Eutanásia



  1. Resumo
  2. Introdução
  3. Objetivos
  4. Revisão bibliográfica
  5. Material e método
  6. Conclusão
  7. Referências bibliográficas

Resumo

A palavra eutanásia deriva do grego, eu com significado "boa" e thanatos, que significa "morte". Esta palavra tornou-se ambígua e confusa conforme o tempo e o autor que a usa. De acordo com a revisão bibliográfica, a eutanásia classifica-se em: 1º. Quanto ao tipo de ação: eutanásia ativa, eutanásia passiva ou indireta e eutanásia de duplo efeito. 2º. Quanto ao consentimento do paciente: eutanásia voluntária, eutanásia involuntária e eutanásia não voluntária. Alguns países aderem ao um tipo de eutanásia, por exemplo, a Holanda fora o primeiro país a aprovar a legalização da eutanásia ativa, na qual o paciente recebe uma injeção letal de cloreto de potássio. Nos Estados Unidos, o cidadão pode portar um cartão, o DNR (Do Not Resuscitate, não ressuscitar), que indica o desejo de não ser reanimado. No Brasil, a prática da eutanásia é considerada homicídio. Há corrente favoráveis e desfavoráveis a prática da eutanásia desde os tempos mais remotos, por exemplo, na Índia antiga os doentes eram lançados ao rio Ganges, com suas narinas e boca obstruídas com barro. Segundo o posicionamento bíblico diz: "O Senhor é o que tira a vida e a dá; faz descer a sepultura e faz tornar a subir dela". Recebeu-a para administrar e deve fazê-lo como um bom administrador ou mordomo, a fim de, no futuro, prestar contas ao seu legítimo dono, Deus.

Palavras chave: 1. Eutanásia 2. Distanásia 3. Ortotanásia 4. Mitanásia.

1. INTRODUÇÃO

A palavra eutanásia deriva do grego e significa literalmente "uma boa morte" ou "morte misericordiosa". Para os estudiosos no assunto, a eutanásia é prática tão antiga quanto à própria vida em sociedade.

A corrente favorável e desfavorável à prática da eutanásia relatando o seu ponto de vista, apático ou empático sobre o assunto.

Segundo Goldim (2004), a palavra eutanásia tornou-se ambígua e confusa por ter assumido diferentes significados conforme o tempo e o autor que a utiliza. Em alguns países, por exemplo, a Holanda, fora o primeiro país a aprovar a prática da eutanásia ativa. Revista Claudia, Segundo (ZAID PATRÍCIA, 2001).

No Brasil, a eutanásia é considerada homicídio (GOLDIM, 2003). Entretanto a questão é séria, complexa e polêmica, no que diz respeito a qualquer tipo de prática da eutanásia dependendo da legislação de cada país, onde a prática.

2. OBJETIVO

2.1. Geral

Esclarecer e difundir que a eutanásia já era estudada e praticada em outrora e hoje em tempo hodierno vem a toma. Ademais, o presente estudo relata opiniões de correntes favoráveis e desfavoráveis à prática da eutanásia.

Ademais, outro objetivo desta simples pesquisa, é depois de lê-la, faz com que caro leitor, você tenha sua própria opinião sobre o assunto.

3. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

Origem da Palavra Eutanásia

Foto 01: Kiko Feri

Segundo Zaid Patrícia (2001) em Revista Claudia a palavra eutanásia é composta de duas palavras gregas - "eu" e "thanatos" - e significa, literalmente, "uma boa morte". Na atualidade, entende-se geralmente que eutanásia significa provocar uma boa morte - "morte misericordiosa", em que uma pessoa acaba com a vida de outra pessoa para benefício desta. Este entendimento da palavra realça duas importantes características dos atos de eutanásia. Primeiro que eutanásia implica tirar deliberadamente a vida de uma pessoa; e, em segundo lugar, que a vida é tirada para benefício da pessoa a quem essa vida pertence - normalmente porque ela ou ele sofre de uma doença terminal ou incurável. Isto distingue a eutanásia da maior parte das outras formas de tirar vida.

A palavra eutanásia provoca repulsa à primeira vista, não é pronunciada nem mesmo por quem a defende. "Ela tem um estigma, soa como conduta criminosa", diz Gabriel Oseka. "Preferimos falar em limite de tratamento, que significa reconhecer até onde podemos ir para salvar alguém."

Segundo Renovato (2002), a palavra "eutanásia" vem de dois termos gregos: eu, com significado de "boa" e thanatos, que significa "morte". Tal conceito é aplicado aos casos em que o médico, usando meios ao seu dispor, leva o paciente à "morte misericordiosa", pondo fim ao seu sofrimento.


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