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A educação em angola, principais modelos educativos usados em tecnologias (página 2)

Arnaldo Faustino

eles tantas vezes como os necessitam. A educação é uma ferramenta essencial na materialização das reformas que serão necessários programarem na área dos recursos humanos, para resolver as contradições que nos expõe a nova sociedade.

O desenvolvimento do sector de Informação enfatiza a necessidade de gerar e proporcionar ferramentas teóricas e metodológicas no processo de ensino e aprendizagem a distancia como espinha dorsal, que permitam trabalhar em função de traçar políticas nacionais em matéria de informação.

Estas deverão ser formuladas em correspondência com o plano de desenvolvimento socioeconômico, tendo em conta os novos adiantamentos e as condições específicas de desenvolvimento do país.

As Políticas nacionais de informação e telecomunicação a distancia constituem uma tarefa dos governos, baseando-se em BORRÁS, I. (1997) em seu artigo intitulado "Tecnologias de telecomunicação e educação a distancia " já que só estes podem, de uma óptica macro-social, permitir que estas se executem em prol dos benefícios que delas se derivem. A estratégia de informatização da sociedade angolana até no século XX, parte da concepção de que não estavam desenvolvidas as tecnologias de informação. Resultante da necessidade de um enfoque harmônico e integral, que incorpore a geração de recursos de informação com conteúdos nacionais e estrangeiros e desedonvolva a produção, distribuição e uso de bens e serviços, orientados a pôr a informação e o conhecimento em função do desenvolvimento, em que deveriam aplicar-se estas tecnologias. Em conseqüência, a necessidade de uma Política nacional de Informação está evidenciada na citada estratégia. De facto é vantajosa à política nacional de informação e telecomunicação a distancia, em conformidade com a realidade angolana, uma vez que o país necessita de recursos humanos capacitados e abalizados em quase todos os sectores da vida política e social para implementação do referido processo.

Para estabelecer uma estratégia para a introdução das TIC no ensino é necessário conhecer e divulgar as vantagens que nos reportam estas tecnologias no processo de ensino e aprendizagem, quais são os problemas mais comuns que se apresentam neste processo de introdução e os róis que desempenharão os professores e os estudantes. Um papel protagónico, representa o professor que passará de transmissor da informação á avaliador e estratéga em situações de aprendizagem. Os docentes terão que possuir habilidades de coordenador de projectos de equipe, sendo capazes de organizar o currículo segundo as necessidades e interesses dos estudantes, criando um entorno colaborativo para a aprendizagem. Deve-se motivar a criação de grupos de aprendizagem conjunta, que permita ao estudante trabalhar em comum para alcansar objetivos na sua maturação e êxitos pessoais com o programa do governo, ensino para todos ate ao nível médio e expansão das redes de comunicação a todo país. Facto constatado com maior realce na província de Cabinda. Verificando-se porém nas restantes províncias do país, municípios e comunas em que estudantes de diversos níves acadêmicos ainda não conseguem abrir uma página web para as suas investigações, inaproveitando as múltiplas vantagens da internet uma vez que a temos como foco da biblioteca econômico-eletrônica onde os estudantes quase encontram toda sua solução. Este tipo de actividade não deve ser limitada a uma sala de aula concreta, centro ou comunidade.

Os estudantes devem experimentar tarefas de resolução de problemas, ou melhor, de resolução de dificuldades emergentes antes de problemas preestabelecidos que são relevantes para os postos de trabalho contemporâneos e futuros. Muito se pode falar sobre o emprego das TIC para propósitos educativos, pode estar também afetado pelas diferenças individuais que possui todo ser humano e por suas atitudes inovadoras no processo pedagógico. Estas diferenças incluem o nível de ansiedade e experiência no uso de computadores, isto elevaria o grau de motivação dos professores e estudantes.

Entende-se por outro lado que o uso das TIC faz com que para alem de termos numerosas bibliotecas centralizadas em determinadas regiões, com vários PC (computadores portátil) ligados a um cabo com rede seriam solucionados todos os problemas bibliotecários.

Nossos graduados universitários devem possuir habilidades para adquirir conhecimentos empregando tecnologias computacionais, para aplicá-las em suas necessidades, para atracar as conclusões judiciosas, para desenvolver trabalho em grupo e para desempenhar-se em uma comunidade global.

Esta necessidade está dada em razão da importância socioeconômica que a informação reveste para o desenvolvimento, atendendo a Política nacional sobre a mesma, como o acordo da acção nacional em torno da geração, organização, comunicação e assimilação da informação que o país requer para modernizar seus processos de desenvolvimento e afincar a direção do progresso.

