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Combustíveis verdes - nova bandeira da diplomacia brasileira (página 3)

Mateus Rodrigo Alves
Partes: 1, 2, 3

Segundo estimativas oficiais, os investimentos em unidades de produção de biodiesel poderiam atingir mais de 195 milhões de dólares até 2010. (NOGUEIRA 2007).

Entretanto, a consolidação do biodiesel como ator importante na matriz energética brasileira esta bem longe de ser como é o etanol da cana de açúcar.

O objetivo social do programa do biodiesel está comprometido devido a questões muito abrangentes, que vão desde infra-estrutura para "escorrer" a produção, produto agrícola que mais se adéqüe a determinada região onde é cultivado e até para o desenvolvimento de sementes oleaginosas que se adaptem ao clima do nordeste brasileiro (local para onde se direcionam as políticas sociais mais significativas do governo federal).

Tabela 3 - Apresentação da Ministra das Minas e Energias Dilma Roussef em 06 de Dez. de 2004.

Potencial de criação de empregos: B2  2004 -  B5 2008

Rampa acessível de adição do biodiesel ao diesel

 

2005

2006

2007

2008

2009

Mistura

B2

B2

B2

B5

B5

Empregos

153.000

153.000

153.000

382.000

382.000

Fonte: MME

Na tabela 3, a então ministra das Minas e Energia demonstrou através de projeções fundamentadas ainda no ano de 2004 que, pelas estimativas, a adição crescente de biocombustíveis a partir do B2[29] seria um nicho crescente de geração de empregos para diversas regiões do Brasil. Porém, é sensato esperarmos os reais resultados das projeções mencionadas.

Segundo o professor Nogueira (2007), o biodiesel precisar percorrer ainda um longo caminho, assim como foi no caso etanol para que se obtenha uma consolidação efetiva. Usamos em nosso país a soja como uma das principais fontes do biocombustível, esta que possui "baixa produtividade energética e alto custo energético" (NOGUEIRA, 2007. P. 58).

Nesse sentido, o Brasil perde, por exemplo, em vantagem comparativa para a Colômbia (responsável por 36% de toda a produção do biodiesel na América Latina), país este que é o maior produtor de biodiesel a partir do óleo de palma. (NOGUEIRA, 2007. P. 58).

O projeto nacional do biodiesel é promissor, mas falta, todavia mais trabalho e empenho dos setores envolvidos para reais resultados práticos, não podendo ser usado apenas como bandeira política de um ou outro governo que venha a arrogar para si os méritos de um trabalho que deve ser realizado em conjunto, para independência dos setores de energia escassa (petróleo, carvão mineral, etc.)

6.1 O Brasil como exportador de tecnologia para países desenvolvidos e em desenvolvimento

"O Brasil também tem insistido no enorme potencial dos bicombustíveis como instrumento de transformação econômica e social nos países mais pobres."

Discurso do Presidente Luis Inácio Lula da Silva, em ocasião da 30ª Conferencia da FAO para America Latina e o Caribe.[30]

Para que o Brasil consiga convencer outros Estados a fazerem uso dos bicombustíveis, torna-se necessário oferecer dentro do espírito de cooperação, a ajuda necessária para que tais Estados possam tirar proveito da atual fase de crise energética que surgiu no cenário internacional.

Tal como aconteceu no passado aqui no Brasil, onde se observou nos últimos trinta anos grande dificuldade em consolidar o etanol na matriz energética nacional, cabe agora que os mais de 100 países listados no discurso de Lula na abertura da 30ª Conferência da FAO tomem essa decisão, dentro de suas próprias características e soberania interna de optar pelos benefícios advindos dos bicombustíveis. Segundo o governo federal, o Brasil está disposto a ajudar a quem queira (os Estados) na produção dessa nova fonte de energia, assim, Lula afirma em outro trecho de seu discurso:

Não estamos mais limitados por fronteiras imaginarias ou fórmulas prontas. Estamos explorando oportunidades de diálogo, cooperação e negócios, onde quer que eles existam. Desenvolvemos parcerias diversificadas e relações mais equilibradas com todas as regiões do mundo. Na melhor tradição de nossa diplomacia, temos feito isso sem confrontações estéreis e valorizando sempre as relações indispensáveis com parceiros tradicionais do mundo industrializado. [31]

Dessa forma, a ajuda para com os países africanos no sentido de transferência de tecnologias, know how, envio de técnicos da EMBRAPA[32] entre outros meios demonstram o interesse que o Brasil coloca na questão de cooperar no tema das energias renováveis.

