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O mercado de comunicação da mídia impressa em Chapecó e a inserção de um novo veículo: O caso voz do (página 3)

Cristiane Ramos do Prado
Partes: 1, 2, 3

Este raciocínio expõe a linha editorial do jornal em relação ao natal, união entre os "irmãos", ou seja, comunidade, e sobre a interferência de Deus na vida do homem quando este pensa que não tem mais o que fazer. Neste sentido, percebe-se que a linha editorial do veículo expressa a crença em Deus e a importância da união das pessoas em prol social, motivados a ativar uma convivência mais saudável.

Numa primeira leitura a coerência entre a manchete e editorial é inexistente, mas se analisar a fundo existe uma sutil coerência, pois os dois estão incentivando a mudança. A manchete refere-se à transformação das vias públicas, um bem comum da população local, evitando acidentes. Já o editorial se refere ao propósito da ajuda mútua entre as pessoas, "o estender a mão", e que acima de tudo, onde não se encontra solução humana, mesmo através de união, procura-se saber que Deus está no controle e pode interferir e trazer a solução.

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28 de dezembro de 2004 capa/manchete

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28 de dezembro de 2004 - editorial

Descrição:

  • Manchete

O Jornal Voz do Oeste de 28 de dezembro de 2004 teve como manchete: "Regularização e Escrituras não existem", ao lado da foto de um morador de um loteamento, e com a legenda: "Aposentado Antonio mostra o carnê do IPTU em nome do dono do loteamento". A matéria foi inserida na página 5, e com o título principal: "Situação de escrituras deixa moradores indignados".

  • Editorial

O "Editorial" discute sobre a falta de prudência do ser humano em construir demasiadamente e esquecer que precisa da natureza para manter-se vivo e ter qualidade de vida. Cita o exemplo das cinco famílias que moram próximo a uma sanga e que não têm luz instalada e precisam sair do local, mas ainda não saíram pela demora burocrática.

Análise:

  • Manchete e Editorial

Não tem coerência entre si. A manchete popular mostra a situação que se encontra muitos moradores em determinados bairros de Chapecó, que muitas vezes moram anos num determinado local, mas não podem se considerar donos porque a documentação não foi repassada em seus nomes. Uma matéria de suma importância que revela à revolta e a lentidão em resolver/legalizar a documentação e que por causa disso, muitos moradores estão passando por sérias dificuldades.

Isso reflete a função básica do jornalismo de bairro que é de ser um porta voz daquele (leitor) que muitas vezes está cansado de reivindicar seus direitos ou mesmo nem consegue um meio para dizer preciso de ajuda urgente, como consta na matéria: "Os moradores explicam que a promessa mais recente é de que as escrituras vão sair em janeiro, mas a população está incrédula depois de tantas promessas. " Quantos janeiros já esperamos e nada", comentou João." Uma pauta com características funcionais específicas, de tentar resolver um problema de moradia que se arrasta por anos; a legalização de escrituras de loteamentos até já pagos pelos moradores.

O editorial comenta sobre a necessidade da boa conexão e sobrevivência humana dentro da natureza. Faz quem lê pensar sobre o que o ser humano tem feito contra si mesmo, afetando seu bem comum, o meio ambiente.

Ambos aderem ao jornalismo de bairro e colocam a situação de algumas pessoas com seus problemas de moradia, um para legalização de documentos, outro para transferência de local. Uma das necessidades básicas do ser humano é a moradia, portanto, essa pauta foi abordada de forma adequada e atingiu o ápice da reivindicação dos moradores com problemas.

Isso inclusive incentiva ao leitor a correr atrás de seus direitos como cidadão, que seu pedido não pode ser ignorado, precisa ser é ouvido e dentro do possível solucionar o quanto antes sua reivindicação. Ocorre uma certa coerência entre a manchete e o editorial, porque ambos relatam a necessidade do restabelecimento entre pessoas que estão passando por dificuldades por estabelecer de forma legal suas moradias.

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31 de dezembro de 2004 capa/manchete

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31 de dezembro de 2004 - editorial

Descrição:

  • Manchete

O jornal Voz do Oeste de 31 de dezembro de 2004 expôs na capa a manchete: "Descaso: transtorno continua na Rua Ilhota", com duas fotos e a legenda: "Bonetti mostra córrego em frente da casa e aponta terra e pedras da rua que acabam sempre dentro do córrego, impedindo ainda mais o fluxo da água. Lixo é outra questão crítica". Com a matéria localizada na página 11 e intitulada "Moradores já não agüentam alagamentos e cheiro forte".

  • Editorial

Relata sobre as perspectivas políticas da nova administração municipal e declara explicitamente sua linha de pensamento, a extrema direita. "Esperando é claro, que esteja nos planos ouvir indiscriminadamente a população, que trabalhe junto, lado a lado dos cidadãos. João Rodrigues já provou nas urnas que tem capacidade para tal, uma vez que conquistou votos tanto da classe empresarial quanto dos menos favorecidos".

Análise:

  • Manchete e Editorial

Não tem coerência direta. Ambos expõem questões políticas, um de dever público em dar saneamento básico a sua população, outro da transferência de cargos de um ex-prefeito para o próximo prefeito eleito, portanto, sutil coerência.

A manchete demonstra a saga de alguns moradores para solucionar o problema de esgoto a céu aberto que alaga quando chove as casas e quando está calor ficava insuportável o mau cheiro. Um problema que perdura por anos. "Colocamos uma tábua para não deixar que a água entrasse tanto, mas mesmo assim a área de casa ficou um rio de xixi. Parecia um banheiro do cheiro forte que tinha a água".

Essa matéria mostra o descaso e situação de falta do saneamento básico, e que por causa disso, pode ocorrer problemas de saúde e perigo de até afogamento para crianças residentes naquele bairro. Situação na qual, segundo a matéria perdurava por mais de 20 anos e havia passado por várias administrações públicas e ainda não tinha sido resolvido.

Já o editorial critica a administração de 8 anos da esquerda e cria expectativa para nova administração de direita. "Que chegue 2005 com toda paz, bem vindo novo prefeito à administração e mãos a obra!". Tece elogios ao novo prefeito e critica sutilmente a administração anterior, usando de uma declaração do próprio ex-prefeito para dar vazão ao seu argumento. "Se como admitiu Pedro Uczai, a maior falta da administração petista foi quanto à comunicação, na divulgação das ações da prefeitura e prêmios recebidos isso certamente não ocorrerá com João Rodrigues, que trabalhou e tem ligação forte com a imprensa". Ao usar a palavra certamente não deixa dúvidas de seu apoio ao novo prefeito, bem como ao partido de extrema direita.

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05 de dezembro de 2006 – capa/manchete

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05 de dezembro de 2006 - editorial

Descrição:

  • Manchete

O Jornal Voz do Oeste de 05 de dezembro de 2006 expôs na capa a manchete: "Inadimplência está acima do esperado", com uma foto mostrando dois consumidores observando mercadorias numa loja, e a seguinte legenda: "CDL acredita que consumidores gastarão menos neste natal". Com a matéria inclusa na página 7, intitulada: "Índice de inadimplência maior do que em 2005".

  • Editorial

O editorial "Natal" é condizente com a manchete pois fala e aconselha ao consumidor que faça suas compras de natal, mas pesquise preços para evitar maiores dívidas das que já possua.

Análise:

  • Manchete e Editorial

A manchete traz um alerta ao consumidor para que este não se torne o próximo inadimplente no comércio, além de dar um aviso aos comerciantes para redobrar o cuidado ao vender seus produtos a prazo.

Já o editorial aproveita a ocasião para comentar sobre a data comemorativa do natal, situação na qual muitos consumidores empolgados aproveitam para efetuar suas compras e acabam gerando mais dívidas e depois já iniciam o ano em débito.

