Mulheres Guerreiras

  1. As Amazonas da Grécia Clássica
  2. Combates
  3. Amazonas – da Grécia para o Novo Mundo
  4. Uma etimologia controversa
  5. Fontes principais

As mulheres já não estão alheias ou na retaguarda da guerra como aconteceu durante milénios. Hoje não só estão nas tomadas de decisão como no campo de batalha. Ocasião para fazermos uma breve incursão pelo mito das mais famosas mulheres guerreiras – as Amazonas

A lenda das mulheres guerreiras ou Amazonas terá tido início com a batalha de Termodonte, quando os Gregos saíram vitoriosos da batalha contra essas estranhas mulheres. As que ficaram prisioneiras foram levadas nos navios, mas no mar alto elas revoltaram-se e dizimaram os homens. Ignorantes das artes de navegar andaram à deriva e chegaram ao Mar de Azov, onde habitavam os Citas.

As Amazonas conseguem de início roubar-lhes os cavalos, mas os Citas acabam vencedores. Só depois de verem os seus corpos inanimados os Citas se aperceberam que tinham estado a lutar contra mulheres. Estranha é a atitude deste dos Citas que, em vez de dizimarem as Amazonas, lhes proporcionam acampamentos junto dos jovens da tribo para «incentivar» o acasalamento para que nasçam homens guerreiros superiores fisicamente. Mas isto passou-se há mais de seis mil anos!

As Amazonas habituadas à sua liberdade acabam por partir e ir viver para lá do Rio Tánis (actual Rio Dom).

As Amazonas são o primeiro e mais persistente mito de mulheres libertas vivendo em comunidades. Poderosas porque manejavam armas e curioso é referir que esse factor de superioridade era marcante para os homens que se cruzavam com elas. Ter armas é, ontem como hoje, ter poder. Está estudado que as regiões onde viveram tinham grandes reservas de ferro. Daí serem elas próprias a fabricar as armas. E eram guerreiras porque queriam conquistar territórios para se instalarem. Quanto à descendência, como normalmente viviam perto do mar ou em ilhas, eram regularmente visitadas por homens aventureiros ou marinheiros, mais ou menos incautos, que de bom grado acasalavam com aquelas mulheres. Elas apenas ficavam com as filhas e repudiavam ou matariam os do sexo masculino. Eram (também) tempos da barbárie.

O sucesso e perenidade do interesse pelas Amazonas prende-se precisamente por elas encarnarem uma sociedade onde os papeis sociais estavam invertidos. Mulheres a lutar, possuidoras de cavalos e armas e sem família tradicional organizada fizeram o fascínio e ficaram imortalizados em contos e lendas populares de um universo vastíssimo.

No séc. III a.C. as Amazonas já teriam atingido a Grécia, antes apenas se conheciam localizadas na Ásia Menor. Durante séculos as suas estórias povoaram o imaginários de Gregos e Romanos e mais tarde com Colombo o mito foi transposto para o Novo Mundo. A presença das famosas guerreiras na guerra de Tróia ficou como elemento importante do mito e na Ilíada. Príamo recorda os tempos em que ele e os seus homens as combateram. Eles consideravam-nas mesmo «antineirai» que significa «equivalente aos homens», portanto seus pares. O herói da Ilíada Aquiles travará um combate com Pentesileia, rainha das Amazonas.

Na Eneida de Virgílio (70-19-a.C.) poema épico fala-se da Guerra de Tróia e das Amazonas.

Segundo os especialistas o mito das Amazonas encontra-se em todos os continentes, excepto na Oceânia. Elas são dadas como certas na China, nas «ilhas misteriosas», em relatos de navegadores árabes do séc. XI a XIII. através do folclore da Escandinávia, da Rússia, da Boémia, de África e das Índias. Podemos seguir o rasto de relatos da sua existência e concluir que as Amazonas impressionaram vivamente homens de todos os tempos. Elas foram e são um tema recorrente e têm servido de inspiração a obras literárias e seduziram e seduzem pintores, escultores, compositores, autores de teatro.

