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Prevalência do aleitamento materno e práticas de alimentação complementar em crianças com até 24 mes (página 2)

Joel Alves Lamounier; Anna Luiza Gervásio da Fonseca Torga; Gisele Lemos Fe

 

Foi utilizado um questionário dividido em etapas, planejado para obter as informações necessárias à realização do estudo. Era parte integrante um recordatório de 24 horas, com a finalidade de coletar dados sobre as práticas atuais de alimentação. Os questionários foram testados em um estudo piloto com 10 crianças em cada município.

Os dados foram analisados em microcomputador, utilizando-se o programa Epi Info versão 6.04b. Foi também utilizado o programa SPSS versão 8.0 para a análise de sobrevivência e cálculo da duração do aleitamento materno. Construíram-se tábuas de vida para aleitamento materno exclusivo, aleitamento materno completo e aleitamento materno. Este método permite incluir na análise as crianças que ainda recebem o leite materno, em cada uma destas modali-dades. Foram utilizados os indicadores de aleitamento materno propostos pelo grupo de trabalho da Organização Mundial da Saúde18:

• Aleitamento Materno Exclusivo (AME): o leite materno é o único alimento da criança, a exceção de medicamentos.

• Aleitamento Materno Predominante (AMP): o leite materno é a principal fonte de alimento da criança, porém esta recebe também outros líquidos (água, chás, sucos, etc.). Neste caso, não se incluem crianças que recebem outro leite e/ou alimentos semi-sólidos.

• Aleitamento Materno Completo (AMC): amamentação exclusiva e amamentação predominante.

• Aleitamento Materno Complementado (AMCD): a criança recebe leite materno e alimentos semi-sólidos e/ou sólidos.

• Aleitamento Materno (AM): recebe leite materno, independente do uso de qualquer outro alimento.

A pesquisa foi aprovada pela Câmara do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina e pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais, e autorizada pelas mães das crianças através da assinatura de um termo de consentimento.

5. Resultados

O número total de crianças estudadas foi de 450, desde o nascimento até os 24 meses completos, sendo que 234 (52,0%) eram do sexo masculino e 216 (48,0%) do feminino. Em relação à faixa etária, 21,8% tinham menos de 6 meses, 25,1% de 6 a 11 meses, 24,4% de 12 a 17 meses e 28,7% de 18 a 24 meses. Por município, foram estudadas 254 crianças em Carbonita, 99 em São Gonçalo do Rio Preto e 97 em Datas. Em relação ao total de crianças, 65,9% residiam na área urbana e 34,1% na área rural.

A população, de baixo poder aquisitivo, apresentou 234 crianças (85,3%) pertencentes a famílias com renda per capita abaixo de meio salário mínimo e 216 (61,3%) pertencentes a famílias com renda per capita inferior a R$50,00. Porém, esta situação não é homogênea quando se comparam as zonas urbana e rural; na zona urbana, 49,0% das crianças pertenciam a famílias com renda per capita menor de R$50,00, enquanto que na zona rural o percentual referente a esta renda menor foi de 85,0%.

Em relação aos hábitos alimentares, 97,9% das crianças foram amamentadas; no momento do estudo, 216 (48,0%) do total ainda recebiam o leite materno, porém apenas 21 (4,7%) encontravam-se em aleitamento materno exclusivo (AME).

As curvas de sobrevivência referente a aleitamento materno, aleitamento materno completo e aleitamento materno exclusivo estão demonstradas na Figura 1. As taxas de aleitamento materno foram de 97,08% antes de 1 mês, 77,81% com 3 meses, 62,14% com 6 meses, 41,73% com 12 meses.

Em relação ao aleitamento materno exclusivo as porcentagens foram de 60,00% com menos de 1 mês, 13,65% com 3 meses, 0,84% com 6 meses. As medianas foram de 1,51 meses para aleitamento materno exclusivo, 3,85 meses para aleitamento materno completo e de 10,85 para aleitamento materno.