A manchete e editorial são coerentes e estão funcionando como um aviso ao consumidor para que este evite eventuais acúmulos de dívidas e venha tornar-se mais um na lista do SPC (Sistema de Proteção ao Crédito). Incentiva a pesquisa e não comprar determinado produto no primeiro estabelecimento que visitar, nem que para isso tenha que caminhar e perder um pouco de tempo procurando o que deseja levar para casa. Portanto, ocorre coerência entre a manchete e editorial.

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08 de dezembro de 2006 – capa/manchete

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08 de dezembro de 2006 – editorial

Descrição:

  • Manchete

O Jornal Voz do Oeste de 08 de dezembro de 2006 continha a manchete: "Câmara aprova relatório final da CPI", com foto de dois representantes da Câmara, e acompanhado da legenda: "Marcerlino Chiarello tenta anexar mais considerações através de requerimento verbal, mas bancada da situação rejeita e relatório é aprovado e será enviado ainda hoje para o Ministério Público, Tribunal de Contas e Fecam". Com a matéria inclusa na página 4, intitulada: "Câmara aprova relatório final da CPI do leasing bancário".

  • Editorial

"Sensatez" relata sobre o aumento de 2% na alíquota de vários produtos, até mesmo na energia elétrica, combustível e telecomunicações. Expõe a revolta da ACIC (Associação Comercial e Industrial de Chapecó) que representada por seu presidente demonstrou sua revolta quanto a esse aumento nos impostos e ainda sugeriu a "sensatez" governamental em cortar gastos e não repassar ao contribuinte que pode até pelo alto custo dos produtos deixar de consumir.

Análise:

  • Manchete e Editorial

Manchete não é coesa profundamente com o editorial, uma fala de leasing bancário (manchete) outra fala de ICMS (editorial). Mas ambas falam de imposto.

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12 de dezembro de 2006 – capa/manchete

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12 de dezembro de 2006 - editorial

Descrição:

  • Manchete

O Jornal Voz do Oeste de 12 de dezembro de 2006, possuía a manchete: "Município terá Policlínica Regional", sem foto, somente um olho de matéria: "Policlínica disponibilizará atendimento para cerca de 500 mil pessoas. Projeto é inédito no país e centralizará serviços integrados de saúde". Com a matéria exposta na página 3 e intitulada como: "Policlínica disponibilizará atendimento para cerca de 500 mil pessoas".

  • Editorial

"Em festa" este editorial relatou a respeito da comemoração dos 2 anos de existência do veículo. Onde o texto declara que segundo os leitores o jornal tem melhorado a cada dia e que a equipe se sente honrada e motivada a evoluir ainda mais. Durante o conteúdo observa-se um pouco de falta de "modéstia", principalmente na seguinte frase: "Os elogios são grandes e a equipe se sente motivada a fazer o melhor todos os dias. E vamos conseguir, afinal, competência, profissionalismo e criatividade não nos falta. Agora, vamos trabalhar para comemorar os três anos, quatro, cinco...".

Análise:

  • Manchete e Editorial

A pauta dessa edição enfocou um assunto de caráter regional e de extrema importância a toda a população, a construção de um novo local de atendimento a saúde pública. "Queremos atender o cidadão com mais rapidez e aliviar o Hospital Regional do Oeste", enfatizou o prefeito João Rodrigues".

O editorial declara sobre o aniversário do veículo. É evidente que para qualquer projeto que se mantém por mais de um ano a comemoração tem que acontecer, entretanto, faltou um pouco de humildade nos termos usados durante o texto. Uma virtude que precisa ser preservada todos os dias para manter um veículo de jornalismo que lida com os fatos de interesse público.

A manchete fala a respeito da implantação de uma obra pública já o editorial do aniversário do jornal. Assuntos bem eqüidistantes e não coerentes, porém importantes na fase do aniversário do jornal, um enfoca assunto de interesse público e outro de interesse comercial.

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15 de dezembro de 2006 – capa/manchete

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15 de dezembro de 2006 - editorial

Descrição:

  • Manchete

O Jornal Voz do Oeste de 15 de dezembro de 2006 coloca a manchete: "Chapecó já tem Farmácia Popular", acompanhado de uma foto mostrando a inauguração e a legenda: "A farmácia vai disponibilizar medicamentos com redução de até 90 por cento". Com a matéria inclusa na página 3, e intitulada: "Chapecó tem Farmácia Popular".

  • Editorial

"Nossa história" relata a respeito do falecimento de um empresário da cidade de Chapecó e aproveita o gancho para que haja um despertamento nos leitores na importância do registro histórico da cidade e que se ninguém tiver esta iniciativa pode haver perda e até esquecimento da história local.

Análise:

  • Manchete e Editorial

A manchete é de serviço público porque a grande maioria da população sofre com dificuldades financeiras e também consequentemente de saúde. Uma matéria com enfoque que atinge a todos de uma forma ou outra, pois o uso dos medicamentos é uma necessidade pública.

Já o editorial faz pensar nos valores históricos de uma cidade, em como arquivá-los e não deixar a história de um povo cair no esquecimento. É de suma importância tal incentivo à população.

Não ocorre coerência entre a manchete e o editorial, mas ambos os assuntos abordados são de suma importância para o leitor.

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19 de dezembro de 2006 – capa/ manchete

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Descrição:

  • Manchete

No Jornal Voz do Oeste de 19 de dezembro de 2006, a manchete foi "Prefeito avalia ano e anuncia projetos para 2007", acompanhada de uma foto mostrando o prefeito e alguns outros políticos, com a seguinte legenda: "Dentre os projetos para 2007 a Cidade do Idoso e construção do Centro da Saúde do Bairro Bela Vista". Com a matéria localizada na página 3, intitulada: "Prefeito anuncia novidades e faz avaliação de2006".

  • Editorial

O editorial é taxativo contra os abusos de aumento de salário dos deputados dado por eles mesmos. Faz o leitor pensar no seu voto, e se questionar, será que valeu a pena? Será que meu representante só pensa em sua conta bancária? Como diz o título "Empregão", relata que não é a toa que durante as eleições o número de candidatos ao cargo de deputado é significativo, mas que poucos conseguem ser eleitos.

Análise:

  • Manchete e editorial

A manchete expõe uma retrospectiva política onde o futuro prefeito da cidade revê as obras realizadas em 2006 e declara sobre as propostas para o ano de 2007. Por ser o mês de dezembro um período antes de o novo governante assumir ao cargo, a manchete condiz com as necessidades locais. A matéria "Prefeito anuncia novidades e faz avaliação de 2006" constou projetos de novos empreendimentos a serem realizados no novo ano (2007), na página três do jornal.

O editorial reflete a todos aos leitores que esses precisam se conscientizar que seus representantes precisam ser observados dia após dia enquanto estiverem no poder, pois se fizerem algo que prejudique o sistema governamental no cargo em que ocupam precisam ser boicotados e não mais serem eleitos. Isso leva ao leitor pensar e analisar até que ponto chega o descaso pelo dinheiro público.

E ainda incentiva que haja fiscalização local nos cargos para os vereadores, para que não aconteça como diz no editorial o efeito "cascata". "Esperamos que não seja efeito cascata e que nossos vereadores resolvam seguir o exemplo. Esperamos que eles sejam sensatos e coerentes, pois senão, esse pode ser seu último mandato". Este editorial expõe um alerta político e reflexivo para a população.

Em termos políticos ocorre coerência entre a manchete e o editorial, mas um fala de política local, prefeito, outro de caráter estadual, os deputados, todos levando ao leitor refletir, incentivando a fiscalização acentuada para evitar desmandos e abusos nos cargos públicos.