Figura 2- Charge satirizando os chefes de Estado dos EUA, Venezuela e Brasil e suas políticas energéticas.

Portanto, o que levaria Lula e a política externa do Brasil, do ponto de vista do estudo das Relações Internacionais, a incitar e promover os biocombustíveis como fonte de energia alternativa para países africanos, asiáticos, latino-americanos e potências (EUA, Japão, União Européia)? O que levaria Lula a dizer em discurso trechos como o que segue abaixo?

Muitos não sabem que cancelamos mais de 1 bilhão e 700 milhões de dólares em dívidas dos países mais pobres; que participamos de numerosos projetos de cooperação Sul-Sul; que a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária se instalou na África e em Cuba para ajudar a criar novas oportunidades produtivas; e que aprovamos vários projetos em favor de países pobres, por meio do fundo IBAS, juntamente com a Índia e a África do Sul. [33]

Bruno Ayllón, Doutor em Relações Internacionais pela Universidade Complutence de Madrid, em artigo publicado no periódico "Carta Internacional" de outubro de 2007, citando Holsti, um teórico das Relações Internacionais, enumera alguns itens que tratam do que levaria um ator internacional surgir no âmbito da cooperação internacional:

1. A percepção de que dois ou mais interesses coincidem e podem ser alcançados por ambas as partes simultaneamente.

2. A perspectiva de uma das partes de que a atuação seguida pela outra parte, ou das outras partes, se a cooperação fosse multilateral, na ordem de conseguir seus próprios objetivos, o ajuda a realizar objetivos, ou o ajuda a realizar seus interesses e valores.

3. A existência de um acordo (expresso ou tácito) sobre os aspectos essenciais das transações ou de atividades ou das atividades a realizar.

4. A aplicação das regras e pautas (protocolos de atuação) que dominarão as futuras transações.

5. O desenvolvimento das transações ou atividades para o cumprimento do acordo. [34]

Acreditamos serem os itens 1 e 2 listados acima, oferecerem respostas para, por exemplo, o caso do Brasil na promoção internacional dos biocombustíveis, ou seja, quanto mais países optarem por usarem os biocombustíveis como parte importante de suas respectivas políticas energéticas, mais poder o Brasil terá em firmar-se como principal fornecedor de conhecimento tecnológico e exportador de combustível limpo para o mundo. Já os itens 3, 4 e 5, se tratariam da conseqüência da existência da cooperação internacional em si, sendo que o item 5 deixa claro que a realização do intercâmbio entre os atores da cooperação é o resultado esperado para que o acordo não fique somente no papel.

Desde a própria Carta magna, nosso país vem passando a imagem de cooperador internacional,

Art. 4º A República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais pelos seguintes princípios:

[...]

IX - cooperação entre os povos para o progresso da humanidade. [35]

Dessa forma, será mais fácil para o Brasil obter outros objetivos internacionais como talvez pleitear um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU (vontade sempiterna do Brasil), ou ainda de ser um dos principais articuladores para a reforma desde mesmo Conselho.

Discursos de apelo para a cooperação sempre é bem visto na comunidade internacional, principalmente quando se está ao lado do homem mais poderoso (politicamente falando) do mundo:

O uso crescente de biocombustíveis será uma contribuição inestimável

para a geração de renda, inclusão social e redução da pobreza em muitos

países pobres do mundo. Queremos ver as biomassas gerarem

desenvolvimento sustentável, sobretudo na América do Sul, na América

Central, no Caribe e na África.

(Declaração á imprensa do Presidente Lula após visita á Transpetro com o Presidente dos Estados Unidos, George W. Bush. Guarulhos, SP, 9 de março de 2007).