As Amazonas da Grécia Clássica

Sabe-se que as Amazonas se radicaram na ilha de Lesbos, pátria de Safo – a maior poetisa da Grécia clássica (séc. VII e VI a.C.), em Lemnos e na Samotrácia, mais a Norte. Segundo a mitologia grega, as Amazonas eram filhas do deus Ares (deus da guerra, filho de Zeus) e da ninfa Harmonia (ligada ao culto dos deuses de Samotrácia). A mitologia destas mulheres diferentes vem da proto-história da Grécia. As Amazonas seriam originárias da Trácia ou das costas meridionais do Mar Negro (Cáucaso) e fixaram-se de início na Capadócia (hoje território turco) habitando as margens do Rio Termodonte. (No séc. XVII, Rubens pintou dois vigorosos quadros onde representa as lutas das Amazonas contra Teseu, precisamente sobre este rio). As Amazonas ter-se-iam apoderado de Éfeso, onde fundaram o mais antigo templo à deusa Ártemis, deusa esta conotada com o amor entre mulheres. Teriam fundado também a cidade de Mitilene, na Ilha de Lesbos, hoje francamente conotado com o lesbianismo, aspecto que enche inúmeras páginas da Internet. Há uma revista belga, de lésbicas com o nome de Pentesileia.

Também as mulheres mastectomatizadas se identificam com o nome das Amazonas.

Um dos encontros mais contados das Amazonas foi com os Argonautas que chegaram à Ilha de Lemnos. Foram bem recebidos, a ponto de ali permanecerem um ano, quase esquecendo a sua missão que era a demanda do «Velo de Ouro».

COMBATES

Os mais célebres combates destas mulheres audazes foram contra o coríntio Belerofonte (um dos heróis da Ilíada), que as vence e a quem Eurípedes dedicou uma tragédia; contra o herói de Atenas, Teseu que se apaixonou da rainha Hipólita, de cuja união nasceu Hipólito, protagonista de outra tragédia de Eurípedes (séc. V a.C.) e um dos poucos filhos de Amazonas que terá atingido a idade adulta, e que teve um fim trágico; contra Aquiles, outro herói de Homero, que se perde de amores por outra rainha das Amazonas Pentesileia. Neste caso, a Guerra de Tróia colocou os dois amantes em campos opostos. Aquiles venceu a rainha das Amazonas, mas no momento em que lhe enterrou a espada no peito sentiu-se subjugado pelo encanto da sua intrépida opositora; mas já era tarde. O mais representado combate é sem dúvida contra Hércules, sendo este confronto o oitavo dos chamados Doze Trabalhos de Hércules, que consistia em arrebatar o cinto de Hipólita. Esta, por amor, oferece-lho sem luta, mas a ciumenta mulher de Zeus, disfarçada de amazona, provocou a confusão entre as hostes e Hércules por engano mata Hipólita. Outra rainha das Amazonas, Talestris, teria vencido o rei persa, Ciro o Grande.

A longa Idade Média também escolheu as Amazonas como tema. Para muitos pintores elas foram pretexto para mostrarem o seu talento a delinear e pintar corpos femininos, que de outro modo não era permitido pelos cânones da época. No Renascimento o tema foi tomado com outro à vontade e mestria. São muitos os grandes pintores a imortaliza-las. E chegam aos nossos dias, sempre dando origem a novas interpretações.

Na A Divina Comédia de Dante e em Camões, mais precisamente em Os Lusíadas, influenciado pela Odisseia, quando a deusa Calipo demora Ulisses sob os encantos do amor, nos cantos IX e X na Ilha dos Amores, há nítida influência das ilhas povoadas por essas mulheres.

O simbolismo das Amazonas, como guerreiras foi também importante para as mulheres do período da Revolução Francesa (1789). Ficaram conhecidas, em 1790, as Amazonas de VIC (departamento dos Altos Pirinéus).

Amazonas – da Grécia para o Novo Mundo

Em 1492, Cristóvão Colombo, chegou, ao Novo Mundo, depois conhecido por América e não às Índias como era sua intenção e vamos ver como ele e os seus homens divulgaram o mito das Amazonas.

