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Comportamento alimentar de adolescentes em relação ao consumo de frutas e verduras (página 2)

Natacha Toral; Betzabeth Slater; Isa de Pádua Cintra; Mauro Fisberg

 

4. Métodos

Trata-se de um estudo observacional, de corte transversal. A amostra foi constituída por estudantes de duas escolas do (Senai) de São Paulo, selecionadas por conveniência. A coleta de dados foi realizada no período de novembro a dezembro de 2003. Foram entrevistados, por meio de um questionário, todos os alunos voluntários que se encontravam na faixa etária correspondente à adolescência, isto é, de 10 a 19 anos11.

Foram coletadas as seguintes informações de cada participante: sexo, idade e dados antropométricos (peso e altura), seguindo procedimentos recomendados por Frisancho12. Tais dados foram utilizados para o cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC), definido como a relação entre o peso em quilogramas e a altura em metros elevada ao quadrado (kg/m2). Este índice possibilitou a classificação do estado nutricional de acordo com a Organização Mundial da Saúde13, a partir da tabela de Must et al.14.

O consumo de frutas e verduras foi avaliado, respectivamente, por meio das seguintes perguntas: "Com que freqüência você consome frutas ou suco de frutas natural"? e "Com que freqüência você consome verduras e/ou legumes"? O adolescente foi orientado a optar por uma das cinco alternativas: consumo diário, semanal, mensal, menos de uma vez por mês, raramente e nunca. Caso o consumo fosse diário, semanal ou mensal, o participante era questionado sobre quantas vezes por dia, semana ou mês consumia o citado alimento e, em seguida, quantas porções do mesmo eram habitualmente consumidas em cada vez. Para facilitar o entendimento dessa questão e a obtenção de sua resposta, o adolescente foi informado sobre o conceito de "porção" com o auxílio de um folheto explicativo, contendo alguns exemplos.

Em seguida, foi calculado o consumo médio de porções diárias de frutas, bem como o de verduras. No caso de consumo diário, foi feita a multiplicação do número de porções pelo número de vezes ao dia em que as mesmas eram consumidas. Para o semanal, foi feita a multiplicação entre o número de vezes por semana e o número de porções consumidas por vez, dividindo-se, então, o valor obtido por 7. Caso fosse referido consumo mensal desses alimentos, o resultado da multiplicação entre o número de vezes por mês e o número de porções consumidas em cada ocasião era dividido por 30.

O consumo médio de porções diárias, assim obtido, foi comparado às recomendações de consumo de frutas e verduras sugeridas pela Pirâmide Alimentar proposta por Philippi et al.15. Sugere-se como adequado o consumo de 4 a 5 porções diárias de verduras e de 3 a 5 porções diárias de frutas. Por questões metodológicas, foi considerada uma casa decimal para o número de porções consumidas: estabeleceu-se que a faixa adequada em relação a frutas seria de 2,5 a 5,4 porções e para as verduras, de 3,5 a 5,4 porções.

Além da comparação com os parâmetros da Pirâmide Alimentar, adotou-se um segundo critério para avaliar a adequação do consumo de frutas e verduras. Para aumentar a capacidade de identificação de grupos expostos a maior risco de inadequação de consumo, foi estabelecida, como ponto de investigação, a prevalência de indivíduos que consumiam menos de 1,0 porção ao dia, para ambos os grupos alimentares. Os adolescentes assim classificados estariam muito aquém das recomendações propostas pela Pirâmide, constituindo um importante grupo em zona de vigilância para inadequação.

Foram excluídos os adolescentes que referiram consumo superior a 15 porções diárias (n=3), quando somadas frutas e verduras.

Além disso, cada adolescente foi questionado a respeito de seu comportamento alimentar em relação ao consumo de frutas e verduras, de forma a classificá-lo nos cinco estágios de mudança: pré-contemplação, contemplação, decisão, ação, manutenção6. Tal classificação foi realizada de forma independente para cada um dos grupos alimentares estudados, por meio de um algoritmo (Anexo) adaptado de publicações prévias8,16.

Avaliou-se a aderência das variáveis quantitativas à distribuição normal, utilizando-se o teste Kolmogorov-Smirnov. Teste paramétrico ("t" Student) foi utilizado para as análises que envolveram a variável idade e testes não-paramétricos (Qui-Quadrado e Mann-Whitney) para as que incluíram consumo alimentar de frutas e verduras. Utilizou-se o teste HSD-Tukey (Tukey Honest Significant difference test) para análise de comparações múltiplas do consumo alimentar entre os estágios de mudança de comportamento. A análise estatística foi realizada com o auxílio do programa de computador Statistical Package for the Social Sciences17, versão 10.0, sendo adotado o grau de significância de 5% (p<0,05).

