A contribuição da gestão estratégica de pessoas para a competitividade das organizações



  1. Resumo
  2. Introdução
  3. Revisão conceitual
  4. Revisão da literatura
  5. Metodologia do estudo
  6. Considerações finais
  7. Referências

A percepção é forte e a visão é fraca. Em estratégia, é importante ver o que está distante como se estivesse próximo e ter uma visão distanciada do que está próximo.

Myamoto Musashi

RESUMO

Este trabalho monográfico tem como objetivo mostrar como a gestão estratégica de pessoas contribui para a competitividade das organizações. Ele foi elaborado por meio da técnica de pesquisa bibliográfica, em quatro etapas do Método Educar pela Pesquisa (MEP): a primeira etapa de exploração, a segunda de planejamento, a terceira de desenvolvimento e a quarta de apresentação e escrita. Para isso, apresenta a história e importância da gestão estratégica assim como se insere no contexto organizacional, juntamente com as concepções de planejamento estratégico e cultura organizacional. Em um segundo momento, apresenta a influência da gestão estratégica, a importância do planejamento estratégico e a contribuição da cultura organizacional para a competitividade das organizações. A pesquisa bibliográfica foi realizada por meio de um estudo que exploratório mostrou além das diferentes abordagens dos conceitos de Gestão Estratégica, Planejamento Estratégico, Cultura Organizacional, Liderança e Diferencial Competitivo possibilitou a discussão teórica deste trabalho.

Palavras-chave: Gestão Estratégica, Planejamento Estratégico, Cultura Organizacional, Liderança , Diferencial Competitivo.

ABSTRACT

This academic work aims to show how the strategic people management contributes to the competitiveness of organizations. He was drafted by the technique of literature in four stages of education through research method or (in Portuguese) Método Educar pela Pesquisa (MEP): the first stage is exploration, planning is the second stage, third and fourth development are the presentation and writing. To do so, presents the history and importance of strategic management as well as it´s insertion within the organizational context, along with the concepts of strategic planning and organizational culture. In a second moment, shows the influence of strategic management, the importance of strategic planning and organizational culture's contribution to the competitiveness of organizations. A literature search was performed through an exploratory study that showed different approaches beyond the concepts of Strategic Management, Strategic Planning, Organizational Culture, Leadership and Competitive Edge which enabled the theoretical discussion of this work.

Keywords: Strategic Management, Strategic Planning, Organizational Culture, Leadership, Competitive Edge.

INTRODUÇAO

Há cerca de um século atrás, estava-se à procura de um tipo de profissionalização do trabalho dos empresários, mas não se sabia realmente o que ensinar. O sucesso das empresas não parecia obedecer a regras claras e com isso era difícil associar sucesso a práticas claras na gestão. (HAFSI e MARTINET, 2008). Os primeiros pesquisadores e professores descobriram a primeira noção de gestão estratégica que é atribuída à Hipócrates, cuja abordagem prática se pode resumir da seguinte maneira:

O primeiro elemento do método é um trabalho difícil, persistente, ininterrupto, no quarto do paciente e não na biblioteca; uma adaptação completa do médico à sua tarefa, uma adaptação que não era simplesmente intelectual. O segundo elemento do método apóia-se em observações precisas das coisas e dos acontecimentos, na escolha, guiada por um juízo baseado no conhecimento e na experiência, dos fenômenos recorrentes e que ressaltam, além da sua classificação e da exploração metódicas. O terceiro elemento é a construção judiciosa de uma teoria – não de uma teoria filosófica, nem tampouco um grande esforço de imaginação, nem um dogma quase-religioso, mas um modesto processo pedestre ou talvez, dever-se-ia dizer, um bastão, útil para a caminhada,e a sua utilização posterior. ROETHLISBERGER (1977, apud HAFSI e MARTINET, 2008, p.1132).

De acordo com Carissimi (2008), podemos citar como criadores contemporâneos da Gestão Estratégica de Pessoas Frederic Taylor e Henry Fayol. Frederick Taylor formalizou estudos dos problemas referentes a salários, estudo do tempo, definição de tempo-padrão e administração das tarefas. Os trabalhadores acreditavam que seu esforço beneficiava somente o seu patrão, com isso, eles não se empenhavam no trabalho; a forma de pagamento fazia com que eles acreditassem nisso. Para resolver isso surgiu a possibilidade dos empregados começarem a ter participação nos lucros, ganhar bônus da empresa e aumento de salário. Taylor achava que se cronometrasse o tempo máximo de trabalho e medisse espaço que o homem precisa para executar uma tarefa com eficiência, pouparia mais tempo e assim subiria a produção e o lucro da empresa. Esse sistema foi a base para o começo da administração de tarefas. Foi com ele que começaram a selecionar trabalhadores, dando pagamentos de incentivo. Com a seleção, os colaboradores eram postos nos setores adequados aos seus perfis, permitindo que a administração controlasse a produção, dispondo do trabalho padronizado, que era essencial para a eficiência.


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