Médicas. p. 27-39.
LECOURS, André Roch. (1997). "Origens e evolução da escrita". In LECOURS, André Roch, PARENTE, Maria Alice de Mattos Pimenta. Dislexia: implicações do sistema de escrita do português. Porto Alegre: Artes Médicas. p. 15-25.
LECOURS, André Roch. , PARENTE, Maria Alice de Mattos Pimenta, TEIXEIRA, Maria e SILVEIRA, Adriana da. (1997). " Paralexias e paragrafias" In LECOURS, André Roch, PARENTE, Maria Alice de Mattos Pimenta. Dislexia: implicações do sistema de escrita do português. Porto Alegre: Artes Médicas. p. 107-122.
LEYBAERT, Jacqueline, ALÉGRIA, Jésus, DELTOUR, Jean-Jacques e SKINKEL, Raymond.. (1997). " Aprender a ler: o papel da linguagem, da consciência fonológica e da escola" In GREGÓIRE, Jacques, PIÉRART, Bernadette (orgs.). Avaliação dos problemas de leitura: os novos modelos teóricos e suas implicações diagnósticas. p. 143-166.
Livro: Avaliação dos problemas de leitura: os novos modelos teóricos e suas implicações diagnósticas.
Livro: Dislexia: implicações do sistema de escrita do português.
MOUSTY, Philippe, LEYBAERT, Jacqueline, ALÉGRIA, Jésus, CONTENT, Alan e MORAIS, José. (1997). " BELEC: uma bateria de avaliação da linguagem escrita e de seus distúrbios" In GREGÓIRE, Jacques, PIÉRART, Bernadette (orgs.). Avaliação dos problemas de leitura: os novos modelos teóricos e suas implicações diagnósticas. p. 125-142.
PAGÈS, F. (2001). Tratamento - Orientações psicognitivas – Teoria da gestão mental aplicada à leitura. . In: HOUT, Anne Van, ESTIENNE, Françoise. Dislexias: descrição, avaliação, explicação e tratamento. Tradução de Cláudia Schilling. Porto Alegre:
Artmed
PARENTE, Maria Alice de Mattos Pimenta, MIRNA, Lie Hosogi, LECOURS, André Roch. (1997). " Conduta clínica" In LECOURS, André Roch, PARENTE, Maria Alice de Mattos Pimenta. Dislexia: implicações do sistema de escrita do português. Porto Alegre: Artes Médicas. p. 85-105.
PARENTE, Maria Alice de Mattos Pimenta, SILVEIRA, Adriana da e LECOURS, André Roch. (1997). " As palavras do português escrito". In LECOURS, André Roch, PARENTE, Maria Alice de Mattos Pimenta. Dislexia: implicações do sistema de escrita do português. Porto Alegre: Artes Médicas. p. 42-55. PARTZ, M. P. de. (2001).Modelos de leitura - Os modelos da leitura competente. In: HOUT, Anne Van, ESTIENNE, Françoise. (2001). Dislexias: descrição, avaliação, explicação e tratamento. Tradução de Cláudia Schilling. Porto Alegre: Artmed.
PARTZ, Marie-Pierre de. (1997). " A avaliação da leitura em neuropsicologia". In GREGÓIRE, Jacques, PIÉRART, Bernadette (orgs.). Avaliação dos problemas de leitura: os novos modelos teóricos e suas implicações diagnósticas. Tradução de Maria Regina Bordes Osório. Porto Alegre: Artes Médicas.p.53-69.PIÉRART, B. (2001). Avaliação – As ferramentas de avaliação da leitura. In: HOUT, Anne Van, ESTIENNE, Françoise. (2001). Dislexias: descrição, avaliação, explicação e tratamento. Tradução de Cláudia Schilling. Porto Alegre: Artmed.
PIÉRART, B. (2001). Modelos de leitura - Os modelos genéticos e as dislexias. In: HOUT, Anne Van, ESTIENNE, Françoise. Dislexias: descrição, avaliação, explicação e tratamento. Tradução de Cláudia Schilling. Porto Alegre: Artmed.
PIÉRART, Bernadette. (1997). "A fragmentação do conceito de dislexia". In GREGÓIRE, Jacques, PIÉRART, Bernadette (orgs.).Avaliação dos problemas de leitura: os novos modelos teóricos e suas implicações diagnósticas. Tradução de Maria Regina Bordes Osório. Porto Alegre: Artes Médicas.p.19-33.PIÉRART, Bernadette. (1997). "As dislexias do desenvolvimento: uma virada conceptual e metodológica nos modelos dos distúrbios de leitura na criança". GREGÓIRE, Jacques, PIÉRART, Bernadette (orgs.). Avaliação dos problemas de leitura: os novos modelos teóricos e suas implicações diagnósticas. Tradução de Maria Regina Bordes Osório. Porto Alegre: Artes Médicas.p.11-15.
SCHOLÖGEL, X. (2001). Avaliação – Exame neurológico. In: HOUT, Anne Van, ESTIENNE, Françoise. Dislexias: descrição, avaliação, explicação e tratamento. Tradução de Cláudia Schilling. Porto Alegre: Artmed.
SERON, Xavier.(1997). " Leitura e escrita de números". In GREGÓIRE, Jacques, PIÉRART, Bernadette (orgs.). Avaliação dos problemas de leitura: os novos modelos teóricos e suas implicações diagnósticas. Tradução de Maria Regina Bordes Osório. Porto Alegre: Artes Médicas.p.71-77.
SERRANO, J. A. (2001). Tratamento – Orientações psicoafetivas– Aspectos psicoafetivos na dislexia. In: HOUT, Anne Van, ESTIENNE, Françoise. Dislexias: descrição, avaliação, explicação e tratamento. Tradução de Cláudia Schilling. Porto Alegre: Artmed.
SISTO, Fermino Fernandes et alii. (orgs.). (2000). Atuação psicopedagógica e aprendizagem escolar. Petrópolis, RJ: Vozes.
SMITH, Frank. (1999). Leitura significativa. Tradução de Beatriz Affonso Neves. Porto Alegre: Artes Médicas.
VALDOIS, S. (2001). Modelos de leitura - As grandes etapas da aprendizagem. In: HOUT, Anne Van, ESTIENNE, Françoise. (2001). Dislexias: descrição, avaliação, explicação e tratamento. Tradução de Cláudia Schilling. Porto Alegre: Artmed.
Este trabalho resulta dos trabalhos de investigação do professor Vicente Martins sobre as Dificuldades de Aprendizagem relacionadas à Linguagem.
A informação aqui apresentada não substitui a consulta de um médico ou profissional especializado. Para obter informações mais precisas e indicadas para o seu caso específico, consulte o seu médico de família ou um especialista na área de Distúrbios de Linguagem.

 

 

Trabajo enviado por:
Vicente MARTINS
vicente.martins[arroba]uol.com.br

 
As opiniões expressas em todos os documentos publicados aqui neste site são de responsabilidade exclusiva dos autores e não de Monografias.com. O objetivo de Monografias.com é disponibilizar o conhecimento para toda a sua comunidade. É de responsabilidade de cada leitor o eventual uso que venha a fazer desta informação. Em qualquer caso é obrigatória a citação bibliográfica completa, incluindo o autor e o site Monografias.com.