A visão do governo Lula é de que o intercâmbio da cooperação cresça cada vez mais no sentido Sul-Sul, países tidos há pouco tempo como subdesenvolvidos, como no caso do Brasil, agora ajudam outros Estados que em tese estão em situação pior ou menos desenvolvidos, o que para o Ministério das Relações Exteriores significa a construção de uma "nova geografia mundial, não excludente, genuinamente global". [36]

1.3          Lula e as visitas oficiais para a promoção dos Biocombustíves

Um grande exemplo de divulgação dos combustíveis verdes pode ser visto quando observamos as viagens constantes do Presidente Lula a outros Estados pelo mundo afora.

Segundo a revista Dinheiro, de 26 de dezembro de 2007, somente naquele mesmo ano, "Lula viajou para 24 países, somando mais de 45 dias em terras internacionais."[37]

O ano de 2007, antes da reunião da Rodada Doha[38], que aconteceria em julho de 2008 e poderia pôr fim ás barreiras comerciais impostas aos países em desenvolvimento e subdesenvolvidos, foi um ano chave para o Brasil divulgar ao máximo o etanol brasileiro.

Lula foi o protagonista de uma nova fase da política externa brasileira, política esta que "estará ancorada na popularização do etanol como combustível ideal para o século XXI"[39] Nada teria um peso político maior para o Brasil nos últimos tempos do que o de líder do processo de substituição do petróleo por energias alternativas. Nessas viagens, Lula sempre afirmou que a produção dos combustíveis verdes no Hemisfério Sul é ideal para uma melhor distribuição de renda para milhões de pessoas dessa região do planeta.

Segundo a reportagem da mesma revista, em cinco anos, a indústria da cana gerou mais de 300 mil empregos e o setor automotivo viveu uma revolução devido aos motores tipo flex, que aceitam etanol ou gasolina (com etanol)

O presidente Lula passou desde então para a história nacional e até mundial, como o grande divulgador e popularizador do etanol brasileiro. Até 2020, segundo estimativas contidas na revista Dinheiro, de dezembro de 2007, serão 65,3 bilhões de dólares investidos no setor sucroalcooleiro. Nunca antes na história, (frase recorrente de nosso presidente) um presidente brasileiro foi responsável por uma divulgação tão bem aceita pela comunidade internacional. Assim, os benefícios só aumentarão a cada ano para o Brasil e para o mundo.

 

Figura 3 - Charge satirizando os olhares do mundo se voltando para a região sul-americana (especialmente para o Brasil).

1.4        Considerações Finais

Tendo em vista as considerações acerca de política externa elucidadas neste trabalho, ademais dos elementos evidenciados em cada período, pudemos observar que os biocombustíveis representam hoje, a opção de fonte energética menos poluente a ser usada em carros e em caminhões para o MERCOSUL e o resto do mundo.

As transformações ambientais e socioeconômicas que a utilização dos biocombustíveis apresenta, resultam em possibilidades maiores para os campos agrícolas da América Latina no sentido de favorecer a geração de condições de vida adequadas para seus trabalhadores, oferecendo dignidade e gerando fontes de riqueza á população do campo.

Pudemos observar também, que existe uma forte dependência do segmento das energias renováveis para com a boa vontade e sentimento de pioneirismo advindos de políticos realmente comprometidos com o bem-estar de seu povo.

Somente com leis de incentivo juntamente com a infra-estrutura, poderemos avançar no sentido de promover a atração de capitais estrangeiros para o desenvolvimento local e geração de empregos. Interesses dos investidores estrangeiros para isso não faltam.

No entanto, o que observamos é a ausência dessas políticas de governo em alguns países, com potencial para os combustíveis verdes, como o Paraguai, ao contrário do Brasil, em que as políticas de incentivo constituem elemento importante.

é importante salientar que o desenvolvimento sustentável defendido pelo atual governo e sua política externa pode ser alvo de grupos lobistas ou mesmo de grandes produtores de petróleo, conforme alertado em diversos discursos pelo Presidente Lula, este que categoricamente afirma em discursos, sobre os "dedos sujos de óleo e carvão" [40].