Colombo, no regresso da primeira viagem ao Novo Mundo, ao aportar a uma das ilhas das Caraíbas, sofreu, por parte de uma tribo guerreira, uma recepção francamente hostil. Sobre esse inesperado encontro escreveu a Luís de Santangel, homem de confiança dos Reis Católicos, nestes termos: «(...) é a primeira ilha que se encontra, para quem vai de Espanha rumo às Índias e onde não há nenhum homem. Estas mulheres não se ocupam de qualquer actividade feminina, só executam exercícios com o arco e flechas fabricados com canas e cobrem-se de lâminas de cobre que possuem em abundância».

Um dos pilotos que acompanhou o navegador Fernão de Magalhães contou ao italiano Filipo Pigafetta (1491-1534) que havia uma ilha só com mulheres. Pigafetta fala-nos da ilha Ocoloro, nas vizinhanças de Java (Ásia), onde as mulheres que «dando à luz algum filho, matam-no se fosse macho e, se mulher, conservam-na consigo. E tão esquivas se mostraram à conversação amorosa que, se algum homem ousasse desembarcar em sua ilha, pelejavam por tirar-lhe a vida».

O conquistador espanhol Hernán Cortés, quando explorava a costa ocidental do México, cerca de 1520, relatou ao imperador Carlos V que muita gente lhe afirmava que era verdade existir «uma ilha povoada de mulheres sem qualquer macho. Em certas épocas os homens de Terra Firme vão visitá-las, elas dão-se a eles e as que dão à luz filhas ficam com elas, se nascem machos rejeitam-nos».

Também, em 1535, Diego d’Almagro (1475-1538), que participou na conquista do Peru com Pizarro, disse ter ouvido, naquela zona, relatos de índios assegurando que havia uma vasta região dominada por mulheres cuja rainha se chamava Guanomilla (que significa céu de ouro) e que nessa tribos era tanto «metal branco e amarelo» que até os simples utensílios para preparar os alimentos eram manufacturados nesses metais preciosos.

UMA ETIMOLOGIA CONTROVERSA

Segundo os Gregos, as Amazonas para melhor manejarem o arco, as flechas e as lanças, comprimiriam, queimariam ou cortariam, na puberdade, o seio direito. Daí a origem do nome a (prefixo de negação) + mazós = peito (em grego), o que significa mulheres sem peito. Esta etimologia tem sido aceite sem contestação, não se percebe bem como. Como mulher o bom senso diz-me que nenhuma mulher queimaria ou reduziria, o seu órgão mais delicado e mais erótico fosse por que motivo fosse. Além do mais há bem pouco tempo Pierre Devambez publicou no Lexicon Iconographicum Mythologie Classicae, 819 espécimes de representações onde nunca as Amazonas aparecem só com um seio. O historiador Andre Tevet falou das Amazonas do Brasil, e também ele se recusou a aceitar que sacrificassem o seio direito, sem perigo de doença ou morte.

As mais antigas representações das Amazonas aparecem-nos em terracota e datam do séc. VII a.C. Depois são inúmeras nos vasos gregos(vasos áticos se figuras negras). Datam do provável encontro entre Aquiles e Pentesileia de 530-520 a.C. Há referências a mais de 60 nomes de Amazonas.

As Amazonas são na generalidade, representadas como mulheres bem constituídas, elegantes, usando a meia túnica, apertada na cintura, com um seio a descoberto e o outro sugerido, por baixo de vestes leves. Na mão têm o arco e às costas a aljava onde transportavam as setas. Também aparecem representadas com um machado de dois gumes em vez do arco.

Os escultores e pintores imortalizaram-nas e o mais célebre conjunto escultórico é o friso do mausoléu de Halicarnasso onde são perpetuadas lutando contra Hércules.

Rio das Amazonas

É possível que o maior rio da América do Sul tenha sido parcialmente navegado por portugueses, no início do séc. XVI, mas foi Vicente Pinzón (irmão de Martín Pinzón, que comandou a caravela Pinta na primeira viagem de Colombo), quem, em 1499 ou 1500, terá, pela primeira vez, chegado à foz do grande rio, a quem pôs o nome de «mar-dulce», pensando tratar-se de um mar.

