(Des)ordens na iirsa: uma visão de integração Brasil-Peru



  1. Resumo
  2. Introdução
  3. Amazônia: fronteiras de commodities
  4. Territorialidade fronteiriza entre Brasil e Peru
  5. Considerações finais
  6. Bibliografias

RESUMO

Este trabalho analisa desde o ponto de vista de Desenvolvimento Regional os impactos sociais e de caráter de transformação territorial em torno da construção da Rodovia Interoceânica entre as fronteira de Brasil e Peru, suas perspectivas antes da construção, seus impactos durante a construção, e os resultados obtidos hoje, a hipóteses assumidas é que quando as condições da Rodovia e melhorada a acessibilidade entre as regiões torna-se maior, ou seja, a melhoria da infraestrutura no contexto regional implica maior dinâmica comercial, sendo a Amazônia neste caso o foco de atenção, por ser ela a posição fronteiriça entre os dois países. A Amazônia é muito diversificada, porém, heterogênea, complexa e multidimensional desde o ponto de vista biofísico, socioeconômico, sociopolítico e sociocultural, mas também com interesses de Desenvolvimento Regional, aproveitado em muitos casos pela globalização no contexto de um mercado comum, integrando recursos naturais a ser explorados, sendo que para os estados amazônicos seja a procura de alguma forma de integração física que se projetam a partir de uma área estratégica dentro da IIRSA, apoiadas por instituições de caráter financeiro, fortalecidos por 10 eixos de ligação regional, entre ela a Rodovia interoceânica (Estrada do Pacifico), com o objetivo de lograr livre circulação de mercadorias, esta abertura comercial tem implicado significativas alterações no espaço dinâmico da região amazônica, pela expansão de área ocupada pela produção de commodities, com impactos diretos florestais, quebra de veículos culturais e alteração de equilíbrio ambiental. A estrada que liga o Noroeste brasileiro, pelo Acre, ao Peru. Uma estrada imensa, como resultado de um projeto ambicioso e desafiador, que foi concluída no 2011.

Palavras-chaves – Amazônia, Desenvolvimento Regional, Infraestrutura, Rodovia Interoceânica, Commodities.

RESUMEN

Este trabajo analisa desde el punto de vista de Desarrollo Regional los impactos sociales y de carácter de transformación territorial en torno de la construcción de la Rodovia Interoceanica entre las fronteras de Brasil y Peru, sus perspectivas antes de la construcción, sus impactos durante la construcción, y los resultados obtenidos hoy, la hipotesis asumida es que quando las condiciones de la Rodovia es mejorada la accesibilidad entre las regiones se torna mayor, osea, la mejoria de la infraestructura en el contexto regional, implica mayor dinâmica comercial, siendo la Amazonia en este caso el foco de atención, por ser ella la posición fronteriza entre los dos países. La Amazônia es muy diversificada, por lo tanto, heterogênea, compleja e multidimensional, desde el punto de vista biofísico, socioeconômico e sociocultural, y tambien con intereses de Desarrollo Regional, aprovechado en muchos casos por la globalización en el contexto de um mercado comum, integrando recursos naturales a ser explorados, siendo que para los estados amazônicos sea la busqueda de alguna forma de integración física, que se projectan a partir de una área estratégica dentro de la IIRSA, apoyada por instituciones de carácter finaciero, fortelecidos por 10 ejes de ligación regional, entre ellas la Rodovia Interoceanica, con el objetivo de lograr livre circulación de mercadurias, esta abertura comercial tiene significativas alteraciones en el espacio dinâmico de la región amazônica, por la expanción de espacio ocupado por la producción de commodities, con impactos directos florestales, quiebra de rutas culturales e alteraciones de equilíbrio ambiental. La estrada que liga el Nordeste brasileiro, por el Acre, al peru. Uma estrada inmensa, como resultados de um projecto ambicioso y desafiador, que fue concluído en el 2011.

Palavra clave – Amazonia, Desarrollo Regional, Infraestructura, Rodovia Interoceanica, Commodities.

INTRODUÇAO

A estrutura do sistema econômico internacional propiciou um fenômeno de coordenação de políticas estaduais, bilaterais e multilaterais em favor da integração. Esta opção de políticas exterior mostrou sua capacidade para afetar não só ao processo econômico interno das nações, a autonomia política de seus governos e a dinâmica de suas relações exteriores, também, tem evidenciado sua capacidade de repercutir sobre sistemas internacionais em geral. Claramente, o surgimento de blocos comerciais e políticos lograram que o mundo evolui em tendência a um sistema multilateral integrado por atores localizados no centro do poder político e econômico. O sul do continente Americano está conformado pelos grupos de países em desenvolvimento, por tanto, os governos e as sociedades destas nações estão obrigados a adotar a integração como a única opção de políticas que permitam minimizar as diferenças assimétricas entre o Norte e o Sul do continente americano, aumentando seu poder de negociação frente aos países desenvolvidos e afrontar suas próprias necessidades políticas e sociais.


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