As curvas de duração estimada do aleitamento materno em áreas urbana e rural, evidenciando-se uma tendência de maior tempo de amamentação em crianças da área rural estão demonstradas na Figura 2. As medianas de aleitamento materno foram de 9,70 e 16,00 meses, respectivamente, nas áreas urbana e rural. O teste de Log Rank, para comparação de curvas de sobrevivência, obteve p=0,01, portanto uma diferença estatisticamente significativa.

Em relação à introdução de outros alimentos, os chás foram os preferidos nos primeiros meses de vida, sendo que antes do final do primeiro mês, 33,6% já o recebiam, e antes de 2 meses, 48,4% já recebiam estes líquidos. Água foi oferecida em 12,4% dos casos, antes de 1 mês, e em 25,8%, antes de 2 meses. Os sucos foram dados em menor quantidade; para 2,7% das crianças com menos de 1 mês de vida, e em 8,2%, com menos de 2 meses; contudo, com 4 meses, 55,1% já recebiam este alimento. As sopinhas começaram a ser oferecidas com 1 mês de vida (0,9% das crianças), com aumento progressivo até os 4 meses (42,4%). Leite (em pó ou de vaca) já alimentavam 8,0% das crianças com menos de 1 mês e 18,0% com 1 mês de vida, oferecidos, preferencialmente, sob a forma de leite em pó; porém, a partir do 2º mês de vida, o leite de vaca era mais utilizado (Tabela 1).

 

Na Figura 3 é demonstrada a freqüência de consumo de alguns alimentos nas 24 horas que antecederam a pesquisa pelas crianças de 6 a 12 meses de idade; a Figura 4 mostra a freqüência de consumo de alguns alimentos na faixa etária de 13 a 24 meses.

Os sucos e as frutas, respectivamente, participaram do cardápio de 35,1% e 44,1%, das crianças de 6 a 12 meses, e de 48,3% e 49,4% das crianças com mais de 12 meses. Angu foi consumido por 15,3% das crianças na faixa etária de 6 a 12 meses e por 23,7% daquelas com 12 a 24 meses de idade. Arroz com feijão estavam no cardápio de 66,7% das crianças de 6 a 12 meses e de 87,7% daquelas com mais de 12 meses. Carne, sem origem especificada, foi consumida por 40,5% das crianças de 6 a 12 meses e por 66,1% daquelas com mais de 12 meses.

Analisou-se a relação entre residir em área rural ou urbana e o consumo de alguns alimentos. Em crianças entre 6 e 12 meses de idade, não houve associação estatisticamente significativa entre o consumo de frutas, carne e legumes/verduras e sua área de residência; mas houve uma tendência de maior consumo de sucos na área urbana. Ao se analisar as crianças com mais de 12 meses de idade, verifica-se o consumo de carnes, frutas, sucos e verduras/legumes significativamente maior pelas que residem na área urbana (Tabela 2). Não se observou diferença no consumo de arroz com feijão de acordo com a área de residência, em nenhuma das faixas etárias.

6. Discussão

O trabalho foi realizado com uma população de baixo poder aquisitivo, o que se comprova pela proporção elevada de famílias com baixa renda per capita. Alguns estudos demonstraram maiores índices de freqüência e duração do aleitamento materno em populações pobres, principalmente em áreas rurais10, o que foi confirmado neste estudo. No Brasil, há uma tendência a diminuir esta diferença, seguindo os padrões que foram observados em países desenvolvidos, porém isto acontece principalmente em regiões de melhor nível de desenvolvimento socioeconômico5. Neste estudo, constatou-se ainda uma duração do aleitamento materno significativamente maior do que em outros estudos recentes realizados em Minas Gerais e no Brasil2,19-21, com exceção da pesquisa realizada no norte do estado de Minas Gerais22, que apresentou valores semelhantes (352 dias de mediana para aleitamento materno). Em relação ao aleitamento materno exclusivo, a mediana de 1,51 meses não é satisfatória, estando distante do que recomenda a OMS, ou seja, aleitamento materno exclusivo até 6 meses de idade.