Porém, hoje é aceite que foi o espanhol Francisco de Orellana quem o terá «descoberto», em Fevereiro de 1542. Este navegador fazia parte da expedição comandada por Gonzalo Pizarro, irmão do conquistador do Peru – Francisco Pizarro – que tinha saído de Quito, no Natal de 1541, com o objectivo de atravessar os Andes, em busca do El Dorado. Gonçalo Pizarro mandou Orellana à frente de um grupo de homens procurar provisões suficientes para poderem atravessar o inóspito território transandino. Porém, como Orellana não regressou nos doze dias combinados, Gonçalo Pizarro, julgando-o morto ou desaparecido, regressou a Quito. Frei Gaspar de Carvajal, que acompanhou Francisco de Orellana nessa fabulosa aventura, relata-nos o sucedido. A expedição, em Fevereiro de 1542, fez uma paragem junto ao Rio Napo (Equador) nas imediações do território dos índios irimaraezes que terão perguntado aos espanhóis se iam «visitar o território das Amurianos a quem eles chamavam ‘grandes senhoras’, pois, se o fizessem, se acautelassem porque elas eram muito numerosas e que os matariam». Carvajal descreveu os inúmeros encontros e acidentes. Em finais de Junho, por altura do São João, a expedição fez uma paragem para festejar o santo, mas de novo tiveram de enfrentar uma tribo hostil. Orellana tentou o entendimento, mas os aborígenes afirmaram «que nos apanhariam a todos para nos levarem às mulheres guerreiras». Os espanhóis responderam com o fogo das armas, a luta intensifica-se e o próprio Carvajal foi ferido. Surgem então as ditas mulheres com arcos e flechas em socorro da tribo. «Elas lutavam com tal ardor que os índios não ousavam recuar e se algum fugia à nossa frente eram elas quem os matavam à paulada (...). São muito alvas e altas, com cabelo muito comprido, entrelaçado e enrolado na cabeça. São muito membrudas e andam nuas a pêlo, tapadas em suas vergonhas; com os seus arcos e flechas na mão, fazem tanta guerra como dez índios (...). Em verdade houve uma dessas mulheres que meteu um palmo de flecha por um dos bergantins, e as outras, um pouco menos, de modo que os nossos bergantins pareciam porcos-espinhos.» São palavras de Carvajal. Mil quilómetros de rio vão descer Orellana e os seus companheiros e foi ele quem baptizará este imenso rio de Rio das Amazonas. (Orellana como todos os navegadores do seu tempo lera os clássicos e acreditava nos seus mitos. Afinal que nome melhor poderia ser dado aquele majestoso rio?)

Na América Portuguesa também se divulgou o mito. Em 1576, Pêro de Magalhães Gândavo chamava ao grande rio Maranhão «Rio das Amazonas» comprovando a divulgação do mito no nordeste brasileiro. E adianta este cronista: «Algumas índias há também entre eles que determinam ser castas as quais não conhecem homem algum de nenhuma qualidade, nem o consentirão, ainda que por isso as matem. Estas deixam todo o exército de mulheres e imitam os homens e seguem seus ofícios como se não fossem fêmeas, trazem os cabelos cortados da mesma maneira que os machos fazem, e vão à guerra com os seus arcos e flechas e à caça perseverando sempre na companhia de homens e cada uma tem mulher que a serve com quem diz que é casada, e assim se comunicam e conversam como marido e mulher.»

O jesuíta espanhol Cristóvão de Acuña, em 1639, escreveria que em Nova Granada (Colômbia) encontrou «uma índia que disse ter ela própria estado nas terras povoadas pelas mulheres guerreiras».

Até o nosso padre António Vieira repetiu o que se dizia das Amazonas no que se refere ao seu peito (apenas um) guerreiras de Lemnos, no seu Sermão nº 9.