As grandes petroleiras do mundo, que não querem perder o seu mercado, referem-se a essas novas fontes de energia com acusações contrárias para a utilização dos biocombustíveis e seus benefícios. A alegação de que o uso desta fonte energética comprometeria a produção de alimentos, foi o argumento mais utilizado na campanha contra os biocombustíveis por esses setores.

Assim, com a atual crise de alimentos e os voláteis preços do petróleo, vários grupos de interesses próprios usam esses temas para atacar o etanol, porém diversas pesquisas e relatórios (incluídos aqueles que podem ser considerados fora do interesse brasileiro, leia o anexo A ao fim do trabalho) evidênciam que todas essas acusações contra o etanol brasileiro não procedem,

Os relatórios que falam bem do etanol e outros biocombustíveis fabricados na América do Sul, assim como em outros continentes, com tecnologia e vantagem comparativa, devem ser utilizados para incentivar ainda mais a comunidade internacional para que o setor desse tipo de biocombustiveis, obtenha abrangência em nível internacional.

Com a projeção de duplicação da produção nacional em 10 anos, o mercado realmente se consolidaria e restringiria o espaço para amadores ou produtores subsidiados (EUA e Europa).

 A excelência desde o cultivo até as bombas de combustível, nos postos de abastecimento espalhados por todos os lados deverá ser constante, com a busca pela melhora tecnológica se superando a cada dia. Para tal, a educação nos paises na América Latina, especificamente no MERCOSUL será (e já é) extremamente essencial para o bom resultado do setor sucroalcooleiro, energético, ambiental e político-social.

Não se teria chegado á posição em que o Brasil chegou sem investimentos científicos e esforços de todos os segmentos envolvidos, porém, ainda falta muito para avançarmos. Precisamos transformar o etanol em commoditie, do mesmo modo, necessitamos de dutos para transportar o álcool desde as usinas diretamente para os portos, como no caso do porto de Santos (maior porto da América Latina e localizado em São Paulo) que através dos dutos diminuiria os custos de transportes em até 50%, desde o ponto de produção até o tanque reservatório no porto.

Por fim, podemos observar que a questão dos combustíveis verdes está se consolidando a cada dia, cumpre ao Brasil, portanto, continuar a ser referência neste setor, lutar muito para que o trabalho iniciado não seja em vão, para que continuemos a ser exemplo para o mundo.

Além disto, devemos considerar que a questão dos combustíveis verdes implica também em política ambiental. Esta política é a mais buscada pelo Brasil para que continuemos a aumentar nossas exportações, aumentar os níveis de emprego e também consolidar a imagem de país preocupado com o desenvolvimento pacífico e sustentável das nossas Relações Internacionais, onde a guerra esperada é aquela que gira em torno apenas da concorrência leal do mercado internacional. Quem sabe, em curto prazo, o Brasil verá que seus interesses nacionais serviram como um dos instrumentos para tornar o mundo um local melhor para se viver, e quem sabe ainda, outros vários países, copiem essa idéia fazendo com que as próximas gerações possam viver num planeta em que o desenvolvimento seja sustentável e limpo. Lula esta fazendo a parte dele, assim como os brasileiros em geral.

1.5        REFERÊNCIAS

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BBC BRASIL. Etanol brasileiro é o que mais reduz emissões, diz OCDE. Disponível em: <http://noticias.br.msn.com/artigo_bbc.aspx?cp-documentid=8654012>. Acesso em16/07/2008.

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CLARIN.COM. Costoso operativo del gobierno para el invierno.  Disponível em: <http://www.clarin.com/diario/2008/04/15/elpais/p-01401.htm>. Acesso em: 08/07/2008

CLARIN.COM. Desafio Energetico/ tercera y última nota: La crisis de los alimentos y el aumento del precio de los combustibles. Disponível em: <HTTP://WWW.CLARIN.COM/DIARIO/2008/07/08/ELMUNDO/I-01710546.HTM>. Acesso em 07/07/2008.

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MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES. Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na abertura da 30ª conferencia regional da FAO para America Latina e o Caribe. Disponível em: <http://www.mre.gov.br/portugues/politica_externa/discursos/discurso_detalhe3.asp?ID_DISCURSO=3286>. Acesso em 04/06/2008.

MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES. Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante o Painel de Alto Nível da XII Reunião da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento - Unctad. Disponível em: <http://www.mre.gov.br/portugues/politica_externa/discursos/discurso_detalhe3.asp?ID_discurso=3291>.  Acesso em 15/07/2008.

MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES. Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na abertura do debate geral da 63ª Assembléia Geral das Nações Unidas. Disponível em: < http://www.mre.gov.br/portugues/politica_externa/discursos/discurso_detalhe3.asp?ID_DISCURSO=3368 >. Acesso em 24 de Set. de 2008.

MOREIRA, E. F. P. Evolução e perspectivas do comercio internacional de açúcar e álcool.  2007. 200 f.Tese (Livre docência em Ciências Sociais, na área de Relações Internacionais) - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo.

NACOES UNIDAS. Carta da ONU. Disponível em: <http://www.onu-brasil.org.br/doc1.php>. Acesso em 28/07/2008. 

NOGUEIRA, JOAO PONTES; MESSARI NIZAR, Teoria das Relações Internacionais: Rio de Janeiro: Ed. Elsevier, 2005.

NOGUEIRA. L.A.H. Biocombustíveis na América Latina-Situação e Perspectivas. São Paulo. Fundação Memorial da América Latina, 2007. 80 p.

O ESTADO DE SÃO PAULO. Crise pode jogar na miséria milhões. P B4, Edição de 08 de Julho de 2008.

O ESTADO DE SÃO PAULO. Protecionismo barra o etanol. P. B14, Edição de 03 de Julho de 2008.

PORTAL REVISTA EXAME. Etanol: o mundo quer. O Brasil tem. Disponível em: <http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/energia/conteudo_226159.shtml>. Acesso em: 15/02/2008.

PORTOS E NAVIOS. Entenda por que chegou ao fim a era do petróleo barato. Disponivel em: <http://www.portosenavios.com.br/?r150208&link1&565&m=1&sec_atual=43&cod=23144> . Acesso em 06/04/2008.

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REVISTA POLÍTICA EXTERNA. Petróleo, gás natural e biocombustiveis: desafio estratégico no mundo e no Brasil. Editora Paz e Terra, v 15, dez/jan/fev 2006-2007, 135 p.

SENADOR CRISTOVAM. Cristovam cita episódio da 4ª frota dos EUA para pedir fortalecimento da Marinha. Disponível em: <http://www.cristovam.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=1446&Itemid=2>. Acesso em 17/07/2008.

TEMPOPRESENTE.ORG. Argentina impulsa la producción de etanol para biocombustibles. Disponível em:<http://www.tempopresente.org/index.php?option=com_content&task=view&id=2986&Itemid=117>. Acesso em: 18/07/2008.

WIKIPEDIA.COM. Rodada de Doha. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Rodada_de_Doha>. Acesso em: 02 de Out de 2008.

1.6 ANEXOS

Anexo A - Etanol brasileiro é o que mais reduz emissões, diz OCDE

"Intitulado Avaliação Econômica das Políticas de Apoio aos Biocombustíveis, o estudo afirma que o etanol de cana-de-açúcar produzido no Brasil permite reduzir as emissões em até 90%. O documento foi divulgado nesta quarta-feira em Paris. Agricultura da OCDE, que realizou o estudo.

Segundo a organização, "o apoio governamental á produção de biocombustíveis nos países da OCDE custa caro, mal consegue reduzir as emissões de gases de efeito estufa e melhorar a segurança energética e repercute fortemente sobre os preços mundiais dos produtos alimentares."

A OCDE reúne 30 economias, entre elas, algumas das mais industrializadas do mundo. O Brasil não integra a organização.

Para melhorar a eficácia econômica, ambiental e social dos biocombustíveis, A organização recomenda a eliminação de barreiras alfandegárias sobre o produto, além do reforço das pesquisas tecnológicas.

De acordo com a organização, essa medida "deve permitir a redução dos custos e melhorar sua eficácia energética".

O documento afirma ainda que na maior parte dos países, os biocombustíveis dependem fortemente de subvenções públicas, sobretudo nos Estados Unidos, Canadá e Europa.

"Nesses países, os subsídios atingiram US$ 11 bilhões em 2006 e devem chegar a US$ 25 bilhões por ano em 2015", diz o documento.