Requere-se uma política nacional para assegurar a execução e o funcionamento harmonioso dos recursos, serviços e sistemas de informação, e para favorecer o desenvolvimento e aproveitamento racional da infra-estrutura de informação em seu conjunto.

A existência de uma Política nacional de informação garante um enfoque de integração, incumbe à optimização de recursos materiais, financeiros e humanos. Isto possibilita que a produção e distribuição eficiente, de informação, satisfaça as exigências da população. Nesta ordem propicia que as atividades produtivas, de investigação, de comercialização e de serviços, elevem a qualidade do seu processo de decisões pela vinculação crescente que tem a informação ao mesmo. Isto o faz mais racional, o qual repercurte na eficiência e competitividade de todos os sectores da vida econômica e social dos angolanos; permite a exportação de bens e serviços de informação em condições competitivas e favorece dar a conhecer o mundo á realidade nacional.

A Política Nacional de Informação constitui um instrumento transcendental em favor de converter a informação em um recurso estratégico. A gerencia, eleva a eficiência da economia, embolsa o desenvolvimento da cultura nacional e contribui para defesa de Angola, todo o qual redunda em seu desenvolvimento socioeconômico, na inserção vantajosa no contexto regional e internacional e na elevação da qualidade de vida da sociedade angolana.

Alcance da política nacional de informação em Angola

A presente Política nacional de informação estabelece estratégias e cursos de acção para o desenvolvimento do sector no país, como parte da Indústria nacional de informação, excetuando os mecanismos de difusão maciça de informação.

Partindo de que o manejo e uso de todo tipo de informação constitui uma necessidade em favor de que as organizações e indivíduos possam manter vigentes as bases de conhecimento que requerem para alcançar seus objetivos, a presente Política se pronuncia por um reposicionamento do sector, que contemple a representação do mesmo em todas as organizações pertencentes a todos os setores econômicos e sociais com a incorporação de novos actores ao mesmo. Isso significa que as estratégias a adotar transbordam o objetivo de desenvolver as organizações que, tradicionalmente, encarregaram-se da gestão da informação: bibliotecas, centros de informação, arquivos e outras estruturas similares. Em conseqüência, a presente Política se encaminha a favorecer a produção e o uso da informação de maneira generalizada, com vista a convertê-la em um bem econômico e em um recurso produtivo a nível social.

Isso não se contrapõe com o interesse de privilegiar a produção de bens e serviços de informação, com caráter industrial, a partir de conteúdos nacionais.

"Com os instrumentos já aprovados pelo Governo bem como as parcerias estabelecidas e aprovadas superiormente, pretende se fazer das TIC um instrumento decisivo para a materialização do programa do Governo contribuindo de uma forma decisiva no combate a pobreza, assim como para a realização plena dos objectivos da estratégia do Governo no domínio das tecnologias de informação e telecomunicação.

No âmbito deste programa foram delimitadas as seguintes estratégias:

  • 1- Utilizar as TICS para o combate a pobreza e melhorar as condições de vida do nosso povo

  • 2- Utilizar as TICS para o combate ao analfabetismo

  • 3- Utilizar as TICS para o desenvolvimento dos recursos humanos

  • 4- Aumentar a eficácia e eficiência das instituições publicas e privadas

  • 5- Proporcionar o acesso universal dos cidadãos a informação e ao conhecimento

  • 6- Melhorar o relacionamento Governo-cidadao, aumentando a transparência governativa.

  • 7- Criar um ambiente legal de negócios favoráveis a produção e disseminação das tecnologias de informação e comunicação

  • 8- Criar uma indústria de software e conteúdos angolanos

  • 9- Fazer com que Angola seja um parceiro activo e competitivo na sociedade de informação" (http://w.w.w.fesa.org.br/imprensa/FESA,2000-2010)

Em função das estratégias acima referenciadas, e a luz da previsão do desenho do programa de cooperação assinadas no domínio das TIC pela Comissão Nacional de Tecnologia e Informação de Angola ( CNTI) e a Associação Nacional de Empresas de Tecnologias de Informação Eletrônica de Portugal ( ANETIE), previa o desenho de um programa anual de cooperação, e o reporte anual de cumprimento das acçoes programadas e criar mecanismo de apoio a internacionalização do sector português para Angola bem como projectos de formação avançada no domínio das tecnologias de informação e comunicação.

Face a anciedade com que o povo angolano espera das entidades governamentais, propostas claras e exequiveis nos mais variados domínios da vida politico-social, apraz-nos ressaltar que iniciativas como estas deveriam ser mais divulgadas com frequência nos principais órgãos de difusão massiva nacional, para que as populações que residem nas regiões mais recônditas do pais podessem ter acesso a este programa tão ambicioso e de extraordinária importância.

