O pensar e o fazer do coordenador pedagógico: contribuições para a prática



Partes: 1, 2, 3

  1. Resumo
  2. Considerações iniciais
  3. Os afazeres do coordenador pedagógico no dia-a-dia escolar
  4. Coordenação pedagógica: espaço de mudanças
  5. Reflexões finais
  6. Referências bibliográficas

RESUMO

Atualmente, o profissional Coordenador Pedagógico, no seu cotidiano, tem desempenhado múltiplas funções que nem sempre fazem parte de suas atribuições. Além disso, ele tem se deparado com diversos desafios no contexto educacional que solicita do mesmo, conhecimento e competências para enfrentá-los e resolvê-los. Assim, o estudo vem contribuir para que os profissionais que atuam nesta área conheçam e reconheçam qual o seu papel na escola, oferecendo instrumental relevante para a prática profissional. Objetiva-se, então, verificar até que ponto o pensar e o fazer do coordenador pedagógico pode contribuir com sua prática. Trata-se de um estudo de abordagem qualitativa, cujos dados retirados da experiência profissional, coletados na pesquisa bibliográfica e adquiridos com o desenvolver do curso de especialização são analisados e contextualizados neste texto. Pode-se considerar que no contexto escolar, o Coordenador Pedagógico desempenha diversas funções e seu cotidiano é permeado de muito trabalho. Assim sendo, se pode afirmar de acordo com a experiência profissional, com a pesquisa e com o curso que nada está pronto e concluído, que este é o instante de redefinir a profissão e de compreender a prática. Portanto, o pensar e o fazer do Coordenador Pedagógico é conditio sine qua non, ou seja, condição imprescindível para que a educação aconteça, seja de qualidade e para que o trabalho pedagógico ocorra de modo a viabilizar uma aprendizagem significativa. Ele como articulador no contexto educacional tem a obrigação de promover uma reflexão constante sobre o processo educativo como um todo e sobre sua prática em particular, oferecendo, sempre um norte para a instituição escolar.

Palavras-chave: Pensar. Fazer. Coordenação Pedagógica.

1 CONSIDERAÇÕES INICIAIS

"Não é porque certas coisas são difíceis que nós não ousamos. É justamente porque não ousamos que tais coisas são difíceis!"

Sêneca (filósofo romano, 4 a.C.- 65 d.C.)

Atualmente, o profissional Coordenador Pedagógico, no seu cotidiano, tem desempenhado múltiplas funções que nem sempre fazem parte de suas atribuições. Além disso, ele tem se deparado com diversos desafios no contexto educacional que solicita do mesmo, conhecimento e competências para enfrentá-los e resolvê-los.

Trabalhando há três anos como coordenadora do CMEI (Centro Municipal de Educação Infantil) Mãe Preta, pude perceber a necessidade constante de se aperfeiçoar para atender as demandas postas a profissão.

O CMEI Mãe Preta é uma instituição de ensino de Educação Infantil e atende crianças das zonas urbana e rural nos períodos matutino, vespertino e também em caráter integral, divididos em seis turmas. Conta ainda, com os serviços de transporte escolar.

Ele se encontra em conformidade com a Lei nº 9.394/96, que regulamenta a Educação Infantil, definindo-a como primeira etapa da educação básica (BRASIL, 1996, Lei nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996).

O Centro oferece atendimento de Creche para crianças na faixa etária de um ano e nove meses até três anos e nove meses de idade e de Pré-Escola para crianças de três anos e nove meses a quatro anos e nove meses, ambos em horário parcial ou integral.

A Creche Municipal Mãe Preta foi inaugurada em 13 de maio de 1992 durante o mandato do prefeito Sebastião Moreira de Lima, tendo como vice o senhor Luiz Carlos de Lima Peres e como primeira dama Gerailda Maria de Lima. Ela se destaca, pois na época a instituição ainda não fazia parte da Secretaria Municipal de Educação, mas sim, da Secretaria Municipal de Assistência Social comandada pela mesma.

A instituição recebeu esta denominação em homenagem a uma das primeiras parteiras do município, uma pessoa muito conhecida e respeitada durante a fundação de Cocalinho.

A proposta de acertar a creche para a educação veio em 1996, onde a mesma deixou de ser assistencialista, envolvida para o cuidar, e se voltou para a educação, visando além do cuidar o educar.

Em 2014, o quadro funcional do Centro contava com 131 matrículas de crianças e com a contribuição de 20 profissionais de diversas áreas. A equipe gestora, administrativa e as professoras possuem formação acadêmica em Pedagogia ou em outras áreas voltadas para educação, os técnicos em desenvolvimento infantil que ainda não são formados estão em processo de formação acadêmica. Destaca-se ainda que a maioria possui especialização em áreas diversas voltadas para o ensino.

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