A realização deste trabalho foi analisada e aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal de São Paulo (protocolo n° 1374/03).

5. Resultados

A amostra foi constituída por 234 alunos do Senai, sendo 21,8% do sexo feminino e 78,2% do sexo masculino, com média (e desvio-padrão) de idade de 16,16 (0,7) anos.

Em relação ao estado nutricional, verificou-se baixa prevalência de desvios nutricionais entre os adolescentes do estudo, sendo que não foram encontradas diferenças significativas entre os sexos quanto ao estado nutricional (p>0,05). Observou-se que 3,8% da amostra apresentava baixo peso, enquanto que o excesso de peso foi encontrado em menos de 13,0% da amostra: 9,8% e 2,6% dos adolescentes apresentavam sobrepeso e obesidade, respectivamente.

A mediana de consumo dos grupos alimentares estudados entre os adolescentes foi de 0,97 e 1,2 porções diárias para frutas e verduras, respectivamente. Observou-se diferença significativa (p=0,020) entre o consumo de frutas de acordo com o sexo (Tabela 1). O mesmo não foi observado em relação ao consumo de verduras (p=0,124), apesar das meninas terem apresentado consumo maior desses alimentos.

Em relação ao consumo recomendado pela Pirâmide Alimentar, foi observado consumo inferior ao proposto, tanto para frutas como para verduras. Isso foi observado em aproximadamente 89% dos alunos avaliados e não houve diferenças estatisticamente significativas entre os sexos (Figura 1). Entre esses, verificou-se que o consumo inferior a uma porção diária representava 50,0% da amostra total, em relação ao consumo de frutas, e 38,9% para verduras.

A classificação dos adolescentes, segundo o estágio de mudança de comportamento alimentar, revelou que cerca de um terço da amostra encontrava-se em pré-contemplação e outro terço em manutenção (Figura 2). Não foram observadas diferenças entre estágios de mudança e o sexo ou estado nutricional dos participantes (p>0,05). Por outro lado, constatou-se a associação de tais estágios e o consumo de frutas e verduras (Tabela 2).

A comparação do percentual de indivíduos classificados no estágio de manutenção (29,5% e 38,9% para o consumo de frutas e verduras, respectivamente) com a constatação de que 12,4% e 10,3% dos adolescentes entrevistados apresentaram consumo adequado de frutas e verduras, respectivamente, incitou uma avaliação da freqüência de respostas à primeira pergunta do algoritmo utilizado para a classificação nos diferentes estágios de mudança de comportamento. Observou-se que, dos 79 adolescentes que acreditavam ter consumo saudável de frutas, somente 16, de fato, consumiam esses alimentos de forma adequada. A mesma análise, para o consumo de verduras, evidenciou que, dos 104 adolescentes que afirmaram consumir esses alimentos de forma saudável, 17 indivíduos estavam verdadeiramente corretos. Dessa forma, verificou-se que 79,7% e 83,7% da amostra estava errada ao acreditar que possuía hábitos alimentares adequados em relação ao consumo de frutas e verduras, respectivamente.

6. Discussão

Trata-se de um estudo realizado em escolas profissionalizantes caracterizadas pelo percentual elevado de alunos do sexo masculino, o que pode decorrer da preferência destes pelos cursos oferecidos, como automobilística e eletroeletrônica.

Entre os adolescentes avaliados, verificou-se uma taxa de excesso de peso inferior à encontrada em outros estudos realizados no Brasil, que apontam para uma prevalência de mais de 20% nesse estágio de vida18,19. Pesquisas de base populacional destacam um aumento alarmante das taxas de excesso de peso na adolescência20. Dados do Estudo Nacional de Despesa Familiar (ENDEF), realizado em 1974-75, indicavam que 2,6% dos meninos e 5,8% das meninas apresentavam excesso de peso. Tais percentuais atingiram 11,8% e 15,3%, respectivamente, segundo a Pesquisa sobre Padrões de Vida (PPV), de 1996-1997.

Esse quadro epidemiológico é atribuído ao sedentarismo e à adoção de práticas alimentares inadequadas na adolescência. É freqüente o consumo excessivo de refrigerantes, açúcares e fast food, além da baixa ingestão de frutas e verduras na adolescência21-23. Contudo, a baixa prevalência de obesidade, encontrada neste estudo, pode ser atribuída a um estilo de vida diferenciado de grande parte dos alunos avaliados, os quais realizam uma jornada tripla, que inclui um turno na escola, um turno no SENAI e um turno de trabalho. Tal característica difere de muitos adolescentes, que se restringem às atividades escolares e dispõem de longos períodos de ociosidade.