Os hábitos de alimentação infantil nestas populações dependem de padrões culturais, em que as mães introduzem precocemente alimentos complementares, porém, de baixo valor nutritivo, enquanto amamentam por períodos relativamente longos. Os alimentos complementares mais utilizados no início da vida foram os chás (48,4% das mães o ministravam a bebês com um mês de vida). Fatores que influenciam esta prática são as crenças populares de que os chás tenham propriedades terapêuticas, como no combate às cólicas23. Sucos e principalmente água também foram introduzidos precocemente em numerosos casos, refletindo hábitos culturais e o fato de as mães não serem orientadas para a mudança, continuando a crer do hábito, pois que estes líquidos são necessários para os bebês. Leite em pó e leite de vaca são introduzidos mais tarde, mas num aumento progressivo, demonstrando que, embora a população tenha hábitos positivos em relação ao aleitamento materno, a mamadeira também é bastante utilizada. Inicialmente o leite em pó é mais usado e posteriormente aumenta o uso de leite de vaca. Uma explicação provável é o fato de a população e os profissionais de saúde considerarem os leites industrializados mais adequados para recém-nascidos e lactentes. Posteriormente, as mães de famílias de mais baixo poder aquisitivo, principalmente das áreas rurais, em geral utilizam o leite de vaca in natura, de menor custo.

A introdução precoce de alimentos complementares em lactentes, além de não oferecer vantagens, tem efeitos negativos bem conhecidos, relacionados à morbidade infantil17. Os dados que comprovam baixos índices do aleitamento materno exclusivo em todo o país são, portanto, preocupantes, principalmente em regiões mais pobres, onde a mudança de hábitos teria uma repercussão positiva na morbi-mortalidade infantil. Além disso, as famílias nestes bolsões de pobreza, certamente já não têm condições de obter alimentos adequados e, portanto, a introdução desnecessária e precoce de alimentos complementares só aumenta as despesas familiares.

É necessário melhorar os índices de aleitamento materno exclusivo, superando algumas dificuldades, tais como o hábito do aleitamento materno de forma não exclusiva, ainda considerado adequado pelas mães. Além disso, é necessário a participação efetiva dos serviços de saúde, principalmente maternidades e serviços de atenção básica. Embora as vantagens do aleitamento materno sejam conhecidas atualmente pela maioria dos profissionais de saúde e por grande parte da população, o aleitamento materno exclusivo ainda não é igualmente aceito pelas mães em geral. São necessárias ações concretas no sentido de promover esta prática, mudando-se o comportamento, num processo participativo dos vários segmentos da sociedade, desenvolvendo na população e nos profissionais de saúde a consciência dos efeitos negativos que tem para a saúde infantil a introdução precoce de outros alimentos. A melhoria destes índices é desejável principalmente em regiões pobres, como a estudada, onde há prevalência considerável de desnutrição infantil.

O resultado positivo observado neste estudo em relação à duração do aleitamento materno, provavelmente se deve, nestas comunidades, à aceitação deste hábito como a alimentação natural de suas crianças, com pouca influência de fatores prejudiciais, como marketing de alimentos infantis pseudo-substitutos do leite materno. Para crianças com 6 ou mais meses de idade, a dificuldade de acesso a outros alimentos, pode também determinar necessidade de amamentar por mais tempo. No entanto, os índices de aleitamento materno, principalmente de forma exclusiva, devem ser melhorados. É importante ressaltar que não há programas destinados especificamente a melhorar os índices de aleitamento materno nos três municípios. Os programas existentes são apenas os de combate à desnutrição através do fornecimento de suplementos alimentares, sem ações específicas de promoção e apoio ao aleitamento materno, os quais podem ter efeitos negativos, em casos de distribuição indiscriminada de leite, ao diminuir os índices de amamentação. O Programa de Saúde da Família (PSF) se destina principalmente à atenção primária, e sua participação seria importante para alcançar-se estes objetivos; porém, é necessário haver um posicionamento efetivo do programa neste sentido, com o treinamento dos recursos humanos envolvidos.