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22 de dezembro de 2006 – capa/ manchete

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22 de dezembro de 2006 - editorial

Descrição:

  • Manchete

O Jornal Voz do Oeste de 22 de dezembro de 2006 expôs a manchete "Comerciantes adotam medidas preventivas para reforçar segurança", com uma foto em frente a uma relojoaria mostrando consumidores olhando a vitrine e um guarda na porta para proteger contra assaltos. Abaixo da foto a legenda: "Proprietário de relojoaria contrata segurança depois de vários assaltos". Com a matéria localizada na página 10, intitulada: "Comerciantes utilizam estratégias para driblar assaltantes".

  • Editorial

O editorial "É uma vergonha!" é taxativo e relata sobre uma confusão gerada durante uma sessão da Assembléia Legislativa de Santa Catarina, o assunto em pauta era o Besc (Banco do Estado de Santa Catarina) onde os argumentos expostos deixam o leitor com ainda mais revolta contra o sistema político.

Análise:

  • Manchete e Editorial

A manchete reflete um dos problemas sociais mais acentuados na realidade: segurança pública. Segurança essa que nem sempre o poder público pode oferecer de forma efetiva e assim opta-se por outro subterfúgio contratar seguranças particulares para evitar grandes prejuízos. A matéria foi colocada na página 10, na editoria segurança, onde se relatou vários casos ocorridas em Chapecó e os meios que alguns comerciantes usaram para evitar possíveis assaltos.

"Uma vergonha e mais uma prova de que as promessas de políticos são duvidosas em sua maioria. Antes da eleição um discurso, depois outro". Com isso, o editorial acaba gerando uma reflexão e questionamento, será que vale a pena votar? E como vão ficar os moradores de pequenas cidades, o Besc pode desaparecer? É tremendo como poucas palavras geram em seu público tamanho impacto. Imagine que um leitor ficaria muito preocupado se lê-se este editorial principalmente porque muitos deles residem em pequenas localidades com pouco acesso a bancos e isso geraria um grande transtorno em suas pacatas vidas.

Ambos os assuntos segurança e política, abordados pela manchete e editorial, respectivamente, são de suma importância para vida pública, entretanto, um e outro não se coadunam, abordam enfoques diferentes.

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23 a 26 de dezembro de 2006 capa/manchete

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23 a 26 de dezembro de 2006 editorial

Descrição:

  • Manchete

O Jornal Voz do Oeste de 23 a 26 de dezembro expôs a seguinte manchete: "Movimento intenso durante o feriadão", com acompanhamento de foto mostrando algumas pessoas descendo de um avião e a legenda: "Apesar do caos nos aeroportos o movimento cresceu no feriado". Com a matéria localizada na página 3, intitulada: "Movimento intenso no terminal rodoviário e aeroporto de Chapecó".

  • Editorial

"O Natal" relata sobre o real sentindo do natal, suas origens, consumismo, símbolos e distorções. Com a frase: "O natal aproxima pessoas, não as afasta. O natal promove o respeito à vida e não aos bens materiais, pois natal é vida, é Cristo que veio ao mundo, é alegria da vida nova".

Análise:

  • Manchete e Editorial

A manchete alerta ao leitor que se este estiver pensando em viajar de avião para outro lugar, precisa ver as vantagens e desvantagens. Uma das vantagens consiste na chegada rápida, outra na possível espera por horas no aeroporto para embarcar.

O editorial relata a linha do veículo na crença no cristianismo e o real sentido do mesmo, que não é o consumismo ou o papai Noel, mas é o nascimento de Jesus Cristo, é esperança aos sofredores num salvador.

A manchete e editorial possuem certa coerência entre si, pois o editorial fala do sentido dado a uma data comemorativa natal e seu significado e a manchete sobre viagem no feriado natalino.

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29 de dezembro de 2006 - editorial

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29 de dezembro de 2006 - editorial

Descrição:

  • Manchete

No Jornal Voz do Oeste de 29 de dezembro de 2006, a manchete "Alguma conta pode caducar?" consiste num serviço público para todos os leitores. A foto que acompanha mostra vários carnês que às vezes estão sendo acumulados nos armários das casas e por falta de dinheiro ficam lá por anos. Mas ao contrário do que muitas pessoas pensam, estas contas continuam sendo dívidas que possuem até juros. A legenda diz: "Contas podem estar vencidas há mais de 10 anos que não caducam". Com a matéria na página 3, intitulada, "Após o novo Código Civil, contas deixaram de prescrever".

  • Editorial

Nessa edição, o editorial intitulado "Não caduca" se encaixou literalmente a ocasião de final de ano, trouxe um alerta a todos que pagassem suas dívidas com o recebimento do seu décimo terceiro ao invés de se iludir e fazer mais compras.

Análise:

  • Manchete e editorial

A manchete chama a atenção e faz o leitor pensar sobre suas contas a pagar e o editorial incentiva à prudência para evitar dores de cabeça e incomodo com aumento e acúmulo de dívidas. Além disso, para os que pensam que deixando as contas acumularem e as esconderem em suas casas elas perdem seu valor de cobrança, estão iludidos. "Mas a partir de 2002, com a vigência do novo Código, as contas podem ser cobradas até 10 anos após o vencimento e dependendo da dívida, até 20 anos depois".

Uma das finalidades do jornalismo é o serviço público, sem sombras de dúvidas, a manchete em questão se enquadra, pois chama o leitor a ver a matéria e assim esclarecer as suas sobre possíveis dívidas que esteja mantendo por anos. A informação dada incentiva aos leitores que cuidem para não acumular dívidas e evitem entrar no SPC (Sistema de Proteção ao Crédito) e além de estarem de acordo com o novo Código Civil em vigor, uma matéria que pode ser considera muito importante e aderente ao interesse da população regional.

A coerência entre manchete e editorial existe claramente, na manchete faz o leitor pensar na pergunta "Alguma conta pode caducar?" e no editorial esclarece esta pergunta, uma é complemento da outra, ambas induzem ao leitor a pensar e se enquadrarem dentro da lei para desviar-se de problemas ainda maiores que estejam enfrentando.

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30 e 31 de dezembro de 2006 – capa/ manchete

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30 e 31 de dezembro de 2006 - editorial

Descrição:

  • Manchete

No Jornal Voz do Oeste de 30/31 dezembro de 2006, a manchete "Retrospectiva 2006" é acompanhada por várias fotos de fatos que fizeram história no ano de 2006. Em quase todas as páginas havia uma matéria referente ao assunto retrospectiva.

  • Editorial

No editorial "Novo Calendário" enfatizou-se a respeito das datas, bem como dos calendários distribuídos por diversas empresas que todos os anos são jogados fora e repostos novos. Mas que apesar disso, nas folhas dos meses não há sentimento, não representam alegrias e nem tristezas. Relata que muitos se preocupam somente consigo mesmo e esquecem o bem comum, a natureza e seus benefícios. Faz refletir e analisar quais realmente são as prioridades para a comunidade em geral.

Análise:

  • Editorial e Manchete

A manchete faz o leitor retornar aos acontecimentos que marcaram o ano que se finda. Fazer uma análise de tudo o que passou. Uma reflexão.

A linha editorial expressa à preocupação em preservar a natureza, principalmente com o estrondoso aquecimento global. Isso reflete ao jornalismo de serviço público que pensa na sociedade toda sem restrição de conceitos e com um único objetivo a sobrevivência da raça humana, animal e vegetal, enquanto há esperança.

Na manchete se conduz a uma reflexão do passado sobre o que aconteceu por meio de fotos de caráter local, regional e nacional. No editorial fala de um modo geral sobre pensar no presente e fazendo alerta para o futuro promissor da raça humana, se esta cuidar dos bens comuns da natureza, caso contrário haverá sua própria destruição. Incentivando dos seres humanos. A coerência entre um e outro é evidente. Todas as matérias recapitularam os fatos mais importantes ocorridos em Chapecó e no Brasil. Enfim, a manchete e editorial são coerentes entre si.

