As Seitas Religiosas em Angola



  1. Apresentação
  2. Resumo
  3. Introdução
  4. Breve abordagem sobre a religião
  5. O que não é Religião
  6. Variedades de religião
  7. Totemismo e animismo
  8. Judaísmo, Cristianismo e Islamismo
  9. Cristianismo
  10. Islamismo
  11. Teorias da religião
  12. Conceitualização do tema
  13. Origem de algumas seitas
  14. Seitas religiosas em Angola
  15. Conversões Religiosas Obrigatórias
  16. Conclusões
  17. Bibliografia

Trabalho de Sociología Da Religão

Apresentação

O autor do trabalho chama-se Mateus de Lemos Rodrigues e é finalista do curso de Sociologia, Pela Universidade Agostinho Neto, Pólo Universitário da Policia Nacional é oficial de Polícia colocado no Comando Provincial de Luanda onde exerce a função de Chefe da Central 113.

AGRADECIMENTOS

Agradeço antes de mais a Deus, e aos meus pais que tornaram possível a minha vida, a toda minha família e em particular a minha esposa Ana Leila Borba Barros Rodrigues, que suportou a minha ausência durante as noites perdidas, dedicadas a feitura deste trabalho, a todos aqueles que directa ou indirectamente contribuíram para que este desiderato fosse atingido.

Ao Excelentíssimo Professor Doutor Bernardes Miranda que nos conduziu com toda a sua sabedoria durante os cinco anos de licenciatura um especial Muito Obrigado!

DEDICATORIA

Dedico este trabalho a cada um dos meus colegas e companheiros de luta, a minha família e a todos os meus Professores e em especial ao Professor Doutor Bernardes de Miranda, pelos cinco anos de convivência e por termos todos juntos conseguido alcançar o desiderato da licenciatura.

Resumo

Este trabalho intitulado "As Seitas Religiosas em Angola", tem por objectivo fazer uma abordagem mais ou menos profunda sobre alguns aspectos gerais sobre a religião, começando por dizer o que é, e o que não é religião, abordamos as variedades de religião, a luz das ideias dos pais fundadores da Sociologia e outros autores. No que toca directamente ao tema Seitas Religiosas, procuramos abordar com alguma profundidade o assunto, fazendo recurso a considerações filosóficas, etimologia, o surgimento de algumas seitas, assim como, a religião no dealbar do terceiro milénio com realce para o caso Angolano, abordando com certa profundidade o assunto com recurso a analise e interpretação dos dados bibliográficos colhidos durante a investigação, e apresentando dados actuais de Angola e por fim apresentamos inclusive algumas criticas sobre a fraca intervenção do estado angolano no que toca a protecção dos seus cidadãos contra impostores.

I – Introdução

Ao longo de milhares de anos a religião tem tido um importante papel na vida dos seres humanos. Sob uma forma ou outra, a religião existe em todas as sociedades humanas conhecidas. As sociedades mais antigas, de que apenas temos conhecimento através dos vestígios arqueológicos, mostram traços claros de símbolos e cerimónias religiosas. Ao longo da historia subsequente, a religião continuou a ser um elemento central da experiência humana, influenciando o modo como vemos e reagimos ao meio que nos rodeia. (Giddens 2007)

Contudo, a atitude religiosa e o pensamento moderno racionalista coexistem num estado incómodo de tensão. Com o aprofundar da modernidade, uma perspectiva racionalista conquistou muitos aspectos da nossa existência e parece pouco provável que a sua força venha a enfraquecer num futuro previsível (ဦ) por vezes a religião e a ciência parecem contradizer-se. Os debates sobre as perspectivas evolucionistas sobre a criação da história, por exemplo, revelam duas maneiras diferentes de compreender as origens do homem. Noutros mementos, contudo, a religião e a ciência podem misturar-se sob formas estranhas e interessantes. (Ibdem)

A variedade de crenças religiosas e de organizações religiosas é tão grande, que os estudiosos têm tido sérias dificuldades em chegar a uma definição de religião genericamente aceite. No ocidente, a maioria das pessoas identifica a religião com o Cristianismo – uma fé num ser supremo, que nos obriga a um comportamento de índole moral na terra, e nos promete uma vida alem da morte. No entanto, não podemos definir nestes termos religião como fenómeno global. Estas crenças e muitos outros aspectos do cristianismo, estão ausentes da grande maioria das religiões do mundo. (Ibdem)


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