Em relação aos hábitos de alimentação complementar das crianças de 6 a 24 meses de idade, verificou-se que alguns alimentos são pouco consumidos. Apesar da metodologia do estudo não permitir uma análise mais profunda sobre a ingestão dos vários componentes da dieta, alguns componentes, como arroz com feijão e carnes parecem estar sendo pouco consumidos, principalmente por crianças de 6 a 12 meses de idade, o que pode dever-se, em parte, a hábitos culturais. Os pais ainda têm receio de oferecer alimentos semi-sólidos e sólidos a crianças menores, preferindo as sopinhas, geralmente diluídas. Como a participação do leite materno no fornecimento de nutrientes diminui após os 6 meses de idade, o baixo consumo de alimentos com alta densidade protéica e energética pode fazer com que haja carência nutricional em um período crítico do desenvolvimento infantil. Em populações mais carentes, arroz com feijão suprem satisfatoriamente estas necessidades3,5. As carnes, principalmente bovina; representam importante fonte de ferro, e as frutas são facilitadoras da absorção deste elemento. Portanto, o baixo consumo destes alimentos pode favorecer o desenvolvimento de anemia ferropriva24. Além disso, as carnes são a principal fonte de zinco, cuja deficiência pode afetar o crescimento e desenvolvimento17. A partir de 12 meses de idade, há um aumento no consumo de todos os alimentos, com exceção de verduras e legumes, os quais, provavelmente, eram oferecidos às crianças sob a forma de papinhas, quando as crianças tinham menos de 1 ano de idade. Porém, mesmo nesta faixa etária, menos da metade ingeriu alguma fruta nas últimas 24 horas e 66,1% ingeriu algum tipo de carne, evidenciando a dificuldade de acesso da população a estes alimentos.

O baixo consumo de alimentos nas crianças de 13 a 24 meses de idade, com exceção de arroz com feijão, nas áreas rurais, quando comparada à área urbana, provavelmente reflete as condições de vida precárias destas populações que, mesmo residindo em locais potencialmente produtores de alimentos, têm maior dificuldade de acesso a estes. O fato de não haver diferença significativa de consumo alimentar nas crianças de 6 a 12 meses, entre áreas urbana e rural, provavelmente se deve a fatores culturais, sendo que em ambas as populações há ainda receio em relação à introdução de alguns alimentos para crianças menores.

7. Conclusão

A mediana de duração do aleitamento materno de 10,85 meses para os municípios de Datas, Carbonita e São Gonçalo do Rio Preto pode ser considerada satisfatória, principalmente no caso da zona rural, que apresentou mediana de 16,00 meses. No entanto, para o aleitamento materno exclusivo, que é a prática alimentar recomendada para crianças com até 6 meses de idade, os resultados são insatisfatórios. É necessário, portanto, melhorar os hábitos alimentares das crianças na população estudada, pois alimentos complementares de baixo valor nutritivo são introduzidos de forma precoce, com todas as desvantagens decorrentes deste hábito.

Os resultados deste estudo sugerem, que, antes de 1 ano de idade, as práticas alimentares inadequadas podem estar relacionadas a fatores culturais e, nas crianças maiores, a dificuldades de acesso a alguns alimentos pelas famílias mais carentes, principalmente na zona rural. O aumento do poder aquisitivo permitiria o acesso a alguns alimentos, principalmente em crianças maiores de um ano, mas é importante também disseminar-se as informações necessárias, possibilitando à população a mudança para hábitos alimentares adequados. Estas ações poderiam ser priorizadas pelo PSF, principalmente com a utilização dos Agentes Comunitários de Saúde. No entanto, para melhorar o estado nutricional destas crianças, são necessárias mudanças estruturais mais amplas, com alternativas que melhorem as condições de vida, principalmente na zona rural, onde é difícil o acesso a alimentos essenciais. Esforços devem ser feitos para diminuir a taxa de desmame precoce e também para melhorar a qualidade dos alimentos complementares oferecidos à população infantil, já que neste período da vida, as deficiências de nutrientes fundamentais trazem prejuízos, às vezes permanentes, para a saúde física e mental.

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Francisco José Ferreira da SilveiraI; Joel Alves LamounierII - jalamo[arroba]medicina.ufmg.br

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