Concordando com a 1ª Estratégia, sugere-se todavia que para se combater a pobreza e melhorar as condições de vida das populações é necessário que se criem mecanismos exequíveis de divulgação neste domínio, para que os cidadãos que residem em regiões mais inacessiveis do pais tenham acesso as vantagens que as TIC podem trazer em nossas sociedades, quando estas forem direcionadas em prol do desenvolvimento comunitário, sem nunca olvidar as suas desvantagens quando forem mal aplicadas.

No que tange a 5ª Estratégia, é de salientar que o acesso a política de informação torna mas clara e transparente a gestão do potencial informativo angolano e internacional adoptando politicas de transmissão, novidades educativas e instrutivas, oferecendo cada vez mais qualidades a estes serviços . Evidenciar este estrtégia, è depositar no homen toda arte humana, é dar-lhe capacidade para desvendar, enfrentar e transformar a socidade segundo os desafios do mundo circundante.

Considerando a 6ª estratégia como fundamental, se tivermos em conta as palavras sabias de sua Excelência Presidente da República. "Mais trabalho e menos palavras" ( José Eduardo dos Santos, 2007 ) apraz-nos dizer que Angola so se desenvolverá se estas relações forem realmente melhoradas, para que o cidadão participe sem receio em todo o processo de reconstrução nacional, sentindo-se mais próximo das entidades governamentais, prestando-lhes o apoio necessário para o sucesso de todos nós, de contrário, não seria possível ném concebível, se continuássemos com relacionamentos limitados, onde os governantes apenas são vistos por intermedio do canal televisivo da TPA.

Se se implementa sem demora 8ª Estratégia, por sinal a mais desejada e esperada por parte daqueles que amam as TIC, Contribuirá para o desenvolvimento da cultura nacional de Informação, através da adequada organização e o desenvolvimento dos recursos e sistemas nacionais de informação. Faria com que a população participasse de uma forma mais directa na investigação e divulgação de conteúdos nacionais, achados oportunos de divulgação para o mundo inteiro, aumentado a competitividade contida na estratégia do governo angolano. Contribuirá para a satisfação da demanda de informação nacional, em quantidade e qualidade, em função de que a informação seja utilizada nacionalmente como um recurso produtivo estratégico por todos os sectores, que repercurta favoravelmente na eficiência da economia, o desenvolvimento da cultura nacional, na defesa do país e a elevação da qualidade de vida da sociedade. Aperfeiçoando a formação dos recursos humanos do sector, obtendo o equilíbrio necessário, favorecendo a incorporação das diferentes disciplinas.

Em análise a maturidade e idoniedade com que se reveste a Estratégia do governativa angolana, são propostas as seguinte metas:

1ª) Favorecer o acesso dos Sectores e programas priorizados como formação, instrução, expanção produção e actulização.

2ª) Desenvolver um processo investidor no Sector que garanta execução dos objectivos previstos

3ª) Aperfeiçoar a formação dos recursos humanos no sector,obtendo o equilibrio necessario, favorecendo a incorporação das diferentes especialidades

4ª) Contribuir para a criação da infra-estrutura nacional de informação atraveis da adequada organização e o desenvolvimento do sistema nacional de informação

5ª) Melhorar a produção de bens e serviços de informação como bens económicos, apartir das novas tecnologias de informação em funçao de elevar os niveis de competitividade do Sector para constitui-los em um novo Sector, no marco da industria nacional correspondente.

6ª) Acelerar a implementação e o desenvolvimento sustentavel de redes nacionais, regionais e internacionais, brindando a informação actualizada aos profissionais, investigadores, estudantes e funcionarios das entidades.

7ª) Avançar níveis de incerção vantajosos no país. Na industria nacional de informação no referido serviço de informaçao, atraveis da sua comercialização externa, gerando uma fonte de divisa para o país por esta via.

Angola registou um grande crescimento no Sector de tecnologias de informação científica. O Sector de telecomunicação tem verificado um crescente desenvolvimento. Registando em 2007 um grande avanço, a inclusão digital, está quase acessível a 70% da população angolana e o acesso a Internet já não constitui novidades aos internautas. Borras (1997) na sua obra "Ensino e aprendizagem com a internet. Uma aproximação crítica" deixa claro que a internet é parte vertebral do processo ensino aprendizagem, o que torna os internautas a ter acesso à internet mais próxima. Mas na realidade, maior parte dos internautas, nos municípios, mas a Sul e Oeste do território angolano o acesso à internet continua a ser um sonho.