O baixo consumo de frutas e verduras relatado na literatura, tanto entre adolescentes como na população adulta, é semelhante ao encontrado neste estudo. Glanz et al.8 e Stables et al.24 observaram que o número de porções de frutas e verduras consumidas diariamente entre adultos americanos aumentou de 2,10, em 1990, para 3,98, em 1997. Tal melhora tem sido atribuída à implementação do programa 5-A-Day for a Better Health, em 1991, uma campanha de educação nutricional, cuja finalidade é aumentar a conscientização quanto à importância do consumo adequado de frutas e vegetais nos EUA, representado por, no mínimo, 5 porções diárias.

O consumo de menos de uma porção diária de frutas e verduras foi próximo aos valores encontrados pelo Minnesota Adolescent Health Survey em 1996, o qual mostrou que cerca de 40,0% dos adolescentes americanos apresentava esse hábito25. Da mesma forma, observou-se, neste estudo, que o percentual de adolescentes que apresentaram consumo igual ou superior a cinco porções diárias de frutas e verduras (somadas) foi de 28,3% (dados não apresentados), enquanto que nos Estados Unidos, o Youth Risk Behavior Surveillance, realizado em 2001, identificou que apenas 21,4% dos jovens avaliados havia consumido tal quantidade no dia anterior à entrevista26.

Há controvérsias na literatura quanto à melhor adequação de consumo de frutas e verduras entre os sexos: Grunbaum et al.26 atribuem essa prática aos homens, enquanto que Stables et al.24 e Neumark-Sztainer et al.25 afirmam o mesmo para as mulheres. Neste estudo, os meninos apresentaram maior consumo de frutas em comparação com as meninas. Isso pode ser atribuído ao fato de que 7,0% dos adolescentes do sexo masculino apresentavam consumo de frutas superior ao recomendado (5,5 porções/dia ou mais), sendo que nenhuma menina encontrava-se nessa condição.

A alta prevalência de indivíduos no estágio de pré-contemplação indica a importância do desenvolvimento de estratégias específicas para os mesmos, tendo em vista que são caracterizados por mostrar maior resistência frente a possíveis mudanças na dieta. Deve-se ter em mente que motivá-los exigirá grande dedicação dos profissionais de saúde, os quais deverão focalizar os programas de educação nutricional no fornecimento de informações básicas sobre hábitos alimentares adequados, aumentando o conhecimento sobre seus benefícios e destacando sua relevância para a saúde16. Logo, sugere-se que sejam planejadas intervenções específicas, diferenciadas segundo o grau de motivação, para a prática de mudanças na dieta.

A associação entre os estágios de mudança de comportamento e o consumo de frutas e verduras está de acordo com o descrito em diversos estudos8,27,28. Esse fato foi mais significativo, quando comparado o consumo observado em pré-contemplação e manutenção, evidenciando que os estágios mais avançados mostram maior consumo de frutas e verduras e representam comportamentos alimentares distintos em relação aos estágios iniciais.

O fato de, aproximadamente, um terço dos adolescentes terem sido classificados no estágio mais avançado (manutenção) contrastou com o baixo percentual de consumo adequado de frutas e verduras. A análise detalhada das respostas ao algoritmo de classificação nos estágios de mudança de comportamento, quando comparadas ao consumo alimentar referido de frutas e verduras, possibilitou a identificação de uma percepção errônea dos aspectos salutares da dieta entre os adolescentes. Assim como observado neste estudo, Kristal et al.16 afirmam que outros autores constataram discrepância entre as classificações nos diferentes estágios, realizadas por intermédio da avaliação do consumo alimentar, em comparação com os resultados obtidos a partir da percepção do indivíduo sobre sua própria dieta.

7. Conclusão

Evidenciou-se a importância da avaliação do consumo alimentar em associação com o Modelo Transteorético, possibilitando a identificação de discrepâncias entre a percepção dos aspectos referentes à própria dieta e a adoção de hábitos em concordância com as recomendações dietéticas. Dessa forma, é possível eliminar a ambigüidade existente no auto-relato do hábito alimentar. A associação observada entre o consumo de frutas e verduras e os estágios de mudança de comportamento justifica a utilização do modelo, além de ter evidenciado dados fundamentais para a melhor compreensão do comportamento alimentar de adolescentes.

Esses dados mostram que os participantes deste estudo não reconhecem suas práticas alimentares inadequadas, o que representa um obstáculo aos programas de educação nutricional, tendo em vista que esses indivíduos não estarão motivados a realizar alterações dietéticas. Tal constatação, associada ao baixo consumo de frutas e verduras, observado na amostra, possibilita a classificação dos adolescentes como um grupo de risco, que exige atenção especial para a promoção de hábitos alimentares saudáveis e garantia de qualidade de vida futura.

8. Referências

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