Metodologia de investigação cientifica

Enviado por Joao Kiaba


  1. Introdução
  2. Definir os fundamentos que conceitue da investigação
  3. O Que é a introdução de uma investigação e seus elementos?
  4. Conclusão
  5. Referências

INTRODUÇAO

A ideia de uma introdução está referida na grande maioria dos trabalhos académicos, devem ter uma nota de introdução que captem imediatamente a atenção do leitor.

Quando se refere ao processo de investigação alude-se toda questão que está pressente e marca as práticas destinadas a descobrir ou a provar aspectos, relações e conceptualizacões sobre determinada questão da realidade que se escolhe a estudar.

Estas actividades da prática de investigação terão um ponto de partida para outro ponto de chegada (o produto de dita investigação ou contribuição ao conhecimento científico).

Quer dizer, que desde decidir o tema/problema a abordar para seu estudo até as reflexões e generalizações finais alcançadas vai-se transitando desafios reflexivos, operativos, decisões materiais, entre outros. Todas estas actividades delinearão a intervenção do investigador.

A dizer do Juan Samaja "a investigação científica constituiria o método que os integrantes das comunidades científicas empregam para fechar as brechas que se abrem em seus sistemas de crenças, como resultado da aplicação desse mesmo método".

Segundo esta definição o processo de investigação científica se refere a um conjunto de operações que os integrantes da chamada "comunidade científica" (os investigadores) executam sobre as representações dos objectos relevantes das experiências sociais, a fim de traduzir essas experiências a um corpo de descrições, destinadas a integrar um corpo teórico que opera como um sistema formal.

Quanto a isso é necessário esclarecer e desmistificar a visão que prevalece no imaginário social sobre que os temas ou problemas a investigar não saem de uma mente iluminada, de alguém chamado "cientista" que um dia se acordada e Eureca. Esste último descobriu uma teoria nova, sua lei ou algum principio geral sobre o aspecto ou visão do mundo onde focalizou seu interesse intelectual.

Pelo contrário, os temas e problemas surgem das experiências de certos sujeitos chamados investigadores que exercem o "ofício", os quais são parte do momento histórico de seu tempo (sua região, país, povo) e, portanto, os assuntos de interesse não partirão unicamente do que uma ciência ou disciplina defina o que terá que investigar e de que modo.

Como sujeitos que exercem este ofício tem-se a marca do tempo. São um produto e produtores de saberes e conhecimentos em virtude das condições de possibilidade histórica deste tempo e cultura.

Portanto tem-se que entender que a relevância de um assunto ou questão a investigar terá que ver mais com o que interpretar que se pode contribuir a nossa cultura e sociedade, como seres histórico-sociais.

Pode acontecer que se reconhece um espaço do saber vacante (lacunas) a respeito dessa realidade que se interessa estudar, ou a vigência de interpretações teóricas que não se convencem tal qual estão propostas e em tal caso, se está reconhecendo certos limites às teorias que circulam.

Para isso o investigador tem que possuir um grau de actualização teórica que lhe permita realizar esta leitura crítica.

Outra possibilidade para que surja no investigador o interesse por conhecer certa parcela da realidade, tem origem naquelas questões que nos inquietam e que ainda não foram observadas, analisadas e interpretadas, porque ninguém as interrogou do lugar que as se aborda.

Ortiz sustenta que há uma história de constituição das ciências sociais que não terá que desconhecer.

Tal modo de comunicar o produto das investigações nos levaria a usar fórmulas matemática ou expressões da lógica análogas aos teoremas geométricos ou os cálculos que utilizam as ciências duras (física, matemática, biologia, entre outras).

Pretende-se nesta abordagem, que todo e qualquer investigador possa ser capaz de definir a introdução de uma investigação e seus elementos, conhecer as perguntas que facilitam a redação da introdução, definir os elementos e funções de um marco teórico e conhecer as etapas para a elaboração do marco teórico.

1. Definir os fundamentos que conceitue da investigação

Qualquer actividade que é considerada científica, é um trabalho que vai de forma sistemática, controlada, reflexiva e crítica, a descrição e interpretação de feitos ou fenómenos do mundo natural e social.

Para isso, a ciência gerou uma linguagem específica que se pretende

seja universal. Dita linguagem implica uma série de conceitos que qualquer pessoa que incursione ao âmbito da investigação está obrigado a conhecer.

Ditos conceitos são, principalmente, os seguintes:

1. Cientista


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