4.1.2 Resultados

Além da análise de conteúdo foi também observada a localização das matérias referidas nas manchetes de cada edição. Em sua grande maioria houve o resultado de qual matéria era exposta em páginas ímpares, das quais são consideradas importantes no jornalismo.

Em 2004 constatou-se que 43% das matérias relacionadas à Manchete foram colocadas nas páginas 5 e 11; já 14% nas páginas 9.

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Mas em 2006 observou-se que 56% das matérias relacionadas à Manchete foram expostas na página 3, e 11% nas páginas 4, 7, 11 e várias.

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Para conhecer se existe ou não coerência entre manchete e editorial, realizou-se uma leitura de ambos os elementos jornalísticos, verificando sua relação entre si de forma total ou parcial.

Esta análise resultou o seguinte:

Em 2004, constatou-se que 43%, das manchetes e editoriais não possuíam coerência alguma, 57% coerência parcial e 0% coerência total.

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Em 2006, verificou-se que 45% das manchetes e editoriais não continham coerência alguma, 22% coerência parcial e 33% coerência total.

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4.2 ANÁLISE DA DIAGRAMAÇÃO DO JORNAL

4.2.1 Verificações do uso dos elementos gráficos

Tablóide

Desde a implantação o Voz do Oeste aderiu o tamanho tablóide para execução do jornal. A diagramação e a linha editorial seguem uma hierarquia da empresa jornalística.

Papel

O Jornal Voz do Oeste ao ser implantado em 10 de dezembro de 2004 usou o papel jornal para impressão de suas edições, com baixa qualidade, pois rasgava com facilidade e manchava as mãos do leitor ao manuseá-lo.

Mas, apesar disso, o que precisa ser enfatizado é que o custo para aquisição de um exemplar era acessível principalmente ao seu público-alvo, os moradores de bairros, sendo de apenas R$ 0,50 centavos. Com certeza para manter circulando era necessário baixar os custos na produção. Até porque o que realmente importava era dispor os exemplares de forma facilitada a grande maioria.

Após dois anos de permanência em circulação o papel usado melhorou em qualidade, ficou mais resistente e não mancha tanto ao ser manuseado. Mas isso gerou custo para produção e foi repassado ao leitor, dobrando o valor do exemplar de R$ 0,50 para R$ 1,00. Outra mudança foi no público-alvo que consistia diretamente em moradores de Chapecó e passou então a circular também em cidades circunvizinhas.

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Mancha

A mancha em 2004 demonstrava poucos espaços em branco o que causava desconforto visual. Apesar de que nas laterais e na parte inferior e superior das páginas havia um bom espaço entre o início da mancha e o fim do papel, mas isso não ocorria entre um texto, foto e outros elementos gráficos.

A mancha em 2006 alterou nas laterais, superior e inferior diminuindo o espaço em branco em relação a mancha até o final do papel. Mas entre um texto, foto e outro aumentaram um pouco, o que gera certo conforto em sua visualização.

Grid

Desde o começo o jornal usou a diagramação modular e permanece com ela até hoje, onde dispõe os elementos gráficos de forma horizontalizada e verticalizada. Isso gera facilidade na leitura, mas isso não acontece em todas as páginas, pois algumas delas o pouco uso de fotos e a orientação da diagramação geram o denominado "tijolão" e não chama a atenção do leitor, pelo contrário os afasta, cansando o processo de leitura.

Elementos do Grid

Tipografia

O uso de palavras em caixa alta pode parecer um meio ágil para atrair o leitor, mas ao contrário do que se pensa acaba é repelindo. Porque uma má escolha de um tipo/fonte pode inibir à leitura e embaralhar os olhos do leitor.

A funcionalidade das fontes não está somente em sua visibilidade, mas principalmente em sua legibilidade. E no início do Voz do Oeste as manchetes eram em sua maioria em caixa alta (maiúscula) o que prejudicava o visual e leitura. Com sua mudança na diagramação as manchetes passaram a ser em caixa baixa (minúscula) e trouxe um aspecto agradável a toda composição da página, como também principalmente aumentou a legibilidade da mesma.

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Ano 01, nº 06, 28 de dezembro de 2004

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Ano 03, nº 543, 29 de dezembro de 2006

Texto/Negrito/Itálico

O uso do negrito nos títulos/manchetes desde 2004 até hoje tem cumprido sua funcionalidade: atenção. Quando um leitor vê um título com negrito isso o prende à leitura porque o tipo/fonte fica mais destacado.

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Ano 01, nº 02, 14 de dezembro de 2004

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Ano 03, nº 537, 19 de dezembro de 2006

Entrelinha

A função dos espaços em branco precisa sempre estar evidente em qualquer jornal, em 2004, os textos do Voz do Oeste eram dispostos de forma exprimida impedindo uma visualização satisfatória para leitura. Com o tempo a entrelinha na diagramação ganhou sua importância e agora são perceptíveis os espaços em branco, facilitando o processo de leitura.

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Ano 01, nº 06, 28 de dezembro de 2004

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Ano 03, nº 540, 22 de dezembro de 2004

Contraste

O uso deste recurso caso não seja bem utilizado pode ocasionar ruptura do interesse pela leitura. Isso é evidente nas primeiras edições do Voz do Oeste. O excesso de cores na capa e manchetes em cores fortes gerava uma poluição visual, isso ao invés de dar contraste provocava confusão entre os elementos (manchete e chamadas de matérias).

O ideal seria o que está acontecendo nas edições atuais, o pouco uso de cores pois acaba gerando contraste e enfatiza melhor o conteúdo jornalístico, sem confundir os elementos gráficos, tornando a composição atrativa à leitura.

Repetição

O uso da repetição, possui a intencionalidade em trazer o leitor a uma identificação com o jornal. Por isso essa função é de suma importância para que alguém torne-se assíduo leitor de determinado veículo, porque está na natureza do ser humano a repulsa por mudança brusca todos os dias. Essa funcionalidade esteve presente no Voz do Oeste desde sua implantação.

Alinhamento

É um elemento que organiza uma página, que pode ser alinhado à esquerda ou à direita, por vezes traz agilidade na leitura, mas o uso demasiado cansa o olhar do observador que perde o interesse pelo que estava lendo.

Na implantação o Voz do Oeste usava bastante as chamadas de matéria com alinhamento à esquerda e à direita. Em algumas edições ajudava na composição da página em seu caráter visual e facilitava a leitura, em outras não. Mas em 2006 o processo de leitura foi facilitado mesmo quando se começou a usar a centralização e justificação dos textos.

Proximação

A funcionalidade desse elemento foi desde o começo utilizado no veículo porque ao observar as primeiras edições e as atuais nota-se evidentemente a proximidade entre título e matéria, foto e legenda, foto e texto, o que sem dúvidas deve ter evitado ao leitor uma possível confusão entre uma foto de uma matéria com o conteúdo de outra matéria.

Box/Caixa/Fio

No início do Voz do Oeste era excessivo o uso de fios entre uma matéria e outra, principalmente com fios grossos. Na capa então isso era mais evidente. Com o tempo os espaços em branco foram sendo usados com mais freqüência no lugar dos fios e deram sutilidade e clareza para separar uma matéria e outra sem confundir o leitor.

O que também acontecia era o uso abusivo de box/caixas tanto na capa, quanto em todo o jornal (2004), depois (2006) também esse excesso foi sendo regulado gerando uma visibilidade e agilidade na leitura.

Cabeçalho/Rodapé/Anúncio

O nome do Jornal nas edições de implantação era disposto sempre no cabeçalho trazendo visibilidade do nome do veículo. Em nenhuma das edições analisadas havia publicidade acima do nome do veículo. A publicidade na capa se resumia em uma ou duas empresas geralmente colocadas no lado inferior da página ou lado direito próxima ao fim da mancha.

