Orçamento de projetos de pesquisa mineral. Estudo de caso das ferramentas utilizadas na Companhia vale do rio doce

Partes: 1, 2, 3, 4
  1. Lista de abreviaturas e siglas
  2. Introdução
  3. Companhia Vale do Rio Doce - DIPM
  4. Problematização/justificativa
  5. Objetivos
  6. Metodologia
  7. Cronograma
  8. Orçamento – revisão bibliográfica
  9. Administração de projetos – revisão bibliográfica
  10. Orçamento de projetos de pesquisa mineral - DIPM
  11. Ferramenta orçamentária 1
  12. Ferramenta orçamentária 2
  13. Análise das ferramentas
  14. Conclusão
  15. Referências bibliográficas
  16. Anexo

CPM – Critical Path Method

DEFB - Diretoria de Finanças e Relação com Investidores

DEJL – Diretoria de Cobre, Carvão e Alumínio

DIFI - Diretoria de Finanças Corporativa

DIOD - Departamento de Orçamento

DIPM – Departamento de Desenvolvimento de Projetos Minerais

GAPEK – Gerência de Área de Direitos Minerais e Meio Ambiente

GEANK – Gerência Geral Planejamento e Análise de Negócio

GED – Gerenciamento Eletrônico de Documentos

GEGEK – Gerência Geral de Exploração Brasil

GESUK – Gerência Geral de Suporte Administrativo e Controle Operacional

GETEK – Gerência Geral de Desenvolvimento e Tecnologia

PERT – Program Evaluation and Review Technique

PMBOK – Project Management Body of Knowledge

WBS – Work Breakdown Structure

VALE – Companhia Vale do Rio Doce

Esta monografia visa avaliar as ferramentas utilizadas para elaborar o orçamento dos projetos de pesquisa do DIPM – Departamento de Desenvolvimento de Projetos Minerais da empresa Companhia Vale do Rio Doce.

Estas ferramentas são utilizadas para mensurar, analisar e consolidar os orçamentos para que os projetos sejam aprovados.

A Gestão Econômica do DIPM utilizou para elaborar os orçamentos nos anos de 2005 a 2007, uma ferramenta auxiliar, que fornecia um planejamento mais genérico e fechado. Para o ano de 2008, foi elaborada outra ferramenta, bem mais restrita e específica, com o objetivo de melhorar o processo orçamentário.[1]

O objetivo deste trabalho é verificar se realmente houve uma melhoria na qualidade e consistência do orçamento ao trocar de ferramenta, levando em consideração duas pesquisas bibliográficas, uma sobre Orçamento e outra sobre Administração de Projetos.

Estas ferramentas são apresentadas em um estudo de caso, que contém uma breve explicação sobre o processo de pesquisa mineral no DIPM, onde é demonstrada a necessidade da empresa em produzir orçamentos que possam ser mudados constantemente, pois em um departamento de pesquisa os orçamentos precisam ser maleáveis para aproveitar as melhores oportunidades.

No estudo de caso são descritos os processos de orçamento das duas ferramentas, para que ao final seja possível compará-las e analisar se realmente houve alguma mudança significativa na troca de ferramenta.

Companhia Vale do Rio Doce é a segunda maior mineradora do mundo e é a maior exportadora de minério de ferro e pelotas, possui um amplo portfólio de produtos minerais dentre estes estão o manganês e ferro-liga, bauxita, potássio, caulim, cobre e níquel. Além do setor de mineração ela atua nos setores de logística, energia e em toda a cadeia de produção de alumínio.

O DIPM - Departamento de Desenvolvimento de Projetos Minerais, localizado em Santa Luzia (MG), conduz as atividades de pesquisa mineral, de desenvolvimento tecnológico e as etapas de análise e estruturação do negócio, visando à criação de novos projetos minerais para a Companhia.

Para chegar à etapa de produção de minério é preciso realizar inicialmente um rigoroso processo de pesquisa geológica, que inclui desde a coleta de amostras até o uso de tecnologia de última geração, como a análise de imagens de satélite e levantamentos geofísicos. Esta é uma atividade fundamental para a mineração, pois são a partir dos resultados da pesquisa que a Companhia poderá implementar novas minas.

Partes: 1, 2, 3, 4

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