Frei João dos Santos, dominicano dos séculos XV e XVI, conhecedor da Etiópia, diria que numa região de Moçambique, se dizia que: «Junto de Damute está uma província de mulheres tão varonis e robustas, que ordinariamente andam com as armas nas mãos, assim na caça das feras e animais silvestres, como nas guerras, que se lhe oferecem, onde mostram esforço e ânimo mais de homens belicosos, que de mulheres fracas...». Entre estas ilhas está uma povoada de mulheres sem haver homens entre elas; mas em dois meses do ano os admitem como fazem as de Etiópia (...)».

No séc. XVIII, Monsieur de la Condomine constata que «tal tradição é universalmente espalhada em todas as nações que habitam as margens do rio Amazonas, até 150 léguas distante, pelo interior até Caiena (...) e sempre em suas línguas lhes chamam pelo nome de «mulheres sem marido» ou «mulheres excelentes». Mais tarde, em África, Herkovitz estudou a repercussão do «mito» no antigo reino do Daomé (hoje Benin), onde afirma que as Amazonas existiram naquela região e adianta que eram recrutadas entre as mulheres atléticas, sendo obrigatoriamente virgens, e que eram em número considerável, usando lanças, como arma.

O tema Amazonas parece inesgotável.

Em 1997, a revista New Scientist publicou um artigo da investigadora Jeannine Davis-Kimball que refere a descoberta na Rússia, de várias sepulturas de mulheres. A identificação destas mulheres como sendo Amazonas foi feita a partir das armas com que estavam sepultadas e de ferimentos causados pelo uso de armas como pequenos punhais e espadas com que estavam enterradas.

Hoje o mito está desaparecer para dar origem a uma teoria da sua verdadeira existência. Na Lesbia Magazine de Janeiro de 1999 lemos que nas margens do Rio Dom se encontraram montículos funerários, com 2400 anos, onde estavam 21 túmulos de mulheres enterradas com as suas armas. E recentes descobertas na Hungria e China vieram enriquecer a teoria da existência real das Amazonas.

Amazonas da Grécia, das Américas, da Ásia, da África, da Europa: foram ou não uma realidade? O antropólogo brasileiro Darci Ribeiro (1922-1997) afirmou:

«Um povo-mulher contando só com elas, sem homens próprios, se servindo de estrangeiros como reprodutores é plausível e até praticável. Um povo só de machos é uma utopia selvagem».

E as «novas amazonas»? As mulheres que derrubaram preconceitos e cada dia auferem o seu salário e que não aceitaram o tradicional papel doméstico? Encontramo-las todos os dias, algumas mais belicosas que outras. E as mulheres nas Forças Armadas? Curioso que numa recente entrevista a mulheres da PSP em postos de comando, todas afirmavam que nunca tinham tido necessidade de disparar as suas armas. Serão as mulheres pacifistas, mesmo em carreiras onde podem ter de ser «guerreiras»? Talvez escritora e jornalista Inês Pedrosa nos saiba responder.

FONTES PRINCIPAIS

CORTÉS, Hernán, Cartas de Relación de la Conquista de México, Madrid, Espase Calpe, 1970.

DARMON, Pierre, Mythologie de la Femme dans L’Ancienne France, XVIe a XIXe Siècles, 1983.

FRASER, Antonia, Boadicea’s Chariot: The Warrior Queens, London, Weidenfeld and Nicolson, 1988.

GÂNDAVO, Pêro de Magalhães, História da Província de Santa Cruz, Lisboa, Alfa, 1989.

PEREIRA, Maria Helena da Rocha, As Amazonas: destino de um mito singular in Oceanos: Viver no Brasil Colónia, nº 42 (Abril/Junho) 2000, p.163-170.

SOUSA, Gabriel Soares de, Notícia do Brasil, Lisboa, Alfa, 1989.

SOBOL, Donald, J., The Amazons of Greek Mythology, Nova Iorque, 1972.

 

Luísa de Paiva Boléo

lpboleo[arroba]dgci.min-financas.pt

Texto revisto em 2003-03-18

Para revista Máxima

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