Atualmente cerca de três milhões e meio das nossas populações tem ligação a Internet, para não falar da notável e massiva aderência ao uso da telefonia móvel. Isto mostra claramente que o país quer e está acompanhando a evolução das TIC em vários sectores da vida social e política.

Hoje os centros urbanos e suburbanos estão muito mais incluídos e interligados face ao uso da telefonia móvel, o que antes constituía grande novidade para os populares. Dificilmente alguém consegue fazer uma análise sociológica para o presente caso, sem ter Luanda como referencia por ser a cidade que maiores índices populacionais, registou por razões conhecidas pelo mundo inteiro, bem deixemos isso para trás. Hoje em dia quase 80% dos bairros da capital possuem um Cyber-Café o que vai criando o gosto pelos serviços de Internet aos cidadãos, apesar da insignificante percentagem de cidadãos que possuam computadores pessoais, dados aos preços em que são vendidas estas tecnologias. Muitas são as provas que nos apresentam investigadores em torno do assunto em questão como CABERO (1996) em seu artigo intitulado, "O Cyber-café como um lugar educativo". Realidade inconstatável nas demais províncias do país onde em alguns casos ainda se verificam enchentes fileiras, para aceder aos serviços de Internet e ao sistema de telefonia, pelo simples facto da mesma chegar sempre em lugares estratégicos e inacessíveis para a maior parte das populações do campo, como vulgarmente chamamos. De acordo com ADELL, J. (1994) em conformidade com o seu pensamento, os serviços de internet possibilitam que os estudantes busquem tudo o que necessitem para desenvolver a sua cultura acadêmica e social, sem deixar de lado as limitações que criam aos mesmos, em desenvolver mais sua capacidades criativas, demonstrando sem auxilio de computadores em suas pesquisas.

O executivo angolano se tem mostrado como ponte, por ordem a dar maior cobertura aos serviços de internet as populações Universitárias, Pré-Universitárias e Escolas encarregues para a formação de profissionais de Educação e não só. Dando-lhes as informações necessárias e indispensáveis para a adesão a nova tecnologia de informação científica ali onde cada cidadão encontre o seu primeiro emprego. Reconhecendo desde já a necessidade das mesmas começarem nos próximos anos apartir do ensino de base com vista a se recuperar o tempo perdido, colocando o cidadão em pé de igualdade com internautas das mais altas tecnologias do mundo como Estado Unidos, Suécia e Japão, lideres do novo ranking do uso de tecnologia de telecomunicação, redes celulares e computadores, segundo a Ruters.

Dados estatísticos apontam um grande crescimento nos próximos 10 anos se tivermos em conta que, só em 2006 a Comissão Nacional de Tecnologias de Informação desenvolveu 31 portais de Governo, em 2007 inaugurou 28 totalizando 59. Os Ministérios e Secretarias de Estado e Governos províncias têm um portal com as informações indispensáveis para o seu funcionamento. Segundo o portal do governo wwwangonoticias-full-hedlines-phpid (2006). Números mínimos para aquilo que são as perspectivas do executivo face aos desafios do novo milênio.

É a realidade com que todos se deparam, embora haja quem finja não constatar, uma vês que os serviços de Internet e Telecomunicações em Angola ainda precisam de grandes empurrões se quisermos atingir em tempos previstos e inserir o país nos famosos termos cogitados por todo mundo como Aldeia Global. Termos que ainda carecem de seminários e esclarecimentos profundos por parte dos integrantes deste Ministério às populações. Os investimentos nesta área deveriam ser prioritários, de forma a preparar o homem angolano com tecnologias de ponta para elevar o seu nível cultural e intelectual para o desenvolvimento do país num tempo não superior a duas décadas. Neste domínio necessita-se da implementação urgente da colossal estrutura para guiar os destinos, promoção e investigação das NTIC, consciente que elas são caras em todo mundo e hoje já é uma necessidade incontestável.

As famosas empresas oficiais de telecomunicação UNITEL e MOVICEL deveriam olhar mais para lado globalizante em que o mundo está inserido, do que somente em atingir os seus objetivos explorativos lucrativos sem se fazer um prévio diagnóstico de como os populares tem recebido estas tecnologias. Para o seu próprio crescimento e da sociedade em geral. De acordo com Serna (2000), a internet joga um papel preponderante na projeção do futuro de qualquer nação. É uma obra de capital importância se tivermos em conta a visão do mundo como aldeia global, esta visão só é feita com um serviço de internet e sistema de rede melhorado e desenvolvido no país. É conveniente que se implemente desde agora, aulas de computação nas instituições escolares básicas para que não se verifiquem mais Licenciados com dificuldades em digitalizar as suas próprias Monografias de fim de curso, recorrendo muitas vezes à pessoas de fora sem domínio da linguagem técnica para cada caso. Estamos seguros que este é um desafio em que todos devemos pôr as mãos para rapidamente vermos a Angola dos nossos anseios.