Com o tempo nas edições recentes o nome do veículo não possui mais lugar fixo, às vezes está no topo do cabeçalho, às vezes abaixo da publicidade.

A publicidade na capa aumentou tanto na área inferior, superior, como no lado direito da macha do jornal. O mesmo aconteceu em todas as páginas do jornal o que antes (bairro) era ocupado por informação deu espaço para publicidade (regional). Essa inclusão excessiva de publicidade, descaracteriza o veículo, na sua transição local – bairro é evidente tal mudança. É a informação perdendo espaço para o comércio. Para Peruzzo (2203, p.74) a publicidade local

[...] representa um grande potencial de investimento e consumo. Por outro lado, além do fator preço alto da veiculação de anúncios, com raras exceções, não interessa ao anunciante local mostrar seu produto ou serviço nacionalmente, já que seu consumidor potencial está localizado na própria cidade sede da empresa ou nas redondezas.

Colunagem/Espaçamento/Cor

No início em relação à colunagem a maioria das páginas tinham as colunas mais largas, hoje observa-se um padrão em sua largura são mais uniformes e agilizam a sua visualização, bem como sua leitura. Já o espaçamento desde o começo é observado pelo veículo.

A cor acompanha as edições desde o início com a capa/contra capa e as páginas centrais (6 e 7). O uso da cor pode atrair o leitor como também pode afastá-lo. O uso, por exemplo, da cor numa manchete a exemplo da edição 03, nº4, de 21 de dezembro de 2004 provoca mal estar no leitor ao usar vermelho com amarelo, cores consideradas fortes e quentes e que lembram sangue.

Deprime o leitor principalmente quando lê "Tragédia: garota morre afogada". A manchete já é chamativa o suficiente, o uso da cor nesse caso só aumentou o desconforto ao leitor, não era necessária. As cores chamam mais atenção, mas precisam ser usadas de forma cuidadosa, para que ao invés de atrair ao leitor, deixe este afastado do conteúdo jornalístico.

Monografias.com

Ano 01, nº 04, 21 de dezembro de 2004

Legenda

Esse elemento é de suma importância para contextualizar uma foto. E desde o início foi usado pelo jornal evitando erros de interpretação do leitor.

Fotos/Ilustração

Sem sombra de dúvidas esse elemento gera vida ao conteúdo jornalístico pois através dele o leitor se projeta até o local do fato. É por meio desse meio que o receptor visualiza o acontecido, mas o uso excessivo de fotos na capa, por exemplo, não centraliza a atenção do leitor na manchete, porque este fica perdido e não sabe para qual foto olha primeiro, era isso que acontecia nas primeiras edições do Voz do Oeste. O uso exagerado de fotos prejudicava o entendimento geral nas páginas. Nas edições de 2006 esse problema foi sanado, pois há apenas uma foto em tamanho maior o que gera conforto visual e leva o leitor não se confundir e obter assim uma melhor atenção ao que vê.

Não que esteja fora dos padrões jornalísticos a inserção de várias fotografias na capa, pelo contrário, existem muitos veículos jornalísticos que circulam atualmente e usam desse recurso na diagramação. Mas no caso do Voz do Oeste a mudança alterou significativamente a área gráfica e trouxe maior visibilidade para a manchete.

Edição/Impressão

São etapas finais que caso saírem erradas podem prejudicar todo o processo antes seguido, da coleta de dados à diagramação. Para a vantagem do Voz do Oeste, esse tem sua própria máquina para impressão das edições. Isso facilita ao veículo, pois pode efetuar rápido seu trabalho sem depender de máquinas terceirizadas, bem como, ao leitor que recebe suas edições no local e horário que o deixe satisfeito.

As edições analisadas foram de dezembro de 2004 e dezembro de 2006:

Edições analisadas em dezembro de 2004

Ano 1, nº01, sexta-feira, 10 de dezembro 2004.

Ano 1, nº02, terça-feira, 14 de dezembro de 2004.

Ano 1, nº03, sexta-feira, 17 de dezembro de 2004.

Ano 1, nº04, terça-feira, 21 de dezembro de 2004.

Ano 1, nº05, sexta-feira, 24 de dezembro de 2004.

Ano 1, nº06, terça-feira, 28 de dezembro de 2004.

Ano 1, nº07, sexta-feira, 31 de dezembro de 2004.

Edições analisadas em dezembro de 2006

Ano 2, nº528, sexta-feira, 08 de dezembro de 2006.

Ano 2, nº 531, terça-feira, 12 de dezembro de 2006.

Ano 3, nº534, sexta-feira, 15 de dezembro de 2006.

Ano 3, nº 537, terça-feira, 19 de dezembro de 2006.

Ano3, nº540, sexta-feira, 22 de dezembro de 2006.

Ano 3, nº 541, sábado, domingo, segunda e terça-feira, 23/24/25 de dezembro de 2006.

Ano 3, nº 543, sexta-feira, 29 de dezembro de 2006.

Ano 3, nº544, sábado, domingo e terça-feira, 30 e 31 de dezembro de 2006.

4.3 ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DOS DADOS

Com a finalidade em efetuar a análise e interpretação dos dados foram usados os métodos de aquisição das informações através da busca de bibliografias sobre os assuntos abordados, estudos documentais das edições do jornal impresso e ainda o levantamento de dados através de uma pesquisa de campo.

A pesquisa bibliográfica foi constituída por pontos importantes na elaboração do trabalho. Sendo que no referencial teórico houve destaque para inserção de conceitos referentes a autores que tratassem do tema principal – jornalismo impresso – e posteriormente os elementos referentes ao assunto foram divididos em capítulos e sub-capítulos.

Segundo Gil (1988, p.43) na pesquisa bibliográfica "[...] o investigador tem a possibilidade de cobrir uma gama de fatos muito mais ampla do que aquela que poderia investigar diretamente". No trabalho abordou-se sobre os meios e mercado de comunicação, história do jornalismo impresso, o uso da diagramação no jornalismo impresso e recepção. Para isso, a fundamentação teórica gerou uma facilidade considerável no entendimento dos estudos documentais e de campo, pois são indissociáveis uns dos outros.

No caso da pesquisa documental realizou-se uma análise no jornal "Voz do Oeste" no período de implantação – ano I - dezembro de 2004, levando em consideração que na época o jornal circulava duas vezes por semana, nas terças e sextas-feiras. Em seguida, para concretizar uma comparação e verificar a evolução das manchetes/capa inseridas no jornal, também analisou-se as edições do mês de dezembro de 2006, ano II/III, que circularam nas terças e sextas-feiras de modo a estabelecer um comparativo das edições que circularam no mesmo dia da semana, caracterizando-se como estudo qualitativo.

A escolha da análise da capa caracterizou-se por ter ela uma grande valorização no veículo impresso, pois é a primeira a ser vista pelo leitor, considerada o "carro chefe" do jornal impresso. Para essa execução foi organizado o material, lido as manchetes e o editorial, como também analisado as características gráficas.

Com o objetivo do resgate histórico do jornalismo internacional e nacional foram feitas pesquisas bibliográficas/Internet e entrevistas junto aos responsáveis pelo jornal local "Voz do Oeste".

Para efetuar o levantamento dos dados foram encaminhados questionários na amostragem dos leitores assinantes do jornal localizados no centro da cidade de Chapecó, 167 pessoas, das quais resultaram da amostragem referente ao número total de 287 assinantes. O questionário teve esquematização semi-estruturada. No caso das questões fechadas a finalidade foi obter um perfil do leitor assinante, através de perguntas, tais como: profissão, idade, sexo, grau de instrução e como considera o jornal (ótimo, bom regular, ruim). Conforme Barros (1990, p. 58) nas entrevistas estruturadas "o entrevistador estabelece um roteiro prévio de perguntas; não há liberdade de alteração dos tópicos e nem se faz à inclusão de questões frente às situações". Já com a finalidade em descrever a opinião dos entrevistados assinantes sobre os aspectos gráficos e noticiosos do jornal foram utilizadas perguntas abertas.