Segundo estimativas da OCDE, as medidas de apoio á produção de biocombustíveis custam entre U$ 900 e U$ 1,7 mil por cada tonelada de dióxido de carbono que deixa de ser emitida na atmosfera.

A organização afirma que a produção de biocombustíveis deve dobrar nos próximos dez anos. "(Etanol brasileiro é o que mais reduz emissões, diz OCDE)". [41]

 

ANEXO B - DEMONSTRAÇÃO ESTEQUIOMéTRICA DA QUEIMA HIPOTéTICA DE UM VOLUME "X" DE ÁLCOOL PARA COM UM MESMO VOLUME DE GASOLINA. (ELABORAÇÃO PRÓPRIA)

MATEUS RODRIGO ALVES - CONCLUYENTE DE RELACIONES INTERNACIONALES Y TéCNICO QUIMICO DE NIVEL SECUNDARIO.

SALGO DE LA CIUDAD DE GUARUJA, SAN PABLO- BRASIL EN DECIEMBRE PARA VIVIR EN JUNIN, PROVINCIA DE BUENOS AIRES- ARGETINA POR MOTIVOS DE MATRIMONIO.

POSEO 27 AÑOS Y HE TRABAJADO EN LABORATORIO QUIMICO POR 3 AÑOS.

Ahora pretendo consolidar mi situación en Argentina.

Contactos: mateusk7[arroba]hotmail.com o 0054-2362-427100

Trabalho de Conclusão de Curso apresentado á disciplina Projeto Experimental do curso de graduação em Relações Internacionais, sob orientação da Profª. Priscila Morrone e supervisão do Prof. Dr. Charles Artur Santos de Oliveira.

Dedico este trabalho de conclusão de curso á minha mãe, que sempre esteve comigo em todos os momentos importantes de minha vida.

AGRADECIMENTOS

Agradeço á professora Priscila, pelo acompanhar deste trabalho durante o presente ano.

Às professoras Marcela e Osvaldina, e ao professor Lascane que me inspiraram de acordo com suas matérias dadas em sala de aula, á minha família que sempre me ajudou em tudo, a meu amor que me espera na Argentina e, finalizando com grande honra, ao Senhor Jesus Cristo que é quem me dá alegria e esperança para viver num mundo tão conturbado.

 

 

 

Autor:

Mateus Rodrigo Alves

mateusk7[arroba]hotmail.com

FUNDAÇÃO LUSÍADA

CENTRO UNIVERSITÁRIO LUSÍADA

CURSO DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS

SANTOS

2008


[1] Disponível em: <http: //www.igc.usp.br/geologia/petroleo.php>. Acesso em julho de 2008.

[2] "We know that as Brazil goes, so will go the rest of that Latin American continent"

[3] O Grupo dos 77 foi criado em 15 de junho de 1964, quando 77 países em desenvolvimento adotaram, na conclusão da Primeira Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento, uma declaração conjunta. Disponível em:<http://www.g77.org/40/commemoration-p.htm>. Acesso em 03/09/2008.

[4] Os brasileiros têm que agradecer esta riqueza á ditadura militar que governou de 1964 a 1985. Quando chegou a crise energética dos anos 70, a economia brasileira caiu e os militares ordenaram aos engenheiros da empresa nacional de petróleo que encontrassem uma solução nacional. Os técnicos de São Paulo tomaram o que mais tinham em suas mãos e que o país produzia desde o século XVI, a cana de açúcar. Disponível em: <http://www.clarin.com/diario/2008/07/08/elmundo/i-01710546.htm>. Acesso em 07/07/2008.

[5] Em 1989 o preço do açúcar subiu novamente e os motoristas brasileiros ficaram sem a solução nacional.

[6] Uma commodity pode ser definida como um bem fungível e genérico cujas quantidades podem ser vendidas a um preço estabelecido em um mercado competitivo centralizado. (FILHO, 2007, p.187).

[7] Disponível em: <http://www.cristovam.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=1446&Itemid=2>. Acesso em 17/07/2008.

[8] Na indústria do petróleo o "barril" corresponde a 42 galões ou 158,9873 litros.