A introdução das TIC em nossas sociedades é sinônimo de que mudanças rápidas implicam necessidades de se aprender rápido, não obstante a estes desequilíbrios, acha-se prioritário desenvolver seminários de capacitação e formação especializada a todo pessoal, uma vez que muitos casos não é a falta de tecnologia de ponta que sustentam tal atraso, mas a falta de pessoal abalizado na matéria. Em pleno século XXI já não se concebe a existência de centros pré-universitários e escola de formação de futuros profissionais sem acesso a internet, por ser uma fonte de pesquisa rica atualizada e indispensável aos internautas, devido à insuficiência bibliográfica em Angola. No caso concreto da província do Huambo no município do Longonjo, por insuficiência de tecnologias de comunicação se encontra em sérias dificuldades. O acesso à rede sem dosificação de níves para os estudantes contribui para despertar a prostituição algures no território angolano. Na província do Bié, devido a escaceis de cyber-café nem todos os estudantes tem acesso à internet.

Conclusão

As tecnologias de telecomunicações são importantes para combater a desigualdade no campo de conhecimento e isto se realiza através do uso das redes e telecomunicações que promovem a circulação e a livre distribuição da informação. Realidade incontactável nas demais províncias do país onde em alguns casos ainda se verificam enchentes fileiras para aceder aos serviços de Internet e ao sistema de telefonia, pelo simples facto da mesma chegar sempre em lugares estratégicos e inacessíveis para a maior parte das populações do campo, como vulgarmente chamamos. É conveniente que se implemente desde agora aulas de computação nas instituições escolares básicas para que não se verifiquem mais Licenciados com dificuldades tecnológicas. Estamos seguros que este é um desafio em que todos devemos pôr as mãos para rapidamente vermos a Angola dos nossos anseios. Atualmente não existe sequer um modelo educativo aprovado e publicado para o ensino superior, o que demonstra claramente a necessidade de investigação e divulgamento do tema em questão.

Recomendações

No marco das investigações realizadas recumenda-se o seguinte:

  • Que se implante o material contido neste documento por forma a dar maior celeridade rumo a incerção do país nas novas tendências de digitalização global.

  • Que se garanta aos estudantes o acesso a uma variedade de recursos de informação incluindo bibliotecas, apoios informáticos, programas de software, pacotes multimídia, peritos em conteúdo, e outros sistemas de comunicação.

  • Que os mesmos possuam habilidades no uso dos computadores e dos programas mais usuais como editores de textos e tabuladores, etc.

  • Que se fomentem a cultura informacional da Sociedade.

  • Que se estimulem a criação de grupos de aprendizagem, que permita ao estudante trabalhar com outros, para alcançar objetivos em comum para a maturação, êxito e satisfação pessoal.

  • Que se desenvolva um processo investidor no Sector, que garanta a concretização dos objetivos previstos.

Referencias bibliográficas 

ADELL, J. (1994): "Internet: posibilidades y limitaciones".

ADELL, J. (1998): "Redes y educación".

 BORRÁS, I. (1997): "Enseñanza y aprendizaje con Internet. Una aproximación crítica".

CABERO,J.al (1996):" Saber-café como umlugar educativo".

CABERO,J. (coords) (2000): As novas tecnlogia para melhorar a educação.Sivilla: Editorial Kronos

CEBREAN DE LA SERNA, M.(coordenação)(2000):" internet, aula projetando o futuro". 

MARQUÉS, P. (1999): "Ventajas e inconvenientes del uso de Internet en educación".    

SALINAS, J. (1996): "Telemática y educación. Expectativas y desafíos". 

SALINAS, J. (1999): "Enseñanza flexible, aprendizaje flexible, aprendizaje abierto. Las redes como herramientas para formación". WWW.angonoticias-full-hedlines. Phpid 2006

http://w.w.w.fesa.org.br/imprensa/FESA,2000-2010

 

 

 

 

AUTORES:

Lic. Arnaldo Faustino*

arnaldo[arroba]informatica.unica.cu

Lic. Eurico Wongo Gungula*

eurico[arroba]informatica.unica.cu

Dr. C. Raúl Fernández Aedo**

*Instituto superior de ciências de educação Angola-Huambo

** Universidad Máximo Gomes Báez



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