Em seguida após obter todos os dados necessários, efetuou-se a organização dos mesmos. No caso do bibliográfico acrescentou-se ao referencial teórico às bibliografias que não foram usadas na execução do projeto, embasando assim de forma adequada ainda mais a monografia.

No que diz respeito à análise dos jornais, realizou-se a leitura dos editoriais e das manchetes da capa para chegar a uma conclusão de sua coerência entre si, bem como uma análise gráfica no início da circulação do jornal e em 2006. No período de lançamento em dezembro de 2004 e em dezembro de 2006 que circulavam e circulam nas terças e sextas-feiras, o motivo da escolha destes dias da semana é em conseqüência que em 2004 o jornal era bissemanal e para haver uma comparação condizente optou-se por estabelecer somente dois dias da semana, mesmo atualmente o jornal tendo se tornado diário.

A pesquisa se caracteriza como quantitativa, porém com extensão qualitativa, neste ponto, Richardson (1999, p.79) declara o seguinte: "O aspecto qualitativo de uma investigação pode estar presente até mesmo nas informações colhidas por estudos essencialmente quantitativos, não obstante perderem seu caráter qualitativo quando são transformadas em dados quantificáveis na tentativa de se assegurar a exatidão no plano dos resultados".

Para identificar a inserção do "Jornal Voz do Oeste" no mercado de comunicação impressa em Chapecó foi realizada uma entrevista com a editora chefe da empresa jornalística, objetivando obter dados coerentes para incrementar a monografia e embasar melhor o conteúdo.

Com relação à pesquisa de campo, através dos questionários pretendeu-se verificar a opinião do leitor assinante residente no centro da cidade de Chapecó, com indagações contendo perguntas fechadas e abertas, de modo a conhecer o perfil do leitor e o que pensa sobre o Jornal Voz do Oeste. Para isso realizou-se um cálculo que resultou em 167 leitores assinantes, entretanto destes, apenas 11 questionários retornaram, dois em branco e um respondido parcialmente. Apesar de o número ser irrisório em relação ao todo dos leitores, é importante expor algumas respostas adquiridas.

De acordo com o comerciante, há preferência na linha editorial atual, por ter aumento no número de colunistas e notícias, mas que ainda pode melhorar.

No ponto de vista da assessora de imprensa, há evolução do jornal e considera que hoje está mais completo. Porém, devido acompanhar as edições diariamente observa a necessidade de um profissional para revisar as matérias, que são repletas de erros.

Duas opiniões que expressam uma pequena parcela dos leitores do jornal Voz do Oeste, porém citam a mudança no jornal, que consideraram como adequada, mas também que ainda precisa melhorar em todos os aspectos: editorial e gráfico.

Mesmo os leitores não retornando os questionários, o trabalho se desenvolveu de forma adequada, pois se acentuaram a análise documental das edições de dezembro (terças e sextas-feiras – 2004 e 2006), tanto na recepção do mercado de um novo veículo, o qual perdura por três anos, quanto a coerência entre manchete e editorial. Com isso, verificaram-se muitas mudanças ocorridas desde a implantação.

Em 2004 houve 100% das notícias de capa veiculadas em páginas de cunho jornalístico mais importante (ímpares – páginas 05, 09 e 11). Esses dados demonstram que mesmo sendo um jornal de pequeno porte não perde sua função em destacar a matéria principal.

Já em 2006 com a constatação desse resultado observa-se que mais da metade do percentual (67%) das matérias veiculadas com relação à manchete foram inseridas na página 3, local de maior importância, pois geralmente ao abrir o jornal, é a primeira a ser lida pelo leitor. O restante das matérias foi colocado nas páginas 7 e demais páginas (pares ou não).

Isso reflete que neste aspecto o jornal manteve sua posição em colocar as notícias ligadas à manchete em local de destaque. Outra questão enfocada para o desenvolvimento do trabalho foi à análise entre manchete e editorial, de modo a verificar a existência ou não de coerência.

No ano de 2004, constatou-se que 43% das manchetes não possuíam coerência com o editorial, e o restante 57% tinha coerência, mas de forma parcial e 0% de coerência total. Um número significativo de classificados como sem coerência. Tais dados comprovam que a ligação entre manchete e editorial não esteve presente no jornal Voz do Oeste em 2004, mas isso é óbvio que dentro do jornalismo não é uma questão obrigatória a manchete e o editorial abordarem ao mesmo assunto. Entretanto, quando esses elementos se coadunam o leitor consegue absorver melhor os fatos em questão.

Em 2006, houve uma evolução evidente, pois em comparação com 2004 que havia 0% de coerência total, em 2006 houve 33% da categoria total e um aumento de 2% na incoerência (45%), e os demais com coerência parcial.

Afinal, duas das finalidades deste trabalho foram verificar a evolução das manchetes/capa e analisar o editorial do veículo, com isso buscou-se conhecer se existia ou não coerência entre foto e texto, e para tal, questiona-se: O que caracteriza a existência de coerência entre manchete e editorial? Uma pergunta que tem uma resposta simples. É necessário que haja conexão entre esses elementos, atendendo as necessidades do leitor, e facilitando seu entendimento, bem como, sua adesão à leitura das principais matérias veiculadas no jornal, relacionadas, desta maneira à manchete e o editorial.

Durante o processo de análise, levou-se em consideração que a imprensa desenvolve uma função essencial na sociedade, demonstrando os comportamentos cotidianos de membros da população e, por conseguinte, tais descrições rendem ao receptor uma leitura reflexiva do âmbito que vive.

Por esse motivo, tem sido necessário, colocar em séria discussão o real papel da imprensa tanto nas universidades, como na sociedade. Desta maneira, é fundamental esmiuçar as entrelinhas do conteúdo editorial, onde o atrelamento partidário pode estar embutido no conteúdo veiculado.

Entretanto, esse fator não acontece somente com um jornal local, basta analisar outros veículos impressos interioranos ou não, que direta ou indiretamente constata-se um certo atrelamento ideológico seja qual for o nível.

É evidente que um jornal, independente do tamanho de sua estrutura (pequeno, médio e grande porte), é uma empresa, e como tal, precisa de recursos financeiros para manter-se atuando no mercado. Por outro lado, isso não é razão para usar um veículo com caráter público enfatizando demasiadamente sua ideologia política, negando a máxima imparcialidade jornalística.

Outra análise documental importante foi referente ao aspecto gráfico do jornal, bem como seus elementos. "As representações gráficas fornecem, em geral, uma visualização mais sugestiva do que as tabelas. Elas constituem-se numa forma alternativa de apresentação de distribuição de freqüências" (Barbetta, 2002, p.72).

Durante o seu período de circulação, o Voz do Oeste obteve uma reformulação em sua estrutura. Tanto no aspecto gráfico, editorial, como qualidade do papel. Numa análise aprofundada do Grid do jornal constatou-se o crescimento do valor dos elementos presentes numa diagramação, principalmente na transição de bairro para local/regional.

Um elemento não alterado foi o uso da diagramação modular (verticalizada e horizontalizada), fato este demasiadamente importante, pois essa forma de disposição das matérias é a mais adequada para efetuar o processo de leitura.

Com relação à tipografia e suas classificações (caixa baixa, caixa alta, negrito e itálico), verificou-se, a evolução do Grid que consequentemente, gerou visibilidade e legibilidade.