[9] Ver mais sobre o protocolo de Kyoto em: <http://www.onu-brasil.org.br/doc_quioto.php>. Acesso em: 08 Jul. 08.

[10] O Protocolo de Kyoto, que entrou em vigor em 2005 com a adesão de 156 países, estabelece várias ferramentas para reduzir as emissões dos seis gases que causam o efeito estufa. O dióxido de carbono representa mais de 70% do total. (http://www.ambienteemfoco.com.br/?p=1628).

[11] Hoje desafio a nossa nação a se comprometer a produzir 100% de nossa eletricidade a partir de energias renováveis e de recursos verdadeiramente limpos, livres de hidrocarbonetos, dentro de 10 anos. Disponível em: <http://news.bbc.co.uk/hi/spanish/science/newsid_7513000/7513004.stm>. Acesso em: 18 Jul. 2008.

[12] Ver sobre crise subprime dos Estados Unidos da América em: <http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2008/01/16/entenda_a_crise_do_subprime_1154315.html>

[13] Disponível em: <http://www.mre.gov.br/portugues/noticiario/nacional/selecao_detalhe3.asp?ID_RESENHA=341731>.

Acesso em: 22 Jul. 2008.

[14] Os americanos são donos de 40% da frota de veículos do planeta, mas o álcool responde por apenas 2,5% do mercado local de combustíveis. Disponível em: <http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/energia/conteudo_226159.shtml>. Acesso em: 15 Fev. 2008.

[15] Os Estados Unidos são os maiores produtores de etanol, totalizando 48% da produção mundial, enquanto o Brasil representa 31%. Disponível em: <http://noticias.br.msn.com/artigo_bbc.aspx?cp-documentid=8654012>. Acesso em16 Jul. 2008.

[16] (Etanol: o mundo quer. O Brasil tem. Disponível em:

<http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/energia/conteudo_226159.shtml>. Acesso em: 15 Fev.2008).

[17] "(...) e, sobretudo a Argentina, é muito importante para as exportações brasileiras".

[18] Está bem claro: apesar de todas as evidencias, nunca o governo admitirá os muitos sérios e recorrentes sufocamentos com o sistema energético, nem muito menos empregara a palavra crise. Disponível em: http://www.clarin.com/diario/2008/04/15/elpais/p-01401.htm, Acesso em 08/07/08.

[19] Há tempos que os especialistas privados alertaram.

[20] Por que o Brasil pode e a Argentina não? (...) é que o Brasil trabalhou durante duas décadas, investiu quase 1 bilhão de dólares, nunca deixou o controle de sua petroleira estatal e sempre manteve uma política de Estado. Argentina, ao contrario. Privatizou e perdeu o controle da YPF, não investiu em prospecção de poços de petróleo. Que muitos especialistas internacionais asseguram que temos embaixo de nosso solo. Disponível em:

<http://www.clarin.com/suplementos/zona/2008/07/06/z-01709434.htm>. Acesso em 08/07/2008.

[21] Se não encontrar mais nada, nos restam talvez 9 ou 10 anos de petróleo e uns 8 anos de gás. Disponível em: <http://www.clarin.com/suplementos/zona/2008/07/06/z-01709434.htm>. Acesso em 08/07/2008.

[22] O senador e ex-ministro Rodolfo Terragno, que vem pensando sobre os temas energéticos a mais de três décadas assegura que ainda é possível fazer algo para tentar encontrar petróleo embaixo de nosso solo. "Ainda temos a ENARSA que é a companhia que juntou os restos de YPF. E temos ainda o direito sobre os campos off-shore, no alto mar. ENARSA esta convocando á licitação de alguns destes campos. E este é o caminho correto. O que teríamos que fazer agora é criar o clima político e econômico adequado para atrair os grandes investimentos que são necessários para a exploração."

¿Por qué Argentina no encuentra petróleo? Disponível em:

<http://www.clarin.com/suplementos/zona/2008/07/06/z-01709434.htm>. Acesso em: 08 Jul. 2008.

[23] "Argentina impulsa la producción de etanol para biocombustibles". Disponível em: <http://www.tempopresente.org/index.php?option=com_content&task=view&id=2986&Itemid=117>. Acesso em: 18 Jul. 2008.