Em cada detalhe pesquisado: contraste, repetição, alinhamento e proximação, observou-se uma mudança significativa, os quais atingiram um patamar gráfico elevado, além disso, influenciou na melhoria do jornal quando analisado, o antes (2004) e o depois (2006).

No que diz respeito aos outros aspectos do Grid: box/caixa/fio, cabeçalho/rodapé/anúncio, colunagem/espaçamento/cor, legenda, fotos/ilustração e edição/impressão também notou-se desde as edições de implantação até as de 2006 que aconteceu valorização nos elementos citados. Com isso, oportunizou ao leitor do Voz do Oeste vantagens em receber/ler um jornal que tenta dar prioridade à qualidade.

Para finalizar, após a execução de todas essas etapas foram tecidas as considerações finais com a finalidade de verificar se os objetivos foram coerentes com a realidade no decorrer e finalização da monografia.

5.CONSIDERAÇÕES FINAIS

Este trabalho teve a finalidade em conhecer de que forma o mercado de comunicação recebe um novo veículo, para isso, foram efetuados levantamento de dados por meio de análise de documentos (edições do jornal), entrevistas e referencial teórico.

Num primeiro momento para atingir ao objetivo específico de resgate da história do Jornal Voz do Oeste, em Chapecó, foram entrevistados funcionários da empresa jornalística, dos quais informaram o trajeto de implantação até a transição da linha editorial de bairro para local. Com isso, verificou-se que apesar de sua evolução, sofreu dificuldades financeiras, mas conseguiu manter-se circulando.

Em seguida, efetuou-se a verificação da evolução das manchetes e editoriais durante o período de dezembro de 2004 e 2006, onde percebeu-se que em nenhuma das edições houve coerência entre manchete e editorial de 100%, entretanto, todos tiveram certo percentual de coerência, mesmo sendo parcial. Apesar disso, o Voz do Oeste evoluiu em termos gráficos, dando ao leitor uma qualidade gráfica evidente e agradável à leitura. Entretanto, o conteúdo jornalístico ainda precisa melhorar e se desvencilhar da linha editorial política desta forma vai criar uma credibilidade elevada perante a opinião pública.

Em última instância, idealizou-se adquirir a opinião dos leitores assinantes, residentes no centro de Chapecó, numa amostragem correspondendo a 167 pessoas. Mas isso não foi possível devido à falta de colaboração dos mesmos, pois, apenas 11 retornaram a correspondência, dois com questionário em branco e um parcialmente respondido.

Para o questionário chegar até os leitores optou-se por anexá-los no jornal em forma de carta, já selada, das quais os responsáveis pelo veículo as encartaram. É evidente que o objetivo deste trabalho não é desmerecer o leitor por ele não responder um questionário referente ao jornal que assina, mas sim tentar entender os motivos, talvez, falta de tempo, falta de interesse. Enfim, não importa.

O que realmente interessa é entender a recepção do mercado, pois já faz mais de três anos que o Voz do Oeste permanece circulando, com suas qualidades e defeitos, mas a cada dia informando dentro de suas possibilidades ao seu respectivo leitor, e incluindo também novos assinantes no seu rol. Sendo assim, através do resultado obtido por este trabalho, atingiu-se o tema central "a receptividade de um novo veículo de mídia impressa no mercado de comunicação de Chapecó", mesmo não tendo acesso direto ao leitor. Mas por meio de uma análise crítica procurou-se entender os detalhes de cada objetivo central e específico.

Desta forma, entendeu-se que a recepção de um novo veículo pelo mercado de comunicação, depende muito da qualidade e persistência dos veículos jornalísticos, além disso, uma cidade como Chapecó possui um crescimento significativo em termos de população e economia, comportando novos meios que objetivam lutar para manter-se circulando, mesmo apesar das dificuldades.

Para os próximos trabalhos sugere-se uma abordagem entre manchete e notícia, para verificar sua coerência e se realmente uma remete a outra adequadamente. Outra sugestão é realizar um estudo direto com o leitor/assinante para tentar entender os motivos que o levaram a não expressar sua opinião de um jornal que lê/assina.

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Acesso: 20 abr.07 Disponível: http://pt.wikipedia.org/wiki/Design_de_jornal

ANEXOS

ANEXO I: TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

ANEXO II: FOLHA DE ROSTO PARA PESQUISA ENVOLVENDO SERES HUMANOS

ANEXO III: QUESTÕES PARA ENTREVISTA AO LEITOR

Anexo I

UNIVERSIDADE COMUNITÁRIA REGIONAL DE CHAPECÓ – UNOCHAPECÓ

CENTRO CIÊNCIAS HUMANAS

CURSO JORNALISMO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

Você está sendo convidado(a) para participar, como voluntário, em uma pesquisa. Após ser esclarecido (a) sobre as informações a seguir, no caso de aceitar fazer parte do estudo, assine no final deste documento, que está em duas vias. Uma dela é sua e outra é do pesquisador.

Título do projeto: O mercado de comunicação da mídia impressa em Chapecó e a inserção de um novo veículo: o caso Voz do Oeste.

Pesquisadores: Cristiane Aparecida Ramos do Prado

Telefone para contato: *********

Orientador: Eleci Terezinha Silva

Telefone : *********

O Objetivo desta pesquisa é identificar a receptividade de um novo veículo de mídia impressa no mercado de comunicação de Chapecó.

A sua participação na pesquisa consiste em responder um questionário que será realizado pelo próprio pesquisador, sem qualquer prejuízo ou constrangimento para o pesquisado. Os procedimentos aplicados por esta pesquisa não oferecem risco a sua integridade moral, física, mental ou efeitos colaterais. As informações obtidas através da coleta de dados serão utilizadas para alcançar o objetivo acima proposto, e para a composição do relatório de pesquisa, resguardando sempre sua identidade. Caso não queira mais fazer parte da pesquisa, favor entrar em contato pelos telefones acima citados.

Este termo de consentimento livre e esclarecido é feito em duas vias, sendo que uma delas ficará em poder do pesquisador e outra com o sujeito participante da pesquisa. Você poderá retirar o seu consentimento a qualquer momento.

CONSENTIMENTO DA PARTICIPAÇÃO DA PESSOA COMO SUJEITO

Eu, _______________________________________________, RG ________________________________ CPF_________________________________, abaixo assinado, concordo em participar do estudo como sujeito. Fui devidamente informado e esclarecido pelo pesquisador sobre a pesquisa e, os procedimentos nela envolvidos, bem como os benefícios decorrentes da minha participação. Foi me garantido que posso retirar meu consentimento a qualquer momento.

Local:_________________________________________ Data ____/______/_______.

Nome e assinatura do sujeito:_______________________________________________

Anexo II

Monografias.com

  • FOLHA DE ROSTO PARA PESQUISA ENVOLVENDO SERES HUMANOS

Monografias.com

Anexo III

QUESTÕES PARA SABER A OPINIÃO DO LEITOR

 

                Caro leitor, este questionário tem o objetivo em conhecer sua opinião e de que forma o jornal Voz do Oeste está sendo recebido no mercado de comunicação em Chapecó. As respostas serão destinadas para análise e anexadas num trabalho de pós-graduação em Jornalismo da Unochapecó, e seu nome será mantido em sigilo absoluto.

Favor encaminhar o questionário via correio no prazo máximo de 10 dias (até dia 10 de abril de 2007), o envelope já está selado.

Obrigado desde já por sua colaboração.

Atenciosamente, Cristiane do Prado (estudante em Comunicação Social).

 

PERFIL DO LEITOR

1. Profissão: ____________________

2. Idade: ___________

3. Sexo: _______________

4. Grau de Instrução: _________________

 

OPINIÃO DO LEITOR

Assinale a opção desejada:

1. Há quanto tempo assina o jornal?

a)       (   ) Desde a primeira edição

b)       (   ) Há mais de um ano

c)       (   ) Há menos de um ano 

2. Como considera o jornal?

a)       (    ) Ótimo

b)       (    ) Bom 

c)       (    ) Regular 

d)       (    ) Ruim

3. Confia nas informações veiculadas no jornal Voz do Oeste.

a)       (    ) Confio plenamente

b)       (    ) Confio parcialmente

c)       (    ) Não confio totalmente

d)       (    ) Não confio

4. Se tivesse oportunidade em alterar alguma área do jornal o que mudaria?

a) (    ) linha editorial

b) (    ) parte gráfica

c)  (    ) periodicidade

d)  (    ) outro. Qual? ____________

5. Este veículo supre suas necessidades de informação?

a) (   ) sim

b) (   ) não

c) (   ) às vezes

d) (   ) sempre

6. Tem o hábito de ler qual destas editorias?

a) (   ) Política

b) (   ) Geral

c) (   ) Polícia

d) (   ) outro, qual? ______________

Descreva sua opinião:

7. Caro leitor (a) o (a) Senhor (a) prefere a linha editorial do jornal na época da implantação ou a que o jornal tem hoje? Por quê?

___________________________________________________________

8. Qual o motivo de assinar o jornal Voz do Oeste?

____________________________________________________________

9. Qual a sua opinião sobre as notícias veiculadas no jornal? 

__________________________________________________________

AGRADECIMENTOS

Ao Todo Poderoso Deus, que gerou a oportunidade em participar da pós-graduação e efetuar este trabalho.

À minha família que concedeu apoio psicológico e financeiro.

À minha orientadora Eleci Terezinha Silva.

Ao professor Sady Mazzioni.

O meu muito obrigado e dedicação a todos.

Autor:Cristiane Do Prado

cristianeungida[arroba]gmail.com

CHAPECÓ – SC

2007

Monografia apresentada à disciplina de Metodologia da Pesquisa em Ciências Sociais Aplicadas, Centro de Ciências Sociais Aplicadas da Universidade Comunitária Regional de Chapecó – UNOCHAPECÓ.

Orientador (a): Prof. Eleci Terezinha Silva, Dra.

Esta monografia foi julgada adequada para obtenção do grau de Especialista em Formação para o Magistério Superior, aprovada em sua forma final pelo Centro de Ciências Sociais Aplicadas, da Universidade Comunitária Regional de Chapecó - UNOCHAPECÓ.

Prof. Sady Mazzioni, M.Sc.

Coordenador do Curso de Especialização: Formação para o Magistério Superior

Prof. Eleci Terezinha Silva, Dra.

Orientador (a)

Chapecó (SC), 17 de julho de 2007.


[1] NOBLANT, Ricardo. A arte de fazer um jornal diário. São Paulo: Contexto, 2003.

[2] Acesso em 04 nov. 2006 Disponível: http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=396JDB008

[3] Acesso em 10 de nov. Disponível: http://www.vecam.org/article.php3?id_article=684&nemo=edm

[4] Acesso em 04 nov. 06. Disponível em: http://a-informacao.blogspot.com/2005/10/para-reflectir-era-da-informao.html

[5] Acesso em 10 nov.06. Disponível: http://observatorio.ultimosegundo.ig.com/artigos.asp?cod=354AZL001

[6] Acesso em 10 nov. 06. Disponível: http://observatorio.ultimosegundo.ig.com/artigos.asp?cod=354AZL001

[7] RAVANELLO, Ricardo. Slides expostos em aula. Maio de 2006.

[8] Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Gestalt Acessado em 20 de Junho de 2006. A Teoria da Gestalt, em suas análises estruturais, descobriu certas leis que regem a percepção humana das formas, facilitando a compreensão das imagens e idéias. Essas leis são nada menos que conclusões sobre o comportamento natural do cérebro, quando age no processo de percepção. Os elementos constitutivos são agrupados de acordo com as características que possuem entre si, como semelhança, proximidade e outras que veremos a seguir. O fato de o cérebro agir em concordância com os princípios Gestálticos já poderia ser considerado a evidência fundamental de que a Lei da Pregnância é verdadeira.

[9] Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Art_nouveau Acessado em 20 de junho de 2006. (Art Nouveau modernizou o design editorial, a tipografia e o design de marcas comerciais; além de se destacar pelo desenvolvimento dos cartazes modernos. Art Nouveau também revolucionou o design de moda, o uso dos tecidos e o mobiliário, assim como o design de vasos e lamparinas Tiffany, artigos de vidro Lalique e estampas Liberty).

[10] Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Art_D%C3%A9co Acessado em 20 de Junho de 2006. (Art Déco foi um movimento que se manifestou na arquitetura, nas artes plásticas, no design gráfico, e no design indústrial que surge na década de 1920 e ganha força nos anos 30 na Europa e nas Américas. Representa a adaptação pela sociedade de massa dos princípios do cubismo. Edifícios, esculturas, jóias, luminárias e móveis são geometrizados. Sem abrir mão do requinte, os objetos têm decoração moderna. Mesmo quando feitos com bases simples, como concreto armado e compensado de madeira, ganham ornamentos de bronze, mármore, prata, marfim e outros materiais nobres. Diferentemente da Art Nouveau, mais rebuscada, a Arte Déco tem mais simplicidade de estilo).

[11] Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/De_Stijl Acessado em 20 de Junho de 2006. (De Stij é um movimento estético que teve profunda influência sobre o design e artes plásticas.A revista De Stijl foi uma publicação iniciada em 1917 por Theo van Doesburg e alguns colegas que viriam a compor o movimento artístico conhecido por Neoplasticismo.Devido á influência dos textos da revista, que muitas vezes assumiam um aspecto de manifesto, o próprio movimento neoplástico "e mais tarde, o Elementarismo" é confundido com o nome da revista. Também costuma-se chamar o seu grupo criador pelo título da publicação.Entre seus colaboradores estavam, além de Doesburg, o pintor Piet Mondrian, o designer de produto Gerrit Rietvield, entre outros).

[12] Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Bauhaus Acessado em 20 de Junho de 2006. (Bauhaus é como é conhecida a Staatliches Bauhaus (literalmente, casa estatal de construção), uma escola de design, artes plásticas e arquitectura de vanguarda que funcionou entre 1919 e 1933 na Alemanha. A Bauhaus foi uma das maiores e mais importantes expressões do que é chamado Modernismo no design e arquitectura, sendo uma das primeiras escolas de design do mundo).

[13] WILLIAMS, Robin. Design para quem não é design: noções básicas de planejamento visual. São Paulo: Callis, 1995.

[14] COLLARO, Antonio Celso. Projeto gráfico: teoria e prática da diagramação. 3. ed. São Paulo: Summus, 1996, p. 159.

[15] Acesso em 10 nov. 06. Disponível: http://observatorio.ultimosegundo.ig.com/artigos.asp?cod=354AZL001

[16] Acesso em 10 nov. 06. Disponível: http:// observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=354AZL001.

[17] Acesso em 10 nov. 06. Disponível: http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=384FDS003

[18] Acesso em 10 nov. 06. Disponível: http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?cod=358ASP005

[19] Acesso em 05. nov. 06. Disponível: http://pt.wikipedia.org/wiki/Receptor.

[20] Acesso 05 out. 06. Disponível: http://bocc.ubi.pt/pag/brittos-valerio-Comunicacao-cultura.pdf

[21] http://pt.wikipedia.org/wiki/Manchete

[22] http://pt.wikipedia.org/wiki/Editorial

[23] http://pt.wikipedia.org/wiki/Editorial#Linha_editorial

[24] http://observatorio.ultimosegundo.ig.com/artigos.asp?cod=354AZL001

Partes: 1, 2, 3


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