[24] Os biocombustíeis, que abarcam muito mais que o biodiesel, são um mercado enorme. A Europa não poderá cumprir para 2020 sua meta de corte de combustíveis com 10% de biocombustíeis, porque não podem produzi-los, o que significa que deverão ser importados. Nesse sentido, a UNNOBA considerou estratégico participar do pólo de biocombustíeis, que terá eixo na cidade de Junín. Não só como uma planta piloto para o desenvolvimento de novos processos de produção de biodiesel e seu laboratório de controle de qualidade, único no país. Se não com o desenvolvimento de biocombustíeis de segunda geração, ainda não acessíveis no mercado mundial, para tanto, é necessário desenvolver-los agora mesmo. Entre estes projetos se conta com a produção de gasolina sintética a partir da biomassa (capim, lixo orgânico, esterco derivado de feed lots). Disponível em:

<http: //www.diariojunin.com/ver_noticias.php?id_nota=4302>. Acesso em 06/07/2008.

[25] Etanol: o mundo quer. O Brasil tem. Disponível em:

<http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/energia/conteudo_226159.shtml>. Acesso em: 15 Fev.2008.

[26] Tratado assinado pelos presidentes de Brasil, Uruguai, Paraguai e Argentina em 1991.

[27] REPERTÓRIO DA POLÍTICA EXTERNA: POSIÇÕES DO BRASIL: Disponível em: http://www.funag.gov.br/biblioteca-digital/ultimos-lancamentos. Acesso em: junho de 2008

[28] CARTA DAS NAÇÕES UNIDAS. Disponível em:< http://www.onu-brasil.org.br/doc1.php> Acesso em: 03 Jun. 2008

[29] B2 significa que são adicionados 2% de biodiesel ao diesel, e assim por diante.

[30] Disponível em: http://www.mre.gov.br/portugues/politica_externa/discursos/discurso_detalhe3.asp?ID_DISCURSO=3286. Acesso em 02 de Maio de 2008.

[31] Disponível em: http://www.mre.gov.br/portugues/politica_externa/discursos/discurso_detalhe3.asp?ID_DISCURSO=3286. Acesso em 02 de Maio de 2008.

[32] Empresa brasileira de pesquisa agropecuária.

[33] Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia de entrega do "IPS International Award 2007" Disponível em:<http://www.mre.gov.br/portugues/politica_externa/discursos/discurso_detalhe3.asp?ID_DISCURSO=3371>. Acesso em: 24 de Set de 2008.

[34] Carta Internacional, p 32, Volume 2, Outubro de 2007.

[35] Artigo 4º, caput e item 9 do artigo 4º da Constituição da Republica Federativa do Brasil de 1988.

[36] REPERTÓRIO DE POLÍTICA EXTERNA: POSIÇÕES DO BRASIL Orientação Estratégica do Ministério das Relações Exteriores, Plano Plurianual 2008-2011. Brasília, 4 de maio de 2007. Brasília. Fundação Alexandre de Gusmão, 2007. P 76.

[37] Revista Dinheiro. Etanol, o Combustivel da Diplomacia.Editora XXX, 26 de Dezembro de 2007. p 48-49.

[38]  A rodada de Doha das negociações da OMC visa diminuir as barreiras comerciais em todo o mundo, com foco no livre comércio para os países em desenvolvimento. As conversações centram-se na separação entre os países ricos, desenvolvidos, e os maiores países em desenvolvimento (representados pelo G20). Os subsídios agrícolas são o principal tema de controvérsia nas negociações. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Rodada_de_Doha>, Acesso em: 02 de Out de 2008.

[39] Revista Dinheiro. Etanol, o Combustivel da Diplomacia.Editora Três, 26 de Dezembro de 2007. p 48-49.

[40] Disponível em: <http://www.mre.gov.br/portugues/politica_externa/discursos/discurso_detalhe3.asp?id_discurso=3318>. Acesso em 04/06/2008.

[41] Disponível em: < http://noticias.br.msn.com/artigo_bbc.aspx?cp-documentid=8654012 >. Acesso em16/07/2008.

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